A mediocridade nos mata aos poucos

Por Isaias Costa

Normose

Eu procuro todos os dias não ser igual a todo mundo, seguir com consciência meu próprio caminho, sem me importar com o que os outros pensam ou dizem a meu respeito, apenas buscando viver bem e fazer o meu trabalho da melhor forma possível.

Sempre bato na tecla da mediocridade em meus escritos, porque sei que grande parte das mazelas da nossa sociedade existem por causa dela. Dá muito mais trabalho ser original, ser autêntico, ser criativo, buscar a excelência, não seguir a manada, não ser um consumidor compulsivo, não buscar agradar a todos… Quem segue esse caminho é porque não se deixou contaminar pela mediocridade, que é esse nivelamento por baixo, ser uma pessoa formatada e intoxicada por um sistema doente que não valoriza nossa interioridade, nossa humanidade, mas visa o lucro, a barganha, os títulos acadêmicos, a conta bancária pomposa, os carros e roupas de marca etc. etc.

Para refletir mais profundamente sobre isso, compartilho um belíssimo texto da escritora gaúcha Martha Medeiros:

=> Você pode ler o texto completo clicando aqui.

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