Arquivo do mês: dezembro 2014

Você cria seus próprios problemas

Por Isaias Costa

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Jesus Cristo nos dizia há mais de 2000 anos: “Em verdade vos digo: se tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda, direis a esta montanha: ‘Vai daqui para lá’, e ela irá. Nada vos será impossível.”

Muitos pensam que essas são montanhas rochosas, por pura ignorância. Jesus não queria ensinar poderes mágicos a ninguém, ele queria penetrar o mais profundo do nosso ser, preenchendo-o com amor e.

A fé move montanhas. Mas que montanhas são essas? As montanhas do medo, dos receios, da prepotência, da angústia, da raiva, do desamor, do orgulho, da ansiedade etc. etc. Você está disposto a mover essas montanhas e plantá-las debaixo do mar, onde jamais voltarão a superfície da sua consciência maior? Para refletirmos juntos sobre isso, compartilho um belíssimo texto do místico oriental Osho. Leia-o com bastante atenção e descubra que todos os seus problemas são criação da sua mente, que insiste em dominar toda a sua vida.

Portanto, mude da mente para o coração. Deixe que ele comande sua vida! Com ele no comando, tudo vai dar certo. Acredite em mim! Falo isso por experiência própria de vida.

Boa leitura!

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Osho, porque transformo montinhos de terra em montanhas?

Osho – Porque o ego não se sente bem, confortável, com montinhos de terra – ele quer montanhas. Mesmo que esteja infeliz, o ego não quer ser vulgarmente infeliz – quer ser extraordinariamente infeliz! (…)

As pessoas estão sempre criando grandes problemas do nada; conversei com milhares de pessoas sobre seus problemas e ainda não me deparei com um problema real! Todos os problemas são fictícios – as pessoas os criam. Porque sem problemas elas se sentem vazias: então não há nada a fazer, nada a combater, lugar para ir. As pessoas vão de um guru a outro, de um mestre a outro, de um psicanalista a outro, de um grupo de ajuda a outro, porque se forem, sentem-se vazias, acham que a vida se tornou sem significado. Elas criam problemas para que possam sentir que a vida é um grande trabalho, um crescimento – e você tem de lutar muito.

Lembre-se de que o ego só pode existir quando ele luta, quando briga. Se eu disser a uma pessoa: Mate três moscas e você ficará iluminado! Ela vai acreditar em mim. Ela dirá: Três moscas? Isso não me parece muito. Isso me fará iluminado? Não me parece o bastante para isso.”
Mas se eu lhe disser: Mate 700 leões! É claro que lhe parecerá muito mais verossímil.

Quanto maior o problema, maior o desafio – e, com o desafio, seu ego aparece, ganha altura. As pessoas criam os problemas. Os problemas não existem.

E agora, se você me permitir, não há sequer montinhos de terra. Isso também é um truque seu. Você diz: Sim, pode não haver montanhas, mas montinhos de terra? Não, não há sequer montinhos de terra – eles são criações suas. Primeiro você cria montinhos de terra do nada, depois cria montanhas dos montinhos de terra. E os sacerdotes, os psicanalistas, os gurus, ficam felizes, pois todo o comércio deles só existe por causa de você. Se você cria montinhos de terra do nada e não transformar seus montinhos em montanhas, qual será o interesse dos gurus em ajudá-lo? Primeiro você tem de estar em uma condição de ser ajudado.

Os verdadeiros mestres dizem outra coisa. Eles dizem: Por favor, olhe o que você está fazendo, a bagagem que está fazendo. Primeiro você cria um problema, depois sai em busca de uma solução. Observe por que está criando o problema: exatamente no início, quando está criando o problema, está a solução – não o crie. Mas isso não vai atraí-lo, porque então você de repente ficará entediado consigo mesmo. Nada a fazer? Nenhuma iluminação? Nenhum satori? Nenhum samadhi? E você fica profundamente inquieto, vazio, tentando se preencher com qualquer coisa.

Você não tem nenhum problema – é só isso que tem de ser entendido.

Neste exato momento você pode se livrar de todos os problemas, porque eles são criações suas. Olhe de maneira diferente para os seus problemas: quanto mais profundo for o seu olhar, menores eles vão lhe parecer. Continue olhando para eles e, pouco a pouco, eles começarão a desaparecer; Continue olhando, e de repente verá que há um vazio – um belo vazio cercando você. Nada a fazer, nada a ser, porque você já é.

A iluminação não é algo a ser atingido, é apenas para ser vivido. Quando que digo que atingi a iluminação, simplesmente quero dizer que decidi vivê-la. Já basta! E desde então a tenho vivido. É uma decisão de que agora você não está mais interessado em criar problemas – isso é tudo. É uma decisão de que agora você pôs fim a toda essa bobagem de criar problemas e encontrar soluções.

Toda essa bobagem é um jogo que você está jogando consigo mesmo. Você mesmo está se escondendo e você mesmo está se procurando, você está dos dois lados. E você sabe disso! Por isso, quando eu digo isso, você sorri, você ri! Não estou falando sobre nada ridículo – você está entendendo. Você está sorrindo de si mesmo! Observe-se rindo, observe seu próprio sorriso – você está entendendo. Têm de ser assim, porque este é seu próprio jogo: você está se escondendo e esperando que você mesmo seja capaz de procurar por você e se encontrar.

Você pode se encontrar neste exato momento, porque é você que está se escondendo. Por isso os mestres Zen continuam dando suas pancadas. Quando alguém chega até eles e diz: Eu gostaria de ser um buda; os mestres ficam muito zangados. Porque ele está pedindo uma bobagem, ele é um buda. Se um buda vem até mim e me pergunta o que fazer para ser um buda, o que eu devo fazer? Eu bateria na cabeça dele. A quem você acha que está fazendo de tolo? Você já é um buda!

Não crie dificuldades desnecessárias para si mesmo. E o entendimento chegará a você se você observar como torna um problema cada vez maior, como o protela, e como ajuda a roda a girar cada vez mais rápido. Então, de repente, você está no alto de sua infelicidade e fica necessitando de toda a consternação do mundo. (…)

O ego necessita de alguns problemas. Se você entender isso, no próprio entendimento, as montanhas voltam a se tornar montinhos de terra, e então, os montinhos de terra também desaparecem. De repente há o vazio, o puro vazio a toda a sua volta. Isto é iluminação – um entendimento profundo de que o problema não existe.

Então, sem problemas para resolver, o que você vai fazer? Imediatamente começa a viver. Você vai comer, vai dormir, vai amar, vai jogar conversa fora, vai cantar, vai dançar – o que mais há para fazer? Você se tornou um Deus, começou a viver.

Se existe um Deus, uma coisa é certa : ele não tem nenhum problema. Isso é absolutamente certo. Então, o que ele fará com todo o seu tempo? Não há problemas, não há psiquiatra para consultar, não há guru para procurar e ao qual se entregar… O que Deus fará? Ele deve estar enlouquecendo, com a mente em um torvelinho. Não, ele está vivendo; sua vida está totalmente repleta de vida. Ele está comendo, dormindo, dançando, amando – mas sem nenhum problema. (…)

Se as pessoas conseguirem dançar um pouco mais, cantar um pouco mais, serem um pouco mais soltas, sua energia vai fluir mais e seus problemas irão pouco a pouco desaparecendo. (…) Quando você dança, chega um ponto em que seu corpo não é mais uma coisa rígida, ele se torna flexível, fluido. Quando você dança chega um momento em que seus limites já não são tão claros, você derrete e se funde com o cosmos.(…)

A preocupação, o problema, a ansiedade, todos simplesmente mostram uma coisa: que você não está vivendo da maneira certa, que sua vida não é ainda uma celebração, uma dança, uma festividade. Por isso existem todos os problemas.

Se você viver, o ego desaparece. A vida não conhece ego, ela só conhece o viver, o viver, o viver. A vida não conhece o eu, não conhece o centro; a vida não conhece separação. Você inspira, a vida entra em você; você expira, você entra na vida; Não há separação; você come e as árvores entram dentro de você através dos seus frutos. Então, um dia você morre, é enterrado na terra e as árvores o sugam para cima e você se torna frutos.(…)

A vida é uma só, ela está em constante movimento. Ela entra em você, ela passa por você; Na verdade, dizer que ela entra em você não é certo, porque fica parecendo que a vida entra em você e depois sai de você. Você não existe – o que existe é esta vida indo e vindo. Você não existe, apenas a vida existe, em suas extraordinárias formas, em sua energia, em seus milhões de encantos; Uma vez que você compreenda isso, deixe que esse entendimento seja sua única lei. E a partir deste momento, comece a viver como os budas.”

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Um olhar sem julgamentos

Por Isaias Costa

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Eu li no livro “Uma ética para o novo milênio”, do mestre Dalai Lama, uma das mais belas abordagens sobre a empatia e o olhar sem julgamentos. Eu aprendi e ainda continuo aprendendo muito com o Dalai Lama a ser uma pessoa melhor. Já falei isso aqui e não tenho vergonha de dizer, um dos meus defeitos é que sou uma pessoa julgadora em determinados momentos, muitas vezes antipatizo com algumas pessoas sem trocar com elas uma única palavra, mas estou em um processo de melhora nesse ponto e devo isso muito a ele, que me ensina com sua ética e simplicidade tão contagiantes.

Quando nossos atos são pautados pela consideração pelos outros, nosso comportamento para com eles é sempre positivo. Porque não há lugar para desconfianças e reservas quando nossos corações estão cheios de amor. É como se uma porta interior se abrisse e nos permitisse alcançá-los. Ter consideração pelos outros é o que faz cair a barreira que impede a interação saudável com o próximo. E não apenas isso. Quando nossas intenções para com os outros são boas, verificamos que diminui muito qualquer timidez ou insegurança de nossa parte.

=> Você pode ler o texto completo clicando aqui.

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A parábola dos cegos e o elefante

Por Isaias Costa

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Uma das parábolas mais conhecidas pela maior parte das pessoas é a dos cegos e o elefante. Ela inclusive é lida até mesmo nas séries primárias da escola. Lembro que foi na escola a primeira vez que a li. Vamos a ela…

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Certo dia, um príncipe indiano mandou chamar um grupo de cegos de nascença e os reuniu no pátio do palácio. Ao mesmo tempo, mandou trazer um elefante e o colocou diante do grupo. Em seguida, conduzindo-os pela mão, foi levando os cegos até o elefante para que o apalpassem. Um apalpava a barriga, outro a cauda, outro a orelha, outro a tromba, outro uma das pernas. Quando todos os cegos tinham apalpado o paquiderme , o príncipe ordenou que cada um explicasse aos outros como era o elefante, então, o que tinha apalpado a barriga, disse que o elefante era como uma enorme panela. O que tinha apalpado a cauda até os pelos da extremidade discordou e disse que o elefante se parecia mais com uma vassoura. “Nada disso “, interrompeu o que tinha apalpado a orelha. “Se alguma coisa se parece é com um grande leque aberto”. O que apalpara a tromba deu uma risada e interferiu: “Vocês estão por fora. O elefante tem a forma, as ondulações e a flexibilidade de uma mangueira de água…”. “Essa não”, replicou o que apalpara a perna, “ele é redondo como uma grande mangueira, mas não tem nada de ondulações nem de flexibilidade, é rígido como um poste…”. Os cegos se envolveram numa discussão sem fim, cada um querendo provar que os outros estavam errados, e que o certo era o que ele dizia. Evidentemente cada um se apoiava na sua própria experiência e não conseguia entender como os demais podiam afirmar o que afirmavam. O príncipe deixou-os falar para ver se chegavam a um acordo, mas quando percebeu que eram incapazes de aceitar que os outros podiam ter tido outras experiências, ordenou que se calassem. “O elefante é tudo isso que vocês falaram.”, explicou. “Tudo isso que cada um de vocês percebeu é só uma parte do elefante. Não devem negar o que os outros perceberam. Deveriam juntar as experiência de todos e tentar imaginar como a parte que cada um apalpou se une com as outras para formar esse todo que é o elefante.”

Algumas conclusões sobre essa história…

A experiência das coisas que cada homem pode ter é sempre limitada. Por isso, a sensatez obriga a levar em conta também as experiências dos outros para se chegar a uma síntese.

A pessoa, o ser humano, apresenta muitas facetas. Existe o risco de polarizar a atenção em algumas delas, ignorando o resto. Fazendo isso, estaríamos repetindo os cegos da parábola. Cada um ficaria com uma visão unilateral e parcial.

Para obtermos uma visão o mais integral possível do que é uma pessoa, devemos reunir, numa unidade, os numerosos aspectos que podem ser observados no ser humano.

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É possível tirar muitas e muitas lições desta linda parábola. Mas a principal é sobre a VERDADE. O que é a verdade? Já falei várias vezes por aqui que eu não sei, porque a verdade é algo absolutamente individual. Ninguém sabe a verdade, o que sabemos é apenas algo infinitesimal do que seria a verdade, e ainda esse pouco, é cheio de incoerências, de bloqueios, de medos, de limitações etc.

Se você aprender de verdade a mensagem contida nesta parábola, uma das primeiras coisas que vai acontecer com você é que deixará de ser um INQUISIDOR. Você deixará de apontar o dedo na cara das pessoas e dizer: “Isso é a verdade! É isso! É aquilo”. Você vai parar com isso, porque essa atitude só revela o quanto você não sabe de nada e o quanto é inseguro. Sim! Inseguro. Está cheio de medos. Não quer abrir a mente para admitir que os pensamentos dos outros são verdade dentro do contexto deles.

Escrevi um pouco mais detalhadamente sobre isso, inspirado nas sábias palavras do meu amigo Rubem Alves, e você pode ler clicando [aqui].

Deixando de ser um inquisidor, você comecará a pensar mais por conta própria, comecará a crescer dentro de você uma das maiores maravilhas para se tornar uma pessoa sábia. Você vai começar a aprender a ARTE DA DÚVIDA. O que é a arte da dúvida? É você não se mostrar dono da verdade para com absolutamente nada e perceber que sempre, sempre existem diversos pontos de vista para o mesmo assunto, tema, pensamento, convicção etc.

Provavelmente você já deve ter lido por aí a seguinte frase do Freud:

Não tenha certeza de nada, porque a sabedoria começa com a dúvida”.

Quando você não tem dúvidas, automaticamente se fecha dentro do seu pensamento, e isso é muito perigoso. Pessoas fechadas nos seus pensamentos normalmente são tão chatas! Você não acha?

Quero com esse texto levar você a aprender isso que é tão simples e transformador na nossa vida. Você certamente se tornará uma pessoa mais agradável ao introjetar no mais profundo do seu coração esse ensinamento.

É lógico que também estou levando essa reflexão para o campo das religiões. Todas as religiões têm belezas infinitas. Nenhuma delas contêm uma verdade suprema. Por que conteria? Sabe me responder a essa pergunta? Como algo que foi feito por homens pode ter uma verdade suprema? Nós que somos tão imperfeitos?

Pelo fato de estarmos no ocidente, é provável que algum leitor talvez diga que a igreja de Jesus é perfeita! Sabe de uma coisa interessante? Jesus nunca quis fundar uma igreja no qual as pessoas o adorassem. Há quase 2000 anos essa ideia é passada de geração em geração.

Uma frase bíblica extremamente distorcida é essa aqui: “Pedro! Tu és pedra, e sobre ti edificarei a minha igreja”. Ainda vou escrever com mais calma sobre isso, mas Jesus nunca quis dizer que era uma igreja de pedra. Não! Essa igreja é o caminho do coração, a conexão com nosso eu interior mais profundo, que Pedro conseguiu acessar, por isso Jesus o elogiou. Aguarde! São cenas dos próximos capítulos…

O nosso universo é imenso, é infinito, e seria muita prepotência nossa dizer que conhecemos a verdade! Nenhum de nós jamais conhecerá a verdade. Nem temos ideia se existe vida fora do planeta Terra. Quanto mais pensarmos sobre verdades universais.

Esse é um exercício de humildade. Nos tornamos mais humildes ao sabermos do tamanho da nossa insignificância perante esse universo tão maravilhoso.

Tudo isso tem a ver com a parábola dos cegos e o elefante. Precisamos eliminar nossa cegueira interior jogando luz sobre ela, e essa luz se chama consciência

Para concluir, deixo como reflexão um excelente vídeo do grande filósofo Mario Sergio Cortella que viralizou pela internet. Nesse vídeo ele nos questiona: “Você sabe com quem está falando?”. E sua resposta é: “Você tem tempo?”. Reserve 8 minutos do seu tempo e você saberá qual é a sua resposta…

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Um pequeno gesto

Por Isaias Costa

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É impressionante como existem pequenos gestos que todos nós podemos fazer no nosso dia a dia ou com relação aos nossos hábitos que fazem toda a diferença em um grupo, uma família, uma empresa etc. Estava refletindo sobre isso através de algumas palavras inspiradoras do mestre Dalai Lama.

Conheço alguns tibetanos que se mudaram para a Suíça e foram trabalhar em fábricas. Mesmo sem conhecer a língua, conseguiram fazer amizades, apenas por sorrir e fazer seu trabalho de forma honesta, e por mostrar principalmente de maneira não verbal que só estavam tentando ser úteis. Um desses tibetanos comia no refeitório, onde as pessoas normalmente faziam suas refeições sozinhas, ou sentavam-se em pequenos grupos. Um dia, ele decidiu pagar o almoço de um grupo de colegas. Antes, não era comum as pessoas pagarem o almoço das outras a menos que se conhecessem muito bem, mas ele pagou o almoço mesmo sem conhecê-las muito bem. No dia seguinte, outra pessoa pagou o almoço do grupo para retribuir. Outros então começaram a pagar, e em pouco tempo a cada dia uma pessoa diferente pagava o almoço, e, graças a isso, todos tornaram-se amigos mais próximos.”

Essas palavras simples trazem grandes ensinamentos, mas eu quero me ater mais com relação aos pequenos gestos. O que este homem fez foi algo considerado pequeno, mas que trouxe benefícios enormes a todos que compunham a empresa onde ele trabalhava. Por causa desse simples gesto, a amizade entre eles floresceu e o convívio diário se tornou bem mais agradável.

É muito comum vermos pessoas que estão insatisfeitas com os seus trabalhos porque não conseguem ter um bom relacionamento com os colegas. A sensação de não ter amigos no trabalho é horrível, você se sente triste, indisposto, não vê a hora de que chegue sexta-feira para ter um pouco de “paz”, volta na segunda-feira com aquele pensamento: “Putz! Mais uma semana!…”. Se isso lhe soa familiar, lhe aconselho duas coisas! Ou tente fazer com que, de alguma forma, o seu ambiente de trabalho se torne um lugar mais agradável, ou mude de emprego, é um dever seu estar em um lugar onde se sinta bem, você, definitivamente, não precisa fazer a sua semana ser um mar de tristezas, nada disso! Você pode fazer diferente, e essa diferença começa com pequenos gestos, até que estes se transformem em grandes gestos…

Acho muito interessante o que ele fala sobre a comunicação não verbal. Nós nos comunicamos muito mais com o nosso corpo do que com as palavras em si. Você pode fazer muito mais em silêncio do que tagarelando, os resultados serão muito mais eficazes e bem vistos. Você já conheceu alguma pessoa com aquele discurso: “Eu ajudo a instituição tal, pago o dízimo todos os meses, levo a minha mãe ao médico, ajudo a minha sogra com isso e aquilo, procuro chegar sempre cedo no trabalho, dou presentes a fulano e ciclano em todos os aniversários, blablabla…”. Como você se sente perto dessas pessoas? Acho que você nem precisa me responder! Porém, existem aquelas pessoas delicadas, que no seu silêncio e modéstia, deixam o ambiente muito mais bonito e agradável. Vou dar um exemplo simples. Eu tenho um vizinho que todas as manhãs acorda cedo e varri a rua inteira por pura gentileza. Eu saio para o trabalho e não há uma folha ou papel jogado no chão. Eu nunca o vi se vangloriar por esse gesto simples que deixa a nossa rua muito mais bonita. Eu tenho uma admiração profunda por ele e sempre lembrarei dele por fazer a diferença desta forma.

Vou concluir falando sobre um bom hábito que eu tenho que, através desse pequeno gesto, estou fazendo maravilhas para as pessoas que me são mais próximas. Eu nunca gostei de tomar refrigerante, não para ser diferente dos outros, nem para dizer que sou saudável, é uma questão biológica, se tomar refrigerante eu passo mal de verdade. Com isso, o que eu faço? Sempre que vou a qualquer lugar, ou até na minha própria casa, sempre tomo suco ou água. Esse pequeno gesto já fez uma revolução dentro da minha casa, nela, raramente tomamos refrigerante, meus pais e irmãos criaram um hábito de tomar mais suco. O mesmo aconteceu com a minha namorada. Ela praticamente não toma mais refrigerante por tanto conviver comigo. Isso me deixa muito feliz, e deixa ainda mais por saber que não há nenhuma “forçação de barra”, entende? Nunca obriguei ninguém a tomar suco por estar comigo! Quer tomar refrigerante, tome!

E você? Já fez pequenos gestos que mudaram o seu ambiente de trabalho? Ou familiar? Ou ajudou na mudança de hábitos de algumas pessoas? Conte sua história nos comentários! Ela pode ajudar no crescimento de todos nós!

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Você não é o seu dinheiro

Por Isaias Costa

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Recentemente li uma pequena parábola no livro “O sucesso é ser feliz”, do Roberto Shyniashiki, que me fez refletir bastante sobre a prioridade que muitos de nós dão ao dinheiro.

 Um homem muito rico procurou certo mestre na Índia e, com muita arrogância, lhe disse: “Vou lhe dar mil moedas de ouro para construir seu templo”. O mestre, então, respondeu: “Por mim, tudo bem, aceito seu dinheiro”. Surpreso, o milionário continuou: “Você está louco, estou lhe dando mil moedas de ouro, quando é possível viver a vida inteira com uma só delas, e você diz que aceita como se estivesse me fazendo um favor?” Impassível, o mestre repetiu: “Tudo bem, não há problema, vou aceitar”.

=> Você pode ler o texto completo clicando aqui.

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A parábola dos morangos

Por Isaias Costa

DSC08803Uma das parábolas mais ricas de ensinamentos que já li até hoje foi a dos morangos. Acho interessante perceber que pouquíssimas pessoas gostam dela. O motivo é bem simples, a maior parte das pessoas não a entendem, pois é extremamente subjetiva.

Vou fazer uma reflexão sobre ela e espero que você leia com bastante atenção e sem dispersões…

Os morangos

“Um sujeito estava caindo de um barranco e se agarrou às raízes de uma árvore. Em cima do barranco, havia um urso imenso querendo devorá-lo. O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha à sua frente. Embaixo, prontas para engoli-lo quando caísse, estavam nada menos do que seis onças absolutamente famintas.

Ele erguia a cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando.

Quando o urso dava uma folga, ouvia o urro das onças, próximas do seu pé.

As onças embaixo querendo comê-lo e o urso em cima querendo devorá-lo.

Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, lindo, com escamas douradas refletindo o sol.

Num esforço supremo, apoiou o seu corpo, sustentado pela mão direita, e, com a esquerda, pegou o morango.

Quando pôde olhá-lo melhor, ficou inebriado com a sua beleza. Então, levou o morango à boca e se deliciou com o sabor doce e suculento.

Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso.”

Talvez você pergunte: “Mas, e o urso?”

Dane-se o urso, coma o morango!

“E as onças?”

Azar das onças. Coma o morango!

Relaxe, e viva um dia de cada vez! Coma o morango!

Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro.

Sempre existirão ursos querendo comer nossas cabeças e onças pulando para nos pegar pelos pés. Isso faz parte da vida e é importante que saibamos viver dentro desse cenário. Mas precisamos saber comer os morangos. A vida está acontecendo agora. Nesse exato momento deve haver um morango esperando por você. O melhor momento para ser feliz é agora. O futuro é uma ilusão que sempre será diferente do que imaginamos.

As pessoas visualizam metas e, quando as realizam, descobrem que elas não trouxeram a felicidade.

Elas esquecem que a felicidade é construída todos os dias.

Eu aqui, torço para que você descubra sua maneira de ser feliz!

Espero que coma os morangos…

*****

Muitos atribuem essa parábola ao escritor Roberto Shinyashiki, mas depois de muitas leituras descobri que não é dele a autoria. Para falar a verdade é muito difícil saber quem a criou, porque o mais provável é que tenha sido um mestre Zen da antiguidade.

Provavelmente você não saiba disso, mas o grandes mestres Zen eram tão humildes e tão desligados de seus egos que escreviam histórias, pintavam, criavam esculturas etc. e nunca identificavam. Toda identificação é uma manifestação do EGO. Muitos pensam que o ego é ruim, mas de certa forma ele é necessário, pois parte da nossa identidade se deve a ele.

Falei tudo isso apenas para que você saiba que essa parábola é muito, mas muito antiga meeeesmo!

Uma das principais ideias que ela trasmite é que aprendamos a viver o HOJE, o AGORA.

Viver o hoje é comer os morangos da vida, independente de qual seja a nossa situação. Você percebe a situação do rapaz da parábola? Tenho certeza que sua vida não está em uma encruzilha tão grande como essa!

Os ursos que estão acima do barranco é o seu FUTURO, uma miragem. E as onças famintas abaixo é o seu passado querendo lhe agarrar pelos calcanhares para que você fique preso aos seus medos, às suas angústias, aos seus traumas, às suas conquistas etc.

O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha à sua frente.

ANSIEDADE. Percebe? Como são as pessoas que ficam o tempo todo só pensando no futuro? São ansiosas! Ficam achando que tudo vai dar errado, que poderão perder o emprego, que as finanças ficarão no vermelho, que não será possível manter as condições de vida atuais, que a saúde poderá ser prejudicada. Calma! Calma! Tudo isso é só miragem!

Se você viver bem, com atenção, com foco, com tranquilidade, este momento, apenas este momento que você está vivendo hoje, agora! Não precisa ficar preocupado. O amanhã chegará muito mais lindo e florido do que você imagina. Tenho constatado isso o tempo todo na minha vida, e acho engraçado que mesmo entre pessoas que convivem comigo, algumas tem uma enorme dificuldade de entender isso que é tão simples! Tão simples…

“Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?
E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?
E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam;
E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.
Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé?
Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos?
Porque todas estas coisas os gentios procuram. Decerto vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas;
Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”

Jesus Cristo

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Embaixo, prontas para engoli-lo quando caísse, estavam nada menos do que seis onças absolutamente famintas.

O mais fundamental nessa frase são essas duas palavras: QUANDO CAÍSSE. O que elas querem dizer?

Cair tem o sentido de sair do hoje, através do medo, da angústia e todos os sentimentos que já citei acima. Você cai sempre que sai do hoje. As onças querem lhe agarrar pelo calcanhar para você ficar remoendo o passado, remoendo tudo aquilo que jamais poderá ser mudado.

Você foi humilhado? E daí! Você não foi amado como gostaria de ter sido amado? E daí! Você não conseguiu passar naquele concurso especial com salário de R$ 10.000,00? E daí! Você perdeu a amizade de alguém que era muito querido para você? E daí!

O que está no passado deve estar no passado. Preste atenção! Veja os exemplos que dei! Se você foi humilhado é porque a outra pessoa não conseguiu enxergar o ouro maravilhoso que existe em sua interioridade.

Se você não foi amado como gostaria de ter sido amado, tenho que ser sincero com você. Foi porque você nem mesmo sabia o que é amar. Amor não é, nunca foi, nem nunca será um sentimento. O amor simplesmente é… E no dia que você entender isso, vai olhar para tudo que houve no passado sentindo uma paz sem medidas.

Se você não passou naquele concurso especial é exatamente porque ele não era o que você precisava para aquele momento. Entenda bem o que estou dizendo, para AQUELE MOMENTO. O hoje, que bati na tecla várias vezes.

Tomo por mim, não passei em vários concursos que tentei para minha área ultimamente. Mas em vez de ficar remoendo o passado, senti e continuo sentindo uma enorme GRATIDÃO. Porque talvez se estivesse trabalhando num emprego fixo e com carteira assinada, muito provavelmente você não estaria lendo esse texto AGORA. Você não percebe que Deus está em tudo isso? Falamos, falamos e falamos de Deus, mas ele está em tudo. É uma pena que nossa visão seja tão limitada…

Se você perdeu uma amizade que era especial, é porque sua vida e seus caminhos estão aos poucos lhe direcionando para onde o seu espírito deve se encaminhar, para onde você terá exatamente as experiências que precisa ter para evoluir como ser humano. Se prestássemos um pouquinho mais de atenção ao que o nosso coração nos diz, finalmente entenderíamos que cada pessoa tem um tempo na nossa vida, e é raro quando esse alguém é para a vida toda. Falei um pouco mais detalhadamente sobre isso nesse texto aqui embaixo. Recomendo fortemente a sua leitura…

Cada pessoa tem um tempo na nossa vida

Todos esses exemplos são do passado querendo lhe agarrar pelos calcanhares.

Antes de concluir. Quero falar algo interessante para você. Por que essa é uma parábola Zen? Por que no Zen Budismo, as parábolas são contadas para que você tome suas próprias conclusões. Escrevi esse texto contando tanta coisa sobre ela porque estamos no Ocidente, e nossa cultura precisa de explicações para tudo. Temos muita dificuldade de entender o que é dito para nós de forma subjetiva. Estou aqui para isso, para facilitar o entendimento daquilo que num primeiro momento parece obscuro.

Quem falava em parábolas o tempo todo era o mestre Jesus Cristo. Ele era uma mestre Zen, sabia disso? Ficou surpreso? Pois é! Dê uma lida com mais calma e atenção nas parábolas do evangelho e perceberá que todas levam a diversas interpretações e raramente Jesus explicava. Ele só dizia: “Quem tiver ouvidos para ouvir, ouça”. Ouça aqui, ouça agora, no momento presente.

Tem mais! Essa parábola dá a impressão de que tem uma continuação, você não acha? E tem mesmo. Sabe qual é a continuação? Sua vida. Viva sua vida em plenitude e busque ficar mais atento às pequenas coisas, ao simples, às pequenas demandas do dia a dia. Mudando a sua perspectiva, toda a sua vida vai mudar naturalmente…

Pense sobre isso…

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11 virtudes que podem transformar a sua vida

Por Isaias Costa

143364_Papel-de-Parede-Flor-de-Lotus--143364_1280x800Ontem eu publiquei uma série de textos falando sobre 7 tipos de pessoas que você deve evitar ser, mas o que fazer para se tornar uma pessoa melhor? É preciso nutrir grandes virtudes, as virtudes ensinadas pelos grandes mestres da humanidade como Jesus Cristo, Buda, Dalai Lama, Eckhart Tolle, Osho, Lao Tsé, Madre Teresa, São Francisco de Assis e por aí vai.

Esta é mais uma série trazendo 10 virtudes ensinadas por eles e outros mestres e que podem transformar nossa vida para sempre. Leia com bastante atenção…

  • Humildade

Não canso de repetir que considero a humildade a mais nobre de todas as virtudes. É a humildade a virtude que, se desenvolvida, pode nos fazer a cada dia sermos um pouquinho mais parecidos com Jesus Cristo. Se esse for o seu desejo não pode deixar de ler esse texto [aqui].

  • Empatia

Empatia é o sentimento de se colocar no lugar do outro e sentir o que ele sente sob a sua perspectiva e não a nossa. Essa virtude é muito nobre e o mestre Dalai Lama foi um dos mais a me ensinou.

=> Você pode ler o texto completo clicando aqui.

  • Sabedoria

Essa é uma viirtude para se conquistar durante a vida toda. Se tem uma virtude que jamais tem fim é a sabedoria, que se expressa através da simplicidade de olhar e viver…

=> Você pode ler o texto completo clicando aqui.

  • Gentileza

Com certeza você já leu por aí a conhecida frase do profeta Gentileza, não é? “Gentileza gera Gentileza”. Ela é a mais pura verdade. Gentileza é algo contagioso. Um contágio do bem. Experimente!!

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  • Paz

Esse é um sentimento que cresce sempre, sempre e sempre de dentro para fora. É algo simples e sutil. E novamente Jesus foi um dos que ensinou esse sentimento com perfeição. Busque ser mais pacificado! O mundo inteiro se beneficiará com esta mudança…

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  • Amor

Muitos confundem amor com paixão. Amor é talvez a virtude que menos aprendemos durante a vida. Sempre repito que o maior objetivo da nossa vida é aprender a amar, mas não um amor qualquer, mas o amor ágape, o amor incondicional, esse amor profundo que engloba todos os seres, a vida e a natureza…

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  • Tolerância

A tolerância anda de mãos dadas com o amor! Só consegue ser tolerante quem aprende a amar. A tolerância é a virtude de saber que os outros possuem suas limitações, defeitos, comportamentos diferentes, e respeitar isso, sendo uma presença agradável e agregadora. Infelizmente, não são tantas as pessoas que desenvolvem essa virtude…

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  • Silêncio

O silêncio é parceiro fiel da sabedoria. Todas as pessoas que vão se tornando mais sábias, naturalmente também se tornam mais silenciosas, porque percebem que a mais eloquente forma de ensinar as pessoas é pelas atitudes e não pelas palavras, elas são apenas códigos, apenas ferramentas. Busque a sabedoria do silêncio…

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  • Gratidão

A gratidão é a virtude de estar feliz com o que você tem sido hoje, agora. É agradecer por tudo que tem, e acima de tudo, por tudo que é. A gratidão abre portas de prosperidade na vida de todos que se dispõem de coração a vivê-la no dia a dia, em simplicidade…

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  • Perdão

O perdão é uma virtude que também anda de mãos dadas com a humildade. As pessoas mais humildes são as que têm mais facilidade em perdoar. O perdão enche nosso coração de amor e elimina os venenos que o nosso ego insiste em colocar no nosso corpo e na nossa alma. Essa, infelizmente, é outra virtude que nem todos buscam desenvolver. “Quantas vezes devemos perdoar, mestre?”. “70 vezes 7…”

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  • Viver o hoje plenamente

Deixei essa por último porque a considero especial. Essa é a minha filosofia de vida há muitos anos. Digo a você com toda certeza! Viver o hoje muda nossa vida para sempre. Tudo conspira a nosso favor quando estamos presentes, quando estamos atentos às pequenas coisas. Isso é talvez o que mais escreva por aqui e certamente você ainda vai me ler bastante falando sobre isso…

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7 tipos de pessoas que você deve evitar ser

Por Isaias Costa

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Já escrevi nesse blog sobre diversos tipos de pessoas que existem em nossa sociedade, mas que não vale a pena ser.

Esta é mais uma série que organizei para que você possa refletir sobre alguns comportamentos, sentimentos e atitudes que não contribuem com nosso crescimento como seres humanos e busque MUDAR. Mudar é necessário! Precisamos mudar para melhor! Sermos humanos melhores…

Abaixo estão listados 7 tipos de pessoas que você deve evitar ser. Espero que a leitura desses textos acrescentem novas percepções à sua vida… Boa leitura!

  • Pessoas Medíocres

São aquelas que estão na média em tudo. Normalmente fazem apenas o mínimo possível, imitam os outros, normalmente não tem opinião própria, entre outras coisas.

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  • Pessoas Messias

São aquelas que sempre que alguém se aproxima, tem a impressão de que estão pedindo conselhos, alguma ajuda, ou estão querendo desabafar etc. Você conhece alguém assim? Eu conheço várias!

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  • Pessoas Engessadas

São aquelas tão fixadas dentro de seus pensamentos, filosofias, ideologias, que dificilmente se abrem para o novo, para crescerem em consciência, para construírem pontes etc.

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  • Pessoas coitadinhas

São aquelas que se colocam como vítimas das circunstâncias e pensam que seus problemas são infinitamente maiores que o das outras pessoas, que pensam que precisam ter sempre alguém que as compreendam em seu vitimismo.

Tem tanta gente assim por aí! Nossa! Cuidado para você também não entrar para esse time…

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  • Pessoas lamentadoras

São aquelas que vivem a vida no automático e quando menos esperam, perderam milhares de oportunidades de serem mais felizes, amado mais, chorado mais, trabalhado menos e complicado menos, como diriam os Titãs. Não espere pelo seu epitáfio. Cuide da sua vida hoje! Agora!

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  • Pessoas que se justificam por tudo

São aquelas que cometem erros e mais erros, muitas vezes conscientemente, e buscam sempre colocar a culpa em alguém. Todos nós de certa forma somos um pouco assim, uns mais outros menos. Eu me incluo, viu? Mas estou todos os dias me trabalhando para assumir todas as minhas escolhas em paz e consciência…

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  • Pessoas reclamonas

São aquelas que estão o tempo todo reclamando da vida, do dia, da esposa, do marido, dos filhos, do trabalho, do cachorro, da empregada, da sogra e por aí vai. É tão difícil não ser uma pessoa reclamanona! Meu Deus. É preciso “orar e vigiar”, como diria Jesus, pois a reclamação é algo contagioso…

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Cada um de nós é um universo

Por Isaias Costa

universoO Raul era tido como louco, e na sua loucura lúcida, vivia plenamente. Realizava seus sonhos e almejava fazer as pessoas saírem da mediocridade e do seu marasmo. Ele tem uma música que seu “início, fim e meio” é um convite a sair da caverna de Platão e ansiar por um novo mundo cheio de luzes e possibilidades. Estou falando da música “Meu amigo Pedro”, cuja letra completa está abaixo:

Muitas vezes, Pedro, você fala
Sempre a se queixar da solidão
Quem te fez com ferro, fez com fogo, Pedro
É pena que você não sabe não

Vai pro seu trabalho todo dia
Sem saber se é bom ou se é ruim
Quando quer chorar vai ao banheiro
Pedro as coisas não são bem assim

=> Você pode ler o texto completo clicando aqui.

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A samambaia e o bambu

Por Isaias Costa

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Muitas vezes a vida nos parece pesada demais e achamos que não teremos força para continuar.

Muitas vezes também parece que tentamos, tentamos e tentamos e a vida parece que se estagnou num ponto que parece não levar a algo maior.

Porém, é importante nesses momentos pararmos e percebermos que isso não é verdade. Nossa vida está acontecendo o tempo todo, e dizer que ela está sendo boa ou ruim é bem subjetivo, depende muito mais dos nossos pensamentos e comportamentos, do que dos acontecimentos em si.

Para refletirmos sobre isso, compartilho um texto muito bonito de autoria desconhecida. Leia-o com bastante atenção…

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Certo dia, senti-me totalmente derrotado e vencido. Nada fazia sentido: o mundo, a vida, meu trabalho, nada. Decidi que pularia de uma ponte situada no outro lado da cidade. Escrevi uma carta aos meus familiares e caminhei em direção à ponte.

No caminho, necessitei atravessar um bosque. Avistei, ali, uma pequena fonte d’água e parei para contemplar a que seria, talvez, a última beleza a ser vista em minha existência. Junto à fonte, num banco já desgastado pelo tempo, um indigente me olhava com muita atenção.

Estava a poucos passos de mim e fez um gesto para que me aproximasse dele. – O que se passa com você, meu jovem? – ele perguntou com um ar sereno, embora preocupado. – Decidi terminar com tudo hoje. Nada, para mim, funciona. Sou o homem errado para esse enredo de vida que alguém me escreveu.

Sua resposta me surpreendeu: “Olhe em redor. Você está vendo a samambaia e o bambu?”

“Sim, estou vendo”, respondi.

“Pois bem, a Vida se encarregou de semear, a um só tempo, as samambaias e o bambu. A ambos não faltaram água, luz, seiva… A samambaia cresceu rapidamente. Seu verde brilhante cobria o solo. Porém, da semente do bambu nada saía.

Apesar disso, a Vida não desistiu do bambu. No segundo ano, a samambaia cresceu ainda mais brilhante e viçosa. E, novamente, da semente do bambu, nada apareceu. Mas, a Vida não desistiu do bambu.

No terceiro ano, no quarto, a mesma coisa. Mas, no quinto ano, um pequeno broto saiu da terra. Aparentemente, em comparação com a samambaia, era muito pequeno, até insignificante.
Seis meses depois, o bambu cresceu mais de 5 metros de altura.

Ele ficara cinco anos afundando raízes. Aquelas raízes o tornaram forte e lhe deram o necessário para sobreviver.

Essa dor que você sente e aparenta ser sem propósito, ao longo de todos esses anos, é, na verdade, o rasgo de suas raízes. Elas estão se tornando mais profundas aí dentro.

A Vida não desiste nunca. Não é correto comparar-se a outros. Sua trajetória é única. Seria justo desistir da Vida? Desistir justamente de quem provê aquilo de que você mais necessita para contemplar, em breve, a existência de um lugar mais perto do céu?

Baixei a cabeça e, com olhos marejados, procurei alguma palavra para dizer àquele desconhecido maltrapilho. Quando levantei o rosto, percebi que não precisava dizer mais nada. O indigente não estava mais ali e, sinceramente, nem posso precisar se aquele homem um dia existiu.

Site: A samambaia e o bambu

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