Arquivo do mês: julho 2015

Nós temos medo da nossa luz

Por Isaias Costa

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Farei nesse texto uma breve reflexão sobre algumas palavras geniais do grande Nelson Mandela, um ser humano mais do que especial, que deixou um legado eterno para a humanidade. Leia com bastante atenção…

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“Nosso grande medo não é o de que sejamos incapazes. Nosso maior medo é que sejamos poderosos além da medida. É nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos amedronta. Nos perguntamos: “quem sou eu para ser brilhante, atraente, talentoso e incrível?”. Na verdade, quem é você para não ser tudo isso? Bancar o pequeno não ajuda o mundo. Não há nada de brilhante em encolher-se para que as outras pessoas não se sintam inseguras em torno de você. E à medida que deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.”

Nelson Mandela

=> Clique aqui para ler o texto completo

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Espalhe suas sementes

Por Isaias Costa
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Outro dia li uma pequena parábola de autoria desconhecida e que me fez refletir bastante sobre os valores distorcidos desta nossa sociedade atual. Vivemos em um sistema CAPITALISTA que nos incentiva o tempo todo a COMPETIÇÃO, sendo que o melhor caminho para o crescimento pessoal e da sociedade como um todo é através da COOPERAÇÃO.

“Um fazendeiro ganhava todos os prêmios dos concursos de milhos. Joaquim, jornalista entrevistou-o e descobriu que ele compartilhava as suas sementes de milho com os vizinhos. Curioso perguntou: – Como compartilha as suas melhores sementes de milho com seus vizinhos se está a competir com eles? – Por que? Não sabes ? O vento apanha pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade de meu milho. Para continuar a cultivar milho bom tenho que ajudar meus vizinhos a cultivarem milho bom.”

Autor desconhecido

 

Esta parábola possui uma simbologia muito bonita, na realidade ela pode até mesmo ser comparada a famosíssima parábola do semeador, da bíblia sagrada dos cristãos. Nela, as sementes que foram jogadas em terra boa, deram frutos 30 por 1, 50 por 1 e 100 por 1. O que isso quer nos dizer? Vou lhe explicar.

Quando pegamos as sementes boas que existem dentro de nós e as espalhamos para os outros, acontece como nessas duas parábolas, elas atingirão diferentes tipos de terrenos, e esses terrenos somos nós mesmos, cada um com a sua individualidade, algumas pessoas tem um terreno pedregoso, outras tem um terreno raso e com pouca possibilidade de infiltração das raízes e outras tem um terreno todo encoberto por espinhos. Qual é o seu terreno? Já se fez essa pergunta?

Essas parábolas vêm nos instigar a refletirmos profundamente sobre isso. Eu penso exatamente como se diz nelas, se nós espalhamos para as outras pessoas as nossas melhores sementes, sem ficarmos com medo de que percamos nossos próprios frutos para os outros, acontece exatamente o contrário, os nossos frutos se multiplicam 30 por 1, 50 por 1 e 100 por 1. Está compreendendo qual é a mensagem que Jesus quis nos deixar, mas quase ninguém entende?

Essas estórias vêm nos falar sobre uma das principais LEIS DO UNIVERSO, a lei do DAR E RECEBER. Tudo aquilo que eu dou, volta pra mim de uma forma ou de outra. Se dou amor, carinho, compreensão, concórdia, amizade, ternura etc. é isso que receberei de volta. Com relação ao conhecimento, logicamente não poderia ser diferente. Porém, estamos inseridos em uma sociedade tão doente, que implantam em nossas mentes o seguinte: “Se o outro aprender aquilo que você sabe, ele tomará o seu lugar e você ficará em nada”. Já pensou que pensamento idiota e hostil! Não queira fazer parte desse grupo de pessoas absolutamente medíocres. Se possível, até mesmo se afaste delas, pessoas assim não vale a pena ter por perto…

Inclusive isso que estou falando agora a respeito do conhecimento, compartilhei em um outro texto falando sobre o que acontece na nossa vida quando aprendemos a colocar em prática a ARTE DE TROCAR IDEIAS [link aqui]. Essa arte incrível é ensinada pelos grandes mestres desde a antiguidade até os dias de hoje. Lembra do Sócrates, por exemplo? Se ele pensasse que os outros roubariam o seu imenso conhecimento para tentarem derrubá-lo, não teríamos até hoje uma das maiores contribuições no ramo da Filosofia que se tem registro e nem tantas linhas de pensamento que guardam na essência seus ensinamentos. O mesmo pode se dizer de tantos outros sábios que compartilharam sua sabedoria e essas sementes caíram em terra boa, geraram muito frutos e esses frutos foram desenvolvendo pessoas cada vez mais humanas, mais íntegras, mais honestas e mais sábias também.

Portanto. Espalhe as suas sementes, não tenha restrições, espalhe suas sementes por onde for, em qualquer lugar. Tenha sempre em mente a certeza de que você se deparará sempre com terrenos de diversas naturezas (lê-se humanos!!), mas que pode ser apenas um único terrenos no qual elas germinarão, no entanto, isso já é uma vitória, pois esse único terreno vai gerar frutos 30 por 1, 50 por 1 e 100 por 1. E desta forma, você sem nem perceber, vai estar construindo a CORRENTE DO BEM. Transformando o seu mundo e com seu empenho, transformando o mundo todo. Pense sobre isso…

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A fé é o nosso fermento

Por Isaias Costa

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Outro dia li um pequeno texto da escritora Marcely Pieroni Gastaldi que me fez refletir bastante sobre a . Algo que está em falta nesse nosso mundo. Leia com bastante atenção…

“Se a vida da gente fosse uma receita de bolo, acredito que o ingrediente chave para o sucesso seria a fé. Substitua a função do fermento por ela e você entenderá. Você pode acrescentar amor, carinho, tolerância, respeito e paciência, se faltar fé tudo pode desandar. Se você não acreditar que tem feito o seu melhor, de nada adianta todo o resto. Se você não acreditar que tudo dará certo é melhor nem começar. Costumamos criar empecilhos antes mesmo deles se concretizarem e quando nos damos conta páginas deixaram de ser escritas e sonhos desbotaram pelo meio do caminho. É a fé quem dá liga, quem sustenta e nos mantém de pé. Se falta fermento, o bolo não cresce. Se faltar fé a gente enfraquece. Às vezes Deus muda a nossa receita e só lá na frente entendemos o porquê. Pode ser que o bolo fique amargo, sem cor e sem gosto, mas com a medida exata de fé ganhamos sabedoria para prosseguir.”

 Marcely Pieroni Gastaldi

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Concordo plenamente com essas palavras. A fé sem dúvida alguma é o nosso fermento. Quanto mais fé nós temos, mais crescemos internamente. É como a associação com a árvore que sempre gosto de colocar em meus textos. A fé é como uma árvore frondosa que vai crescendo por dentro. Por fora, ninguém consegue enxergá-la, mas as pessoas conseguem senti-la, entende?

Uma pessoa que tem uma fé inabalável e forte atrai naturalmente as pessoas para perto. Elas olham e pensam: “Gosto dessa pessoa! Ela tem uma energia tão legal! Tão bacana!…”.

Essa frase lhe soa familiar? Já a ouvi muitas vezes e eu mesmo a pronuncio muitas vezes quanto conheço gente nova que vibra na frequência do amor e da paz.

Nessa hora preciso voltar a falar da LEI DA ATRAÇÃO. Com relação à fé é a mesma coisa. Ela nos ajuda a atrair melhores situações e pessoas na nossa vida. É a fé que nos dá aquela força interior de romper com o passado e saltar com otimismo para um presente e um futuro com muito mais significado.

Eu sou prova viva de tudo que estou colocando aqui. Tive alguns anos em minha vida que não era plenamente feliz, por causa das escolhas equivocadas que tinha feito, mas sempre mantive e deixei crescer a fé de que mudaria para melhor e me tornaria um ser humano exemplar.

Aos poucos isso foi se tornando realidade e hoje vivo todos os dias com uma alegria imensa e com a certeza de estar cumprindo a minha missão de vida como professor e escritor.

O fermento da fé cada vez mais está atuando no meu interior e estou podendo levar essa alegria para muitas outras pessoas.

É engraçado que esse fermento nunca tem fim, ele só tende a crescer cada vez mais. Lembra as belíssimas palavras do mestre dos mestres Jesus Cristo? “Aquele que tiver a fé do tamanho de um grão de mostarda poderá ordenar aquela árvore que saia e se plante no mar ou poderá mover montanhas”, ou em outra passagem na qual ele diz: “aquele que acredita na minha palavra fará as coisas que eu faço e as fará ainda maiores”.

Quer exemplo maior do que esse? Podemos fazer obras grandiosas como as de Jesus através desse amor e dessa .

Mas é preciso lembrar que essa busca é diária, como o próprio mestre nos fala: “Orai e vigiai…”. Sem o fermento o bolo não cresce! Esse fermento deve estar presente todos os dias sem trégua. Sabe o que podemos fazer para sempre manter esse fermento presente? A prática do silêncio, da quietude, das orações, da meditação etc.

Não é à toa que Jesus e todos os grandes mestres da humanidade constantemente se recolhiam em silêncio meditativo para se renovarem interiormente.

Para facilitar seu entendimento, vou voltar à metáfora da árvore. O recolhimento é para nosso equilíbrio e saúde emocional o que a água é para as árvores. Esta água rega e faz com que os sais minerais contidos no solo sejam absorvidos pelas suas raízes, levando esta árvore a crescer e gerar frutos.

Assim somos nós também. Para mantermos sempre a fé viva e verdadeira é preciso a oração, a meditação, o silêncio, a paz de espírito. E isso se conquista no dia a dia, aos pouquinhos, sem pressa e na alegria de viver o momento presente.

Que essa breve reflexão tenha feito você pensar um pouco sobre como anda a sua fé e busque alimentar seu interior desta presença de Deus que traz o fermento da fé e nos preenche de amor…

Paz e luz…

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Resolva os quebra-cabeças da vida

Por Isaias Costa

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Farei uma breve reflexão a respeito dos problemas que todos nós temos na vida, a partir das belíssimas palavras do místico oriental Osho. Leia com bastante atenção…

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“Viva de tal maneira que a cada momento você fique livre do momento anterior. A sua situação agora mesmo é assim: você tem uma grande casa com muitos aposentos e em todos eles existem quebra-cabeças. A casa inteira está cheia de quebra-cabeças, sobre as mesas, as cadeiras, as camas, o chão, pendurados no teto — por toda parte quebra-cabeças, e você não foi capaz de resolver nenhum.

Você tenta resolver um e, achando que isso é difícil, passa para outro quebra-cabeça. Mas o primeiro está pendurado na sua cabeça; não só isso, algumas partes dele você leva consigo para tentar resolver mais tarde. Então você tenta resolver outro quebra-cabeça, mas não o resolve porque está confuso. Então você passa a outro aposento e, dessa maneira, vai de um em um, em círculos.

Você está confuso com quebra-cabeças não resolvidos, e pouco a pouco está completamente neurótico. Nem uma única questão da vida foi resolvida e milhares de quebra-cabeças estão pendurados ao seu redor. Eles cumprem o papel deles. Eles matam você.

=> Clique aqui para ler o texto completo

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O principal muro que as religiões constroem

Por Isaias Costa

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Eu já fui sim um rapaz bastante religioso, mas ao mesmo tempo extremamente curioso e crítico. Então, o que aconteceu comigo foi um processo natural de afastamento da religião que fui inserido na infância. Minha família é toda católica e durante toda a infância e adolescência fui um católico praticante. Hoje digo sem medo que não me considero mais católico, mas um profundo seguidor de Jesus Cristo, o que é absolutamente diferente.

Existem muitos muros criados pelas religiões, em todas elas os muros são os mesmos. Vou falar sobre o que considero o principal muro que as religiões constroem. Esse muro é o ORGULHO, que é diariamente alimentado por boas doses de ÓDIO e INVEJA. Para refletirmos sobre isso, compartilho uma frase genial do escritor Jonathan Swift.

“Nós temos a religião suficiente para nos odiarmos, mas não a que baste para nos amarmos uns aos outros.”

Jonathan Swift

Por que eu me considero um profundo seguidor de Jesus Cristo e não mais um cristão católico? Exatamente porque os seres humanos distorceram a maior e principal mensagem do mestre Jesus: “Amarás o Senhor teu Deus com todo teu coração e amarás o teu próximo como a ti mesmo…”. Tudo o que Jesus queria nos ensinar era que nos amássemos e vivêssemos em harmonia, sem ninguém se achar superior nem inferior a ninguém. Na verdadeira doutrina cristã não existe superioridade ou inferioridade, existe SEMELHANÇA COM O PRÓXIMO. A semelhança gera o amor incondicional, a concórdia, a amizade profunda, a compaixão, o desapego, o desprendimento, a humildade, a fraternidade etc. etc. etc. Você percebe o poder que a semelhança pode gerar se vivida em sua raiz? Isso que estou dizendo aqui raramente acontece na vida real, parece mais um sonho. Por quê? Essa é a mensagem de Jesus. E por que não a vivemos? Exatamente porque nós criamos o muro do ORGULHO. Um orgulho doentio alimentado por ÓDIO e INVEJA.

Quando eu era engajado na igreja, percebia claramente que havia uma espécie de competição velada entre meus colegas sobre quem era o “mais santo”, o mais “servidor”, o mais “arguto”, o mais “empático”, o mais “piedoso”, “o mais, o mais, o mais… ”. Por quê? Pra quê? Eu observava tudo isso e ficava calado (nunca gostei de discussões). O ódio e a inveja entram aqui, algumas pessoas se sobressaiam em termos de destaque e visibilidade, e outras não. As que não se sobressaiam sentiam uma enorme inveja, e essa inveja gerava o ódio. Você sabia que quase sempre sentimos ódio de alguém que é o que gostaríamos de ter sido? Ou faz aquilo que gostaríamos de fazer? Interessante não é? Saiba que ódio e inveja andam sempre de mãos dadas.

Vendo e vivendo dentro dessa realidade chegou o dia do meu “Não aguento mais”. Inclusive já falei sobre a lista do “Não aguento mais”, que é absolutamente libertadora. Eu coloquei por escrito numa folha de objetivos e metas futuras: “Nunca mais farei parte de um grupo como esses, cheio de pessoas orgulhosas…”. Se você ainda não leu esse texto, o link está logo abaixo. Tenho certeza que ele pode te ajudar muito.

A lista do “não aguento mais”

As religiões deveriam ser um espelho dos seus mestres, mas são espelho dos seus seguidores, por isso elas têm tantas falhas e muros. Uma religião que se baseia nos anseios puramente humanos não pode fazer uma revolução, por mais que isso soe duro e que você venha me dizer: “Não é bem assim…”.

Detalhe! Jesus não fundou a religião cristã. Quem fez isso fomos nós, muitos anos depois de sua morte. O que Jesus criou foi algo muito superior a uma religião. Ele mudou os nossos paradigmas, nossa mentalidade. Nunca canso de repetir que Jesus foi o maior empreendedor que esse mundo já teve. Se você acompanha esse blog a mais tempo, já deve ter percebido que ele é a minha maior referência. Ele é por um motivo muito simples, todos os seus ensinamentos são para nos fazer crescer em amor e consciência, nos amarmos uns aos outros, nos fazer desenvolver o máximo do nosso potencial interior etc… Não estou querendo dizer com esse texto que as religiões não são importantes, são sim, mas que devemos ter consciência de que todas elas têm falhas e limitações, e conhecendo-as, podemos, com elas ou sem elas, sermos seres humanos muito melhores e mais evoluídos.

Sei que toquei em uma ferida, que são as religiões, mas é assim que eu penso. Você é livre para pensar como quiser e fazer o que quiser. Pode desprezar esse texto ou até mesmo deixar de ler esse blog. Meu objetivo com esse blog não é ter milhões de leitores, é nos fazer pensar e refletir sobre as grandes questões da vida. Pense um pouco sobre o que acabei de colocar! Paz e luz…

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Aqui é o meu lugar

Por Isaias Costa

Eu amo ensinar!!

Eu amo ensinar!!

Outro dia eu li uma frase absolutamente fantástica e reflexiva do grande filósofo da antiguidade Aristóteles. Farei uma breve reflexão a partir da imensa sabedoria que existe por trás da sua mensagem.

“Quando os meus talentos e paixões encontram as necessidades do mundo, aqui está o meu lugar.”

Aristóteles

Há muito que se tirar de ensinamentos desta frase. Vou falar primeiro a respeito dos talentos e paixões, e depois associar isso com às necessidades do mundo.

Durante muito tempo na vida procuramos saber quais são os nossos talentos e aptidões, esse processo de AUTOCONHECIMENTO leva muitos anos, e nos termos mais reais, leva a vida inteira, pois a todo momento nós estamos mudando e consequentemente, utilizando nossos talentos e paixões de maneiras diferentes.

Para nós que vivemos no Ocidente, esse questionamento a respeito dos talentos e paixões é ainda mais difícil de responder, pois a nossa cultura é extremamente voltada para o lado material e nosso modo de vida é quase que totalmente focado no PENSAMENTO, e não nos SENTIMENTOS.

Para que realmente encontremos aquilo que desperta paixão em nós, devemos nos ligar aos nossos sentimentos, ao nosso coração, só ele sabe o que é melhor para cada um de nós.

Portanto, esse é o primeiro ponto e que é crucial nesse processo, devemos nos conectar à nossa essência, que é o nosso coração.

Cada um de nós tem talentos únicos e especiais, que se voltados para as necessidades do mundo, podem ajudá-lo a se tornar um lugar cada vez melhor. Vou falar nesse texto a partir da minha experiência para que fique como algo a ser pensado, OK?

Já falei diversas vezes que só consegui descobrir minhas verdadeiras paixões e talentos depois de ter passado por muitos sofrimentos enquanto cursava Física. Meus talentos não eram e nunca foram para pesquisas em Física e hoje eu tenho convicção disso. Meus talentos e paixões são o ENSINO e a ESCRITA. Essas são as coisas que eu verdadeiramente amo fazer, e por conta de ter encontrado essas paixões, hoje tenho certeza que sou alguém que está fazendo diferença nessas duas esferas.

É preciso prestar muita atenção no nosso sentimento. Se aquilo que estamos fazendo e desenvolvendo nos enche de alegria, entusiasmo, brilho no olho, nos leva a ficar horas e horas sem nos deixar cansados e desanimados etc. etc. certamente é nisso que devemos depositar nossas melhores energias e esperanças.

Foi isso que eu fiz, fui pouco a pouco descobrindo que minhas maiores vocações são o ensino e a escrita. Através dessas vocações eu posso ser um agente transformador nessa nossa sociedade que está tão carente de grandes profissionais.

E você? Pense um pouquinho em você? O que você faz que realmente lhe dá tesão? Que enche seus olhos do brilho de uma criança?

Responder claramente a essa pergunta fará toda a diferença na sua vida…

Agora vou falar algo magnífico que está nas entrelinhas dessa frase. Preste atenção!

As nossas paixões mudam.

Os nossos talentos são desenvolvidos.

E as necessidades do mundo mudam também…

Perceba? Nessa minha conclusão está impregnado o conceito de IMPERMANÊNCIA, tão ensinado pelos budistas, não existe nada fixo e nada permanente nesse mundo. Tudo muda o tempo todo, inclusive eu, inclusive você!

Você pode ter uma paixão hoje e amanhã ela mudar para algo completamente diferente. Minha paixão quando estudante secundarista era resolver problemas dificílimos de Matemática e Física. Quem me conheceu nesse tempo sabe o quanto eu era “fissurado” em matemática! Rsrsrs

Mas minha paixão mudou e meus interesses maiores também. Hoje em dia, meu maior interesse é a mente humana e seus mistérios! E quero me desenvolver cada vez mais nesse mundo fantástico.

Estou desenvolvendo meus talentos para o ensino e a escrita. A cada ano que passa sinto que estou me tornando um melhor professor e um melhor escritor. A prova para isso é falar com meus alunos de hoje e de alguns anos atrás ou ler os meus textos de hoje e os de 2012. É possível perceber claramente que houve uma evolução, e é para ser assim, não estou falando isso para me orgulhar, de maneira nenhuma, estou dizendo isso para que você saiba que é para ser assim o nosso caminho, se não melhoramos com o passar dos anos, pode ter certeza que alguma coisa está errada! Muito provavelmente você se acomodou em algum ponto da sua caminhada.

Por fim, as necessidades do mundo mudam o tempo todo. Aquilo que faço hoje pode não ser mais importante para o mundo daqui a alguns anos. Um exemplo simples é quem trabalhava antigamente como digitador, quem trabalhava com isso teve que, ou mudar completamente de emprego, ou se adaptar às mudanças através de cursos e aperfeiçoamentos.

É assim com tudo meus amigos! Tudo aquilo que fazemos para o mundo, tem uma necessidade por determinado tempo, depois desse tempo, a própria vida nos mostra que é preciso mudar a rota, e isso é lindo. Já pensou? Fazer sempre a mesma coisa a vida inteira? Ainda mais nesse mundo contemporâneo que vem mudando a passos largos e numa velocidade incrível? Por isso que enfatizei tanto a questão da impermanência. Ela é uma dádiva divina para que nossa vida se torne mais dinâmica e emocionante.

Então volto a essa brilhante frase do Aristóteles:

“Quando os meus talentos e paixões encontram as necessidades do mundo, aqui está o meu lugar.”

Aristóteles

Você já encontrou seus talentos e paixões que foram ao encontro das necessidades do mundo? Reflita sobre isso com bastante carinho e sem nenhuma pressa. Se possível, transforme essa frase em uma oração ou um mantra. Agora que já conheço essa frase, já a deixei gravada no mais profundo da minha mente, para que me lembre dela todos os dias.

Qual a marca que você quer deixar no mundo? Entendendo e vivenciando esse questionamento do Aristóteles, garanto a você que as marcas serão maravilhosas e farão diferença na vida de muitas pessoas.

Paz e luz…

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A semente da genialidade

Por Isaias Costa

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Eu sou um rapaz que adora ler de tudo um pouco. Desde criança sempre fui muito curioso por aprender coisas novas e tenho um desejo muito grande de compreender as grandes coisas da vida para poder ensiná-las aos outros, não é à toa que acabei seguindo o caminho da EDUCAÇÃO e da ESCRITA. Os dois me favorecem a transmitir mensagens que para mim fazem todo sentido e sei que podem fazer bem a muita gente.

Nesse texto eu quero lhe falar sobre algo que levei bastante tempo para entender, mas quando me veio o insight, me trouxe uma imensa alegria. É sobre a GENIALIDADE.

Você sabia que existe uma semente que desperta a genialidade? E que se buscarmos encontrar essa semente dentro de nós, alimentando-a diariamente com bastante dedicação e foco em um sonho grande, nós também podemos nos tornar geniais?

Sim! É muito possível, nenhum pouco fácil, com certeza, mas possível.

A semente para despertar a genialidade se chama INQUIETUDE LATENTE.

Vou explicar a partir de exemplos para que você consiga de fato entender o que estou dizendo aqui.

Sigmund Freud. Todos nós sabemos que ele foi um revolucionário no estudo da mente humana, e desde muito pequeno muitas coisas lhe inquietavam profundamente. Quando criança, o que mais lhe inquietava era a natureza dos sonhos. Ele tinha o costume de escrever seus sonhos no papel e tentava decifrar o que eles queriam transmitir.

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Ele tornou-se adulto com essa inquietude latente dentro dele, crescendo e crescendo cada vez mais. Até que chegou ao momento que começaram a surgir profundos insights e ideias brilhantes a partir de sua experiência como médico psiquiatra e psicanalista.

Foi através de muitos estudos que ele escreveu o livro que se tornou uma das obras mais incríveis no início do século XX, inclusive ele próprio pensava desta forma, que sua obra sobre os sonhos marcaria para sempre a sua vida e a humanidade. E claro! Ele estava certo! Afinal, estamos falando de Freud, não é mesmo? Essa obra magnífica foi “A Interpretação dos sonhos”, que recomendo para todos que queiram se aprofundar no conhecimento da mente humana.

Além disso, tinham também suas profundas inquietações a respeito do sexo. Ele foi um homem que não conseguiu viver plenamente a sua sexualidade, o que gerou grandes transtornos emocionais. Por conta de tanta inquietude latente, ele quis entender com profundidade como funciona a sexualidade humana e seu desenvolvimento desde a infância. Com estudos extremamente aprofundados e com a observação de centenas de pacientes por ele atendidos, ele criou uma teoria completamente nova sobre a sexualidade, que choca milhares de pessoas até hoje, mais de 100 anos depois de sua publicação. Sua teoria para explicar as fases de desenvolvimento da sexualidade é absolutamente brilhante, temos as fases oral, anal e fálica, que começam desde o nascimento da criança com a fase oral e vão mudando para a anal e depois para a fálica, cada uma num tempo específico. Enfim! É uma teoria incrível que vale a pena conhecer com mais profundidade.

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Outro exemplo incrível é o grande filósofo Friedrich Nietzsche. O que mais lhe inquietava desde criança era a compreensão sobre DEUS. Ele tinha muito dificuldade de entender o que era Deus e durante toda sua vida procurou ardentemente a resposta para essa inquietação sem tamanho. Toda essa inquietude latente fez com que ele escrevesse uma obra absolutamente linda e emocionante. É impossível não conseguir admirar a inteligência fora do comum que ele tinha. Nessa hora lembro até do célebre anúncio publicitário da Apple no ano de 1997 que falava sobre os loucos, o Nietzsche era um louco e até hoje muito o odeiam. Então digo como neste anúncio, muitos podem odiá-lo, difamá-lo, taxá-lo de louco, mas ninguém pode ignorá-lo, porque ele deixou um legado eterno no campo da Filosofia e sua obra será estudada e relembrada pelas próximas gerações.

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Temos também um exemplo bem ilustrativo, o querido Rubem Alves. Durante toda a sua vida, pelo fato de ele ser um educador e também trabalhar profundamente com a mente humana, pois ele era filósofo e psicanalista, sua maior inquietude era poder fazer da EDUCAÇÃO algo que fosse prazeroso e da leitura algo que despertasse a imaginação da forma mais simples e gostosa possível.

Toda essa inquietação despertou a sua genialidade ao ponto de ele fazer com que muitas crianças, jovens, adultos e velhos passassem a amar o mundo da leitura e dos estudos. Não posso deixar de confessar a você que me lê agora que ele é uma das minhas maiores fontes de inspiração e até já recebi um elogio que me deixou imensamente feliz. Já me disseram que minha escrita parecia com a dele. Caramba! Nesse dia quase eu não dormi! rsrsrs. Sei que provavelmente nunca escreverei estórias tão maravilhosas e envolventes quanto as dele, mas sei que meus textos tem uma característica bem pessoal e carregam minha energia de um jeito que agrada a muitos que leem. Enfim! O Rubem é um gênio da literatura e me espelho nele para um dia, quem sabe, poder desenvolver também a genialidade que existe latente dentro de mim.

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Para concluir, não poderia deixar de falar do mestre Raul Seixas, não é mesmo? A sua maior inquietude latente desde sua infância era sobre a sociedade vigente na época, totalmente arcaica e baseada em princípios limitantes e ditatoriais. Ele sonhava em viver em uma sociedade na qual as pessoas fossem verdadeiramente LIVRES. Se existe uma palavra que resume toda a vida e obra do Raul Seixas, essa palavra era LIBERDADE. Por causa de toda essa inquietação que crescia dentro dele, ele criou, juntamente com amigos como o Paulo Coelho, a Sociedade Alternativa, cujo lema era: “Faz o que tu queres, há de ser tudo da lei…”. Um verdadeiro tratado pela liberdade em todos os sentidos. Como ele dizia: “Essa é a nossa lei e alegria do mundo”, ou “todo homem e toda mulher é uma estrela…”. Suas músicas são impregnadas de ideais libertários, e como também sou um cara que ama a liberdade mais do que qualquer coisa nessa vida, não poderia deixar de ter o Raul como uma das minhas maiores fontes de inspiração.

Quem costuma ler meus textos, percebe que cito o Raul o tempo todo, cito tanto que decidi criar um blog só para as ideias que tivessem a ver com ele! Ele merece toda lembrança, pois ele veio a esse planeta para fazer diferença, para deixar sua marca registrada, e deixou. Não é à toa que certamente você já escutou por aí “Raul Seixas não morreu…”. Pois é! Os gênios nunca morrem, permanecem vivos para sempre através dos seus legados para a humanidade. O legado do Raul está nas suas músicas e na Sociedade Alternativa.

Existem milhares e milhares de outros exemplos de gênios que despertaram todo seu potencial a partir dessa inquietação latente que foi crescendo até estourar como uma bomba atômica.

Então a pergunta que fica é: O que mais me inquieta interiormente e que tenho vontade de explorar até a última gota? Mas que me inquieta de verdade, ao ponto de me deixar perturbado?

Eu até hoje ainda não consegui responder a essa pergunta, ela é muito difícil, sabia? Porque só é possível respondê-la se já não estivermos mais dentro da famosa curva da MEDIOCRIDADE. Somente quando estivermos pensando em coisas grandiosas para nós e para a humanidade é que poderemos começar a pelo menos tentar respondê-la. Eu preciso falar sobre isso, porque a genialidade é para poucos. Primeiro saímos da mediocridade, para só depois desenvolvermos as grandes ideias.

Escrevi um texto bem detalhado para falar sobre a mediocridade e quem são os medíocres. Não vou escrever sobre isso aqui porque já é outra coisa. Se você quiser ler, o link está logo abaixo.

A mediocridade das pessoas

Para concluir, quero deixar bem claro que escrevi esse texto apenas para nos fazer pensar sobre esse tema tão bonito e inquietante. É possível sim desenvolvermos em nós essa genialidade, e a semente é essa. Ela já está lançada, a semente se chama INQUIETAÇÕES LATENTES

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O beija-flor Rubem Alves

Por Isaias Costa

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Hoje completa exatamente um ano da morte do mestre Rubem Alves. Quem é fã dele, acredito que tenha a mesma reação que eu. Parece que a saudade dele só aumenta com o passar do tempo. Mas isso é bom sabia? Porque a gente só sente saudade do que foi bom e do que nos alegrou o coração. Se todos nós sentimos tanta saudade desse senhor super cativante, foi porque ele conseguiu um lugar especial dentro dos nossos corações. Eu acho isso tão bonito!…

Rubem Alves. Outro dia estava me lembrando de como surgiam as suas inspirações para escrever e ele dizia uma coisa muito bacana. Ele dizia que as estórias simplesmente apareciam na mente dele. Ele usava um termo engraçado “vagabundear”! rsrsrs. Quando ele deixava que sua mente vagabundeasse é que surgiam as suas melhores estórias, ou seja, quando ele não deixava sua mente se atormentar com tantas obrigações e preocupações.

Nesse quesito eu sou muito, mas muito parecido com ele mesmo! Esse texto que você está lendo agora surgiu assim, com a minha mente vagabundeando, ou seja, com a mente leve. Na realidade a inspiração surgiu a partir de um sonho muito singelo que tive.

No sonho eu me lembrava de uma de suas entrevistas na qual ele falava que criou uma pérola a partir de um grão de areia que se infiltrou profundamente na sua pele sensível de ostra. E essa dor foi uma pergunta que sua filha de três anos lhe fez: “Pai! Quando o senhor morrer você vai sentir saudade?”. Doeu demais ouvir isso e ele ficou totalmente sem chão e com os olhos cheios de lágrima, então sua filha completou: “Não chora não, por que eu vou te abraçar…”.

Desta simples manhã com sua filhinha, surgiu uma crônica emocionante que até hoje encanta muitas pessoas e leva as pessoas mais emotivas até as lágrimas.

A partir deste sonho me veio o pensamento. O mestre Rubem Alves era um grande e belo beija-flor. Essa comparação é perfeita para ele. Porque os beija-flores são pássaros belos e livres. Nunca se pode prender e querer só para si um beija-flor, porque ele morre de tristeza. Ele nasceu para estar na natureza agitando suas lindas asas a 80 batidas por segundo.

Ele era esse beija-flor, não apenas pela LIBERDADE que tinha de escrever o que quisesse, mas acima de tudo, porque ele conseguia retirar o NÉCTAR suave das experiências mais simples de sua vida.

Essa simples conversa com sua filha num dia comum lhe levou a retirar o néctar mais precioso e escrever uma estória que encanta os corações de todos aqueles que a leem.

Assim também foram com a maioria das suas estórias. Ele era um profundo observador. E nas suas caminhadas e nas conversas filosóficas que nutria com as pessoas ele tinha insights nos mais variados temas possíveis. Gosto dele muito por isso. Ele escrevia de uma maneira simples e cativante. Devido a sua simplicidade, ele tocava os corações das pessoas de todas as idades, desde um bebezinho que estava começando a conhecer o mundo até os velhinhos em suas vidas pacatas.

Suas palavras são como poesia e música, sempre dá vontade de ler ou ouvir outra vez. Alguns de seus textos eu já li inúmeras vezes e não consigo enjoar, porque são envolvidos por uma magia e um perfume dignos de um gênio da literatura.

Essa beleza está nesse néctar contido na simplicidade e que leva as flores a crescerem e darem frutos. Frutos como esse simples texto que você está lendo agora.

Rubem Alves. Esse senhor é uma das minhas grandes fontes de inspiração e me ensina demais a ser alguém melhor pelo poder da SIMPLICIDADE.

Enfim. Esta é minha singela homenagem a esse senhor que enche meu coração de amor e de vida. De onde ele está, tenho certeza que está fazendo os seus amigos espíritos rirem com suas piadas e estórias incríveis.

Um grande viva a esse mestre que certamente se eternizará através dos seus livros e da vida maravilhosa que levou na terra.

Para concluir, compartilho uma das suas crônicas, na qual ele cita esse dia e conversa com a sua filha. Vale a pena a sua leitura, é um texto muito profundo e reflexivo…

Sobre a morte e o morrer

* Para ouvir a leitura desse texto basta clicar [aqui]

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É possível nunca se sentir ofendido?

Por Isaias Costa

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Por causa da nossa natureza humana ainda extremamente apegada e conectada ao nossoEGO, um sentimento comum que nos acomete é a OFENSA. É muito fácil se sentir ofendido e por causa desse sentimento queremos reagir com agressões verbais ou físicas a pessoa que nos ofendeu.

Essa é a pergunta: “É possível nunca se sentir ofendido?”. Essa é uma pergunta bem difícil, porém, ela tem uma resposta sim. É POSSÍVEL.

Mas como? O que fazer para nunca se sentir ofendido? Vou explicar para você a partir da raiz dessa palavra? O que significa ofender?

A palavra ofender deriva de “fenda”, ou seja, dentro de você existe uma fenda na qual a outra pessoa consegue jogar a sua raiva, o seu desamor, o seu descontentamento etc. Entende?

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Fatores importantes para a conquista da paz e de uma felicidade duradoura

Por Isaias Costa

Meditação e Consciência Por Sandra Belleza Novelli 220

A principal busca de todos nós, seres humanos, é pela felicidade, mas muitos esquecem que, para se ter uma felicidade duradoura, também é preciso nutrir a paz interior, além de outros fatores extremamente importantes. Para refletir sobre isso, compartilho algumas sábias palavras do mestre Dalai Lama, extraídas do seu livro “Uma ética para o novo milênio”.

“Saúde, amigos, liberdade e uma certa prosperidade são algo muito valioso e útil. Saúde, nem se fala. Todos a desejamos. Também queremos e precisamos de amigos, independente de nossa situação e do sucesso que alcançamos. Sempre fui fascinado por relógios, e, apesar de gostar muito do que costumo usar, ele nunca me demonstrou qualquer afeição. Para obtermos a satisfação do amor precisamos de amigos que retribuam nossa afeição. É claro que há diversos tipos de amigos. Há os que são amigos da posição social de alguém, do seu dinheiro e da fama, mas não são amigos das pessoas que possuem essas coisas. Os amigos a quem me refiro são os que estão presentes para nos ajudar quando nos encontramos em uma fase difícil da vida, não os que baseiam seu relacionamento conosco em atributos superficiais.

A liberdade, no sentido de ter condições internas e externas para buscara felicidade e manter e manifestar opiniões pessoais, contribui igualmente para o nosso sentido de paz interior. Nas sociedade em que isso não é permitido há espiões e censores que investigam as vidas de todas as comunidades, até das próprias famílias. O resultado inevitável é que as pessoas começam a perder confiança umas nas outras. Tornam-se desconfiadas e suspeitam dos motivos alheios. Quando o sentimento básico de confiança de uma pessoa é destruído, como se pode esperar que seja feliz?

A prosperidade também- não tanto no sentido de possuir grande riqueza material e mais no de desenvolvimento mental e emocional- é bastante significativa para a nossa sensação de paz interior. Aqui, cabe lembrar o exemplo dos refugiados tibetanos, prósperos apesar de sua falta de recursos materiais.

Cada um desses fatores desempenha um papel importante para se ter uma sensação de bem-estar individual. Contudo, sem que haja um sentimento básico de paz e segurança interiores, nenhum deles traz qualquer proveito. Por quê? Porque, como já vimos, nossos bens materiais são uma fonte de ansiedade. Assim como nosso trabalho ou nosso emprego, à medida que nos preocupamos com a possibilidade de perdê-los. Até nossos amigos e parentes são capazes de tornar-se uma fonte de problemas. Podem ficar doentes e necessitar de nossa atenção quando estamos ocupados com negócios importantes. Podem até mesmo se voltar contra nós e nos prejudicar, agindo de maneira desonesta. E os nossos corpos, por mais bem dispostos e bonitos que estejam no momento, um dia acabarão sucumbindo à velhice. Também não somos invulneráveis à doença e à dor. Portanto, não há esperança de alcançar uma felicidade duradoura se não tivermos paz interior.”

            Ele está falando sobre vários fatores, que são saúde, amigos, liberdade e prosperidade. Todos são fundamentais para a conquista da paz interior e da felicidade duradoura. Não vou me estender, porque estas palavras, por si só, já nos levam a uma reflexão profunda, mas vou deixar alguns textos de aprofundamento para cada um destes fatores citados. Boas leituras…

* Saúde

=> Autoconhecimento gera saúde

* Amigos

=> A base das amizades

* Liberdade

=> A base fundamental da liberdade

* Prosperidade

=> Um mundo governado pelo dinheiro

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