Arquivo do mês: outubro 2015

Eu sou quem quer que você pense que eu sou

Por Isaias Costa

359_296_full

Eu sempre me identifico muito com as palavras do místico oriental Osho e suas palavras me inspiram demais, não só para escrever, mas para aplicar na vida de fato. Todos nós deixamos marcas e impressões nas pessoas, porém, para cada pessoa, essa impressão é única. É sobre isso que quero falar um pouco com você hoje…

“Eu sou quem quer que você pense que eu sou, porque isso depende de você. Se você olhar para mim num vazio total, eu serei de uma maneira. Se olhar para mim com ideias na mente, essas ideias vão me colorir. Se se aproximar de mim com preconceito, então serei de outra maneira. Eu sou apenas um espelho. A sua face será refletida nele. Assim, depende da maneira como me olha. Desapareci completamente, portanto, não posso impor a você quem sou. Nada tenho para impor. Existe apenas um vácuo, um espelho. Agora você tem completa liberdade. Se quiser realmente saber quem sou, você precisa estar tão absolutamente vazio quanto eu. Desse modo, dois espelhos estarão um diante do outro, e só o vazio será refletido. Um vazio infinito será refletido: dois espelhos se olhando. Mas se existir em você alguma ideia, então você verá sua própria ideia em mim.”

Osho

=> Clique aqui para ler o texto completo

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

A liberdade começa quando paramos de tentar impressionar os outros

Por Thiago Brandão

não-se-importe

Já falei inúmeras vezes no blog que a LIBERDADE é o valor que mais busco para a minha vida. Pelo menos para mim, nada supera a liberdade, porque com ela nós vivemos a partir da nossa verdade. Lembra as palavras de Jesus? “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. As duas andam de mãos dadas…

Para refletirmos sobre a liberdade interior, que só existe desvinculada do EGO, compartilho um belíssimo texto do meu amigo Thiago Brandão. Leia com bastante atenção…

Expectativa, um dos maiores desejos egoístas, mas um passo para a liberdade – Por Thiago Brandão

A liberdade começa quando paramos de tentar impressionar os outros.

Hoje li esta frase e comecei a refletir para ver o que mais poderia revelar.

Bom, o primeiro ponto a ser analisado é saber o porquê desejamos impressionar os outros. Vejo que isso parte de um desejo um pouco mais profundo, o desejo que temos de sermos reconhecidos, que nos olhem, que nos admirem, nos deem os parabéns e nos digam como somos especiais.

Desse desejo de reconhecimento, surgem todos os diversos tipos de desejos secundários, desejo de posse, desejo de poder, desejo de apego, desejo de controle. Esse desejo nos controla, uma vez que organizamos toda nossa vida e definimos nossa realidade baseados nesses desejos.

Muitas vezes não enxergamos a quem queremos impressionar, mas na maioria, essa pessoa ou imagem está oculta dentro de nós, vinda de experiências antigas e cobranças que criamos.

Procuramos nos identificar com grupos e pensamentos para nos sentimos partes de algo. Mas são sempre fragmentos.

As pessoas ficam presas, por aquilo que nos é vendido como a realização do prazer, mas na maioria é apenas para se identificar e se posicionar, ser reconhecido; e assim, usam marcas, comem em lugares caros para tirar fotos e postar nas redes, postam milhares de coisas pensando apenas em quantos likes vai receber.

Com as redes sociais, pensa-se muito mais em como projetar essa imagem, para ter reconhecimento.

Projetamos nossa imagem como gostaríamos de ser vistos, e assim nos fixamos cada vez mais fundo no ego.

Não estou falando com isso, que não devemos compartilhar nossas experiências e coisas que realmente gostamos, coisas que nos fizeram refletir, coisas que nos ensinam ou nos fazem rir, mas aquele momento foi, e o problema maior é a volta, o retorno repetitivo com ansiedade e expectativa pelo resultado da ação.

Como dizia Lao Tsé: O sábio quando termina a obra deixa a obra, não se apega a obra. Não busca ser reconhecido na obra.

Quando criamos expectativas, ficamos presos no pensamento e no tempo.

Os níveis em que isso ocorre são de todas as espécies, isto aprisiona o individuo em todos os momentos e orienta a ação que realiza, pois passamos a não fazer o que mais gostaria para ser realmente feliz, mas sim o que acredita que suprirá a percepção de reconhecimento.

Esse sistema de busca de reconhecimento também aprisiona por outro lado, pois se nossa expectativa não é suprida, sofremos, e se somos criticados, sofremos.

Muitas vezes a critica não é nem pensada, mas a pessoa tem tanta expectativa, que se identifica emocionalmente em um pensamento degenerativo.

Parte do condicionamento humano é não aceitar críticas de nenhuma espécie, pois na realidade, ele quer ser reconhecido, assim nunca analisa se ela é realmente construtiva ou não, pois costuma ser dolorosa e gera, então, fuga e sofrimento, uma vez que de certa forma, quebram esta fantasia que projetamos.

A expectativa gera cobrança e insatisfação, colocamos no outro a sorte do nosso resultado emocional, depositemos então somente em nós mesmos essa responsabilidade.

Essa carência parte da desconexão com a fonte, e do reconhecimento do amor verdadeiro.

Vem da falta de auto-entendimento e reconhecimento. Suprimos verdadeiramente, se geramos a energia dentro de nós. A busca por satisfação está projetada no lugar errado, pois o reconhecimento somente pode ser feito pela própria pessoa, quando ela sabe que fez o seu melhor.

A opinião de fora não importa, pois se espera de fora e não é reconhecido, minará suas forças para continuar dando seu melhor.

Se a busca for em seu coração e lá encontrasses o amor e o cultivasses de si para si ,não terá mais necessidade de impressionar ninguém, pois está completo. Neste momento, o sentimento de doação passa a não ser mais para impressionar ou ter algum reconhecimento, mas sim uma expansão do que já fazes em seu interior.

Não procurará mais em demonstrações externas para que se sinta uma pessoa querida ou admirada, em falsa e rápida sensação de realização, mas terá sempre em seu interior a potência que precisa para realmente viver e realizar seus sonhos. Vá ao seu interior com sabedoria, que ele sempre revela o que pode ser feito para sermos realmente felizes.

Quando nós mesmos reconhecemos nosso potencial de vida, de realização, de criação, a necessidade de reconhecimento de fora cessa e somos livres para fazer o que nossa consciência percebe, como o EU é realmente melhor para nós.

Espero que consigam

Muita luz a todos.

LinkExpectativa, um dos maiores desejos egoístas

* Sugestões de leituras

Como aprender a lidar com as críticas?

Seja o melhor naquilo que faz

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

O que negas te submete. O que aceitas te transforma

Por Isaias Costa

respirando

Eu gosto muito de ler os escritos do grande psiquiatra e psicoterapeuta Carl Jung. Os seus estudos nos ajudam a compreender a mente humana com muito mais profundidade e também nos ajudam a curar as nossas mazelas de dentro pra fora, levando consciência ao que antes era inconsciência.

Uma das suas passagens bastante conhecidas fala sobre o poder da ACEITAÇÃO na nossa vida. Como até já falei em textos anteriores, a aceitação é uma das LEIS UNIVERSAIS, e ao ter esse conhecimento transformado em sabedoria, a nossa vida certamente pode dar um enorme salto de qualidade. Vamos a ela?

“Aqueles que não aprendem nada sobre os fatos desagradáveis de suas vidas, forçam a consciência cósmica que os reproduza tantas vezes quanto seja necessário, para aprender o que ensina o drama do que aconteceu. O que negas te submete. O que aceitas te transforma. “
Carl Jung

Essa é uma passagem muito profunda e verdadeira. Aprender e aplicar na vida a lei universal da aceitação nos faz literalmente “mover montanhas” interiores. É impressionante o número de pessoas que distorce as palavras de Jesus. Eu acabei de dizer o real significado desta frase célebre: “Aquele que tiver a fé do tamanho de um grão de mostarda poderá mover montanhas, poderá fazer as mesmas obras que eu faço, e as farão ainda maiores”. Jesus estava falando da montanha chamada INCONSCIENTE, que ocupa cerca de 95% da nossa realidade. Quando eu incido luz sobre as sombras do meu inconsciente, estou movendo minhas montanhas de medo, de raivas, de rancores, mágoas, apegos, ciúmes e por aí vai…

O processo de aceitação consiste em ter essa humildade de reconhecer que algo está errado ou desequilibrado, e desta forma se mover passinho a passinho numa mudança de atitude, de comportamento, de sentimento…

Para entendermos melhor, vou citar um dos exemplos mais comuns. As pessoas que nunca conseguem encontrar um namorado ou namorada fiel. Na grande maioria das vezes são pessoas inseguras, com uma autoestima deplorável e carentes afetivamente. Elas não entendem bem, mas essas carências são fruto de uma infância que teve falta de afeto dos pais, ou ausência por “n” motivos. Então, ao se relacionar amorosamente com alguém, se apegam tanto à outra pessoa que isso sufoca. Esse sufocamento leva a pessoa a se sentir “presa”, e esse desequilíbrio favorece a traição. Ah! Tem um detalhe aqui, viu?

A maioria dessas pessoas tem pensamentos terríveis de que perderão a pessoa amada, elas dizem internamente assim: “Ai meu Deus, será que o meu namorado vai me querer mesmo? Eu não posso perder o meu namorado, ele é tudo pra mim, não consigo viver sem ele…”. Você percebe o drama? Isso é drama demais meus amigos!

Ainda relacionado a isso. Outra possibilidade bastante comum são jovens que presenciaram durante toda a infância a infidelidade através dos próprios pais. Viram seus pais com amantes, ou se separaram, ou então terminaram e voltaram etc. etc. Para uma criança, os referencias de vida são os pais, então ao presenciarem isso, muitas crianças crescem com os mesmos padrões de pensamento, por isso acabam de relacionando com pessoas infiéis e que as destratam. Desta forma um CICLO VICIOSO é criado, consegue perceber? Os pais são desequilibrados, geram filhos desequilibrados, que se casam aos trancos e barrancos, gerando filhos ainda mais desequilibrados e isso vai se perpetuando.

Como dar um fim nisso? Um basta em tanto desequilíbrio? Como eu sempre digo! Buscando o autoconhecimento, a luz, a transformação de vida.

Eu falei do Jung não foi? Que tal pesquisar na internet um pouco mais sobre suas teorias, sobre suas ideias geniais? Isso pode ajudar e muito!

Ampliar as referências é uma forma absolutamente incrível para uma transformação de vida.

Começar algum tipo de terapia ou consultar um profissional da Psicologia também é muito aconselhável.

A partir de hoje, ao ler esse texto, busque se observar mais. O que tem se repetido na sua vida e tem lhe feito sofrer em demasia? O que você tem negligenciado? Você tem se fixado em algo que goste ou que faça bem como uma forma de fuga daquilo que te faz sofrer? Esses são questionamentos muito fortes e impactantes! Se conheça! Não tenha medo de adentrar nas suas sombras! Mergulhe fundo nelas que desta forma, a lei da aceitação começará a trabalhar a seu favor, lhe devolvendo o equilíbrio que você tanto almeja.

Eu acredito em você! E saiba que pode contar comigo em caso de dúvidas ou questionamentos. Fique à vontade para comentar ou me escrever. Caso queira me escrever por e-mail, o e-mail é paralemdoagora@gmail.com

Nunca esqueça: “O que negas te submete. O que aceitas te transforma.”

*******

Podcast inspirado nesse pensamento do Jung

5 Comentários

Arquivado em Uncategorized

Conselhos para ter uma morte pacificada

Por Isaias Costa

051

Falar sobre a morte quase sempre assusta as pessoas, mas eu não entendo porque temos tanto medo de uma coisa tão natural e certa na vida de qualquer ser humano. Eu aprendi a ver a morte com olhos bem mais profundos e sei que ela faz parte da vida, ela está completamente interligada com a vida e, por incrível que pareça, dá mais sentido a ela.

A certeza da morte dá sentido à vida

Hoje compartilho algumas palavras do mestre Dalai Lama dando conselhos de como ter uma morte pacificada:

“Tendo a pensar a morte como sendo uma mudança de roupas quando elas estão velhas e usadas, ao invés de um final definitivo. Ainda assim, a morte é imprevisível: não sabemos quando ou como vai acontecer. Por isso é sensato tomar certas precauções antes que ela aconteça de fato. Naturalmente, a maioria de nós gostaria de ter uma morte pacífica, mas também é claro que não podemos esperar morrer pacificamente se nossas vidas forem cheias de violência, ou se nossas mentes tiverem sempre agitadas por emoções como a raiva, o apego ou o medo. Então se desejamos morrer bem, devemos aprender como viver bem: esperando por uma morte pacífica, devemos cultivar paz em nossa mente e em nosso modo de viver”.

Eu amei estas palavras e vi o quanto elas são verdadeiras. A morte é IMPREVISÍVEL, ela pode nos pegar de surpresa, pode vir quando menos esperamos. Então, sabendo de sua imprevisibilidade, penso ser de suma importância a prática da serenidade, a busca pela verdadeira felicidade, o cuidado com a mente, com a saúde do corpo, o cultivo de amizades verdadeiras, a busca por uma espiritualidade etc. Tudo isso pode nos ajudar a ter mais HARMONIA e, consequentemente, mais saúde, equilíbrio, paz de espírito…

Estas palavras simples do Dalai Lama são postas em prática por um número muito pequeno de pessoas, o que é uma pena, pois seguir esses conselhos pode nos ajudar a ter uma qualidade de vida muito maior. É impressionante o que ele fala sobre os nossos pensamentos! Eu sempre falo que a  nossa vida é resultado dos nossos pensamentos, daquilo que nutrimos diariamente. Se nutrimos bons pensamentos, alegria, amor, compaixão etc, isso se refletirá na nossa vida como um todo, e seguindo desta forma até a velhice, certamente teremos uma morte mais pacífica.

Aquelas pessoas que passam a vida inteira guardando mágoas, raivas, rancores, ódios, acabam morrendo doentes fisicamente e cheias de arrependimentos. Elas passam meses ou mesmo anos sofrendo antes de partir. Isso é triste, mas ao mesmo tempo completamente evitável. Para evitar esse destino, basta buscar aquilo que já citei anteriormente, não é tão fácil, mais é extremamente recompensador, tanto para si, como para os outros. Eu sou bem jovem, mas desde cedo procurei nutrir bons pensamentos, amar e ser amado, construir bons relacionamentos, boas amizades etc. Tenho certeza que continuando assim por toda a vida, muito provavelmente terei uma morte pacífica…

Busque colocar em prática esses ensinamentos tão simples e ao mesmo tempo tão profundos. Seguindo tais conselhos, a nossa vida ganhará um enorme salto de qualidade e a nossa morte será uma divina passagem para o desconhecido… Pense sobre isso…

* Para ouvir a leitura desse texto basta clicar [aqui]

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Human: Um documentário fascinante

Por Isaias Costa

12064466_451821898334679_636567955_n

Nesse texto não vou escrever muito pelo fato de saber que minhas palavras são insuficientes para falar sobre a qualidade imensa do documentário HUMAN, que fala sobre inúmeros problemas vividos pela humanidade colocado a partir da visão de pessoas comuns de diversas nacionalidades.

Veja só algum dos temas tratados nesse documentário:

  • Sociedade capitalista;
  • Diversidades culturais;
  • As diversas religiões e a visão de cada uma por pessoas desconhecidas;
  • Relatos de pessoas que participaram de guerras;
  • Relatos de pessoas que foram molestadas, injustiçadas, colocadas à margem da sociedade;
  • O sofrimento dos homossexuais frente à sociedade extremamente preconceituosa;
  • As políticas que privilegiam os mais ricos em detrimento dos mais pobres…

Há muitos outros temas tratados nesse documentário, que foi dividido em três partes e podem ser assistidas na íntegra no youtube.

Ao final do texto, deixarei o link dos três vídeos para que você o assista ou coloque nos seus favoritos.

O que me deixou encantado nesse filme foi as expressões dos rostos das pessoas que foram entrevistadas. É possível a gente sentir um pouco da dor que muitos dos entrevistados vivem, por causa da verdade contida nas suas palavras.

É impossível assistir a um documentário como esse e não se sentir tocado por ele. Esse filme toca nas maiores feridas que perduram há séculos na nossa sociedade e que precisam de um ponto final.

Eu quero fazer parte do grupo das pessoas que vão colaborar para a criação de um novo mundo mais justo, humano, amoroso e pacificado. E assistir a documentários maravilhosos como esse me ajuda a manter esse olhar compassivo e amoroso para com os mais necessitados.

Espero que esse filme lhe faça bem tanto quanto fez a mim. Fique à vontade para comentar e falar sobre as suas impressões sobre ele. E aproveite também para sugerir ao máximo de pessoas possível que também o assistam…

Uma das falas desse documentário…

“A forma como vivemos e nossos valores são a expressão da sociedade na qual vivemos. E a gente se agarra a isso. Não digo isso por ser presidente do Uruguai hoje. Pensei muito sobre isso. Passei mais de dez anos na solitária. Tive tempo… Em sete anos nem sequer li um livro. Tive muito tempo para pensar. E descobri o seguinte: ou você é feliz com pouco, com pouca bagagem, pois a felicidade está em você, ou não consegue nada. Isso não é a apologia da pobreza, mas da sobriedade. Só que inventamos uma sociedade de consumo… e a economia tem de crescer, ou acontece uma tragédia. Inventamos uma montanha de consumos supérfluos. Compra-se e descarta-se. Mas o que se gasta é tempo de vida. Quando compro algo, ou você compra, não pagamos com dinheiro, pagamos com o tempo de vida que tivemos de gastar para ter aquele dinheiro. Mas tem um detalhe: tudo se compra, menos a vida. A vida se gasta. E é lamentável desperdiçar a vida para perder a liberdade.”

Mujica

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

A decepção não é tão ruim quanto parece

Por Isaias Costa

Deixe novos ventos soprarem sobre você...

Deixe novos ventos soprarem sobre você…

Falar sobre o tema decepção é algo que requer bastante sensibilidade, pois a maior parte das pessoas quando se decepciona cria muitas mágoas, raivas, rancores, tristezas e por aí vai…

Nesse texto, quero mostrar para você que a decepção pode não ser tão ruim quanto parece. Vou mostrar uma perspectiva mais apurada refletindo a partir da própria raiz desta palavra.

Decepcionar tem origem no verbo DECEPAR, que é arrancar, retirar, cortar fora.

Quando eu decepciono alguém ou quando alguém me decepciona, é sinal de que houve algum tipo de ruptura, de corte. Entender esse mecanismo de corte pode ser transformador e nos ajuda no processo de amadurecimento.

Hoje entendo com bem mais clareza que existe algo positivo na decepção, ela faz parte dos processos de MUDANÇA pessoal.

=> Clique aqui para ler o texto completo

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized