Há diferença entre ser virtuoso e “vir a ser” virtuoso

Por Isaias Costa

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Outro dia li algumas palavras profundas do místico indiano Krishnamurti e refleti bastante sobre as virtudes e o quanto nossa sociedade está carente de pessoas VIRTUOSAS de verdade. Leia com bastante atenção…

“Se desejais saber o que sois, não podeis imaginar ou ter uma crença numa coisa que não sois. Se sou ganancioso, invejoso, violento, o simples fato de nutrir um ideal de não-violência, de não-ganância, é de pouco valor. Saber, porém, que somos gananciosos ou violentos, sabê-lo e compreendê-lo, requer um percebimento extraordinário, não é verdade? Requer honestidade, lucidez de pensamento, ao passo que seguir um ideal apartado do que é representa uma fuga, que nos impede de descobrir e de atuar diretamente sobre o que somos.

A compreensão do que somos, não importa como somos feios, belos, perversos, malignos – a compreensão do que somos, sem disfarce, é o começo da virtude. A virtude é essencial, porque dá liberdade. É só na virtude que se pode descobrir, que se pode viver – não no cultivo da virtude, que leva só à respeitabilidade e não dá compreensão e liberdade. Há diferença entre ser virtuoso e “vir a ser” virtuoso. O ser virtuoso vem com a compreensão do que é, ao passo que o “vir a ser” virtuoso é adiamento, ocultação do que é com o que desejaríamos ser. Por conseguinte, no “vir a ser” virtuoso evita-se a ação direta sobre o que é.

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