O amor profundo exige amor próprio e desapego

Por Isaias Costa

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Esse é um texto mais aprofundado, vou procurar transmitir da maneira mais simples possível, mas minha sugestão é que você o guarde para reler de tempos em tempos…

A inspiração para escrevê-lo veio a partir de um pequeno texto do escritor Gustavo Gitti…

“Ao valorizar a família e o casamento eterno, na verdade o que desejamos são seres que fiquem. Porque somos inábeis em cultivar relações duradouras, apostamos na conexão sanguínea, que obriga a continuidade. Funciona como uma garantia: você é meu irmão, não há como me largar. “Você entrou para a família” é sinônimo de “Agora posso contar contigo”.

 É muito mais raro nos posicionarmos de modo elevado para que isso surja com mais gente, então trocamos a grande família da humanidade por uma família que cabe em um churrasco. Isso explica a quantidade de relações nas quais ambos se agridem, mas nunca cogitam a separação — o outro só me atrapalha, mas ele volta pra casa há mais de 10 anos… onde vou achar outra pessoa permanente assim?”

=> Clique aqui para ler o texto completo

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