Arquivo do mês: agosto 2016

Fale mais a respeito

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Eu vou falar nesse texto sobre algo que você já sabe, mas talvez ainda não saiba em uma linguagem terapêutica. Já disse em outros textos que estou estudando para me tornar psicanalista e terapeuta muito em breve e a frase que intitulou esse texto é uma das mais proferidas por qualquer bom terapeuta e hoje você vai saber o porquê.

Todos nós temos sofrimentos e dores emocionais que só podem ser curadas através de uma palavrinha mágica chamada RESSIGNIFICAÇÃO, que dediquei um texto inteiro só para falar dela, e você pode lê-lo clicando [aqui].

Ressignificar é exatamente retirar o peso emocional das experiências negativas vivenciadas no passado e a única forma de trabalhar com esses sentimentos é FALANDO deles. Por isso essa frase: “Fale mais a respeito…”.

=> Clique aqui para ler o texto completo

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Aprendendo a Observar e Absorver com Eduardo Marinho

Por Isaias Costa

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Um dos brasileiros da atualidade que eu mais admiro é o grande Eduardo Marinho, conhecido como “O filósofo das ruas”. Esse senhor tem uma sabedoria de vida imensa para nos passar e com muita simplicidade nos revela uma série de obviedades que de tão óbvias não conseguimos enxergar.

Esse será um texto mais curto porque ouvindo as sábias palavras dele, as palavras escritas se tornam até desnecessárias!

É com grande alegria que ao final desse texto compartilho com todos vocês um documentário falando com mais detalhes sobre sua vida, descobertas, jornada, alegrias, tristezas, perdas, ganhos etc.

Quero salientar apenas um trecho desse documentário que me inspirou e diz muito sobre como eu penso em relação a minha missão como professor e escritor.

Eu desempenho meu trabalho com muito amor sabendo que algo do que estou desempenhando eu sei que está lançando boas sementes, gerando bons frutos e multiplicando esses frutos por todas as partes desse planeta, afinal, existem brasileiros espalhados pelos quatro cantos do mundo!

Assim como ele diz no documentário, quero chegar à minha velhice olhando para trás com a certeza de que tive uma boa vida e que toquei o coração de pelo menos algumas pessoas ao longo desse tempo.

Nesse documentário você terá a oportunidade de refletir profundamente sobre muitos pontos da vida com a simplicidade e a objetividade que só um cara como o Eduardo Marinho consegue explanar!

Aprendamos com ele a observar com olhos mais amorosos a vida e absorvamos todos os bons fluidos e sentimentos para construirmos juntos uma sociedade mais consciente e repleta de pessoas felizes!

 

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DMT, A ”Molécula Do Espírito” Parte 2: Ciência E Evolução Da Consciência

Por Diego Garcia

Nossa-escolha.

A DMT lança luz sobre um dos maiores mistérios da humanidade. Esse gatilho gerou uma breve introdução sob a ótica da filosofia em DMT: a ”Molécula do Espírito” e a Filosofia. Uma Breve Introdução. Saliento que, agora, trago informações sob o viés da ciência em busca de maior compreensão sobre a DMT e sua ligação com a alma, a conexão e a evolução da consciência.

Essa substância seria produzida na glândula pineal, sobre a qual Descartes já  estudava, sendo uma interface entre dimensões superiores, evoluídas e o mundo físico. O filósofo a chamava de ‘’sede da alma’’ e seria uma ponte da dualidade para perspectivas superiores.

O israelense Benny Shanon, PhD em psicologia com especialização em psicologia cognitiva, vê as substâncias, tais quais a DMT, como instrumento de investigação da mente por meio de parâmetros teóricos da psicologia cognitiva. Ele destaca parâmetros estruturais da consciência e quatro aspectos relevantes: a percepção do pensamento como uma cognição coletiva, a indistinção entre o interior e o exterior, as experiências de não-identificação pessoal e de tempo não-linear. Uma ótima analogia é quando baixamos arquivos no computador, em que alguns segundos demoram mais que outros, em função do peso do arquivo e da aceleração da conexão da internet. O que Shanon suspeita é que o mesmo acontece com o cérebro estimulado por psicoscópios como o DMT, pela meditação e ascendência ao terceiro olho da cultura Hindu (no meio da testa, na direção da pineal), pela introspecção ou outras vias sem substâncias, interligando e equilibrando as pessoas.

Em um estudo realizado de 1990 a 1995, na Universidade do Novo México, um dos gurus do assunto, o Dr. Rick Strassman, médico especializado em psiquiatria e doutorado em psicofarmacologia descobriu que, subjetivamente, os resultados mais interessantes foram que altas doses de DMT permitiram que a consciência dos voluntários entrasse em contato com ambientes não-corporais (não materiais). A noção de estar fora do corpo e ter um alto nível de integração com a natureza faz parte dessa gama de descrições similares das experiências.

Pesquisadores acreditam que a DMT esteja relacionada à glândula pineal e que ela pode ser uma facilitadora da dissociação momentânea entre corpo e alma. A pineal, pelo que os estudos revelam, possui níveis mais altos de serotonina do que qualquer parte do corpo, e é uma precursora da serotonina crucial para melatonina pineal. A pineal também tem a capacidade de converter triptamina serotonina, um passo crítico na formação de DMT.

Buscando inserir na ciência os conceitos de alma e consciência, os cientistas Stuart Hameroff (diretor do Centro de Estudos da Consciência na Universidade do Arizona, EUA) e Sir Roger Penrose (físico- matemático da Universidade de Oxford, Inglaterra) criaram a teoria quântica da consciência, segundo a qual a alma estaria contida em pequenas estruturas (microtúbulos) no interior das células cerebrais. Segundo eles, a consciência seria um complexo resultado de efeitos quânticos gravitacionais sobre esses microtúbulos. Indo mais longe: a alma seria “parte do universo”, e a morte, um “retorno” a ele (conceitos similares aos do Budismo e do Hinduísmo). Os avanços no estudo da física quântica estão começando a validar seus estudos: tem sido demonstrado que efeitos quânticos interferem em fenômenos biológicos, como a fotossíntese e a navegação de pássaros. Hameroff e Penrose desenvolveram sua teoria com base no método científico de experimentação e em estudos feitos por outros cientistas, ao contrário do que ocorre em casos de “pseudociência” em que simplesmente se acrescenta a física quântica como “ingrediente legitimador” de teorias sem fundo científico.

É interessante notar que diversas pesquisas pelo mundo já revelam que a psicoterapia aliada a tratamentos com uso de psilocibina, por exemplo, ajuda a evitar depressão e ansiedade em pacientes com doenças terminais, ou pessoas a deixarem o cigarro ou outros vícios. Nesse sentido, é imprescindível lembrar a posição visionária de Thimothy Leary,  que já previa o caminho da psicoterapia e enteógenos na década de 60. PhD em psicologia, ele foi professor de Harvard, neurocientista, escritor, futurista,  além de grande amigo de personalidades como Aldous Huxley e John Lennon.

O DMT e outros psicoscópios podem ser ferramentas de evolução humana e científica. O direito inalienável do indivíduo à curiosidade, à investigação filosófica sem agredir a outrem, com um mínimo de controle e precauções, respeitadas as especificidades de cada um, tem sido profundamente estigmatizado, a meu humilde ver, há séculos na humanidade, com  claras pretensões de alienação, obediência e manipulação. Nas palavras do Dr. Strassman: ‘’Nossa sociedade valoriza a consciência de alerta para resolver problemas. Desvaloriza todos os demais estados de consciência. Qualquer outra consciência que não esteja relacionada à produção de consumo de bens materiais é estigmatizada em nossa sociedade atual’’.

A própria história do pensamento humano sob o prisma da investigação científica e filosófica não poucas vezes foi catalisada por psicoscópios: Carl Sagan em sua astrofísica, Francis Crick, que teria relatado que de outra forma não teria conseguido desvendar o DNA, John C. Lilly na neurociência ou Richard Feynman com visão ampliada na mecânica quântica e por aí vai.

A exploração do subconsciente, da espiritualidade e da evolução da consciência é um direito humano fundamental e que talvez não seja aceito por ainda estamos em um estágio ‘’cognitivo-espiritual’’ muito inferior e possivelmente regredindo, o mundo fala por si só. O DMT como uma linguagem comum, empática e harmonizadora jamais poderia mesmo ser trazido à luz para a humanidade, assim como outros temas que reduziriam os medos reacionários e conservadores que desde sempre afastam o homem de toda conexão profunda de nossa existência. E esses são os considerados normais, dos quais tenho tanto medo.

* Link do blog: DMT, A “Molécula do Espírito” Parte 2: Ciência e Evolução da consciência

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Curioso e inquieto inveterado, incipiente escritor, apaixonado e pesquisador solitário de História e Economia. Entusiasta de fotografia, música e ciências.Amante de Astronomia e Arqueologia.Bacharel em Ciências Contábeis ou somente eleuteromania, hiato, expansão.

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DMT: A “Molécula Do Espírito” e a Filosofia. Uma Breve Introdução.

Por Diego Garcia e Isaias Costa

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Olá meus amigos! É com grande alegria e entusiasmo que compartilho o primeiro texto em parceria com meu querido amigo Diego Garcia aqui no blog.

Ele se interessa por diversos assuntos que são similares aos que escrevo  e também escreve em um blog chamado “Recurso Verbal”. Nesse texto que compartilho com vocês ele faz uma viagem sobre um tema instigante relacionado à Neurociência, Filosofia, Física Quântica e Espiritualidade.

Amanhã estarei publicando a segunda parte desse texto com aprofundamentos feitos por ele, e ao final deste compartilho um vídeo super interessante de um médico brasileiro especialista no estudo da Glândula Pineal, o Dr. Sérgio Felipe! Vale muito a pena reservar um pouco mais de uma hora para assistir a esse vídeo repleto de ensinamentos interessantíssimos!

Enfim! Boa viagem a todos vocês!

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Quero lhe propor uma viagem, caso você já tenha sentido e/ou sente que há algo muito maior sobre nossa existência, que nos conecta e dá sentido, além de nascer e flertar intensamente com o INSS, mas nem sabe por onde começar a compreender tudo isso.

Estava eu tomando uma das minhas doses preferidas de qualquer coisa, no primeiro episódio de uma série, Sense 8, quando me deparo com o que chamo de ”epifania  verbal”. Ela ocorre quando uma personagem, Riley, relata que teria tido visões a Nyx, a quem acabara de conhecer e, segundo ele,  ela teria experimentado um momento de “ressonância límbica” ou o efeito de fazer parte de uma “rede eco-biológica sináptica”, que conectaria todos os seres vivos, sendo formada “a partir de uma molécula simples chamada DMT”. O DMT (dimetiltriptamina), em definição superficial, é um poderoso enteógeno ou psicodélico, produzido por plantas e animais assim como no organismo humano.

Se você acha que é muito pra absorver, ficaria impressionado com as conexões que estão por vir e aonde podem chegar, inicialmente pela filosofia. Tales de Mileto, que foi astrônomo e matemático entre outras coisas, definiu o cosmos como sendo um e entendia a alma como algo cinético (em movimento) misturado aos ilimitados universos.

Já Platão, na parte IV do seu livro “República”, concebe o homem como corpo e alma. Enquanto o corpo modifica-se e envelhece, a alma é imutável, eterna e divina. Platão divide a alma em três partes. O lado racional, localizado na cabeça, cujo objetivo é controlar/equilibrar os outros dois e pelo qual adquirimos sabedoria e prudência. O lado irascível, localizado no coração, responsável pelos sentimentos, pelo emocional e com o qual adquirimos coragem. E o terceiro, da concupiscência, que busca satisfazer desejos e o apetite sexual. Platão compara a alma a uma carruagem puxada por dois cavalos, um branco (irascível) e um negro (concupiscível). O corpo humano é a carruagem, e o cocheiro (razão) conduz os cavalos (sentimentos) por meio das rédeas (pensamentos). Assim, cabe ao homem  mediante seus pensamentos saber conduzir seus sentimentos, pois somente assim ele poderá se guiar no caminho do bem e da verdade, buscando sempre o equilíbrio.

O filósofo Descartes, um dos ícones da metafísica, se não o maior, já nos aduzia reflexões sobre a relação alma/corpo e a glândula pineal, que fica no centro do cérebro humano, no qual seria sintetizada a substância DMT pelo que hoje sabemos. De acordo com Descartes, a alma exerce suas funções, mais particularmente, por meio de uma glândula do cérebro: a glândula pineal, órgão intermediário que torna possível a interação entre a alma e o corpo.

Para o filósofo, existem os ‘’espíritos animais’’, que são elementos orgânicos responsáveis pela transmissão de movimentos e sensações, algo equivalente aos impulsos neuroelétricos nos dias de hoje. Isso demonstra o que já sabemos vastamente sobre a relação das substâncias com nossos sentidos, reações, estados de saúde, origem de doenças entre outros. Por exemplo, a serotonina é um neurotransmissor que atua no cérebro regulando o humor, o sono, o apetite, o ritmo cardíaco, a temperatura corporal e a sensibilidade à dor, portanto, seu excesso ou falta irá gerar algo físico. Porém, continuamos sem saber como a alma (imaterial) se comunica com o material, nossa parte física, projetada na glândula pineal.

Por fim, e mais interessante, destaco o conceito mais abrangente, o de ressonância (vibrações de frequências) cuja descoberta atribui-se a Galileu Galilei como resultado de seus estudos sobre pêndulos e cordas musicais, no início do séc. XVII. Então dentro do conceito geral de Galileu estaria o de ressonância límbica lá do início do texto, que tem a ver com nosso sistema límbico, responsável pelos comportamentos instintivos, pelas emoções e pelos impulsos básicos, como sexo, ira, prazer. Essa ressonância seria a capacidade, até onde se sabe específica dos mamíferos, de sentir e entender o que o outro sente, suas manifestações internas ou o que chamamos de alma, algo próximo a empatia (se colocar no lugar do outro, se solidarizar etc.), sendo a ideia central sobre a qual gira a série citada.

Aqui apenas introduzi no campo das teorias o que a ciência já investiga, seja na física quântica ou na neurociência. Em uma segunda parte, DMT, a Molécula do Espírito” Parte 2; ciência e evolução da consciência  apresento argumentos ligados à ciência como catalisador da evolução da consciência e da visão holística que comungo, envolvendo física, matemática, biologia, química e até mesmo astronomia, fazendo ligações entre: rede eco-biológica sináptica, ressonância límbica, a pineal e o principal, a substância DMT. E a viagem só fica melhor!

* Link do blog: DMT: A molécula do espírito e a Filosofia – Uma breve introdução

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Vídeo de aprofundamento sobre a Glândula Pineal com o Dr. Sérgio Felipe

 

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Curioso e inquieto inveterado, incipiente escritor, apaixonado e pesquisador solitário de História e Economia. Entusiasta de fotografia, música e ciências.Amante de Astronomia e Arqueologia.Bacharel em Ciências Contábeis ou somente eleuteromania, hiato, expansão.

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Devo confiar nas pessoas até que elas provem o contrário?

Por Isaias Costa

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Outro dia li um pequeno texto do grande psiquiatra Flavio Gikovate que me fez refletir bastante sobre uma palavra importantíssima e que mais do que nunca deve ser levada a sério: CONFIANÇA

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As pessoas dizem que devemos “confiar nas pessoas até prova em contrário”. Acho o oposto: convém “desconfiar delas até prova em contrário”!

Se a metade das pessoas é confiável e a outra não o é, a chance de sermos objeto de alguma deslealdade ao confiarmos antes da hora é de 50%!

Ao confiarmos por antecipação, ficamos vulneráveis à deslealdade dos não confiáveis. Ao desconfiarmos de todos, estamos mais bem defendidos.

À medida que vamos conhecendo melhor as pessoas, podemos distinguir com certo rigor as que são confiáveis e aí sim nos abriremos para elas.

Convém ser rigoroso na avaliação do caráter das pessoas: os não confiáveis são simpáticos, mas mentem, são estourados, não sentem culpa…

A ingenuidade na avaliação das pessoas não é virtude: contribui para que os mais espertos e realistas ocupem espaços que nem sempre merecem.

Flavio Gikovate

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Vou ser bastante sincero com vocês, meus amigos leitores! Até bem pouco tempo eu também fazia parte da imensa maioria das pessoas que compõem essas que ele diz no começo, que primeiro confia bastante até que se prove o contrário.

Porém, com o meu processo de autoconhecimento e acima de tudo, das minhas experiências de vida. Hoje posso realmente dizer que esse senhor está certo na sua colocação. Ele certamente tem muito mais sabedoria para passar aos outros do que eu e estou aqui apenas pegando carona na sua inspiração!

Hoje eu primeiro desconfio para aos pouquinhos ir adquirindo a confiança nas outras pessoas! Só lembrando que a palavra CONFIANÇA tem sua origem na palavra FIO, ou seja, você gera uma conexão forte, como uma espécie de fio que faz um elo com o outro. Não é interessante?

Com essa postura de desconfiança no começo, a probabilidade de eu ou qualquer pessoa que assim proceder, se frustrar, é infinitamente menor.

Porém, quero aprofundar um ponto que o Gikovate não aprofundou nesse texto por ser apenas um breve pensamento compartilhado nas redes sociais.

Como fazer para agir assim e não criar um escudo protetor que me isole dos outros? Esse é um questionamento fundamental e importantíssimo, porque muitos ao lerem essas palavras talvez interpretem erroneamente pensando que desconfiar dos outros é criar uma redoma e se isolar. Definitivamente não. Repito! NÃO, OK?

Enfim! O que fazer? Em minha opinião. O melhor caminho é se aprofundar no autoconhecimento, porque ele é a chave que liga a nossa INTUIÇÃO e também a aprimora. Nossa intuição é certeira quando bem utilizada, ela nos conecta com o nosso “computador quântico”, como diria o grande escritor Deepak Chopra.

Ao desenvolver a intuição vão acontecer duas coisas com você. 1º – Você vai atrair situações que vão favorecer a chegada de pessoas bacanas na sua vida como um emprego legal, cursos afins com seus interesses e buscas etc.

2º – Quanto mais a gente se conhece e desenvolve a intuição, mais tem a certeza do quanto o tempo é importante e passa depressa, e por saber disso, vai haver uma verdadeira necessidade de estar ao lado de pessoas que acrescentem, que agreguem valor.

Esse segundo ponto é extremamente importante, e me coloco totalmente como exemplo. De uns anos pra cá, tenho me dedicado de corpo e alma ao processo de autoconhecimento, levando para meu trabalho como professor e também por aqui através dos textos e dos áudios, muito do que venho aprendendo.

Meu tempo está se tornando cada vez mais escasso para algo que não gere valor para as pessoas, que seja apenas entretenimento, sabe? Eu estou cada vez mais comprometido com esse trabalho da escrita e com o magistério, porque sei que são minhas maiores vocações e isso que faço é minha missão de vida.

Contei tudo isso para dizer que tenho convicção de que muitos cruzam o meu caminho tentando me colocar pra baixo, tentando me desvalorizar, tentando fazer com que desista etc. Graças a Deus essas pessoas são minoria, mas existem! Portanto! Estou também alertando a você que, se você também é uma dessas pessoas que, como eu, se preocupa com o bem comum e desenvolve trabalhos voltados para a coletividade, fique de olhos bem abertos viu? Não confie demais nas pessoas que se aproximam de você!

Seja educado, simpático, atencioso, mas não deixe que invadam sua interioridade e privacidade, OK?

Enfim meus amigos! Esse é um tema amplo e tem muito mais a ser abordado sobre ele. Se quiser continuar refletindo sobre ele, compartilho abaixo um breve áudio que gravei a partir desse lindo texto do Gikovate, abordando o que foi dito aqui e mais algumas coisas! Espero que goste!

Lembre-se: “Desconfie das pessoas até que elas provem o contrário”!

Áudio: Devo confiar nas pessoas até que elas provem o contrário?

 

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