Arquivo do mês: novembro 2016

As pessoas refletem nossas sombras e nossa luz

Por Isaias Costa

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Existe um livro maravilhoso chamado “O lado sombrio dos buscadores da luz”, da escritora norte americana Debbie Ford, que fala sobre as nossas sombras e como trabalhá-las jogando a luz da consciência sobre elas.

Esse é um livro que recomendo fortemente a leitura a todos, pois pode nos ajudar a enxergar nossas sombras e tomarmos consciência delas! E assim mudando posturas, comportamentos, pensamentos e sentimentos.

Farei uma breve reflexão a partir de um trecho desse livro que me chamou muita atenção e explica porque determinadas situações se repetem na nossa vida indefinidamente. Confira!

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Hank achava que era uma pessoa cuidadosa e responsável, mas ele precisava atrair um tipo específico de mulher para mostrar-lhe aspectos escondidos de si mesmo. As outras pessoas espelham o que está dentro de nós porque, subconscientemente, estamos provocando isso nelas. É por isso que certo tipo de pessoas e de situações aparecem e reaparecem vezes sem conta em nossa vida. O milagre acontece quando você se apropria de um aspecto seu e o assimila. Nesse ponto, a pessoa que está lhe servindo de espelho também deixará de ter aquele comportamento, ou você será capaz de decidir afastá-la de sua vida. Quando você quebra a conexão, não precisa mais de uma outra pessoa para espelhar a sua sombra, e, como você estará mais inteiro, atrairá de forma natural aqueles que refletem a sua totalidade. Se o nosso propósito, do fundo da alma, é nos tornarmos completos, suscitaremos continuamente aquilo que precisamos enxergar para ser inteiros. À medida que nos apropriarmos de mais partes de nós mesmos, pessoas mais saudáveis aparecerão em nossa vida.

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O Hank citado nessas palavras era um rapaz que sempre se atrasava em um curso ministrado pela Debbie, porém ele sempre se queixava que sua namorada se atrasava cerca de 2h nos seus compromissos, o que o deixava com muita raiva.

Então a Debbie explica que o atraso dela era para lhe mostrar que ele próprio se atrasava nos compromissos e isso incomodava e chateava muita gente!

É assim que as nossas sombras atuam, através de processos inconscientes. A gente não faz a menor ideia de que aquilo que nos incomoda no outro existe dentro de nós!

Somente mergulhando fundo no autoconhecimento podemos abrir mão de tanto orgulho e tanta prepotência e admitirmos que realmente aquilo que nos incomoda no outro é parte de nós mesmos!

Até já comentei em outro texto que sempre que ficamos com muita raiva ou indignados com alguém, a pergunta mais sábia a se fazer é essa: “O que em mim em relação a esse sentimento (_______________) precisa ser mudado? Precisa ser trabalhado?”.

Assim, trabalhamos em nós exatamente o mesmo sentimento que abominamos no outro. Dessa maneira, acredite! Você se tornará um ser humano cada vez melhor e com mais recursos.

O interessante é que nosso mundo externo sempre é um reflexo do nosso mundo interno, e as pessoas que surgem na nossa vida vêm para nos ensinar algo, e nesse algo está tanto o positivo quanto o negativo.

É mais ou menos assim.

Aquilo que achamos admirável, louvável e maravilhoso nos outros também existe dentro de nós, só que está encubado, talvez até mesmo encrostado por medos, por traumas, por condutas errôneas ensinadas pelos pais etc.

Aquilo que você admira nos outros está em você e pode se manifestar a qualquer momento, basta que você se esforce nesse sentido.

Da mesma forma aquilo que reclamamos, que achamos ruim, negativo, danoso, pesaroso ou mesmo cruel nos outros, também existe em nós, mas camuflado pelos nossos moralismos, pelas nossas rédeas ensinadas de “n” formas diferentes!

Vou citar um exemplo de sombra que trabalhei em mim e que contribuio para o meu melhoramento humano.

Na época da adolescência e começo da vida adulta, quando cursei Bacharelado em Física, eu era extremamente tímido, reservado, isolado, não queria muita conversa com quase ninguém, era aquele “bicho do mato”, e por tudo isso me comportava como um egoísta, mas nem me dava conta disso.

Só na faculdade, convivendo com outros rapazes que eram muito, mas muito mais isolados, calados, fechados e egoístas que eu, foi que me dei conta do quanto EU ERA ASSIM.

Eu atraí pessoas semelhantes a mim para me ensinarem a não ter um comportamento que era tão negativo e tão autodestrutivo.

Comecei a compreender que não eram meus colegas que tinham que mudar, mas EU. Foi daí que passei a mergulhar profundamente no autoconhecimento e fui me apaixonando pela Psicologia e também pelo Ensino, que é a maior das minhas vocações!

Hoje já consegui dissipar muitas das minhas sombras jogando essa luz da consciência sobre elas e convido você nessa breve reflexão a fazer o mesmo! Comece a compreender com mais precisão como se dão esses processos de PROJEÇÃO DE PERSONALIDADE, tão amplamente estudados pela Psicologia e é um conhecimento que todos nós deveríamos conhecer mais e nos interessar.

Para que você reflita um pouco mais sobre esse tema tão amplo, compartilho um breve áudio que eu gravei a partir dessa passagem do livro da Debbie Ford. Vale a pena reservar uns minutinhos para ouvi-lo…

 

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Seja feita a sua vontade

Por Isaias Costa

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Quem gosta de ouvir as músicas do Raul Seixas e já leu algo sobre ele sabe bem que uma das suas maiores referências e inspirações foi o ocultista e escritor Aleister Crowley. Foi também inspirado nele que o Raul fundou a “Sociedade Alternativa”, que nunca foi um grupo ou uma seita, mas uma filosofia, um modo novo de ver a vida, tendo sempre a LIBERDADE como mola propulsora!

Estava lendo algumas palavras do Crowley que me inspiraram a escrever esse texto que você lê agora. Farei uma breve reflexão a partir delas…

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“Existem muitas aflições e muitos sofrimentos que redundam dos erros dos homens com respeito à Vontade. Mas não existe nenhum maior do que este: a interferência dos intrometidos. Pois tais intrometidos pretendem conhecer o pensamento de um homem melhor do que ele mesmo…

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Entendendo a antipatia, apatia, simpatia e empatia

Por Isaias Costa

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Essas 4 palavras são extremamente parecidas mas tem significados bem diferentes e representam contextos bem diferentes também.

Farei uma breve explanação didática para que você compreenda bem a diferença entre esses 4 comportamentos e busque cada vez mais cultivar e praticar a EMPATIA, o mais nobre dentre eles.

O que me inspirou a escrever esse texto foram as palavras do psicólogo Vitor Antenore Rossi, que com muita simplicidade e didatismo explicou em uma vídeo aula esses conceitos. O exemplo que ele utilizou foi brilhante. Vamos a ele…

Digamos que num determinado dia houve um acidente com um motoqueiro e ele ficou ensanguentado e imobilizado no chão. Como seria os 4 comportamentos?

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Tudo na nossa vida funciona na base do oferecimento

Por Isaias Costa

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Ontem, dia 22/11/2016, assisti a uma palestra simplesmente magnífica que me deixou emocionado de tão profunda que foi. Era uma palestra com o tema da AUTONOMIA EMOCIONAL, ministrada em forma de hangout pelo João Vale Neto, membro do site “O Lugar”, que acompanho sempre.

A palestra inteira é importantíssima e cada minuto dela é uma preciosidade, mas farei uma breve reflexão a partir de um pequeno trecho dela que transcrevi aqui embaixo. Confira!

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“Existe a possibilidade de desenvolver uma mente de doação, uma mente que transborda, uma mente que é pedagógica, que está interessada em ajudar os outros a transbordarem. Uma mente que não está segurando, mas oferecendo.

Tudo na nossa vida funciona na base do oferecimento. Tudo. Os elementos: água, terra, fogo, ar… são puro oferecimento. A gente só respira por oferecimento da vida. A dependência é alienígena, não é natural.

Quanto mais eu ofereço sem esperar nada em troca, quanto mais eu desejo que essa pessoa seja feliz de verdade, melhor eu me sinto. Agora, se eu esperar qualquer coisa da pessoa, o primeiro ganchinho surge.”

João Vale Neto

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Ele comenta nessa palestra que o mundo está extremamente carente de pessoas que se doem, que façam sem esperar nada em troca, que curem, que semeiem o bem simplesmente porque têm tanto que não conseguem reter para si entende?

Até já escrevi em outros textos que não consigo guardar tudo o que venho aprendendo e recebendo da vida só comigo, seria de um egoísmo e egocentrismo sem medidas! Eu preciso mesmo compartilhar, e percebo que quanto mais eu compartilho meus conhecimentos e vivências por aqui, mais minha vida tem se tornado feliz e próspera!

Essa autonomia que o João nos fala é ter esse desejo genuíno de que os outros sejam felizes, e isso só pode acontecer com esse espírito de doação. Como eu posso contribuir para que os outros sejam felizes se só consigo olhar para meu próprio umbigo? Como posso fazer outras pessoas felizes se eu mesmo não sou feliz?

Como diria o Mario Sergio Cortella: “Uma vida se torna pequena quando ela é fechada em si. Por isso é preciso transbordar, ou seja, sair da minha borda, se quero ter uma vida que seja importante…”.

O João fala muito bem nessa palestra que ao nos doarmos de coração nos tornamos importantes para alguém e podemos contribuir para fazer desse mundo um lugar mais feliz.

Uma das ideias que mais me impactou foi quando ele disse que todos nós temos algo para doar, TODOS NÓS. E quanto mais fazemos isso de forma genuína, sem esperar nada em troca, mais fluímos com a vida, mais equilibrados e felizes nos tornamos.

A natureza está aí com seus elementais para nos provar isso.

Respiramos todos os mesmo ar.

Dividimos todos a mesma água.

Repartimos a mesma Terra.

O fogo que ilumina nossa vida e aquece o nosso corpo é o mesmo para todos os seres…

Portanto! Através dessas poucas palavras, reflita sobre a possibilidade de você compartilhar um pouquinho de você para o mundo!

Acredite! Você tem SIM algo de especial e maravilhoso dentro de você que pode ser compartilhado para o bem do maior número de seres. É dessa forma que vamos construindo e germinando essa corrente do bem e construindo uma sociedade nova com seres humanos novos!

E para continuarmos juntos refletindo sobre esse tema tão lindo e tão importante, compartilho a palestra na íntegra do meu amigo João Neto. Será uma hora muito bem investida do seu tempo, garanto que sim!

Paz e luz…

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Eu estou há tantos dias limpo…

Por Isaias Costa

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Esses dias estava ouvindo uma vídeo aula muito interessante com o psicólogo Vitor Antenore Rossi na qual ele falava sobre o poder imenso dos nossos pensamentos aliando isso com a nossa vontade.

Em determinado trecho da aula ele citou os viciados em drogas que entram num processo de deixarem o vício e uma expressão comumente falada por eles.

A expressão é a seguinte: “Eu estou há tantos dias limpo…”.

Ele explicava que na nossa sociedade que se baseia em números, no esforço de vencer o vício no dia após dia, na velha questão do “só por hoje” etc. praticamente ninguém pensa que essa frase não é a mais próspera nem a mais adequada de se dizer.

Porém, venho lhe levar a refletir sobre uma questão que é muito mais profunda e está por trás de tudo isso. Se chama VONTADE.

Os físicos quânticos já nos provaram por A + B que o tempo é absolutamente relativo e tudo aquilo que está relacionado com o tempo, obrigatoriamente está conectado com o pensamento e com nossos processos mentais!

A prova concreta disso é observar os animais. Eles não estão nem um pouco interessados de saber se hoje é segunda-feira ou sábado. NÃO. Eles só sabem viver o aqui agora. Ele nem consciência da morte têm! Para eles a vida simplesmente é. Num belo dia morrerão e ponto.

Mas por que estou falando tudo isso? Para lhe dizer que pensar sobre um vício em termos de tempo é UM TIRO NO PÉ. Por mais que você seja esforçado e esteja dando o melhor de si para não mais ter recaídas quanto a algum vício. Se você ficar contando os dias, as horas, os minutos, depois que se decidiu por parar com ele, essa é uma prova cabal de que a VONTADE ainda existe e de alguma forma está sendo reprimida!

Era mais ou menos essa a questão levantada pelo Vitor Antenore. Quero deixar bem claro que entre você ficar contando os dias que está limpo e simplesmente não fazer nada com relação ao vício, é ÓBVIO, repito, é ÓBVIO que é muito melhor proceder dessa maneira!

Porém, se você de fato quer se CURAR, e digo c-u-r-a-r com todas as letras. Não precisa você ficar contando os dias, as horas e os minutos, porque houve dentro de você uma TRANSFORMAÇÃO, entende?

Se você se decidiu por se transformar, porque tem consciência plena de que determinado vício pode ser autodestrutivo, você não vai ficar se prendendo em questões de tempo. Você na realidade nem vai mais pensar a respeito! Cada vez que você pensa em algo está jogando energia naquilo. Então é um fato que as pessoas que decidiram parar de se drogar e ficam contando os dias limpos, estão ANSIOSOS.

Elas vivem através da frase: “Por hoje não”, ou também com a clássica: “O que os olhos não veem o coração não sente”.

Só é possível dizer que uma pessoa de fato de CUROU do vício quando ela é colocada FRENTE A FRENTE com ele outra vez. Se ela não sentir a menor VONTADE de fumar outro cigarro de maconha, inalar um papelote de cocaína ou injetar heroína nas suas veias etc. Então esse indivíduo nunca mais vai precisar contar os dias para nada, porque aquilo deixou de ter importância. Aquilo morreu completamente e está no passado!

Enquanto você conta os dias existe uma espécie de FANTASMA que lhe persegue e fica sempre à espreita só esperando por uma recaída sua!

Por essas e outras que é tão importante que a pessoa busque um auxílio psicológico e também espiritual, porque isso ajuda a dar forças psíquicas e emocionais e ajuda a pessoa a configurar um novo estilo de vida completamente diferente!

Essa mesma contagem de dias pode ser levada para todo e qualquer vício como compras em excesso, comer porcarias, tomar bebidas alcoólicas em excesso, assistir televisão demais, mentir, trair um(a) namorado(a) etc. etc.

Essa contagem de dias está muito relacionada com nosso sistema de recompensas que vem do EGO. Procure você entender bem esse mecanismo para não cair em mais uma armadilha do ego.

A pessoa diz: “Estou há um ano limpo”, quase sempre esperando congratulações, mas se ela pensar com carinho, vai perceber que se trata da sua vida e seu bem estar. O que os outros pensam é o que menos importa, mas o seu bem estar e equilíbrio é o que mais importa!

Portanto! Procure acolher essa mensagem e levar para sua vida em primeiro lugar e só depois, em conversas com amigos levante essa perspectiva que certamente pode ajudar muitas pessoas a despertarem mais a consciência e um sentido pleno para a vida…

Paz e luz.

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Você está em conflito com a ordem do universo?

Por Isaias Costa

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Permaneça sempre no seu curso…

Tenho refletido bastante sobre o que chamamos de MISSÃO DE VIDA, que é única e insubstituível.

Existem pessoas que passam a vida inteira e não conseguem descobrir o porquê vieram para esse mundo. Eu sinto que faz parte da minha missão de vida ajudar outras pessoas a também descobrirem as suas, pois precisei passar por longos caminhos e descaminhos até descobrir que o que mais me realiza é ensinar, e não apenas ensinar, mas orientar as pessoas a descobrirem o que mais as motiva!

Lendo sobre isso, cai nas sábias palavras do grande ocultista e escritor Aleister Crowley. Vamos às suas palavras?

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“Qualquer pessoa que seja forçada para fora de seu próprio curso, quer através do não entendimento de si própria, ou por meio de oposição externa, entra em conflito com a ordem do universo e, assim, sofre.”

Aleister Crowley

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A diferença entre delírio e alucinação

Por Isaias Costa

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A Psicologia tem termos interessantes e que constantemente são confundidos pelas pessoas!

Falarei brevemente sobre a diferença sutil e bem importante que existe entre delírio e alucinação. É comum acharmos que uma pessoa que teve um delírio está alucinando ou quem teve uma alucinação está delirando! Vamos entender a diferença?

Gosto muito de conhecer as raízes das palavras.

Delírio vem do latim delirium, que significa “agir como um louco” e alucinação também vem do latim alucinari, que significa “vagar mentalmente, sonhar, divagar”, e tem origem no grego alyein: “distraído, alienado, mentalmente perturbado”.

É por essas e outras que os ufologistas (pessoas que estudam os OVNS e ETs) são chamados de “loucos” por muita gente. Ou quando alguém diz que viu um alien ou um disco voador, logo os outros dizem que a pessoa está alucinando ou delirando! Não é bacana?

Com essas definições fica bem mais fácil entender a diferença!

A alucinação é bem mais branda do que o delírio. A pessoa que delira está com sérios conflitos mentais, e talvez precise até tomar remédios psiquiátricos, já quem teve uma alucinação, é provável que com uma boa terapia consiga se libertar dela!

Para ficar ainda mais didática essa diferença, vou dar um exemplo.

Uma pessoa alega que está ouvindo vozes ou que está “vendo coisas” como fantasmas ou vultos.

Se ela está alucinando vai ficar muito transtornada com isso e vai quer CONSCIENTEMENTE se tratar, porque sabe que somente ela está ouvindo vozes ou vendo coisas.

Ela indo a um bom psicólogo e falando sobre suas dores e sofrimentos, é bem provável que na terapia ela perceba qual foi a causa primária que a levou a ter essa alucinação.

Mas alguém que esteja delirando diz estar ouvindo vozes ou vendo coisas e tenta a todo custo lhe convencer que isso é verdade e ela fica com raiva de você quando diz que só ela está vendo ou ouvindo aquilo. Para ela são REAIS as vozes ou as visões!

Entende a diferença como é substancial?

Quando alguém tem delírios que não são bem tratados e estes se estendem por muito tempo, é bem possível que a pessoa venha a ser diagnosticada com algum transtorno psiquiátrico, como a ESQUIZOFRENIA, que é uma doença na qual constantemente a pessoa ouve vozes ou vê fantasmas que mais ninguém vê!

Portanto! Agora você já sabe a diferença e tem noção de que esses delírios ou alucinações representam desequilíbrios psíquicos, que sempre e sempre tem raízes na infância!

Se aprofunde cada vez mais no autoconhecimento para que você não seja acometido nem pelas alucinações nem pelos delírios, mas tenha o total oposto, que é a completa LUCIDEZ.

Lucidez vem de “luz”. Seja um ser de luz e que leva consciência e amor para as pessoas!

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Agradecer é deixar a graça descer

Por Isaias Costa

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O final de semana dos dias 12 e 13 de novembro de 2016 foi simplesmente especial, pois participei de um workshop que guardarei para sempre na memória, ministrado pelo grande professor de Yoga e espiritualista OBEROM.

Ele é bastante conhecido dentro do meio esotérico e entre as pessoas que cultivam o veganismo, que é o não consumo de nada que tenha origem animal, tanto como alimento como também para outros fins! Mas não é esse o foco desse texto, para isso sugiro que procure seus vídeos no youtube. Por lá existe uma série de vídeos nos quais ele aborda esse e outros temas.

Esse workshop tinha como objetivo falar sobre a consciência prânica e a elevação dos nossos níveis de consciência. Claro que são informações muito amplas e profundas que só mesmo estando em contato com ele para compreender bem. Enfim! Venho compartilhar com você que me lê apenas uma reflexão que aprendi com ele e achei interessantíssima. Até esse momento, nunca tinha parado para pensar sob essa perspectiva.

Tem a ver com o AGRADECIMENTO, ou seja, o sentimento de GRATIDÃO, que pode e certamente eleva nossos níveis de consciência.

Ele falou sobre o verbo AGRADECER, que se você quebrar a palavra se torna GRAÇA + DESCER.

AGRADECER = DEIXAR A GRAÇA DESCER

Essa graça, como o próprio nome diz, são as bênçãos de Deus que são derramadas incessantemente para nós de graça, e elas vêm do alto para a nossa vida, ou seja, descem para a nossa vida.

Entre as várias maneiras de se elevar a nossa vibração e a nossa consciência está o agradecimento sincero a todas as experiências, sejam elas consideradas boas, sejam elas consideradas ruins.

Como já comentei em outros textos, as experiências que aparentemente achamos que são ruins, têm um imenso potencial de nos ajudar a crescer, a amadurecer e a nos tornarmos mais conscientes.

Juntamente com isso, o Oberom sugeriu que não alimentássemos o contrário da gratidão, que é a ingratidão, manifestada através da MALEDICÊNCIA, ou seja, o mal dizer sobre as coisas.

Se não temos nada de bom para dizer sobre algo ou alguém, o melhor a fazer é ficar em SILÊNCIO e interiorizar, meditar, para não sermos contaminados por baixas energias que diminuam nossos níveis tanto energéticos como também de consciência!

Nessa hora é fundamental não se deixar levar por tantas notícias ruins veiculadas pelas grandes mídias sensacionalistas, nem ficar lendo um montão de reportagens que trazem violência!

Não é dessa maneira que podemos ajudar na construção de uma cultura de paz. Uma cultura assim se constrói com cooperação e colaboração de todos, cada um procurando através dos seus talentos e ofícios, desempenhar o seu melhor, sempre pensando no bem comum, pensando no bem estar do maior número de seres.

Enfim! Esse é um recado bem simples, mas ao mesmo tempo profundo! Dê abertura no seu coração para a gratidão, ela vai lhe ajudar a elevar seus níveis energéticos e a sua consciência numa escalada que jamais tem fim!

Lembre-se: agradecer é deixar a graça descer…

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Se você anda com gambás, não consegue sentir o perfume das rosas

Por Isaias Costa

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Esses dias li algumas palavras do mestre Yogananda que me deixaram bastante reflexivo. Suas palavras vão bem ao encontro daquele conhecidíssimo ditado: “Diga-me com quem tu andas e te direi quem és”, ou mesmo outro ainda mais interessante que diz: “Nós somos a média das cinco pessoas que mais convivem com a gente…”.

Enfim! Farei uma breve reflexão sobre a importância de termos boas amizades na vida. Confira suas palavras!

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“As pessoas más não querem mudar; portanto, a melhor política é manter distância delas. Há mais bem do que mal no mundo, e mais pessoas boas do que más. Contudo, se você anda com gambás, não consegue sentir o perfume das rosas. Pode parecer que o mal é maior do que o bem, porque o primeiro é mais difícil de esquecer…. “

Paramahansa Yogananda

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Vale a pena lutar por um amor?

Por Isaias Costa

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Li algumas palavras do grande psiquiatra e escritor Flavio Gikovate que exprimem bem o que penso sobre um assunto que, de um modo geral, é visto pelas pessoas como algo belo e legítimo, que é o “lutar por um amor”.

Em minha opinião e na dele também, lutar por um amor é algo que denota que a pessoa é ainda bastante insegura e tem carências afetivas que precisam ser trabalhadas. Farei uma breve reflexão a partir de algumas palavras dele, extraídas do seu livro “Para ser feliz no amor”.

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É legítimo lutar por amor?

Experimentamos uma sensação dolorosa de humilhação quando a pessoa que está nos interessando não dá sinais de ter achado tanta graça em nós quanto nós nela; ou então não se mostra tão disponível por estar vivenciando algum outro vínculo amoroso. Mais grave ainda é a sensação de rejeição, quebra do elo amoroso associado à humilhação – ofensa grave à vaidade – quando se é abandonado e “trocado” por outra pessoa. Surge, em boa parte das criaturas, o desejo de reaver aquela relação a qualquer custo. As pessoas gostam de dizer que estão lutando para reaver o parceiro amado. Porém, penso que se trata de algo bastante diferente: o resgate do vínculo corresponderia a uma espécie de vitória sobre eventuais rivais e, em certo sentido, o fim da sensação de humilhação.

A luta para tentar reaver o parceiro “amado” aparece, para muitos, como uma causa justa e nobre em nome da qual vale tudo. O amor justifica que o rejeitado se humilhe e pressione com todas as forças aquele que quis se separar, valendo-se inclusive de mentiras e chantagens sentimentais de todo o tipo. Ouço essas histórias com bastante frequência e sempre me fica a clara sensação de que o amor, esse apego por aquela pessoa que nos provoca aconchego, pode até existir, mas não é a força motriz principal de todas essas ações. Elas parecem, mais que tudo, determinadas pela vaidade, o anseio de sair como vencedor e de se livrar da dor derivada da humilhação de ter sido abandonado.

Quando se luta para reconquistar o parceiro, o amor aparece como o sentimento que estaria dando dignidade a condutas moralmente duvidosas. Quem ama cuida do amado, quer o melhor para ele e não o obriga a fazer ou agir de uma forma contrária à sua vontade. Quem ama de verdade não acha que esse sentimento justifica todo e qualquer ato. Não acha que é válido lutar por amor, entendendo-se por “lutar” o esforço de fazer prevalecer a própria vontade de manter o vínculo quando não é essa a disposição daquele que supostamente é o amado. A única luta válida por amor é aquela ligada ao empenho de preservar o relacionamento através de cuidados, paparicos e todo o tipo de dedicação possível ao amado; e tudo isso na vigência do namoro – e com a devida anuência do namorado.

Aqueles que se acham no direito de lutar para reaver o elo que se rompeu são justamente os que lidam mal com frustrações e dores psíquicas em geral. É fato que a dor de amor é muito intensa e a ela dedicaremos um espaço maior quando tratarmos das rupturas amorosas. O mais importante aqui é registrar de modo enfático que aqueles que acham válido lutar por amor quando são abandonados costumam ser os que cuidam mal do relacionamento durante sua vigência. Não é raro que sejam pessoas mais egoístas, menos capazes de amar e mais competentes para reivindicar, cobrar e exigir atenção e carinho do que para se dedicar ao parceiro.

A palavra “cobrar” é uma das que mais provoca minha indignação. Não creio que tenhamos o direito de cobrar nada de ninguém, muito menos de nossos parceiros sentimentais. É claro que todos temos expectativas em relação às pessoas com as quais convivemos: esperamos algum tipo de cuidado, atenção, carinho. Porém, isso não nos autoriza a exigir que eles satisfaçam nossos desejos; eles deveriam estar bem informados de tudo o que gostaríamos de receber. Se não estão dispostos a dar, quem está com problema somos nós, pois teremos que decidir se aceitamos essa situação ou se tomamos algum tipo de atitude, que pode variar desde pararmos de nos dedicar tanto até a ruptura do relacionamento – isso na dependência da natureza de cada um e também do estado geral em que se encontra aquele dado elo amoroso.

Não deixa de ser curioso observar que pessoas orgulhosas, que gostam tanto de falar bem de si mesmas, são as que mais se humilham com o intuito de reaver um elo sentimental perdido. Por vaidade, buscando a vitória final, se colocam como pedintes, mostrando fraquezas que adoram esconder, demonstrando afetos que nunca se manifestaram e arrependimentos que nunca tiveram. Aqueles mais rigorosos moralmente vão até um certo ponto em seus pedidos de reconsideração da decisão de abandono do parceiro; porém, não se humilham com o intuito de tentar neutralizar seus desconfortos. Sabem que não é legítimo lutar por amor; ou lutar para reaver o parceiro em nome do amor que sentem.

Link: É legítimo lutar por amor?

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O Gikovate é uma autoridade quando o assunto são os relacionamentos amorosos. Ele tinha uma sabedoria e uma clareza absolutamente admiráveis. Não foi à toa que ele recebeu tantas homenagens pela sua morte no dia 13/10/2016.

Hoje, tendo amadurecido um pouco mais no que se trata de relacionamentos amorosos, consigo perceber claramente que na grande maioria das vezes se trata de um jogo de EGOS tentar lutar por um amor que se mostra pouco conectado ou mesmo inexistente.

Esse texto até me fez lembrar de uma linda canção do Marcelo Camelo que retrata bem esse sentimento, a música “Santa Chuva”. Nela há essa frase:

“Não há porque chorar por um amor que já morreu
Deixa pra lá, eu vou, adeus
Meu coração já se cansou de falsidade…”

É uma verdadeira falsidade alimentar esse jogo que só gera desgastes. Inclusive já li em diversos textos na internet e afirmo categoricamente.

Se alguém realmente gosta de você, ela fará o possível e o impossível para ter um tempo só para estar com você, para curtirem juntos, para namorarem, para dividirem as experiências. Se isso não acontece, CAIA FORA.

E completo com uma das frases mais impactantes do Mario Sergio Cortella: “Não existe falta de tempo. Quando alguém diz que não tem tempo para alguma coisa está querendo dizer que aquilo não é uma prioridade pra ela…”.

Ou seja, se alguém inventa mil e uma desculpas para não estar com você, mil e uma desculpas para não responder mensagens, não pergunta nada sobre você etc. etc. Está passando da hora de você acordar que essa pessoa não lhe ama coisa nenhuma!

Concluo essa breve reflexão falando sobre a importância de se desenvolver a AUTOESTIMA e o AMOR PRÓPRIO, porque só amando profundamente a si mesmo é que podemos ter um relacionamento amoroso feliz e próspero.

Quando nos amamos alteramos a qualidade da nossa vibração de uma forma tão magnífica que, pela LEI DA ATRAÇÃO, atraímos para nós apenas pessoas que nos amarão da mesma forma que amamos os outros e com a mesma intensidade que doamos o nosso amor! Isso é algo incrível. Só a partir desse último parágrafo é possível iniciar um outro texto cheio de novas reflexões, mas deixarei para outra oportunidade!

Trabalhe em si mesmo. Se conheça cada vez mais, pois assim você vai perceber que “lutar por um amor” será algo absolutamente desnecessário!

  • Breve áudio com reflexão sobre esse tema e leitura desse texto

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