Amor de conveniência

Por Isaias Costa

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Lendo o maravilhoso livro do grande Mario Sergio Cortella “Viver em paz para morrer em paz”, eu me deparei com um texto que me fez refletir bastante, intitulado “O raio da paixão e a construção do amor”, no qual ele falava que o amor é construído no dia a dia e nas pequenas coisas, nas mais singelas possíveis é que o amor é nutrido e pode continuar forte por amor a fio. Leia com bastante atenção esse trecho logo abaixo…

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“Assim, o amor é uma sensação de pertencimento recíproco que almeja a plenitude. No fundo, o amor é uma identidade, pois eu me encontro no outro ou na outra. O amor tem turbulências, mas ele não é confrontante, e sim conflitante. O amor, ao contrário da paixão, oferece paz – sendo que paz não é ausência de conflitos, e sim a capacidade de administrar conflitos para que não haja ruptura. Assim, se você consegue guardar o meu amor, se cuida dele, eu fico. Mas, se não cuida nem guarda, eu parto. Há também os casos em que o amor não é cuidado e nem guardado, mas a pessoa resolve ficar mesmo assim. Nesses casos, isso é conveniência e não convivência.”

=> Clique aqui para ler o texto completo

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