Arquivo do mês: julho 2018

O caminho do autoconhecimento

Por Camila Santana

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O que é autoconhecimento que todos falam? Por que eu sinto que preciso? Como fazer? É uma prática? É um dom? Pra que serve? Tive um insight hoje ouvindo um podcast maravilhoso da querida Flavia Melissa [link aqui] e me peguei compreendendo de fato o que é o real significado disso tudo.

É literalmente você, de fato, se autoconhecer! Eu tenho muito medos, fobias e por que não dizer até mesmo traumas que eu simplesmente desconheço a razão. Porém, isso tudo já me levou a 3 crises brabas de depressão, pois como eu sempre digo: o corpo não fala, ele grita pra algo que você precisa “despertar” pra seguir sempre em frente e consciente.

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A gratidão pelos ciclos encerrados

Por Isaias Costa

Término de relacionamento

Esses dias li um artigo lindíssimo, daqueles que arranca lágrimas das pessoas mais sensíveis. Era um texto intitulado “Uma fábrica no deserto”, do site Yoskhaz. Entre as diversas reflexões e insights transmitidos nele, o que me tocou mais profundamente tem relação com os ciclos da nossa vida, que alternam entre alegrias, tristezas, depois novas alegrias e tristezas…

Leia com bastante atenção esses dois trechos que me inspiraram a escrever o texto que você lê agora!

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1º Trecho

Por que não esquecer os momentos tristes? Eu queria saber. O ancião seguiu a explicação: “Porque não o esquecemos nunca. Pode-se ficar um tempo sem lembrar, então, inesperadamente, eles nos tomam de assalto. Não é assim?” Balancei a cabeça concordando. Uma lágrima escorreu em minha face. Ele aprofundou: “Todas as situações complicadas que passamos na vida tem uma razão de existir. Claro que naquele momento temos uma enorme dificuldade em entender. Mas os dedos do universo são longos e somente mais à frente iremos compreender para, então, agradecer…

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Ter um firme propósito amplia nosso tempo de vida

Por Isaias Costa

Florais de Bach

Esses dias estava ouvindo um dos diversos podcasts que acompanho, que é o da Ordem Rosacruz AMORC, no qual o tema eram os “Florais de Bach”, que são essências naturais provenientes de diversas flores e tem um imenso potencial de cura de doenças e promoção de equilíbrio energético.

No podcast [link aqui], a moça que foi entrevistada contou um pouquinho da história dos Florais de Bach, que é fascinante. É tão bonita que me inspirou a escrever esse texto que você está lendo.

Ela conta que o Dr. Edward Bach, que era um médico britânico do final do século XIX, em determinado momento da sua vida, teve uma doença muito grave. Ele teve que passar por uma cirurgia delicada, na qual os cirurgiões lhe estimaram apenas um tempo de vida de 3 meses.

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A metáfora da faca e da pedra

Por Isaias Costa

Faca sendo amolada

Estava ouvindo uma excelente palestra com a professora de Filosofia da Nova Acrópole chamada Lúcia Helena Galvão sobre a temática da VONTADE, e um trecho me chamou bastante a atenção.

Ela contou uma metáfora muito didática para explicar a diferença entre as pessoas com grande força de vontade e as que têm pouca motivação no que fazem.

Ela comparou as pessoas com uma faca que está prestes a ser amolada numa pedra. Essa mesma pedra pode amolar muito bem uma faca, deixando-a afiadíssima e pronta para cortar muitas coisas, ou ela pode desgastar outra faca, deixando-a totalmente inutilizada.

Onde está a diferença entre as facas? Está no material que as compõe. A faca que se torna bem amolada tem um material forte, resistente e de qualidade. A que se desgasta e fica inutilizada tem um material frágil, maleável e de péssima qualidade.

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Como eu tenho vivido os meus dias?

Por Isaias Costa

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Pelo fato de nós sermos brasileiros e vivermos na parte ocidental do planeta, que tem uma cultura bem diferente da oriental, um dos temas que ainda é tabu até os dias atuais é a morte. Quando alguém começa a falar sobre ela, muitos fogem ou já vão desviando o assunto. Por que será hein? O que me vem logo em mente é a palavra MEDO. A gente se afasta daquilo que amedronta, e parece que o medo da morte está entre os mais agudos no ocidente.

Nos últimos dias venho refletindo bastante sobre isso, principalmente por conta de uma morte súbita que aconteceu com uma funcionária do hospital no qual a minha mãe trabalha como técnica de enfermagem.

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