Devemos aparar as arestas e bordas do nosso coração

Por Isaias Costa

Coração gelado

Muitas vezes as palavras mais simples e as reflexões mais singelas são as que mais tocam o nosso coração. Estou escrevendo esse texto com um nítido sentimento de tristeza em relação ao desenrolar das campanhas políticas no Brasil e bem próximo das eleições de 1º turno (05/10/18). Quero deixar você amigo leitor situado, caso esteja lendo esse texto um tempo depois.

Li algumas palavras da querida escritora Elizabeth Mattis-Namgyel, autora do belíssimo livro “O poder de uma pergunta aberta”, e que me deixaram bastante reflexivo a respeito desse período histórico que estamos vivenciando.

Farei uma breve reflexão a partir delas. Leia com bastante atenção!

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“Quando nosso coração se parte, é porque ele tinha arestas e bordas. Quando algo doloroso acontece, ele não tem para onde ir, então se rompe. Mas a tristeza pode crescer e amolecer nosso coração, se deixarmos. Um coração pequeno não consegue aguentar muita coisa, mas um coração grande pode aguentar muito mais. Nosso coração pode, de fato, crescer para se tornar ilimitado e dar conta de tudo o que surgir na vida, até mesmo as experiências mais dolorosas.”

Elizabeth Mattis-Namgyel

=> Clique aqui para ler o texto completo

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