Os vitrais e nossos cacos de vida

Por Isaias Costa

Vitrais bonitos

Quem lê os meus textos sabe que eu sou fã do mestre Rubem Alves e eu me encanto por praticamente todas coisas que ele também se encantava, como por exemplo, os vitrais.

Ele escreveu em diversas crônicas que uma das coisas belas das igrejas mais decoradas e das catedrais são os vitrais. Eu moro bem próximo da catedral de Fortaleza e vez ou outra fico admirando toda aquela beleza incrível.

Estava lendo uma de suas crônicas intitulada “Sobre as memórias” e achei lindo as palavras de uma amiga sua que ele compartilhou nesta crônica e me fizeram viajar nos pensamentos. Confira…

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“A vida se retrata no tempo formando um vitral, de desenho sempre incompleto, de cores variadas, brilhantes, quando passa o sol. Pedradas ao acaso acontece de partir pedaços ficando buracos, irreversíveis. Os cacos se perdem por aí. Às vezes eu encontro cacos de vida que foram meus, que foram vivos. Examino-os atentamente tentando lembrar de que resto faziam parte. Já achei caco pequeno e amarelinho que ressuscitou de mentira, um velho amigo. Achei outro pontudo e azul, que trouxe em nuvens um beijo antigo. Houve um caco vermelho que muito me fez chorar, sem que eu lembrasse de onde me pertencera.” 

=> Clique aqui para ler o texto completo 

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