Podemos decidir sobre a toxicidade do cotidiano e a nossa saúde

Por Isaias Costa

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Li algumas lindas palavras do meu amigo João Vale Neto, professor e tutor do CEBB (Centro de Estudos Budistas Bidisatva) e farei uma breve reflexão a partir delas. Confira!

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Temos que decidir sempre sobre a toxicidade e a nossa saúde. E isso não é nem de perto uma questão sobre drogas. É sobre as perspectivas mentais que nos colocamos, sobre aquilo que sempre estamos colocando para dentro. Se confiamos nas aparências, estamos fritos. Se confiamos nas de dentro, também. Porque tudo em nossa época fala de toxicidade. Quando menos esperamos, estamos esterilizando, podando, congelando, envenenando nossa experiência mais uma vez. Pactos muito profundos de subnutrição, desatenção e autossabotagem que recebemos.

Os exercícios de reorganização constante e o encontro com os espaços reflexivos e contemplativos são a ponte para aquilo que não se contamina, a saúde que nunca cessa. Não importa qual é o seu caminho, beba dessa água e se banhe com ela. Não se perca com o dolorido. Constantemente renovando-a, você vai ter as forças necessárias para seguir, lutar e partilhar o que realmente importa: somos todos fontes, gostamos de brilhar e queremos tudo que é gente feliz.

Não é sobre derrotar ninguém. É sobre, a partir da nossa cura, ajudarmos as pessoas a se curarem.

João Vale Neto

=> Clique aqui para ler o texto completo

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