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O afeto conduz a alma como os pés conduzem o corpo

Por Isaias Costa

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Esses dias, em meio a diversas leituras, eu me deparei com uma frase absolutamente maravilhosa atribuída a Santa Catarina de Siena, filósofa escolástica e teóloga do século XIV. Apesar de curta, ela pode nos levar a reflexões profundas.

Sua frase dizia o seguinte: “O afeto conduz a alma como os pés conduzem o corpo”.

Eu me senti muito tocado ao ler isso, o que me inspirou a escrever esse texto que você lê agora.

Não precisa acreditar em Deus ou ser religioso para compreender a verdade contida nessa frase. Inclusive, posso falar isso com tranquilidade, pois venho estudando Filosofia com bastante afinco e muitos teóricos falam sobre a alma sem uma conotação religiosa, entre eles o mestre Platão por exemplo.

Catarina cita o verbo conduzir, que encaixa perfeitamente na ideia que ela quis transmitir. Conduzir está ligado a sair de um ponto A em direção a um ponto B. Ou seja, está ligado a MOVIMENTO, a FLUXO, e obviamente, às MUDANÇAS.

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Benditas coisas que eu não sei

Por Isaias Costa

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Lá no começo do século XX, o grande cientista Albert Einstein desenvolveu sua teoria da relatividade geral e restrita e com essa teoria revolucionou inúmeras antigas verdades, e talvez a maior delas seja essa aqui: o tempo e o espaço são absolutos. Ele provou que NÃO. Na realidade eles são relativos!

Nessa semana estava refletindo sobre isso a partir de uma lindíssima música da Zelia Duncan que ainda não conhecia, chamada “Benditas”. A sua letra é genial e nos leva a viajar nessa relatividade do tempo. Farei uma breve reflexão a partir dela. Confira abaixo a letra completa com o vídeo…

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O verdadeiro indicador da pessoa “certa”

Por Isaias Costa

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Nós, seres humanos, parece que somos apaixonados por ilusões. Sem ilusões é como se a vida fosse um “preto no branco” para muita gente! Só pra você ter uma noção do quanto somos desequilibrados!

Quase todos os dias lembro com alegria da ideia proposta pelo querido Prof. Hermógenes, de que a religião que ele queria fundar era o desilusionismo, porque a cada vez que nos desiludimos nos aproximamos mais da nossa verdade, e estando mais próximos da verdade, estaremos mais humanizados, e por consequência, mais divinizados também. Estaremos um passinho mais perto da iluminação! Não é interessante essa ideia?

Venho nesse texto falar sobre ilusões e desilusões sobre o amor. Está preparado para ser confrontado consigo mesmo? Vamos lá…

O que me inspirou a escrever esse texto foram as sábias palavras do filósofo suíço Alain de Botton, extraídas do seu magnífico livro “O curso do amor”. Segue abaixo um trecho no qual ele fala sobre a ilusão de encontrarmos a pessoa “certa” para casarmos!

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Ninguém consegue entrar na casa do outro mantendo suas portas fechadas

Por Isaias Costa

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Esses dias li um texto que me tocou profundamente e me fez refletir sobre o quanto nós temos resistências internas ao florescimento do amor. Um texto de autoria de Juliana Santin que falava sobre a maior de todas as revoluções, que é a revolução do amor. Transcrevo abaixo o trechinho dele que me inspirou a escrever sobre esse tema.

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“Os adultos normais não gostam de si mesmos, não gostam de seus casamentos e não gostam do seu trabalho”.

Patch Adams resolveu que ia criar um hospital onde imperassem as seis qualidades que ele considera fundamentais: feliz, engraçado, amoroso, cooperativo, criativo e pensador – que, no final das contas, resumem-se mesmo em amor.

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Cada um evolui no seu tempo

Por Isaias Costa

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Um dos assuntos que mais gosto de estudar e conhecer são as Leis Universais. Sempre digo que quanto mais compreendemos essas leis, melhor vai se tornando a nossa vida. O mestre Buda sempre dizia em seus sermões que a causa de todo o nosso sofrimento é o APEGO, de todas as naturezas: ao dinheiro, à profissão, aos pais, ao esposo(a), à fama, ao status etc.

Quem quiser se tornar mais sábio e feliz precisa aprender a desapegar de tudo isso, através do amor profundo, o que não é nada fácil e principalmente, cada um aprende ao seu modo e no seu tempo. Quero refletir um pouco sobre isso com você a partir das belas palavras extraídas do texto “Amor não é troca”, do lindo site Yoskhaz.

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“A Lei da Evolução é inexorável e fará com que todos cheguem ao destino. No entanto, cada qual viajará na exata velocidade da expansão do seu nível de consciência, que se modificará, seja por gosto ou imposição. Ninguém ficará para trás, mas nem todos estarão no mesmo passo. Então, algumas separações serão inevitáveis. É preciso entender que o processo evolutivo, embora desenvolvido através do convívio social, com suas dores e delícias, onde aprendemos com uns e ensinamos a outros, é individual e intransferível. Isto explica o erro de desejar manter alguém ao nosso lado a qualquer custo ou mesmo o sofrimento ao ver o outro partir…

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Lições de amor da série “Atypical”

Por Isaias Costa

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Em 2017 iniciou-se uma série interessantíssima no Netflix chamada “Atypical”, que conta as histórias e experiências vividas pelo personagem “Sam”, que tem Autismo. É uma série que nos ensina de uma forma profunda e bem humorada como funciona a mente de uma pessoa que tem autismo. Recomendo essa série a todos, mas acima de tudo aos educadores, que lidam constantemente com alunos que tem estão dentro desse espectro.

Na 1ª Temporada há um episódio bem interessante no qual o Sam quer saber se ama a sua namorada “Paige” ou não. Então ele conversa com seus pais sobre isso, pedindo que eles falem sobre a experiência de amor deles, ou seja, o que cada um pensava a esse respeito.

Como ele é extremamente metódico e racional, escreve tudo o que os pais dizem na forma de regras. Daí ele cria as “3 regras para saber se ama a Paige”. Farei uma breve reflexão sobre elas, que achei simplesmente magníficas.

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Uma prática de cura dos relacionamentos familiares

Por Isaias Costa

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Eu conheci no final do ano passado um rapaz sensacional chamado João Vale Neto e fiquei encantado como alguém tão jovem tem tanta sabedoria. É nessa hora que vamos fortalecendo em nós a certeza de que maturidade nada tem a ver com idade. Existem jovens como ele que são infinitamente mais maduros do que idosos que não buscaram esse crescimento interior.

Li um lindo artigo escrito por ele e que foi publicado na Revista Bodisatva e me fez refletir sobre o importante tema do honrar os pais, que infelizmente não é bem compreendido, principalmente na sociedade ocidental.

Aproveito esse texto inclusive para explicar melhor algo que boa parte das pessoas não entende direito, que são as fases de desenvolvimento infantil, amplamente desenvolvidas nos livros do psicanalista Sigmund Freud. Tudo que aprendemos ao longo da infância está diretamente ligado aos nossos pais, ao que eles nos transmitiram muito mais pelo exemplo e pelo comportamento do que pelas palavras.

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Ser feliz é complexo e fácil ao mesmo tempo

Por Isaias Costa

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Provavelmente você já escutou ou leu uma famosíssima frase presente na bíblia sagrada dos cristãos em Eclesiastes ou nos Provérbios que diz: “A felicidade não é deste mundo”, não é mesmo? Você concorda com ela? Essa frase pode nos levar a grandes reflexões!

Ela é sim verdadeira, porém, existe um simbolismo por trás que precisa ser compreendido. Quando falamos “não é deste mundo” estamos nos referindo ao mundo da matéria, a tudo aquilo que perece, ou seja, que começa aqui e termina aqui, como dinheiro, viagens, carreira, status, reconhecimento, relacionamentos etc. Se você buscar a felicidade em tudo isso só terá um destino, a frustração!

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Quem é desapegado é frio?

Por Isaias Costa

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Neste momento em que escrevo esse texto estou lendo um livro muito rico de ensinamentos chamado “No coração da vida”, da querida monja budista Jetsunma Tenzin Palmo, um livro que recomendo fortemente que adquira para ler do começo ao fim.

Num determinado trecho ela falava sobre o DESAPEGO trazendo uma reflexão que muita gente se faz e que mostra o quanto verdadeiramente não sabem o que é o desapego, uma das maiores virtudes que os seres humanos podem desenvolver.

Você acha que ser desapegado é ser frio? Pode ter certeza que sua visão não será mais a mesma depois de ler as suas palavras. Confira…

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Amor de conveniência

Por Isaias Costa

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Lendo o maravilhoso livro do grande Mario Sergio Cortella “Viver em paz para morrer em paz”, eu me deparei com um texto que me fez refletir bastante, intitulado “O raio da paixão e a construção do amor”, no qual ele falava que o amor é construído no dia a dia e nas pequenas coisas, nas mais singelas possíveis é que o amor é nutrido e pode continuar forte por amor a fio. Leia com bastante atenção esse trecho logo abaixo…

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“Assim, o amor é uma sensação de pertencimento recíproco que almeja a plenitude. No fundo, o amor é uma identidade, pois eu me encontro no outro ou na outra. O amor tem turbulências, mas ele não é confrontante, e sim conflitante. O amor, ao contrário da paixão, oferece paz – sendo que paz não é ausência de conflitos, e sim a capacidade de administrar conflitos para que não haja ruptura. Assim, se você consegue guardar o meu amor, se cuida dele, eu fico. Mas, se não cuida nem guarda, eu parto. Há também os casos em que o amor não é cuidado e nem guardado, mas a pessoa resolve ficar mesmo assim. Nesses casos, isso é conveniência e não convivência.”

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