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O amor é alado

Por Isaias Costa

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Quanto mais o tempo passa e vou amadurecendo, mais eu tenho percebido que o amor profundo e verdadeiro tem uma relação estrita com a LIBERDADE. É por essas e outras que o grande Raul Seixas cantava: “O amor só dura em liberdade”…

Farei uma breve reflexão sobre o amor que dá asas e deixa a outra pessoa livre para seguir seu caminho inspirado numa frase magnífica do mestre Rubem Alves. Veja!

“Aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.”

Rubem Alves

*************

Infelizmente, a grande maioria das pessoas confunde amor com esses três sentimentos que são destrutivos: APEGO, SEGURANÇA e DEPENDÊNCIA.

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Não queira convencer ninguém sobre nada

Por Isaias Costa

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Existe um verbo que eu acho muito bonito e que, infelizmente, pouquíssimas pessoas o abordam com a profundidade que ele merece, o verbo CONVENCER.

A maior parte das pessoas tenta convencer as outras da forma errada, com imposições, com arrogância, com ameaças e por aí vai!

Eu gosto muito de conhecer as raízes das palavras e a melhor forma de compreendermos esse verbo é indo para a sua raiz. Veja!

CONVENCER = CON + VENCER = VENCER JUNTO

Quando você tenta convencer alguém sobre algo está querendo vencer junto com ela a partir do seu ponto de vista, entende? E isso é maravilhoso! O JUNTO.

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Uma interpretação da música “Quase sem querer”

Por Isaias Costa

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Uma das bandas que mais gosto de ouvir é o Legião Urbana e outro dia me veio um insight de uma das possíveis interpretações da linda música “Quase sem querer” e venho aqui compartilhar com você! Abaixo está a letra completa com o vídeo da música.

Tenho andado distraído
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso
Só que agora é diferente
Estou tão tranquilo
E tão contente

Quantas chances
desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém

Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia

 

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Por que você continua “na correria”?

Por Isaias Costa

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Esse é um texto no qual lanço um grande desafio, principalmente para as pessoas maisansiosas. Espero que não perca a sua paciência e leia até o final, OK? Não queira ler “na correria”! Rsrsrsrs

Como já falei outras vezes, eu gosto muito de observar as pessoas e seus modos de se comportarem. E é bem interessante perceber o comportamento das pessoas que “vivem na correria”.

Elas normalmente são ansiosas, tem uma respiração descompassada, ficam o tempo todo olhando o relógio, são tensas, e em muitos casos são um pouco agressivas.

A vida e as minhas experiências têm me levado a compreender que um estilo de vida como esse não leva você a desenvolver uma felicidade que independa de coisas externas, sabe? Estou falando aqui sobre FELICIDADE GENUÍNA.

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Existe um tesouro destinado a cada um

Por Isaias Costa

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Outro dia eu li uma frase extremamente inspiradora do escritor metafísico René Guénon e farei aqui uma breve reflexão sobre ela. A frase é a seguinte:

“Costuma-se dizer que, quando alguém busca um tesouro que por qualquer motivo não está destinado a ele, o ouro e as pedras preciosas se convertem diante de seus olhos em carvão e pedras vulgares.”

René Guénon

A ideia principal transmitida nesta frase é uma das máximas dos espiritualistas

“Quando o discípulo está pronto o mestre aparece” – citação oriental

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As dificuldades contribuem para o nosso desenvolvimento

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Eu gosto muito de conhecer a raiz das palavras e farei uma breve reflexão sobre uma que todos conhecem, mas poucos são os que atinam para seu profundo significado, a palavra DESENVOLVIMENTO.

Se você prestar atenção nesta palavra e dividi-la em duas, terá o seguinte.

DES + ENVOLVIMENTO

Ou seja, “des” significa negação, retirada, saída e envolvimento significa o comprometimento de um indivíduo com a atividade que está desempenhando.

Agora veja só o bacana! Só é possível que haja qualquer tipo de desenvolvimento quando antes acontece um envolvimento.

E o mais interessante de tudo é perceber que esse envolvimento e desenvolvimento ocorre através de CICLOS.

Esse texto tem certa semelhança com um dos artigos maiores do blog no qual falava sobre isso. Sua ideia complementa de forma incrível o que estou transmitindo aqui. Se você ainda não leu, segue o link abaixo.

Os nossos ciclos de evolução

Em outras palavras. Nós não podemos ficar parados, inertes na vida, se não quisermos parar de nos desenvolver. Eu tomo por mim, hoje me sinto um ser humano bem mais preparado, mais capacitado, mais cheio de recursos, do que há alguns anos, e isso é maravilhoso! Mostra que eu estou progredindo, que eu estou evoluindo.

Porém, isso aconteceu e continua acontecendo porque eu me envolvi em muita coisa e estou sempre me lançando novos desafios cada vez maiores. No momento me coloquei o desafio de ler os livros do senhor Sigmund Freud para entender melhor a mente humana! Nossa! Esse é um desafio e tanto! Estudar os escritos de um homem tão genial como ele não é pra qualquer um, estou gostando demais e está valendo muito a pena!

Esse é só um exemplo. Outro exemplo pessoal bastante enfático é com relação à espiritualidade. Sempre fui um ser humano sedento pela espiritualidade, por entender melhor como é a mente de Deus, de onde viemos, qual é a nossa natureza primordial etc. De tanto buscar entender isso e me aprofundar nessas questões, fui me envolvendo com pessoas, com doutrinas, com livros, com pensamentos dos mais diversos possíveis, e isso expandiu e continua expandindo a minha mente e também as minhas emoções, é claro!

Quero deixar bem claro que em tudo que faço, em todas as experiências que vivo, me coloco como um eterno aprendiz, e digo o mesmo para você que me lê agora. Saiba que, por mais que você estude, por mais que se aprofunde, que conheça muitas teorias, você é um ser humano, alguém cheio de defeitos, de falhas, de questões internas que precisam ser resolvidas e trabalhadas para que você se torne alguém melhor etc.

Ter essa consciência nos ajuda a utilizar o conhecimento como uma ferramenta para crescer na vida e se tornar mais sábio. Esse é meu desejo para cada um dos meus leitores, que cresçam junto comigo nessa consciência, somos e seremos sempre eternos aprendizes.

Assim que se dá o desenvolvimento, e as dificuldades, sofrimentos, angústias, medos, conflitos internos, tudo isso serve para que ultrapassemos esse envolvimento e possamos nos desenvolver.

Percebe como essa ideia é bonita e profunda? Busque a partir de hoje ver as dificuldades como oportunidades de envolvimento e desenvolvimento. Se envolva com elas, viva-as completamente, para em seguida, filtrar seus aprendizados e se desenvolver…

Para concluir, compartilho algumas palavras do mestre Dalai Lama que têm tudo a ver com o que foi exposto nesse texto…

“As dificuldades, nos forçam a exercer uma maior paciência e tolerância na vida diária, na verdade, faz-nos mais fortes e mais robustos. A partir da experiência diária de sofrimento vem uma maior capacidade para aceitar as dificuldades sem perder a sensação de calma interior. Claro, eu não defendo que se busque as dificuldades como um modo de vida, mas apenas gostaria de sugerir que, se relacionar com elas de forma construtiva, pode trazer maior força interior e coragem.”

Dalai Lama

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Conselhos para ter uma morte pacificada

Por Isaias Costa

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Falar sobre a morte quase sempre assusta as pessoas, mas eu não entendo porque temos tanto medo de uma coisa tão natural e certa na vida de qualquer ser humano. Eu aprendi a ver a morte com olhos bem mais profundos e sei que ela faz parte da vida, ela está completamente interligada com a vida e, por incrível que pareça, dá mais sentido a ela.

A certeza da morte dá sentido à vida

Hoje compartilho algumas palavras do mestre Dalai Lama dando conselhos de como ter uma morte pacificada:

“Tendo a pensar a morte como sendo uma mudança de roupas quando elas estão velhas e usadas, ao invés de um final definitivo. Ainda assim, a morte é imprevisível: não sabemos quando ou como vai acontecer. Por isso é sensato tomar certas precauções antes que ela aconteça de fato. Naturalmente, a maioria de nós gostaria de ter uma morte pacífica, mas também é claro que não podemos esperar morrer pacificamente se nossas vidas forem cheias de violência, ou se nossas mentes tiverem sempre agitadas por emoções como a raiva, o apego ou o medo. Então se desejamos morrer bem, devemos aprender como viver bem: esperando por uma morte pacífica, devemos cultivar paz em nossa mente e em nosso modo de viver”.

Eu amei estas palavras e vi o quanto elas são verdadeiras. A morte é IMPREVISÍVEL, ela pode nos pegar de surpresa, pode vir quando menos esperamos. Então, sabendo de sua imprevisibilidade, penso ser de suma importância a prática da serenidade, a busca pela verdadeira felicidade, o cuidado com a mente, com a saúde do corpo, o cultivo de amizades verdadeiras, a busca por uma espiritualidade etc. Tudo isso pode nos ajudar a ter mais HARMONIA e, consequentemente, mais saúde, equilíbrio, paz de espírito…

Estas palavras simples do Dalai Lama são postas em prática por um número muito pequeno de pessoas, o que é uma pena, pois seguir esses conselhos pode nos ajudar a ter uma qualidade de vida muito maior. É impressionante o que ele fala sobre os nossos pensamentos! Eu sempre falo que a  nossa vida é resultado dos nossos pensamentos, daquilo que nutrimos diariamente. Se nutrimos bons pensamentos, alegria, amor, compaixão etc, isso se refletirá na nossa vida como um todo, e seguindo desta forma até a velhice, certamente teremos uma morte mais pacífica.

Aquelas pessoas que passam a vida inteira guardando mágoas, raivas, rancores, ódios, acabam morrendo doentes fisicamente e cheias de arrependimentos. Elas passam meses ou mesmo anos sofrendo antes de partir. Isso é triste, mas ao mesmo tempo completamente evitável. Para evitar esse destino, basta buscar aquilo que já citei anteriormente, não é tão fácil, mais é extremamente recompensador, tanto para si, como para os outros. Eu sou bem jovem, mas desde cedo procurei nutrir bons pensamentos, amar e ser amado, construir bons relacionamentos, boas amizades etc. Tenho certeza que continuando assim por toda a vida, muito provavelmente terei uma morte pacífica…

Busque colocar em prática esses ensinamentos tão simples e ao mesmo tempo tão profundos. Seguindo tais conselhos, a nossa vida ganhará um enorme salto de qualidade e a nossa morte será uma divina passagem para o desconhecido… Pense sobre isso…

* Para ouvir a leitura desse texto basta clicar [aqui]

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Uma revolução espiritual

Por Isaias Costa

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O mestre Dalai Lama, em seu livro “Uma ética para o novo milênio”, explica que para mudarmos os rumos do mundo para melhor é necessário haver uma revolução espiritual, o que concordo plenamente. Transcrevo uma pequena parte deste livro no qual ele fala sobre isso:

“A meu ver, nossa ênfase excessiva em ganho material reflete a suposição de que aquilo que se pode comprar é capaz de, por si só, nos proporcionar toda satisfação que esperamos. Entretanto, por natureza, a satisfação que o ganho material nos oferece está limitada aos sentidos. Isso seria ótimo se nós, seres humanos, fôssemos iguais aos animais.

Porém, dada a complexidade de nossa espécie- em especial o fato de termos pensamentos e emoções, bem como a capacidade de imaginar e de criticar-, é óbvio que nossas necessidades transcendem o que é meramente sensual. A ansiedade, o estresse, a confusão, a insegurança e a depressão que prevalecem entre aqueles cujas necessidades básicas foram satisfeitas são uma clara indicação desse fato.

Nossos problemas, tanto aqueles que enfrentamos exteriormente –como as guerras, os crimes e a violência – quanto os que enfrentamos interiormente – nossos sofrimentos emocionais e psicológicos -, não podem ser solucionados enquanto não cuidarmos do que foi negligenciado.

O descaso pela dimensão interior do homem fez com que todos os grandes movimentos dos últimos cem anos ou mais – democracia, liberalismo, socialismo- tenham deixado de produzir os benefícios que deveriam ter proporcionado ao mundo, apesar de tantas ideias maravilhosas.

Uma revolução se faz necessária, com toda a certeza. Mas não uma revolução política, ou econômica, ou mesmo tecnológica. Já tivemos experiências demais com todas elas durante o último século para saber que uma abordagem meramente externa não basta. O que proponho é uma revolução espiritual.”

            Essa reflexão do Dalai Lama é extremamente profunda. Eu penso no que ele falou da seguinte forma, se já foram feitas revoluções políticas, econômicas e tecnológicas e o mundo continua em profundo desequilíbrio, não adianta continuar seguindo por esse caminho, porque tudo vai continuar do mesmo jeito ou até piorar, concorda?

Nessa hora, sempre me vem em mente a célebre frase do grande Albert Einstein e que não me canso de repetir: “Insanidade é fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”. É isso que vem acontecendo no mundo inteiro por séculos e séculos, as pessoas ainda não aprenderam a se voltar para dentro delas mesmas na busca espiritual, no crescimento interior. Se assim o fizessem, nosso mundo certamente seria bem mais equilibrado.

Porém, o Dalai Lama tocou em uma questão crucial e impede que isso aconteça, a enorme ênfase dada aos ganhos materiais, que só preenchem nossos desejos sensoriais, mas jamais preenchem o nosso interior, o dinheiro e o poder não conseguem alimentar a nossa alma, ela só pode ser alimentada com espiritualidade. Assim como os alimentos nutrem o corpo, a espiritualidade nutre a alma, e nós só podemos atingir o equilíbrio quando o corpo, a alma e o espírito estão nutridos com o alimento certo, entende? Muitos querem nutrir a alma com dinheiro, e o resultado se reflete pelo mundo afora: guerras, desamor, competições, ódios, vinganças etc.

É possível mudar essa história! Como? Faço minhas as palavras do grande Dalai Lama, ele sempre fala em suas conferências que mudamos o mundo a partir da nossa mente e da responsabilidade universal, ou seja, cada indivíduo deve fazer a sua parte com o bem, deve procurar ao máximo ser bondoso, compassivo, altruísta, mas se isso não for possível, que pelo menos não faça o mal. Eu acabei de descrever em poucas palavras a base das práticas budistas, que admiro profundamente. Lembre-se sempre: “Se você não pode fazer o bem a alguém, que pelo menos não faça o mal”. Isso é espiritualidade! O que estou falando aqui transcende a esfera religiosa, está no campo dos princípios humanos e da ética. Quero aproveitar para deixar essa belíssima sugestão de leitura, o livro “Uma ética para o novo milênio”, do Dalai Lama, foi este livro que me inspirou a escrever esse texto.

Busquemos crescer na espiritualidade! Eu acredito profundamente que essa é verdadeiramente a revolução que esse mundo precisa para atingir o equilíbrio. Pense sobre isso…

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Violência é um sinal de fraqueza e desespero

Por Isaias Costa

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“Violência não é um sinal de força. É um sinal de fraqueza e desespero”. Essa frase do Dalai Lama é simplesmente magnífica e tem muito a nos ensinar. Quero lhe levar a refletir um pouco sobre ela junto comigo.

Se você prestar atenção, todas as pessoas que são violentas estão com sentimentos de raiva que foram acumulados e acabaram explodindo. Existem as pessoas que explodem rapidamente e outras que levam mais tempo, mas sempre a raiva externalizada começou no interior de todas elas.

O próprio Dalai Lama sempre fala isso, não há problema nenhum em sentir raiva, é um sentimento que faz parte do ser humano. O grande problema está em se APEGAR À RAIVA.O grande exercício de autoconhecimento com relação à raiva é deixar que ela venha, passe pela gente e depois vá embora da mesma forma que chegou, como se fosse uma nuvem passageira.

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A paz conquistada pelo autoconhecimento

Por Isaias Costa

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Lendo as sábias palavras do místico indiano Krishnamurti, fiquei refletindo sobre a importância do autoconhecimento na transformação da nossa vida. A verdadeira paz só pode ser conquistada através do autoconhecimento. Vamos a ela?

“O autoconhecimento é infinito; nunca se chega a um remate, nunca se chega a uma conclusão. É um rio sem fim. Estudando-o e penetrando-o mais e mais, encontramos a paz. Só quando a mente está tranquila – em virtude do autoconhecimento e não em autodisciplina – só então, nessa tranquilidade, nesse silêncio, pode manifestar-se a realidade. Só então pode haver bem-aventurança, ação criadora. E se, sem termos essa compreensão, esta experiência, pomo-nos a ler livros, a assistir a conferências, a fazer propaganda, isso me parece extremamente infantil, uma simples atividade sem muita significação. Mas se, ao contrário, o indivíduo for capaz de compreender a si mesmo e, por conseguinte, de fazer nascer aquela felicidade criadora, aquele experimentar de algo não produzido pela mente, então talvez possa haver uma transformação imediata das relações, ao redor de nós, e, por conseguinte, no mundo em que vivemos.”

Krishnamurti

Ao ler essas palavras, eu me transportei para minha adolescência, tempo no qual comecei a me tornar um cara extremamente tímido e fechado no meu mundo. Lembro que, mesmo com todo meu isolamento, já buscava, de certa forma, as mesmas leituras que me preenchem hoje. Com uma diferença básica e extremamente importante, eu não me conhecia nem um pouco.

Em resumo, praticamente a maior parte dos livros que eu li nessa época não me serviram de muita coisa, porque, como até eu já disse em um texto mais antigo do blog, eu buscava os estudos e as leituras como um mecanismo de fuga para uma área da minha vida em que não era desenvolvido, os relacionamentos interpessoais.

Só depois de muitos sofrimentos e quedas na vida, comecei a, de fato, silenciar o meu coração e me aquietar para conseguir ouvir o que ele tinha para me dizer. Foi assim, que pouco a pouco fui me conhecendo e explorando meus potenciais.

Tem um detalhe interessante que eu nunca falei por aqui, mas que mostra essa mudança de vida através do autoconhecimento. Na minha adolescência, eu li diversos livros, sem conseguir retirar deles os seus ensinamentos. Grandes nomes como Dalai Lama, Osho, Brian Weiss, Taylor Caldwell entre outros, faziam parte das minhas leituras, mas o que ficou desta época? Quase nada.

Praticamente todos esses livros foram relidos depois de alguns anos, principalmente os do Dalai Lama. Algumas vezes eu cheguei até a dizer esse absurdo aqui: “Não gostei não. Os livros desse senhor são autoajuda barata. Eu lá vou ler isso…”. Só para você ter uma noção do tamanho da minha ignorância na época.

Hoje, se você der uma pesquisada no blog, vai perceber que escrevi dezenas de textos inspirados nele e o tenho como uma das minhas maiores referências na vida. Procuro vivenciar os princípios da compaixão que tão bem ele nos ensina. Grande Dalai Lama!

Hoje eu já me conheço muito mais e sei que estou no caminho certo. Descobri meus maiores talentos e estou desenvolvendo-os pouco a pouco. Desta forma, como o próprio Krishnamurti diz, nasceu em mim essa felicidade criadora. Isso é muito interessante, além dos textos que escrevo, nasceu em mim essa felicidade expandida, que as pessoas sentem quando vou até o encontro delas.

Quero com esse pequeno texto apenas lhe levar a refletir um pouco sobre isso. O autoconhecimento é uma busca absolutamente individual. Não adianta querer ser igual ao fulaninho ou ciclaninho, porque você é você. O verdadeiro autoconhecimento nos leva a sermos cada vez mais AUTÊNTICOS. Seja autêntico, seja você mesmo, e assim, a paz se instalará no mais profundo do seu ser e você passará a ser um agente transformador nesse mundo. Sua presença vai fazer diferença onde você for e seu jeito de ser inspirará os outros a também buscarem esse autoconhecimento. Acredite! É assim! Vivencie e você será prova viva do que estou dizendo aqui…

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