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Saber não é meio caminho andado, e sim o fazer

Por Isaias Costa

Nesses dias estava assistindo a uma live com o empresário Flavio Passos e a nutricionista Roberta Carbonari e uma fala dela me fez refletir imensamente. Ela sempre comenta com os seus clientes que o saber não é meio caminho andado, e sim o fazer. A outra metade do caminho está no perseverar, na manutenção daquilo que você sabe que faz bem e traz melhoria de vida.

Uau! Isso se aplica nas mais diversas áreas da vida. Vou nesse breve texto trazer apenas alguns exemplos. Quero começar com o que faz parte do meu dia a dia, o ensino. Se você apenas estuda um conteúdo, seja ele qual for, você não pode afirmar que já aprendeu aquele conteúdo até que o ensine pra outra pessoa de uma maneira simples e compreensível.

Detalhe! Com esse exemplo não estou querendo dizer que você precisa se tornar um professor ou professora ok? É simplesmente expressar o que se aprendeu com outra pessoa. Pode ser simplesmente uma conversa com um amigo ou um grupo de amigos. O exemplo da nutrição, que é a área da Roberta, é ótimo. Você passa a introduzir novos hábitos na vida e está sentindo os benefícios disso. Você de fato aprendeu esses novos hábitos se mesmo que ao seu redor outras pessoas queiram te “botar pra trás” como se diz popularmente, ainda assim, você se mantém firme e forte nos seus ideais. Dessa forma você pode inclusive se tornar um exemplo, uma pessoa que ensina pelo que faz e não pelo que fala, o que é absurdamente mais convincente…

Outro exemplo é a escolha por não se deixar levar pela negatividade ou pelo vitimismo, que infelizmente são extremamente comuns. Não adianta nada você saber o quanto isso é prejudicial em amplo sentido se no dia a dia não fizer um movimento consciente de agir de uma outra forma, com mais protagonismo e autorresponsabilidade. O ideal é sempre que se perceber entrando nessa vibe negativa dizer a isso mesmo: “Opa! Isaias! O que é isso hein? Está nessa vibe por quê? Vamos sair disso agora mesmo?”. E traz pra si algo que impulsione no sentido da positividade, da maturidade emocional. Caminhos para isso existem aos montes: meditação, boas leituras, fazer alguma atividade física, contemplar a natureza etc.

É muito fácil a gente compreender o quanto o mero saber não nos dá sustentação. Se você conversar com as pessoas você vai perceber elas dizendo: “Eu sei que preciso ser mais paciente, mais tolerante”, “Eu sei que preciso parar de me irritar a toda hora”, “Eu sei que preciso mudar de emprego”, “Eu sei que preciso me impor mais”, “Eu sei que preciso fazer alguma atividade física”, “Eu sei que preciso dormir um pouco mais cedo”, “Eu sei que preciso me desconectar mais do Instagram”, “Eu sei que preciso me alimentar de forma mais natural”

Se as pessoas sabem de tudo isso, então por que não colocam em prática? Exatamente porque o saber é uma fração muito pequena do todo. Depois de ouvir a Roberta, eu mudei minha perspectiva e penso que o saber seja algo em torno de um 10% apenas sabia? Os outros 40% é exatamente o poder de decisão, de vontade, que nos leva à ação. E os outros 50% está na perseverança, palavra que amo de paixão e não canso de repetir o seu significado, significa “por ser verdadeiro”.

Quando nós percebemos o quanto estamos melhores depois de mudar alguns hábitos, não queremos mais voltar atrás. Só pensamos no “pra frente”, ser melhor e melhor a cada dia. Aí pronto! Nessa hora já temos instalado um bom hábito.

Espero que esse insight compartilhado hoje ajude você a ser mais amoroso consigo mesmo e coloque o fazer num patamar bem acima do saber puramente racional. Sigamos juntos nesse caminho infinito rumo à plenitude do nosso ser…

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P.S. Breve podcast com reflexões a partir desse texto! Confira!

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A experiência da beleza tem de vir antes

Por Isaias Costa

“Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes”.

Rubem Alves

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Nessas poucas palavras, o mestre Rubem Alves está nos contando um dos maiores segredos para uma Educação eficaz e de qualidade.

Ele mesmo vivia questionando em textos e entrevistas o porquê de a garotada ter que estudar dígrafos, palavras proparoxítonas, ou orações subordinadas substantivas subjetivas, se para escrever ninguém precisa disso de verdade! Ele até brincava que escrevia bem, mas nunca aprendeu essas coisas!

O mesmo pode ser levado para outras áreas e conhecimentos. Em Química, por exemplo, se você ficar estudando todas aquelas abstrações sobre reações, ou cadeias carbônicas, ou eletrólise, sem dar nenhum contexto, sem tornar tudo aquilo mais divertido e palatável, pouquíssimos serão os alunos que vão se interessar em aprender!

Eu mesmo, hoje em dia aprendi a gostar de Química porque passei a ler e conhecer muitas aplicações bem interessantes dos conhecimentos que adquirimos no ensino médio.

Na época da escola eu detestava Química, e hoje eu tenho noção de que parte disso tem a ver com as exigências de estudar pra fazer uma prova e tirar nota boa. Esse modelo de provas ainda precisa de tantos ajustes, de tantas melhorias, que nem trarei com mais detalhes nesse texto para que ele não fique gigantesco…

Quero me focar na palavra chave que o Rubem usou. BELEZA! Pouca gente conhece uma das raízes etimológicas mais incríveis dessa palavra, que diz: “beleza é o lugar onde Deus brilha”.

Percebe a profundidade desse significado? Deus brilha numa bela pintura, num nascer ou por do sol, nos pássaros que cantam e que fazem seus ninhos nos galhos das árvores, no sorriso de uma criança pequena, numa brincadeira de criança etc.

A beleza é o que pode nos instigar a ir além, a expandir nossos limites, a querer conhecer mais e melhor! Ele traz esse exemplo da música que considero formidável. É muito difícil se dedicar a aprender um instrumento se você antes não aprecia algum músico simplesmente perdendo a noção do tempo ao se integrar com o instrumento, entoando belos sons!

Quando estamos numa experiência como essa, nosso coração pode vibrar diferente, aí pode surgir o pensamento: “Uau! Um dia eu vou tocar no mínimo de um jeito parecido com essa pessoa”.

E o mais divertido é que existem belezas infinitas, levando pra música isso está ligado aos estilos musicais e também aos trocentos instrumentos diferentes que existem e podemos nos interessar!

Que esse breve texto lhe motive a buscar a beleza e encontrar tudo aquilo que reflete esse brilho de Deus! Dessa perspectiva, a vida se torna absolutamente encantadora…

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A autenticidade é o caminho da verdade pessoal

Por Isaias Costa

“Para ser autêntica, a pessoa precisa não ter medo. E essa é uma das leis fundamentais da vida: tudo aquilo que você esconde, se for errado, continuará crescendo. Aquilo que você expõe, se for errado, desaparece, evapora ao sol, e se for correto será nutrido. Exatamente o oposto ocorre quando você esconde alguma coisa correta, ela começa a morrer porque não está sendo nutrida. Ela precisa do vento, da chuva e do sol. Ela precisa de toda a natureza disponível para ela. Ela consegue crescer somente com a verdade, ela se alimenta com a verdade. Pare de lhe dar seu alimento e ela começa a diminuir.

E as pessoas estão acabando com aquilo que é real nelas e reforçando aquilo que não é real. A sua face não verdadeira se alimenta com mentiras, por isso você tem que continuar inventando mais e mais mentiras. Para dar sustentação a uma mentira você terá que mentir cem vezes mais, porque uma mentira só pode ser sustentada por mentiras ainda maiores. Assim, quando você se esconde atrás de fachadas, o real começa a morrer e o não real prospera, torna-se mais robusto. Se você se expuser, o não verdadeiro irá morrer, ele estará pronto para morrer, porque o não verdadeiro não consegue permanecer no aberto. Ele consegue permanecer apenas em sigilo, na escuridão, nos túneis da sua inconsciência. Se você o trouxer à consciência, ele começará a evaporar.

Osho

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São muito certeiras essas palavras do Osho! Ele está falando sobre uma das maiores riquezas que o ser humano pode desenvolver: a autenticidade!

Eu amo conhecer as raízes das palavras e autenticidade significa “viver de acordo com o ser original, primordial”. Percebe como isso é bonito? Eu quero a cada dia mais viver de acordo com o meu ser original, que pelo menos nessa encarnação na qual eu vim com esse nome de Isaias, tem uma conexão profunda com a espiritualidade e com o servir através da Educação!

Inclusive relendo as palavras do Osho eu lembrei do que a querida profa. Lucia Helena Galvão questiona nas suas palestras. Ela costuma dizer: “Se eu fizer tal coisa, isso me aproxima dos meus valores e princípios ou me afasta?”. Se a resposta for SIM, ótimo, sigo em frente! Se a resposta for não, eu posso até seguir em frente também, mas eu estarei certamente me distanciando do meu ser primordial! Isso é super simples de ser compreendido. Mas por que será que mesmo sendo simples, muitas vezes a gente não consegue seguir dessa forma?

Penso que isso tem a ver com as nossas ilusões. Todos viemos pra esse mundo ingênuos, com total abertura de coração e de mente e sem querer nós somos condicionados a acreditar e viver de uma forma que limita os nossos potenciais e nossa natureza primordial. Dessa forma, precisamos de um intenso trabalho interno de reconexão com o nosso ser para que ele venha a tona! É a tal da autenticidade!

Trata-se de um caminho para a vida toda. Sempre podemos ser um pouquinho mais autênticos e cada passinho de crescimento nessa direção também é um passinho a mais no coletivo, no todo, que refletirá a beleza dessa nossa autenticidade!

Lembra que o Osho diz que o que damos energia tende a crescer? É assim com tudo na natureza! Já pensou o quanto o mundo seria um paraíso se cada um de nós estivesse fazendo exatamente aquilo que veio para fazer? Sendo quem realmente viemos para ser? Uau! Seria um paraíso belíssimo!

Se você ainda não descobriu esse ser primordial que está dentro de si meio escondido, repito o que o Osho sempre dizia: “Continue buscando! Continue mergulhando dentro de si mesmo!”.

Com diz aquele velho ditado: “Quem procura, acha!”. E não há nada mais bonito do que achar o nosso ser primordial…

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Você quer ser lembrado por muito tempo?

Por Isaias Costa

“Quando morremos, existem duas coisas que podemos deixar depois de nós: genes e memes. Nós fomos construídos como maquinas de genes, criados para passar adiante nossos genes. Mas esse aspecto nosso estará esquecido em três gerações. O seu filho, ou mesmo o seu neto, pode apresentar alguma semelhança com você, em traços faciais talvez, no talento para a música, na cor dos cabelos. Mas, a cada geração que passa, a contribuição dos seus genes é cortada pela metade. Não demora muito até que chegue a proporções negligenciáveis […] Mas, se você contribuir para a cultura mundial, se tiver uma boa ideia, compuser uma melodia, inventar um artefato tecnológico, escrever um poema, isso poderá prosseguir vivendo, incólume, até muito tempo depois que seus genes tiverem se dissolvido no reservatório comum. Sócrates pode ou não ter ainda um ou dois genes hoje ainda vivos no mundo, mas quem se importa? Os feixes de memes de Sócrates, Leonardo, Copérnico e Marconi continuam vigorosamente ativos.”

Richard Dawkins

É muito interessante o que o Dawkins traz com essa reflexão do seu famoso livro “O gene egoísta”. Uma das coisas que eu mais escuto por aí e que sempre questionei é com relação a ter filhos como uma espécie de propagação dos genes e manter viva a família pelo maior tempo possível!

Pois é! Dentro de poucas gerações, ninguém nem sequer lembrará o nosso nome. Porém, se deixarmos algo que possa ter uma duração no tempo muito maior, como é o caso das grandes ideias, dos belos livros que se transformam em clássicos, assim nós perduraremos por muito mais tempo. Algo de nós ainda estará presente com a possibilidade de até mesmo durar por séculos!

Isso é maravilhoso! Inclusive, só a título de curiosidade! Quase ninguém sabe, mas a popularização do termo MEME se deu após o sucesso desse livro! A palavra “meme” significa: “aquilo que é replicado”. Ou seja, é algo que impacta positivamente (e às vezes negativamente) tantas pessoas que gera o efeito viralização! Bacana não é?

Eu tenho um imenso prazer em escrever exatamente por causa disso. Enquanto existir a internet, milhares de pessoas poderão ser beneficiadas pelo que escrevo e estarei, mesmo que parta desse mundo, contribuindo com suas vidas de alguma forma. É aquela ideia do legado! A cada novo texto que publico é uma parte a mais desse meu legado que vou deixando para as pessoas!

Tenho consciência de que minha contribuição está a zilhões de anos-luz de distância desses grandes mestres que o Dawkins cita, mas fico tranquilo e sereno, porque sei que é o meu melhor e se trata de um processo constante de aprimoramento. Enquanto há vida, sempre podemos agregar mais e melhor ao mundo que nos rodeia! E isso é o que mais desejo para a minha!

E você? O que toda essa reflexão desperta em seu coração? Como você tem levado a sua vida? Como seria a sua vida deixando algo que pode durar por várias gerações a sua frente?…

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O ser vem sempre antes do fazer

Por Isaias Costa

“Você está aqui para realizar um propósito interno e externo. O propósito externo tem a ver com o fazer e o propósito interno com o Ser.

O propósito externo é sempre secundário. Já o propósito interno é primário, fundamental e essencial para que a sua existência se expanda e tenha sentindo.

Se você tentar atingir o seu propósito externo, sem atingir o propósito interno, mesmo que conquiste uma certa quantidade de coisas no campo material, sua vida ainda carecerá de sentido.Ser é a prioridade do seu espírito, mesmo que não saiba disso.

Quando você focaliza a sua atenção para atingir o propósito interno, naturalmente você realiza o seu propósito externo e descobre exatamente o que veio fazer neste mundo.

Para realizar o seu propósito interno, você terá que transcender as forças retalhadoras do mundo e do mental coletivo que o pressionam e tentam estilhaçar a sua integridade para se tornar um pequenino “eu” sofredor e que depende emocionalmente de tudo.

Comece já a trilhar o caminho da sua natureza, pratique a arte da autonomia emocional, por que a sua liberdade começa a partir do momento que alcance autonomia emocional. É na liberdade que você descobre o seu Ser. E só estando livre poderá amar de verdade.”

Horácio Frazão

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Quanto mais o tempo passa, mais essa verdade se torna real e internalizada em mim. Antes de eu fazer qualquer coisa sempre me pergunto: “Isso está conectado com o meu ser? Com quem sou de verdade?”. Se não está nem sequer cogito a possibilidade de começar!

Esse pequeno texto do Horácio pode até nos levar a refletir sobre as milhões pessoas que tem muita iniciativa, mas pouca acabativa! Começam mil e um projetos, mas não seguem adiante porque falta esse ponto principal que é o SER.

Qualquer coisa que fizermos pensando apenas no ter é muito pequeno, porque as coisas puramente materiais são perecíveis. Começam e terminam aqui, não podemos levar com a gente depois que vamos embora desse mundo!

Precisamos nos focar naquilo que levamos para sempre como registros de alma, que são os afetos, os momentos inesquecíveis que compartilhamos com as pessoas queridas que cruzam o nosso caminho.

É muito real o que ele diz sobre priorizar o ser. Quando o fazemos, naturalmente vamos descobrindo o porquê e para que viemos pra esse mundo!

Também já tive muitos momentos de deserto pessoal, inclusive tive uma depressão bem forte em 2009 que já comentei diversas vezes por aqui! Era o meu ser que estava completamente desconectado do meu propósito de alma, que está voltado para a EDUCAÇÃO.

Escrever é uma forma de Educação, pois a cada texto estou ensinando algo bom, transmitindo conhecimentos e vivências que certamente podem auxiliar a vida de muitas pessoas que se conectarem a eles!

Agora leve esse questionamento para a sua vida! Quando você silencia todos os barulhos da sua mente e pensa no que faz a sua alma queimar de alegria, o que vem? O que você sente? É a conexão profunda com esse sentimento que lhe indicará o caminho, é o seu SER falando para onde você deve seguir! Basta que tenha essa coragem e determinação para seguir por esse caminho de alma.

É normal que o medo venha ou você se sinta inseguro em muitos casos, mas é assim mesmo! Nessa hora uso uma das máximas da espiritualidade que só ela já vale por esse texto inteiro: “Quando você segue o seu coração mas não vê a ponte diante do abismo à sua frente. Dê um salto de coragem que a ponte aparece”.

Claro que se trata de uma linguagem metafórica, mas que é muito bonita. A  nossa trilha vai sendo criada a medida em que caminhamos…

Portanto! Siga a sua alma, siga o que arde no seu coração. Pois o ser vai lhe levar naturalmente ao fazer e ao ter…

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Um novo olhar sobre o entretenimento

Por Isaias Costa

Esses dias me peguei refletindo sobre o verbo “entreter” e o que se deriva dele, o “entretenimento”. Que significa basicamente ter momentos de desopilar, ou se divertir.

Não sei se alguém já refletiu sobre esse verbo fazendo esse trocadilho, mas eu o achei super coerente. Perceba! ENTRE + TER. Ou seja, a gente se entretém quando está no intervalo do nosso trabalho, da nossa labuta diária. O que, se prestarmos mais atenção, pode ser visto como uma espécie de fuga, uma espécie de desconexão da realidade, do aqui e agora.

Eu amo as raízes das palavras. Entretenimento é sinônimo de diversão no dicionário. Veja só! Diversão em sua raiz significa “duas versões”. Tem tudo a ver com entreter. É como se uma versão de mim ficasse reservada para o trabalho e outra versão para a vida fora do trabalho.

Será que precisa realmente ser assim? Quero lhe levar a questionar isso! Há muitos anos eu venho conscientemente buscando trabalhar com o que eu amo, que é a EDUCAÇÃO. Minha vida como um todo está em contribuir pela educação com o máximo de pessoas que eu puder.

Mesmo quando busco algo pra me divertir, busco coisas que sejam inteligentes e que contribuam de alguma forma com o meu crescimento humano.

Por exemplo! Se no seu entretenimento você faz uma viagem de final de semana. Que tal visitar algum museu e conhecer mais a história daquela cidade? Ou então relaxar ficando mais em contato com a natureza? Isso é uma forma magnífica de transformar o entretenimento em algo significativo entende?

No meu caso, um dos meus entretenimentos é andar de bicicleta pelas ruas da minha cidade. Uau! Nesses momentos eu me desconecto dos estresses do dia a dia, tenho profundos insights muitas vezes e ainda melhoro meu condicionamento físico e minha saúde!

Leve essas reflexões para o seu contexto e se questione. Será que você está se entretendo apenas para se desconectar do seu personagem trabalho? Ou se entretem com algo que está além do mero ter?…

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Somos todos pecinhas de um imenso quebra-cabeça

Por Isaias Costa

Recentemente, assistindo a uma live do empreendedor Pedro Superti no Instagram, fiquei refletindo bastante sobre uma linda metáfora que ele trouxe e quero compartilhar com vocês. Ele comentava que somos todos como pecinhas de um imenso quebra-cabeça chamado humanidade!

Desde criança sempre amei os quebra-cabeças, ficava às vezes horas montando e desmontando. E veja que interessante! Quanto menos peças ele tem mais fácil e rápido para montá-lo, porém, quando aumentamos o número de peças vai ficando cada vez mais difícil e demorado para montá-lo!

Agora imagine que você tem um quebra-cabeça com quase 8 bilhões de peças. Uau! Você tem ideia do tempo que iria se levar para montá-lo completamente? Foi essa a proposta que o Pedro levantou.

Cada um de nós como seres humanos encarnados viemos para o planeta Terra com uma missão de vida muito clara, sendo esta missão única e insubstituível. E me utilizando da linguagem reencarnacionista, se nesta encarnação não conseguimos dar conta daquilo que viemos para manifestar, é como se repetíssemos de ano e teremos que retornar quantas vezes forem necessárias para que finalmente recordemos nossa missão e assim não mais percamos tempo…

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Ideias geniais contidas na crônica “Ostra feliz não faz pérola” de Rubem Alves

Por Isaias Costa

Esses dias estava assistindo a uma Live super bacana no Youtube com a Mariana Alves (neta do Rubem Alves) e a Raquel Alves (filha dele), no seu canal chamado “Arquiteta do sensível” e fiquei encantado com tudo que foi dito a respeito do livro “Ostra feliz não faz pérola” e da sabedoria do mestre Rubem Alves.

Num determinado trecho da Live, a Mariana falou algo sobre a crônica “Ostra feliz não faz pérola” que até então não tinha pensado e venho compartilhar com todos vocês nesse texto. Ela comentou que as ostras, de um modo geral, ficam bastante tempo com suas conchas abertas, mesmo com a possibilidade real de a qualquer momento algum grão de areia entre na sua carne frágil e cause uma dor imensa, dor esta que faz com que ela produza uma pérola para sarar o desconforto gerado pelo grão de areia.

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Um caminho possível para tornar o Ensino à Distância mais viável

Por Isaias Costa

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Um dos grandes dilemas que o Brasil está passando no meio dessa pandemia do coronavírus é o EAD (Ensino à Distância). Quero nesse breve texto levantar uma reflexão sobre um dos maiores empecilhos para que ele aconteça de forma efetiva: os milhões de estudantes que não têm computador ou acesso à internet.

Eu me inspirei em diversas falas da querida Profa. Viviane Mosé nas Lives pelo Instagram. É compreensível dizer que não se pode ter as aulas remotas porque milhões de alunos não têm computador ou acesso à internet e por isso o melhor é esperar que a pandemia arrefeça para só então retornar às aulas presenciais.

Ok! Caso a pandemia durasse apenas 1 ou 2 meses essa seria uma solução perfeitamente viável, porém, o que complica é que o coronavírus tem se mostrado não só no Brasil, mas no mundo todo, bem mais contagioso e letal do que se podia pensar no começo de 2020.

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Ri-se da cicatriz quem nunca foi ferido

Por Isaias Costa

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Como diz um recente artigo do jornal El País, os EUA vivem a maior crise racial desde a morte de Martin Luther King. O que vemos pelos telejornais é apenas um recorte bem pequeno da efervescência das manifestações contra o racismo que vem acontecendo nos últimos dias.

Falar sobre essa temática é delicadíssimo e considero super necessário. As palavras lúcidas do filósofo Mario Sergio Cortella me inspiraram a pensar melhor sobre o que vêm acontecendo. Confira…

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Ter a capacidade de se afetar pelo sofrimento à nossa volta e ter a sensibilidade de não menosprezar aquela condição. Cada indivíduo, em tempos difíceis, tem os seus sofrimentos, os seus transtornos. Há, no entanto, pessoas que são vitimadas pelas situações de modo mais perene e com dores mais profundas.

Isso significa que há uma honradez na compaixão, que não é ter pena de alguém, mas a possibilidade de uma sintonia, de uma empatia com aquela forma de desconforto, de dificuldade. E também pela iniciativa de dar o passo seguinte, que é procurar ajudar as pessoas nessa condição.

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