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Quem controla os sentimentos segue a verdade

Por Isaias Costa

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Um dos mestres que mais me ensina a ser uma pessoa melhor e sentir a presença de Deus em tudo é o grande Paramahansa Yogananda. Inspirado nas suas palavras, venho nesse texto refletir um pouco com você sobre seguirmos a verdade e o bem que fazemos à humanidade com essa postura.

As palavras que transcrevi abaixo foram extraídas do seu livro “O Romance com Deus”. Leia-as com bastante atenção…

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“É bom ser agradável e simpático, se seu comportamento for sincero. Mas concordar com todos, o tempo todo, porque tem receio de dizer a verdade para não desagradar não pode ser chamado de controle dos sentimentos. Quem o possui segue a verdade, difundindo-a onde pode, mas evitando irritar desnecessariamente os que não são receptivos. Esta pessoa sabe quando falar e quando calar, mas nunca compromete seus próprios ideais nem sua paz interior, sendo uma grande força para elevação do bem maior no mundo.”

Paramahansa Yogananda

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A negligência do brasileiro em geral

Por Simone Oliveira

Há muito tempo tenho estado a analisar o comportamento das pessoas ao meu redor de modo mais profundo e tenho notado que a grande maioria tem potencial para demonstrar diversos sentimentos bons através de ações. É aí que encontrei a extroversão e o calor do nosso povo. Porém, um traço ainda mais forte é essa tal da negligência, vista de longe e que chega a incomodar, causando aversão.

Parei para pensar o porquê de ninguém falar sobre isso. Preferimos fechar os olhos e fingir que ela é apenas parte da cultura, ou pior, que não é um defeito propriamente dito, e sim meras falhas pertencentes a TODO SER HUMANO. Nunca assumimos a culpa pelos nossos erros, sempre nos escondemos na multidão usando o pronome “nós” ou o sujeito “raça humana”.

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A vida faz troça dos nossos deveres autoimpostos

Por Isaias Costa

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Um dos grandes mestres da humanidade que muito me ensina e inspira é o mestre Yogananda. Farei uma breve reflexão sobre o quanto a maioria de nós se impõe deveres que muitas vezes são apenas fruto do ego exacerbado.

A seguir estão algumas palavras dele repletas de sabedoria, extraídas do seu livro “Jornada para a autorrealização”, que se você ler com bastante atenção, pode lhe ajudar a dar o melhor de si sem querer se envaidecer nem se exigir além da conta. Confira…

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“A vida é totalmente impiedosa e faz troça dos deveres autoimpostos. Os compromissos e esforços para satisfazer os desejos, mesmo os meritórios, são instantaneamente cancelados quando chega a morte. Por que dar tanta importância à vida? No entanto, você tem que se manter ocupado mesmo assim; mas não esqueça que a vida é só uma peça. Represente bem o seu papel, mas com o pensamento em Deus. Cumpra seus deveres porque quer agradá-lo. Fugir dos deveres não o salvará, pois não é isso que Deus quer. Ele Próprio está sempre ocupado, administrando o universo em nosso benefício.

=> Clique aqui para ler o texto completo

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Parentificação: “Você agora é o homenzinho da casa…”

Por Isaias Costa

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Existe um termo interessante em Psicologia para tratar de um tema extremamente complexo nos relacionamentos humanos, que é a PARENTIFICAÇÃO.

Falarei brevemente nesse texto sobre esse tema e a importância de se buscar o equilíbrio emocional, para que os filhos sejam poupados de sofrimentos psicológicos que podem perdurar por toda a vida.

A parentificação é uma espécie de desvio psicológico no qual os filhos assumem o papel dos pais, causando desequilíbrios muitas vezes graves e “queima” de etapas da vida (a famosa perda da infância por exemplo).

Psicologicamente, é como se os filhos fossem casados com os pais, mas deixando bem claro que não estou falando aqui de relações incestuosas. Nada disso! É uma questão voltada para o papel social e familiar.

Os processos mais comuns de parentificação ocorrem em mães com filhos pequenos e que se tornaram viúvas, ou aquelas que se separaram dos seus maridos e se desencantaram a tal ponto de nunca mais quererem se casar de novo!

E sendo ainda mais específico. De um modo geral, acontece mais entre mães e filhos homens, por outra questão psicológica relacionada com o senso de PROTEÇÃO inerente ao ser masculino.

O homem, ao casar-se, assume o papel de protetor ou também de provedor da casa. Ele dá a segurança da família e da esposa, tanto financeiramente quanto afetivamente.

Se por algum motivo ele vai embora (morte, separação, doença degenerativa etc), a mãe espera que essa proteção, essa segurança, venha de outro lugar, e muitas vezes é transferida inconscientemente para algum filho.

Digo inconscientemente, porque nenhum filho deseja conscientemente se casar com a própria mãe. Inclusive aqui existe toda uma teoria extremamente ampla e complexa desenvolvida pelo pai da Psicanálise “Sigmund Freud”, que é o COMPLEXO DE ÉDIPO, no qual a criança entre 3 a 5 anos aproximadamente, sente, inconscientemente um encantamento pelos pais. O menino pela mãe e a menina pelo pai!

Não vou entrar no mérito da questão por ser esse um tema extremamente amplo e complexo. Mas segundo o próprio Freud, normalmente é nessa fase, chamada por ele de FÁLICA (3 a 5 anos) que ocorre os maiores casos de parentificação!

A mãe chega constantemente ao seu filhinho lhe dizendo:

– Olha meu filho! Agora você é o homenzinho da casa…

Então ele vai internalizando isso e acaba crescendo antes da hora, acaba se tornando um adulto sem ser, entende? E isso gera conflitos internos que se estendem por toda a vida!

Muitas crianças se tornam tão dependentes afetivamente das mães que na vida adulta têm dificuldade de se relacionarem afetivamente! Muitas vezes acontece de a mãe se tornar extremamente ciumenta com o filho e não permite que ele seja livre para viver um relacionamento feliz com uma garota etc etc etc.

Em muitos casos o filho que se casa com a mãe (metaforicamente falando), passa a vida inteira sem se relacionar afetivamente. Não consegue se casar nem ter filhos e depois que a mãe morre entra em uma depressão intensa, como se a vida tivesse perdido o sentido!

É comum aparecer em consultórios psicológicos homens de meia idade, em torno dos 50 anos, que dizem ter se dedicado a vida inteira a cuidar da mãe e que agora perderam o sentido da vida! Não conseguem se relacionar afetivamente com ninguém! Têm medo de terem uma vida sexual com alguém etc. Tudo se deve a esses distúrbios psíquicos por não terem vivido a infância e a adolescência como deveriam, sem tantas pressões para se tornar um adulto!

Afinal! O que fazer para minimizar tudo isso Isaias?

Bem! Existem diversos caminhos. Mas o principal eu diria que se chama SOLITUDE. Em minha opinião nada supera a solitude! E o que é a solitude? É você estar bem e feliz por estar sozinho. Ou seja, não ficar numa carência sem fim porque não está se relacionando com alguém amorosamente.

Esse recado vai principalmente para as mães de crianças pequenas que estejam lendo esse texto! Caso aconteça de você que é mãe ter se separado ou o marido tenha falecido, é importantíssimo que busque algo que preencha o sentimento de solidão sem ter que colocar os filhos na jogada entende? Pode ser a espiritualidade (que considero o melhor caminho), pode ser umas saídas com amigas, pode ser o desenvolvimento de novas habilidades e aptidões, fazendo cursos e especializações etc. Tudo isso pode ajudar a lidar melhor com o sentimento de vazio que vem da solidão!

Lembre-se: é possível transformar a solidão em solitude! Só depende de você! Se quiser uma boa dica nesse sentido, recomendo o excelente livro do Osho chamado “Amor liberdade e solitude”, no qual ele fala amplamente sobre os relacionamentos felizes e equilibrados e a importância de amar a si mesmo em primeiro lugar!

Tudo isso que estou falando é extremamente profundo e principalmente as crianças vão agradecer, porque elas não tem culpa nenhuma de serem colocadas para se tornarem adultas antes da hora! Com uma boa orientação, as mães podem desenvolver essa maturidade para educarem seus filhos com muita sabedoria, contribuindo para crescerem como grandes cidadãos transformadores da sociedade em que vivemos!

Eu sei que esse é um tema que “dá pano pra manga” e o que coloquei aqui foi uma pequeníssima pincelada. Recomendo a você que gostou da temática que aprofunde em livros de desenvolvimento infantil, psicologia da adolescência entre outros!

E compartilho abaixo um dos textos que li e que me inspirou a escrever esse texto. Vale a pena dar uma lida nele…

Link: Quando os filhos casam com os pais

 

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10 Hábitos que destroem sua paz de espírito

Por Simone Oliveira

Vou citar 10 costumes das pessoas infelizes, ou daquelas que, se não se cuidarem, irão pelo mesmo caminho!

Hábito nº 1: Dormir pouco – ou seja, menos que o suficiente.

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Hoje há estudos afirmando que não importa o horário que você dorme ou acorda, contanto que tenha a quantidade de sono suficiente para o seu descanso. Portanto, não se cobre para ir dormir cedo, mas esteja atento ao tempo que o seu organismo precisa para se recuperar.

Se você costuma enrolar para deitar depois de um dia cansativo, em que teve que acordar cedo para fazer suas tarefas, cuidado, pois sua produtividade do dia seguinte será afetada. E as consequências só pioram com o acúmulo do cansaço; irritabilidade, falta de atenção, stress, autocrítica e cobranças são só o começo.

A mente e o corpo são um só e devem andar juntos: se menosprezamos nossas necessidades físicas, a nossa saúde mental também é comprometida. O contrário também é válido.

Hábito nº 2: Reclamar

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O Brasil está em crise e o desemprego bate às portas, os políticos roubam incessantemente e não apresentam nenhuma solução que preste, a educação vai de mal a pior, o atendimento nos locais públicos deixa muito a desejar, a criminalidade avança a passos largos etc etc etc (aposto que você pode lembrar de muitos outros motivos para protestos).

Veja como os sentimentos de revolta e injustiça nos envolvem com tanta frequência que é muito mais fácil, hoje, citar os pontos negativos do que os pontos positivos do nosso país.

“Mas Simone, é a pura verdade! Somente através das lutas que os nossos antepassados conquistaram seus direitos como cidadãos, agora é a nossa vez!”

Eu não vou negar isso. Aqui não é uma página para entrarmos em discussões políticas ou orçamentárias da nação brasileira, apenas citei os fatos! Prefiro não entrar no mérito das manifestações contra atos do governo, é bom que lutemos pelo que acreditamos, mas há hora e lugar. Não precisa (e nem deve) ser o tempo todo.

Cada vez que externamos esses sentimentos de raiva, ódio, descontentamento e medo, é como se tomássemos veneno e esperássemos que os causadores de todos os nossos problemas morressem! E isso é ridículo!

Preste atenção se você está fazendo isso! O famoso “reclamão” tem o poder de minar a alegria de todos a sua volta, sendo o próprio o mais prejudicado.

Hábito nº 3: Assistir aos programas policiais (sensacionalistas) e às chamadas de tragédia ou denúncia de crimes no facebook

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É muito ingênuo de nossa parte pensar que passar os momentos de relaxamento na frente do computador ou da TV vendo todo o tipo de atrocidades que acontecem diariamente no mundo não vai mexer com o nosso psicológico.

Você não precisa disso. Ninguém precisa. Prefira os sites e canais de I-N-F-O-R-M-A-Ç-Ã-O real.

Hábito nº 4: Ter uma vida sedentária

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Achou que eu não ia tocar na ferida, não é?! Vai à dica: cuide-se e ame-se, faça exercício físico!

Comece aos poucos, com metas alcançáveis, por exemplo: “Vou caminhar durante 20 minutos só hoje.” Conseguiu? Amanhã faça a mesma coisa. Daqui a pouco vira hábito e se torna prazeroso.

Leve outros com você, assim o compromisso fica mais difícil de ser deixado para trás.

Hábito nº 5: Olhar para o passado como se ele fosse melhor do que o presente ou desejar estar nele

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Pense bem! Será que foi mesmo assim tão bom quanto você imagina, ou será que você só está se atendo às melhores partes? Nós temos essa ideia de que fomos mais felizes antes do que agora, mas é pura ilusão, na maioria das vezes. Tivemos felicidades e dificuldades tanto quanto (ou mais) do que no presente. Esqueça seu passado e viva o agora.

Hábito nº 6: Exigir perfeição nas próprias ações

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“Eu não sou perfeita e não tenho que ser.”

Você é HUMANO! Aceite isso, doa o que doer! Só não se culpe tanto por ter errado na escolha que fez, por ter sido preguiçoso, por não ter abraçado as oportunidades, por ter perdido o tempo que não poderia ter perdido, ou por cada erro bobo, como se ele fosse muito importante! Pare de valorizar seu erro, sério!

A culpa é inútil. Se arrependa, saiba que mesmo assim você estará sujeito a falhar de novo num futuro próximo e faça seu melhor.

Hábito nº 7: Se alimentar mal

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Novamente: “mens sana in corpore sano”, já dizia o poeta romano Juvenal.

Hábito nº 8: Ficar se comparando aos outros

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Você sabe qual é a diferença entre você e eu?
Quer abaixar sua autoestima? Se compare. Tenho certeza que vai achar alguém mais bonito, inteligente, rico, estiloso, cheiroso, saudável, dedicado, alto, magro ou musculoso que você! O próximo passo é querer ser igual a esse indivíduo, e ao chegar à conclusão de que, mesmo fazendo o que for, você não se aproximará do nível do outro nem em 1 milhão de anos, você vai sentir inveja, raiva e tristeza! Not cool, Bro!

Não recomendo a ninguém.

Em vez disso, peço que faça o exercício de encontrar suas qualidades e colocar metas alcançáveis para que você se aperfeiçoe e seja o “mais perfeito” que puder! Dá super certo e não fere o orgulho, levando à depreciação própria.

Expectativas surreais te fazem descer degraus na vida. Com expectativas reais, os resultados são superados.

Hábito nº 9: Resgatar dores antigas e/ou vitimizar-se por situações que passaram

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Essa estratégia é poderosa para quem gosta de sofrer. Adotar uma posição vitimista pensando que tudo o que você veio a ser foi por pressão e culpa dos outros não adianta nada. Perdoe e esqueça. Provavelmente quem te magoou já esqueceu!

Não perdoe só quando te pedirem perdão. Liberar absolvição faz um bem maior do que recebê-la. Esse é o segredo da plena paz.

Hábito nº 10: Ingratidão

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“Parabéns!” “Parabéns para o CHÃO!”


Exercite sua capacidade de ser grato. Faça listas das bênçãos recebidas, das vitórias alcançadas, dos talentos e dons desenvolvidos e seja grato a cada momento!

E aí, consegue se lembrar de mais algum costume nocivo? Tem sugestões para acrescentar? Me conte nos comentários! Um abraço, e até logo!

euSimone Oliveira. Santos-SP. Bacharel em Engenharia Civil por formação e escritora por gosto. Estuda para concursos e se dedica às aulas particulares de exatas, ao namorado, à família e às suas atividades na igreja. Ainda não descobriu seu propósito na vida, mas tem certeza de que tem um. Pede que Deus a guie por esse caminho até a sua volta.

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Como lidar com explosões emocionais?

Por Isaias Costa

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Ontem, 07/02/17, houve um hangout muito interessante feito pelo grupo do site O Lugar, que fala sobre temas voltados para o autoconhecimento e transformação interior. Site esse que sempre recomendo aos amigos!

Nesse vídeo, que compartilharei ao final desse texto, tem um trecho que me chamou bastante atenção na qual a Eve Ekman ( pesquisadora de regulação emocional e professora do programa Cultivating Emotional Balance (CEB)) falava sobre EXPLOSÕES EMOCIONAIS e como lidar com elas.

Abaixo está a transcrição desse trecho do vídeo…

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Pergunta: “Como lidar com explosões emocionais?”

Resposta da Eve Ekman:

“Ao lidar com explosões emocionais, é muito importante sair da cabeça e focar no corpo. Shantideva diz que pensar sobre as nossas emoções é como colocar querosene no fogo. Na verdade, nosso corpo é capaz de sentir a emoção e liberar a emoção se nossa mente não ficar acionando a história repetidamente.

Uma vez que nós tenhamos liberado a intensidade, aí sim aplicamos o microscópio de nossa mente para analisar a causa e como podemos agir.

Há várias práticas contemplativas (parecidas com o escaneamento do corpo) que nos ajudam a sentir as emoções passarem pelo corpo, observando as sensações táteis.

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Eu achei muito profunda e impactante a colocação da Eve Ekman. Se todos nós de fato colocássemos em prática o que ela propõe de forma tão simples, pode ter certeza que mais da metade dos consultórios de Psicologia, Psiquiatria e Psicanálise ficariam vazios e quase a totalidade da indústria farmacêutica perderia os seus lucros exorbitantes.

Não é exagero da minha parte! Essa é uma verdadeira transformação de vida, a grande questão é que são poucos os que estão dispostos a colocar tudo isso na prática da vida diária.

Antes de tudo é preciso diferenciar EMOÇÕES de SENTIMENTOS.

Quase todo mundo se embanana com essas duas definições. Vou tentar diferenciar da forma mais didática possível.

Emoção é aquilo que me desperta reações internas, e pode ter diversas naturezas. Por exemplo, algumas emoções são: euforia, alegria, raiva, tristeza, susto etc.

Sentimento é quando alguma emoção é evidenciada pelo corpo através dos sentidos. Por exemplo: eu posso assistir a um filme de drama e ter a emoção de tristeza e essa tristeza se transforma em um sentimento e então eu começo a chorar. Esse choro é um sentimento de tristeza.

Ou eu posso assistir a um filme de terror e ter a emoção do medo ou do susto. Então esse medo se transforma em um sentimento e com isso sinto calafrios, sinto palpitações no coração. Esse foi o sentimento gerado pela emoção do medo causado pelo filme!

Percebe como é bem diferente? Sabendo disso eu posso controlar as minhas emoções negativas, para que assim elas não se manifestem como sentimentos no meu corpo.

É isso o que as práticas meditativas propõem. Que você controle as emoções e assim tenha mais EQUILÍBRIO EMOCIONAL. Não é interessante?

O primeiro parágrafo já resume tudo. Perceba! Com as práticas meditativas eu posso fazer com que as emoções simplesmente passem através de mim sem que se tornem sentimentos difíceis de lidar. O pensamento é o grande entrave, porque ele alimenta essas emoções e as transformam em sentimentos, entende? O pensamento me leva a sair do momento presente, do AQUI e AGORA e me leva pro passado ou pro futuro! Daí eu saio do meu centro de equilíbrio!

Um exemplo categórico é a RAIVA.

Eu posso ter a emoção da raiva e ela pode percorrer todo o meu corpo. Se eu não trabalhar minhas emoções essa raiva vira um sentimento e então eu me torno ríspido com as palavras, beligerante com os gestos ou mesmo com o meu comportamento, podendo até mesmo ser violento com alguém.

Porém, se eu trabalho as minhas emoções nesse controle da emoção da raiva, eu simplesmente OBSERVO que estou com raiva, então medito sobre essa emoção, então aos pouquinhos eu jogo toda essa energia para o universo e ela não se transforma nesse sentimento danoso de raiva de outra pessoa!

Da mesma forma que é com a raiva pode ser com outros sentimentos, como o CIÚME.

Eu vejo minha namorada ou namorado conversando abertamente com outra pessoa. Nessa hora a emoção de achar que está havendo algum “lance” entre os dois pode vir! É bem comum isso! Mas com o controle das emoções eu posso respirar fundo e depois conversar cordialmente e saber um pouco mais sobre quem é tal pessoa!

Muitas vezes se trata apenas de um amigo ou amiga e nós estamos apenas “surtando”!

Com esses poucos exemplos, acho que deu pra você perceber o quanto é importante o que a Eve Ekman está transmitindo não é mesmo?

Portanto! Procure meditar mais, procure se interiorizar mais, para que sua SENSIBILIDADE cresça e você consiga controlar suas emoções para que dessa forma elas nunca se transformem em sentimentos autodestrutivos ou deletérios.

Desejo a você uma excelente prática desses ensinamentos. Falo isso com bastante ênfase porque de nada adianta você ler esse texto e simplesmente dizer: “Que texto bacana!”. NÃO. Nada disso! Agora é hora de você “colocar a mão na massa” e exercitar tudo isso ok?

E para continuar refletindo sobre esse e outros assuntos, convido você a assistir esse hangout completo! Segue o link abaixo. Paz e luz…

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Esteja acima dos defeitos e virtudes

Por Isaias Costa

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Praticamente todas as pessoas estão o tempo todo vivendo a partir dos seus defeitos e virtudes. Mas você sabia que existe algo além disso tudo?

Quero levar você a refletir junto comigo sobre a possibilidade de estar acima dos defeitos e das virtudes. Como assim Isaias? Isso é possível? SIM.

Aprendi isso ouvindo as sábias palavras do professor e terapeuta Marcello Cotrim, que apresenta o programa Entrevidas pela Rádio Mundial. Ao final do texto vou compartilhar o áudio no qual ele fala com mais detalhes sobre essa questão.

Quando estamos vivenciando em demasia nossos defeitos é porque está faltando autoconhecimento. Nós ainda somos pequenas crianças no que se trata do equilíbrio emocional.

=> Clique aqui para ler o texto completo

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O que é a assimilação simpática?

Por Isaias Costa

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A empatia é um dos sentimentos mais nobres que o ser humano pode desenvolver, que é você conseguir se colocar no lugar do outro e tentar, pelo menos por um momento, sentir o que ele está sentindo, tentando olhar pela ótica da outra pessoa!

Desenvolver essa virtude não é nem um pouco fácil. Requer acima de tudo INTELIGÊNCIA EMOCIONAL, ou seja, requer que você saia do seu mundinho egoísta e egocêntrico para olhar o outro ser humano.

Dentro dessa realidade, existe um termo que os terapeutas e espiritualistas costumam utilizar e que é desconhecido por muita gente, trata-se da ASSIMILAÇÃO SIMPÁTICA. Afinal? O que isso significa?

Bem! A assimilação simpática é uma qualidade de todas as pessoas que estão desenvolvendo a empatia e a sensibilidade para as questões humanas.

Quando alguém se aproxima de você e desabafa algo que esteja sentindo, é possível por um breve instante, sentir exatamente o que a outra pessoa está sentindo e isso ser deslocado para o próprio corpo.

O nome disso é assimilação simpática. Porém, existe algo bastante perigoso aqui. É preciso aprender a chamada AUTOPROTEÇÃO. E falo isso me referindo acima de tudo às pessoas que tem o desejo de se tornarem terapeutas ou já o são!

Quem trabalha com terapias, está o tempo todo em contato com pessoas com a autoestima baixa, com os níveis energéticos dramáticos, com dores emocionais absurdas muitas vezes, e é preciso ouvir tudo isso sem se envolver com o sofrimento entende?

Essa é a capacidade da autoproteção! Se isso não acontecer, você coloca em risco sua própria saúde.

Os professores de Psicologia e terapeutas até brincam com isso dizendo que, se você não estiver bem resolvido internamente, o paciente vai contar suas histórias e você vai ficar lá chorando junto com ele e aí ele vai dizer assim:

– Doutor! O senhor quer um lenço? Eu tenho um aqui…

Percebe que cômico? Se isso acontecer! Bye Bye terapia, porque paciente e terapeuta acabaram se identificando em suas dores! Ou falando com termos mais técnicos, houve aí uma CONTRA-TRANSFERÊNCIA do terapeuta para com o paciente, o que destrói automaticamente a eficácia da terapia.

Por isso reforço o quanto é importante desenvolver a verdadeira empatia! E como é a verdadeira empatia? É você ouvir com plena atenção a outra pessoa mas jamais se envolver com os seus problemas. Em vez disso estar como um braço forte para lhe orientar!

Se você aprende isso, você tem tudo para se tornar um excelente terapeuta, se isso for da sua vontade! Não é interessante?

Portanto! Que você desenvolva cada vez mais a sua empatia e tenha assimilações simpáticas cada vez mais eficientes e eficazes! O mundo inteiro vai agradecer por esse aprendizado…

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Apenas observe a tristeza

Por Isaias Costa

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– Bem minha amiga tristeza! Vamos conversar? Vamos meditar juntos?

Eu gosto muito de ler e de ouvir a querida Monja Coen, principal líder do budismo Zen no Brasil. Estava lendo um texto de sua autoria no qual ela falava sobre a tristeza e farei uma breve reflexão a partir dele. Veja!…

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Qual é o significado da tristeza? – Por Monja Coen

Na tristeza ficamos tristes.

Quando perdemos alguém.
Quando perdemos.
Quando as coisas não são como queríamos que fossem.
Quando as pessoas não são como queríamos que fossem.
Quando o mundo e a realidade não são o que queríamos que fossem.
Quando não somos o que gostaríamos de ser.
Quando não temos o que gostaríamos de ter.

=> Clique aqui para ler o texto completo

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Meditação é a ação de estar no meio

Por Isaias Costa

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A meditação tem se tornado cada vez mais popular. Uma prática que sempre foi mais forte no Oriente, mas que hoje em dia está se disseminando e aprofundando também no Ocidente, o que considero bastante positivo.

Exitem muitos livros, mestres e escolas que ensinam diversas técnicas e formas de meditar, mas nesse breve texto, quero lhe levar a refletir sobre um dos pontos que considero mais importantes na meditação, que é a possibilidade de ela nos tornar mais autocentrados.

A palavra meditação é lindíssima! Ela possui diversos significados, mas o que eu mais gosto é esse:

MEDITAÇÃO = MEIO + AÇÃO = ação de estar no meio, no equilíbrio.

Ou seja, todo aquele que medita está buscando o caminho perfeito, que é o caminho do meio, tão ensinado pelo mestre Buda e posteriormente por Jesus Cristo.

O caminho do meio é algo para ser trilhado e buscado durante a vida inteira, é algo de fato desafiador.

Em muitos momentos temos a tendência de irmos para os extremos e a meditação nos ajuda a voltarmos para o meio, para o nosso centro, para o chamado “autocentramento”.

Ou seja, o caminho do meio é como se costuma dizer: “Nem 8 nem 80”, ou “Nem tanto ao céu nem tanto à terra”. 

É conseguir fazer um balanço entre o nosso lado material e o lado espiritual, sem dar mais ênfase a um do que a outro.

A meditação, a meu ver, é o caminho mais rápido para se atingir esse equilíbrio. E a partir desse equilíbrio, toda a nossa vida passa a ter uma dinâmica diferente, uma energia diferente, na qual prevalece a serenidade.

Com a serenidade tudo se torna melhor e conseguimos realizar mais coisas, tendo mais satisfação e até mesmo melhorando a nossa saúde.

Se você observar bem! Ao procurar a meditação como esse caminho para o equilíbrio, é natural que pouco a pouco todos os setores da sua vida vão se equilibrando, um por um. Não é fantástico? E ao mesmo tempo que é fantástico, é simples também! Basta que você se disponha a todo dia, por pelo menos alguns minutinhos, silenciar e serenizar a mente, procurar um local reservado onde esteja só você, sem interferências externas e onde você se sinta confortável.

A partir daí você procura exercitar uma respiração lenta e consciente, focando toda a sua energia no momento presente. Faça isso todos os dias e em pouco tempo perceberá os benefícios na sua vida diária, é algo impressionante!

Quanto mais autocentrado(a) você estiver, mais perceberá o quanto vale a pena o caminho do meio, o quanto é maravilhoso jogar fora tantas tensões que só nos afastam de quem nós somos e de ter uma vida feliz.

Há muito mais a ser falado e aprofundado sobre isso, mas deixarei as reflexões com você agora, e claro, o incentivo para que você não fique só na teoria, porque afinal de contas. Meditação não é teoria! Veja só! Existe AÇÃO na sua estrutura. Então aja! Dê o primeiro passo e sinta os benefícios dessa prática milenar maravilhosa.

Lembre-se sempre: meditação é a ação de estar no meio, e o caminho do meio é o caminho perfeito…

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