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O poder transformador de uma terapia

Por Isaias Costa

“A minha educação emocional começou no fim da adolescência, quando vi a minha mãe quebrar todos os tabus da nossa família e começar a fazer terapia. A nossa família era como tantas que eu conhecia – implodíamos discretamente.

Estávamos no início da década de 1980 e por mais sombria e difícil que a situação se tornasse, nunca se discutia como estávamos nem o que sentíamos, até que a minha mãe começou a fazer terapia. Quanto mais curiosa ela se tornava a respeito da sua vida e dos seus sentimentos – e das nossas vidas e dos nossos sentimentos – pior a situação se tornava. As intermináveis escavações da dor e da mágoa pareciam não ter fim. Eu não tinha certeza se valia a pena. Mas minha mãe via esse reconhecimento emocional como uma situação de vida ou morte.

Então, contra todas as probabilidades, minha mãe começou a recuperar suas forças depois de uma longa e lenta queda que começou quando eu tinha cerca de 12 anos. Durante os anos seguintes, ela ia nos ensinando tudo o que aprendia na terapia, e essa pequena centelha deu início a uma transformação inextinguível na nossa família. Também deu origem a vários anos de desconforto e dor tremenda, e incinerou muito daquilo que conhecíamos – incluindo o casamento dos meus pais.

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Comece 2021 com suavidade para poder florescer ao longo do ano

Por Isaias Costa

Estou escrevendo esse texto nos últimos dias de 2020, um ano extremamente desafiador para todos nós, devido à pandemia do coronavírus. Quero compartilhar nesse texto de fechamento do ano uma linda reflexão que li num livro chamado “O retorno à origem” de Lex Hixon, na qual ele compartilha as sabedorias das mais diversas culturas e religiões de forma simples e objetiva. Trata-se da sabedoria do taoísmo extraídas do livro “I Ching”. Confira!

“A saúde que retorna após uma doença, o entendimento que ressurge após uma discórdia, enfim, tudo o que está recomeçando deve ser tratado com suavidade e cuidado, para que o retorno leve ao florescimento.”

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No Pós-pandemia, a regra será não trabalhar 8 h por dia

Por Isaias Costa

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Você já se perguntou por que de um modo geral as pessoas trabalham 8 h por dia? A História responde muito bem essa pergunta e o principal motivo está no consumo. Uma passagem de um artigo do escritor Mikael Cho explica resumidamente isso.

“Durante a Revolução Industrial, as fábricas precisavam funcionar dia e noite, de forma que os empregados desta época frequentemente trabalhavam entre 10 a 16 horas por dia.
De qualquer forma, nos anos 1920, foi Henry Ford, fundador da Ford Motor Company, que estabeleceu a semana de 5 dias e 40 horas.”

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O Ford era um cara muito mais inteligente e esperto do que se imagina. Ele percebeu que as pessoas que antes trabalhavam entre 10 a 16 horas chegavam em casa tão cansadas e fatigadas que não compravam tanto.

Em uma entrevista publicada na revista World’s Work, Ford explica porque ele tirou seus trabalhadores de uma semana de 6 dias e 48 horas de trabalho, para uma de 5 dias e 40 horas, ainda pagando o mesmo salário:

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A arte de relevar

Por Isaias Costa

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“Com o passar dos anos aprendi que existem formas mais leves de seguir a vida. Não são todas as pessoas que convivo que gosto, não são todas as atitudes de pessoas que gosto que concordo, mas aprendi algo fundamental. Aprendi a respeitar a maneira de cada uma delas e ficou tão mais fácil. Porque conviver é uma arte que depende não só de respeito, mas de paciência também. Com esse aprendizado adotei um exercício valioso, o de relevar. E eu me convido diariamente a ser leve, a própria palavra faz o convite: re-le-ve. Volte a ser leve. Aposte suas fichas na paz. Respeite. E você vai perceber que o amor vai chegar facilmente.”

Ana Nunes

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A maioria de nós não faz esse exercício de conhecer as raízes das palavras ou mesmo de separá-las em sílabas e perceber que isso por si só já diz muita coisa.

Relevar é a arte de voltar a ser leve. E leveza é uma característica de quem vive na essência. Viver na essência quer dizer estar em paz consigo mesmo e com o mundo, com as pessoas, com a natureza.

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O Shofar

Por Andreia Carvalho 

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Certa vez, num dia de plantão na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), percebi que num determinado leito um paciente recebia uma visita diferente em um horário pouco convencional. Ao questionar o motivo fui informada apenas que uma exceção havia sido aberta para àquele visitante. Ao redor do leito, recitando algo incompreensível (para mim) estava um homem vestido como um judeu ortodoxo, que naquela ocasião já havia munido o paciente (em coma) de uma kipá.

Tratava-se de um líder religioso, um rabino, tanto o paciente quanto o visitante eram rabinos. Por alguns minutos observei e percebi que fazia orações e recitava o livro dos salmos. Em um dado momento, aquele homem puxou de dentro do paletó um instrumento de sopro, que ao princípio eu não sabia do que se tratava. Por três vezes ele soprou …me chamou atenção aquele som, pois lembrava um sinal de alerta, não um alerta sobre algo externo, mas um alerta que a gente sentia por dentro.

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Os holofotes embaçam a visão

Por Isaias Costa

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* Alerta de vários spoilers

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O escritor Anderson França escreveu nas suas redes sociais uma série de cinco textos levantando reflexões acerca do espetacular filme “Coringa”, lançado em outubro de 2019. Num desses textos ele citou uma frase que aprendeu a partir da banda Racionais MC’s que diz: “Os holofotes embaçam a visão”.

Essa frase é muito verdadeira e revela o quanto esse mundo de exposição às redes digitais supervaloriza as pessoas que aparecem mais, que tem mais likes, mais seguidores, mais views etc.

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As prioridades de uma pessoa revelam o que importante para ela

Por Isaias Costa 

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Através das palestras do filósofo Mario Sergio Cortella e diversas leituras, aprendi algo que levo profundamente comigo, o conceito de prioridade. Ele costuma dizer: “Quando uma pessoa diz que não tem tempo para alguma coisa, na realidade ela está dizendo que aquilo não é prioritário para ela, não é importante”.

Tem um pensamento muito bonito do escritor Rick Warren, que vai nessa linha e nos ajuda imensamente a compreender melhor nossas prioridades! Leia com bastante atenção!

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“A importância das coisas pode ser medida pelo tempo que estamos dispostos a investir nelas. Quanto maior o tempo dedicado a alguma coisa, mais você demonstra a importância e o valor que ela tem para você. Se você quiser conhecer as prioridades de uma pessoa, observe a forma como ela utiliza o tempo”.

Rick Warren

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Aprenda a plantar o que deseja colher

Por Isaias Costa

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“Aquele que alcança um real conhecimento da lei da vida tem motivos sólidos para confiar no futuro, porque aprende a plantar o que deseja colher”.

Carlos Cardoso Aveline

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Nos últimos dias estava conversando sobre a vivência do momento presente com vários amigos, até porque escrevo esse texto no meio das minhas férias de julho. Não canso de repetir nos textos que aprender a viver bem o momento presente faz com que tudo que vivenciemos seja mais intenso e fique guardado na memória.

Se preocupar demais com o futuro é algo que não faz sentido, porém, a maioria das pessoas insiste nisso. Essa lei da vida que o Carlos Aveline nos diz é essa do plantar e colher. Nós sempre colhemos aquilo que plantamos, não adianta querer que seja diferente.

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Quem come do fruto do conhecimento, é sempre expulso de algum paraíso

Por Isaias Costa

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Às vezes algumas imagens falam mais do que mil palavras. Quem mora em São Paulo capital sabe que existem os bairros “Liberdade” e “Paraíso”, sendo bem próximos um do outro. A imagem acima mostra que se você for para um lado se distancia do outro e vice-versa.

Mas você sabia que levando para a realidade isso também é verdade? Quanto mais liberdade você tem, mais se afasta do paraíso religioso, que é a concepção mais comum que se tem de paraíso. E o contrário também se verifica. Quanto mais você se coloca nesse paraíso religioso, mais aprisionado se torna, ficando a anos-luz de distância da liberdade.

Depois que eu aprendi a etimologia da palavra paraíso, nunca mais olhei pra ela da mesma maneira. Ela significa “jardim murado”. Ou seja, os que estão no paraíso pertencem a uma espécie de prisão cheia de flores, mas que não entram em contato com a diversidade das pessoas, suas origens, suas realidades, suas virtudes e defeitos etc.

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Podemos decidir sobre a toxicidade do cotidiano e a nossa saúde

Por Isaias Costa

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Li algumas lindas palavras do meu amigo João Vale Neto, professor e tutor do CEBB (Centro de Estudos Budistas Bidisatva) e farei uma breve reflexão a partir delas. Confira!

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Temos que decidir sempre sobre a toxicidade e a nossa saúde. E isso não é nem de perto uma questão sobre drogas. É sobre as perspectivas mentais que nos colocamos, sobre aquilo que sempre estamos colocando para dentro. Se confiamos nas aparências, estamos fritos. Se confiamos nas de dentro, também. Porque tudo em nossa época fala de toxicidade. Quando menos esperamos, estamos esterilizando, podando, congelando, envenenando nossa experiência mais uma vez. Pactos muito profundos de subnutrição, desatenção e autossabotagem que recebemos.

Os exercícios de reorganização constante e o encontro com os espaços reflexivos e contemplativos são a ponte para aquilo que não se contamina, a saúde que nunca cessa. Não importa qual é o seu caminho, beba dessa água e se banhe com ela. Não se perca com o dolorido. Constantemente renovando-a, você vai ter as forças necessárias para seguir, lutar e partilhar o que realmente importa: somos todos fontes, gostamos de brilhar e queremos tudo que é gente feliz.

Não é sobre derrotar ninguém. É sobre, a partir da nossa cura, ajudarmos as pessoas a se curarem.

João Vale Neto

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