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Os desafios na vida são oportunidades para desenvolvermos inteligência emocional e espiritual

Por Isaias Costa

“A felicidade genuína é o sintoma de uma mente saudável e equilibrada, assim como o bem-estar físico é o resultado de um corpo saudável. Entre as pessoas do mundo moderno, predomina a noção de que o sofrimento faz parte da vida, que é simplesmente normal experienciar frustração, depressão e ansiedade. Nosso sofrimento mental, porém, em muitas ocasiões não tem razão alguma de ser. Ele representa uma aflição sem benefício algum para nós. É somente o sintoma de uma mente desequilibrada.

Em nossa busca constante pela felicidade, é importante que reconheçamos como algumas coisas no mundo estão fora do nosso controle. As outras pessoas – família, amigos, colegas de trabalho e estranhos – se comportam como querem, de acordo com suas próprias ideias e objetivos de vida. Da mesma forma, não há muita coisa que possamos fazer para controlar a economia, as relações internacionais ou o ambiente natural.

Portanto, se basearmos nossa busca da felicidade na nossa habilidade de influenciar outras pessoas e o mundo de um modo geral, é quase certo que o fracasso será total. Então, o que podemos controlar? Que tipo de liberdade temos aqui e agora? Nosso primeiro ato de liberdade deve ser o de estabelecer claramente nossas prioridades.”

Alan Wallace

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Achei maravilhosas essas palavras do escritor Alan Wallace, são de uma lucidez gigantesca. Estamos vivendo tempos bem desafiadores, e a impressão que quase todos têm é de que parece que a cada dia fica mais desafiador!

Estou escrevendo e publicando esse texto enquanto estão havendo conflitos terríveis entre a Rússia e a Ucrânia. Guerra esta que está se refletindo negativamente no mundo todo. Uma das consequências diretas foi uma disparada no preço do barril de petróleo, que imediatamente foi revestido em aumento no preço dos combustíveis. Aqui no Brasil houve de uma vez um aumento de mais de R$ 1,00 na imensa maioria dos postos. É simplesmente estarrecedor!

Mas por que estou trazendo tudo isso pra esse texto afinal de contas? Porque essas coisas externas nós temos bem pouco poder para mudar e está acontecendo tudo numa escala global entende? Nessa hora não vai adiantar nada ficar se descabelando, xingando Deus e o mundo, mandando todos os políticos pra aquele canto… Simplesmente isso só vai baixar a nossa vibração e nos deixar mais e mais infelizes.

Essa é a hora que mais devemos testar a nós mesmos se de fato estamos num movimento de elevação de consciência. São nas grandes provações que conseguimos ter essa melhor noção! Este é um momento super propício para ampliarmos duas inteligências em nós, a emocional e a espiritual.

Com a inteligência espiritual principalmente, nós aprendemos que só cabe a nós como lidar com tudo o que nos acontece. Vou dar um exemplo meu bem no contexto atual para ficar mais compreensível.

Eu já adorava andar de bicicleta, pra mim sempre foi uma alegria! Com essa disparada do preço dos combustíveis, eu estou absolutamente decidido a me deslocar bem mais de bicicleta do que de moto, que é o meu veículo de transporte diário.

Com isso não estarei alimentando em excesso esse sistema perverso que lucra em cima da desgraça alheia, que não se contentam com os já exorbitantes lucros que tem e querem ainda mais.

Com essa simples atitude, consigo economizar e ainda, de quebra, estou melhorando ainda mais a minha saúde e condicionamento físico.

Isso é um exemplo simples de estratégia para lidar com as adversidades que não tenho poder para mudar!

O mesmo se aplica ao querer mudar a vida dos outros. Ninguém tem poder para fazer isso e se você já me acompanha a mais tempo, já me leu inúmeras vezes falando sobre isso. Nem vou tratar de novo nesse texto porque você já sabe…

Que tal a gente ver tudo o que está acontecendo como uma grande oportunidade de melhorar quem nós somos como humanos? Aliás! Esse questionamento é outra forma de desenvolvermos essas duas inteligências, a emocional e a espiritual.

Pense com carinho sobre tudo isso ok? Sigamos juntos…

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O seu trabalho é o seu amor transformado em visível

Por Isaias Costa

“No livro O Profeta, o autor Khalil Gibran escreveu que “o seu trabalho é o seu amor transformado em visível”.

Um dos meus mentores me perguntou estes dias “como o seu trabalho pode ser um pouco mais do seu amor transformado em visível essa semana?”

O universo não tem braços, a não ser os nossos. Quando a gente consegue encontrar formas de tornar o nosso amor visível por meio do nosso trabalho, a gente também está tornando o amor do universo visível. A gente está se colocando a serviço. E outras pessoas percebem e sentem esse amor. E se inspiram para também tornarem o amor delas visível por meio do trabalho delas.

Todos nós temos listas imensas de coisas por fazer. Ideias de projetos novos que queremos botar no mundo. E, muitas vezes, não temos ferramentas adequadas para decidir por onde começar, ou como realizar tudo o que queremos.

O resultado é que passamos o dia todo ocupados fazendo coisas, mas no final do dia, estamos frustrados e deprimidos porque descobrimos que não evoluímos nem um tiquinho na direção que o nosso coração aponta.

Como o seu trabalho pode ser um pouco mais do seu amor transformado em visível?

Deixe que essa pergunta guie você essa semana quando for determinar quais projetos devem ir pra frente, ou como você deve tocar esses projetos ou executar as suas tarefas.”

Paula Abreu

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Quanto mais o tempo passa, mais eu me certifico da verdade das palavras do Khalil Gibran a respeito do trabalho. E aproveito até para complementar com o que brilhantemente o Mario Sergio Cortella costuma falar em suas palestras e livros: “Emprego é fonte de renda, trabalho é fonte de vida”.

Ele complementa essa fala dizendo que normalmente as pessoas mais felizes são aquelas que fazem do seu emprego verdadeiramente um trabalho, pois surge daí o que chamamos de REALIZAÇÃO, que quebrando a palavra vira ação + real, ou seja, estamos agindo conforme a nossa própria verdade interior. Não é bacana tudo isso?

Infelizmente, na nossa sociedade ainda temos um número infinitamente maior de pessoas que estão apenas em um emprego ou buscando um emprego. E pensando como premissa fundamental o dinheiro. Se o salário for alto, pouco importa se vou gostar ou não do emprego, eu continuo nele indefinidamente, mas triste, infeliz, carrancudo etc. Vale a pena isso hein?

Eu venho estudando nos últimos meses um conteúdo super profundo que só ratifica o que já sinto há anos e tem tudo a ver com as palavras do Gibran e da Paula Abreu. É a chamada escala de frequências de “David Hawkins”. Esse grande autor explica que nós todos vibramos numa determinada frequência e que ela está completamente associada com nosso nível de saúde, de harmonia, de paz, de felicidade etc.

Ele explica em suas obras que as pessoas desempregadas, quase sempre estão nas faixas de frequência abaixo da coragem, que é de 200 hz. Muitas estão na faixa do medo, que é de 100 hz, ou mesmo abaixo dessa frequência.

A maior parte dos problemas financeiros, amorosos, conjugais, de saúde etc. está completamente associado a essas baixas frequências. Porém, o oposto também se verifica. Ele escreve que as pessoas que vibram em altas frequências como a do amor, ou do amor incondicional ou da paz, que são 500 hz, 540 hz e 600 hz respectivamente, não existe desemprego, escassez de recursos, infelicidade, doenças graves etc. é simplesmente impossível, porque uma coisa não condiz com a outra!

Saber disso pode ser um mega estímulo para que busquemos amar mais e melhor! Se verdadeiramente desenvolvemos o amor verdadeiro em nós, vamos nos tornando pessoas com um excelente magnetismo e vamos atraindo pessoas incríveis e também excelentes oportunidades de trabalho entende?

Quem não quer estar perto de uma pessoa que vibre amor em tudo o que faz não é mesmo? Eu sei que ainda preciso caminhar bastante até atingir essas frequências tão elevadas, mas eu sinto que já estou no caminho para isso, porque eu amo o que faço, que é ensinar. E quem é ou foi meu aluno sabe disso e confirma! Eu perco a noção do tempo quando estou dando aulas e vibro com uma alegria imensa! Saio das aulas energizado e volto pra casa sempre com aquela sensação gostosa de “dever cumprido”!

Torço para que você que leu esse breve texto na íntegra internalize essa verdade e seja inteligente para seguir pelo caminho certo, que sempre é o caminho do amor! Com o amor, todas as outras portas se abrem com naturalidade…

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P.S. Breve podcast com reflexões a partir desse texto! Nele eu li uma parte do capítulo sobre o trabalho, do livro “O profeta”. Não deixem de ouvir!

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Viver bem pode ser bem mais simples

Por Isaias Costa

“Quem se sente bem e tem conduta respeitosa em relação aos outros experimenta mais a sensação essencial para o viver bem: uma boa autoestima!

Vive bem quem conseguiu evoluir emocionalmente, é capaz de viver só e também ter elos sinceros com poucos e bons amigos e parceiros amorosos.

Vive bem quem tem ocupações agradáveis e tem no “fazer” uma importante fonte de satisfação; nesse caso, o tempo flui e isso é bem prazeroso.

Penso que viver bem não é muito complicado e nem exige glórias ou dinheiro a rodo: pede um cotidiano gostoso e algum projeto para ir atrás!”

Flávio Gikovate

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Eu concordo plenamente com a visão do grande Flávio Gikovate sobre uma vida boa. Nós fomos induzidos pelo sistema ultracapitalista no qual vivemos a querer sempre mais, a nunca nos contentarmos, a nos sentirmos fracassados se não temos uma gorda conta bancária e um belo carrão na garagem da nossa casa de frente pro mar!

Tudo isso são ilusões e mais ilusões. Logicamente que ter bens materiais valiosos e uma casa na praia é uma maravilha. Podemos sim trabalhar e conquistar isso, no entanto, não podemos depositar nossa felicidade aí, porque certamente iremos nos frustrar.

Uma das lições mais valiosas para a vida e que principalmente os mestres budistas nos ensinam é o DESAPEGO. É aprendermos a usufruir dos nossos bens tendo a certeza de que tudo é breve, tudo é passageiro. Daqui a pouco todos nós já não estaremos mais nesse mundo e o que vale de verdade é o que construímos dentro da gente, a evolução como seres humanos que conseguimos!

É maravilhosa a visão do Gikovate sobre QUANTIDADE e QUALIDADE. O ideal é termos alguns poucos e bons amigos, com quem possamos contar em todos os momentos, sejam bons ou ruins. Até brinco que ter um milhão de amigos é lindo quando se trata da música do Roberto Carlos, mas na prática ninguém consegue essa façanha. Até porque amizade pressupõe que nós tenhamos momentos para confraternizar, para desopilar, brincar, socializar… Como fazer isso com um milhão de pessoas? É humanamente impossível! A quantidade é outra ilusão. O importante é a qualidade. Termos amigos verdadeiros, que abrilhantam nossa vida e despertam o melhor que há em nós!

E claro! Ter um projeto para tocar. Algo para colocarmos nossos dons, nossos talentos. Isso nos dá o senso de PROPÓSITO. De sabermos que não estamos vivendo em vão e que a nossa vida e presença faz diferença na vida de outras pessoas, mesmo que sejam apenas algumas. Mais uma vez retomo o cuidado para não achar que você só será um sucesso se fizer algo mirabolante, gigantesco, um trabalho ou projeto que atinja milhões de pessoas! Saia dessa ilusão. Isso é uma furada!

Aqui mesmo! Com os meus textos eu não atinjo milhões de pessoas. Mas a satisfação que eu sinto por saber que eles podem contribuir com uma que seja, já me dá impulso, alegria e motivação para continuar firme e forte nesse projeto que até a título de curiosidade, em setembro de 2022 completará 10 anos! Uau! Eu mesmo me surpreendo com a minha perseverança aqui no blog!

Percebe como tudo pode ser bem mais simples? Leve essas dicas práticas do Gikovate para a sua vida e você vai logo perceber o quanto tudo vai ficar bem mais leve…

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Precisamos conhecer as causas da nossa felicidade e infelicidade

Por Isaias Costa

“Não basta querer algo. Você precisa conhecer suas causas — as circunstâncias e condições que precisam se encontrar para que você realize o que você deseja.

Se for um bolo de chocolate, você pode sentar o dia inteiro rezando “Que bolos de chocolate caiam do céu! Que eles se materializem no forno!” Provavelmente não dará certo. Mas se você aprende como fazer um bolo de chocolate, aí sim, você tem o desejo, a aspiração, a intenção, os ingredientes e então terá seu bolo de chocolate.

Portanto, por que esse processo seria diferente para a felicidade genuína? E por que seria diferente para ganhar uma liberdade cada vez maior do sofrimento, mais serenidade, paz interior, equilíbrio da mente?

Talvez seja isso: nossos desejos estão lá, nós certamente desejamos encontrar a felicidade, sensorial e também mental; nós certamente desejamos nos livrar do sofrimento, tanto físico quanto mental. E talvez esse seja o problema: nós ainda não descobrimos quais são as causas. Se nós não identificarmos as causas do sofrimento, e as erradicarmos; se não reconhecermos e cultivarmos as causas da felicidade (especialmente a felicidade mental), ela não vai acontecer.”

Alan Wallace

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Achei perfeitas essas palavras do Prof. Alan Wallace. Ele está trazendo de uma forma simples e objetiva um norte para que mudemos muita coisa em nós, se estivermos dispostos a isso.

Esse é um belo exercício de autoconhecimento! Nós precisamos conhecer as causas da nossa felicidade e infelicidade! O que acho mais incrível e que precisa ser detalhado é que para cada um de nós essas causas são diferentes!

No meu caminho de autoconhecimento, hoje já tenho bem mais clareza do que me causa felicidade ou infelicidade. Por exemplo: Estar em contato com a natureza, ambientes arborizados, amenos e silenciosos, pra mim é uma fonte absurda de felicidade. Porém, assistir a telejornais que só trazem notícias de desastres, de mortes, de perversidades do ser humano, pra mim é uma fonte gigantesca de infelicidade!

Dei esses exemplos simples só pra que fique bem claro e você que esteja me lendo possa levar pra sua própria vida! Você consegue saber o que lhe causa felicidade ou infelicidade?

Uma dica pra facilitar esse processo é prestar atenção nos sentimentos que brotam a partir das experiências do dia a dia. Se algo deixa você triste, melancólico, desesperançoso, com raiva etc. Esse é um indício de que se trata de algo que gera infelicidade. Porém, se algo lhe deixa alegre, sorridente, pacificado, com vontade de compartilhar esse momento com outras pessoas etc. Esse é um forte indício de que se trata de algo que gera felicidade. É simples assim!

Muitas pessoas ficam meio perdidas com relação aos assuntos ligados ao autoconhecimento exatamente por causa da simplicidade sabia disso? As pessoas mais racionais e que costumam ter uma mente mais reativa dizem internamente assim: “Não pode ser só isso! Não pode ser tão simples…”. Mas é! É simples! Agora simples não quer dizer que seja fácil. São coisas absolutamente diferentes.

A felicidade exige uma grande dose de desapego, que é ter a certeza de que a vida é repleta de impermanências, de ciclos de nascimento, florescimento e morte! Ou seja, se quisermos congelar alguma coisa no tempo, pode ter certeza que mais cedo ou mais tarde estaremos infelizes. Na concepção dos grandes seres de sabedoria desse planeta, a causa maior de infelicidade é o apego. E obviamente, para sair disso, o antídoto é o desapego!

Reflita sobre essas palavras tão simples e ao mesmo tempo tão profundas. E lembre-se sempre de que é você que precisa conhecer as causas da sua felicidade e infelicidade! Quem está de fora o máximo que pode fazer é lhe dar pistas que lhe ajudem a encontrar as respostas dentro de si mesmo, que é, por exemplo, o que estou fazendo com esse texto… Sigamos juntos!

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Você só pode atingir a perfeição atravessando as suas imperfeições

Por Isaias Costa

“Você também deve reconhecer as razões pelas quais o seu Eu Inferior o desvia do enfrentamento de si mesmo. Uma das razões é que reconhecer-se imperfeito é desagradável. A outra é que o Eu Inferior é preguiçoso e nunca quer trabalhar. No entanto, enfrentar o que está em você requer trabalho, especialmente no que se refere às coisas incômodas. Assim o primeiro passo, no caminho do autodesenvolvimento e purificação é ser claro a respeito disso. Se você o perceber, não se sentirá desencorajado quando estiver entretido nesta primeira metade do trabalho, que e indispensável. Você só pode atingir a perfeição atravessando as suas imperfeições, e não as contornando.”

Canalização de Eva Pierrakos

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São muito profundas as palavras que esse guia espiritual nos traz na bela obra intitulada “Não temas o mal”. Gostaria de levantar pequenas reflexões a partir delas!

Todos nós sabemos o qual lento e gradual é todo e qualquer processo de mudança pessoal. Requer acima de tudo muita vontade de mudar, deixar de ficar arrumando culpados e desculpas para tudo!

O nosso Eu Inferior, que é essa conexão com o nosso ego, o tempo todo fica nos pregando peças, fazendo com que nos auto-iludamos. À meu ver, as palavras mais impactantes são quando o guia diz que se reconhecer imperfeito é desagradável, pois nos vemos forçados a olhar para as nossas sombras, que nunca são bonitinhas!

Escrevo essas reflexões antes de tudo para mim mesmo, porque tenho consciência de que tenho muitas sombras a trabalhar e muitas imperfeições que me impedem de ser uma pessoa melhor e mais feliz!

Por exemplo, muitas vezes eu tenho atitudes egoístas e que lá no fundo sei que me fazem mal, mas mesmo assim tenho dificuldade de agir de outro modo! Outras vezes sou extremamente julgador, mesmo sem proferir uma única palavra de julgamento. Internamente sei que estou com pensamentos de baixíssima vibração, mas mesmo assim tenho dificuldade de transcender esses pensamentos!

Por vezes acabo desconfiando em demasia de algumas pessoas ou situações e isso só revela meu ceticismo que ainda é bem presente na minha vida. E por aí vai! Estou trazendo aqui apenas pequenos exemplos para lhe mostrar que eu, você e cada um dos bilhões de seres humanos nesse planeta, estamos todos ainda engatinhando nesse caminho de iluminação do ser!

Mas o melhor de tudo é saber que esse caminho existe! É possível nos lapidarmos e desenvolvermos nossas virtudes.

Eu penso (e o guia traz isso de forma brilhante nesse livro) que precisamos perceber nossas ações no dia a dia e se dar conta a cada vez que fazemos algo que traga virtudes e valores para assim irmos constatando que estamos longe de atingir essa total plenitude do ser, mas já estamos dando pequenos passos nessa direção!

Percebo que quando temos essa alegria genuína que surge das boas ações, esta alegria se transforma como que numa mola propulsora para que continuemos agindo com bondade, retidão, amorosidade, ética etc. Assim vamos jogando um pouco mais de luz sobre as nossas sombras e vamos caminhando lentamente nesse processo de auto-aperfeiçoamento.

É simples, mas ao mesmo tempo bastante exigente! Vamos juntos atravessar as nossas imperfeições?…

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Uma visão espiritual do cultivo de hábitos

Por Isaias Costa

O mestre Yogananda era um verdadeiro bálsamo de sabedoria. Sempre aprendo coisas novas com ele e adoro compartilhá-las com vocês amigos leitores. Quero nesse breve texto trazer uma interessante reflexão sobre o cultivo de bons hábitos a partir de uma visão mais espiritual. Leia com bastante atenção as palavras abaixo!

“Porque àquele que tem, se dará, e terá em abundância; mas aquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado. Esta verdade aplica-se particularmente aos hábitos. O homem de boas ações fortalece a vontade de praticar outras boas ações e, desse modo, cresce em virtudes com pouco esforço. Mas um escravo dos maus hábitos corrompe a vontade e a razão, de modo que acaba não só impossibilitando de criar novos bons hábitos, mas também enfraquece seu poder sobre quaisquer bons hábitos que houvesse tido no começo.”

Paramahansa Yogananda, do livro “A eterna busca do homem”

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Ideias geniais contidas na crônica “Ostra feliz não faz pérola” de Rubem Alves

Por Isaias Costa

Esses dias estava assistindo a uma Live super bacana no Youtube com a Mariana Alves (neta do Rubem Alves) e a Raquel Alves (filha dele), no seu canal chamado “Arquiteta do sensível” e fiquei encantado com tudo que foi dito a respeito do livro “Ostra feliz não faz pérola” e da sabedoria do mestre Rubem Alves.

Num determinado trecho da Live, a Mariana falou algo sobre a crônica “Ostra feliz não faz pérola” que até então não tinha pensado e venho compartilhar com todos vocês nesse texto. Ela comentou que as ostras, de um modo geral, ficam bastante tempo com suas conchas abertas, mesmo com a possibilidade real de a qualquer momento algum grão de areia entre na sua carne frágil e cause uma dor imensa, dor esta que faz com que ela produza uma pérola para sarar o desconforto gerado pelo grão de areia.

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A vida é uma construção diária

Por Isaias Costa

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“Gosto da construção diária. É mais lenta, porém muito mais sólida. Não promete milagres, mas sustenta-se nas verdades adquiridas através de empírica jornada.
A construção diária é feita com muito trabalho e camadas sequenciais de prudência, mas também de pitadas de ousadia e inovação, que permitem a visão aberta para novas formas de construir.
Gosto da construção diária porque quem ama a construção lida melhor com a queda e com a reconstrução constante que a vida exige de nós.
Afinal de contas, aprender a levantar também é uma arte e só quem construiu várias coisas sabe o valor de cada uma das experiências anteriores.
Um bom construtor, com certeza, construiu e reconstruiu muitas casas (dentro e fora de si).”

Josie Conti

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As prioridades de uma pessoa revelam o que importante para ela

Por Isaias Costa 

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Através das palestras do filósofo Mario Sergio Cortella e diversas leituras, aprendi algo que levo profundamente comigo, o conceito de prioridade. Ele costuma dizer: “Quando uma pessoa diz que não tem tempo para alguma coisa, na realidade ela está dizendo que aquilo não é prioritário para ela, não é importante”.

Tem um pensamento muito bonito do escritor Rick Warren, que vai nessa linha e nos ajuda imensamente a compreender melhor nossas prioridades! Leia com bastante atenção!

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“A importância das coisas pode ser medida pelo tempo que estamos dispostos a investir nelas. Quanto maior o tempo dedicado a alguma coisa, mais você demonstra a importância e o valor que ela tem para você. Se você quiser conhecer as prioridades de uma pessoa, observe a forma como ela utiliza o tempo”.

Rick Warren

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O Que é Minimalismo?

Por Juan O’Keeffe

minimalismo

O tema do minimalismo é fascinante e nunca escrevi aqui no blog diretamente sobre ele. Compartilho então esse texto do meu amigo Juan O’Keeffe que exprime de forma simples e objetiva essa filosofia. Espero que gostem!

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A palavra minimalismo tem ganhado bastante popularidade recentemente. Muitos tem promovido o minimalismo como um estilo de vida que vale a pena ser seguido.

Eu particularmente achei fantástico esse conceito. Me pegou e já está fazendo parte do meu dia a dia faz um tempo.

Então achei que seria legal escrever sobre isso para deixar claro do que se trata e como podemos nos beneficiar.

Continuar lendo

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