Arquivo da tag: infância

Faça para o outro aquilo que ele necessita

Por Isaias Costa

criana_vive_demais_no_mundo_da_imaginao-just_real_moms

Nós vivemos em um mundo onde reina o egoísmo, a arrogância, a prepotência, a vaidade, entre tantos comportamentos e posturas negativas. Venho a um bom tempo estudando e aprendendo mais sobre o que é a verdadeira EMPATIA, esse nobre sentimento de você se colocar no lugar da outra pessoa, tentando ver a partir da sua ótica, sem autocentramento.

Quero nesse texto questionar um ditado que está entranhado na sociedade e só prova o quanto ainda não sabemos o que é empatia. Ele tem duas versões, a do SIM e a do NÃO, mas a ideia é a mesma.

“Faça para o outro aquilo que gostaria que fizessem para você”.

“Não faça para o outro aquilo que não gostaria que fizessem para você”.

As duas são frases absurdamente egocêntricas! Você já parou pra pensar com carinho nelas?

=> Clique aqui para ler o texto completo

Anúncios

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

A experiência profissional me torna mais consciente

Por Isaias Costa

Tentativa-e-Erro-Na-Construção-de-Um-Site-1

Lendo o maravilhoso livro do filósofo brasileiro Mario Sergio Cortella chamado “Por que fazemos o que fazemos?”, fiquei refletindo bastante num determinado trecho no qual ele falava sobre o quão é importante a experiência, em amplo sentido. E como ele sempre gosta de fazer, vai até as raízes das palavras para explicar. Transcrevo abaixo esse pequeno trecho para nossa reflexão.

************

Perire, em latim, significa “provar”, de onde vem a palavra “perigo”, mas também as palavras “aperitivo” e “experimentar”. Experire é “experimentar”, ou seja, “provar de fora”.

A minha experiência é quando eu provo de fora e olho aquilo. O perigo é aquilo que me prova. Por isso, eu me sei naquilo que saboreio.

Mario Sergio Cortella

=> Clique aqui para ler o texto completo

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Uma prática de cura dos relacionamentos familiares

Por Isaias Costa

jamie-street-253819-1024x608

Eu conheci no final do ano passado um rapaz sensacional chamado João Vale Neto e fiquei encantado como alguém tão jovem tem tanta sabedoria. É nessa hora que vamos fortalecendo em nós a certeza de que maturidade nada tem a ver com idade. Existem jovens como ele que são infinitamente mais maduros do que idosos que não buscaram esse crescimento interior.

Li um lindo artigo escrito por ele e que foi publicado na Revista Bodisatva e me fez refletir sobre o importante tema do honrar os pais, que infelizmente não é bem compreendido, principalmente na sociedade ocidental.

Aproveito esse texto inclusive para explicar melhor algo que boa parte das pessoas não entende direito, que são as fases de desenvolvimento infantil, amplamente desenvolvidas nos livros do psicanalista Sigmund Freud. Tudo que aprendemos ao longo da infância está diretamente ligado aos nossos pais, ao que eles nos transmitiram muito mais pelo exemplo e pelo comportamento do que pelas palavras.

=> Clique aqui para ler o texto completo

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Sempre decida pelo desconhecido

Por Isaias Costa

pos-psicomotricidade

Eu sou fã de carteirinha do místico oriental Osho e sempre aprendo coisas novas com a leitura de seus livros e textos soltos pela internet.

Um pequeno texto me fez refletir bastante sobre a importância de sermos mais OUSADOS e CRIATIVOS, pois a vida é muito passageira para perdermos tempo fazendo sempre as mesmas coisas e sempre do mesmo jeito! Segue abaixo suas sábias palavras…

*******************

Somente o desconhecido deve ter uma atração para você porque você ainda não o viveu; você ainda não andou por esse território. Mova-se! Algo de novo pode acontecer por lá. 
Sempre decida pelo desconhecido, seja qual for o risco e você irá crescer continuamente.

Mas continue decidindo pelo conhecido e você fica se movendo repetidamente num círculo com o passado. Você prossegue repetindo-o; você se torna como um gravador gramofone. 
E decida. Quanto mais cedo você o fizer, melhor. Adiamento é simplesmente estupidez.

Amanhã você terá que decidir também, então porque não hoje? E você pensa que amanhã você será mais sábio do que hoje? Você acha que amanhã você estará mais vivo que hoje? Você acha que amanhã você estará mais jovem que hoje, mais renovado que hoje? 

=> Clique aqui para ler o texto completo

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Para chegar à fonte é preciso nadar contra a corrente

Por Isaias Costa

00001V2circling-barracuda-papua-new-guinea-by-David-Doubilet

Esses dias li uma frase magnífica e extremamente profunda após ouvir um dos comentários do filósofo brasileiro Mario Sergio Cortella pela Rádio CBN. Era uma frase atribuída ao importante poeta polonês chamado Stanisław Jerzy Lec que falava sobre a necessidade de gastarmos uma maior quantidade de energia para solucionarmos as grandes dificuldades da vida.

A frase era a seguinte: “Para chegar à fonte é preciso nadar contra a corrente”.

Apenas 10 palavras, mas que carregam uma profundidade imensa de reflexões. Com essa frase o Jerzy Lec está querendo nos dizer que para se chegar à essa fonte, que é de onde surge a água que vai ganhando força à medida que desce até encontrar o mar, precisamos de um dispêndio bem maior de energia do que simplesmente se deixar levar pela correnteza, que sem esforço algum, nos levará até o mar.

Como eu sou um amante da Psicologia e da Psicanálise, pensei no quanto essa frase pode se aplicar ao surgimento das nossas neuroses, medos, traumas e doenças.

=> Clique aqui para ler o texto completo

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

As principais causas da procrastinação

Por Isaias Costa

amanha

A procrastinação é uma palavra complicada que está se tornando cada vez mais popular e, infelizmente, cada vez mais comum também.

Ela vem do latim pro (à frente) + cras (amanhã). Ou seja, procrastinar é deixar tudo pra depois. É o tal do “amanhã eu faço!”, “Deixa pra semana que vem…”, “Segunda-feira eu começo essa dieta…”.

Muitos não veem assim, mas a procrastinação é de fato uma doença emocional que tem diversas raízes. Venho através desse breve texto apontar as que considero as principais causas da procrastinação e garanto a você que vai valer a pena ler o texto até o final, pois talvez você se identifique com algum dos pontos ou até com todos eles! Vamos lá…

1. Medo das críticas

Analisando psicologicamente, a procrastinação começa lá na infância sabia disso? Quase sempre quem procrastina veio de uma família que fazia uma série de exigências na infância e queria que os filhos fizessem tudo de forma impecável. Foram colocados para serem adultos antes da hora. Foram deixando de experimentar o mundo através de brincadeiras, de joguinhos, onde a criatividade pudesse rolar solta.

Com esses registros vem esse famoso medo das críticas. Por ter sido muito criticado ou criticada na infância, a pessoa guarda tudo no subconsciente ou inconsciente e morre de medo de ser criticada novamente, relembrando todas essas vivências. Então para evitar isso nem mesmo chega a começar algo novo.

Pensa em mudar de emprego? Não tenta porque já pensa que não vai passar na entrevista.

Pensa em ter um relacionamento com mais dignidade? Não termina o atual porque pensa que será rejeitada por qualquer outro pretendente a namoro…

Pensa em fazer um novo curso? Não se matricula porque acha que não vai conseguir concluir, porque acha que as pessoas do convívio familiar não vão gostar, porque acha que não vai conseguir pagar as mensalidades etc. etc.

E a pessoa continua assim, só pensando e pensando mais ainda e nunca toma uma atitude concreta…

Sugestão de leitura => Como aprender a lidar com as críticas

2. Baixa autoestima

Esse ponto é fundamental. Sempre as pessoas que adiam compromissos e tarefas tem uma baixa autoestima, que certamente está ligada a educação repressora que tiveram. Está tudo inter-relacionado.

A pessoa tem medo de ser criticada, logo é sinal de que não se vê como uma pessoa com um alto grau de MERECIMENTO. Esse é um ponto chave! Todos nós só conseguimos realizar o que quisermos na vida se nos sentimos merecedores da vitória e das conquistas.

E merecimento só se conquista com muito trabalho, e acima de tudo, com muito AUTOCONHECIMENTO. Eu preciso saber quais são minhas aptidões e trabalhar em cima delas.

Eu por exemplo! Minhas maiores aptidões estão na área do ensino. Então o tempo todo procuro me especializar para dar aulas melhores, para melhorar minha comunicação, meus conhecimentos, minhas amizades e contatos profissionais etc.

Você, da mesma forma! Procure conhecer quais são suas potencialidades, para trabalhar em cima delas e assim, cada vez mais se sentir merecedor de grandes coisas! É somente dessa maneira que vamos ganhando autoestima e crescendo de verdade na vida.

Sugestão de leitura => Qual é a minha vocação?

3. Falta de foco

As pessoas que procrastinam perdem tempo demais com coisas que não vão contribuir em nada com a autorrealização e o sucesso nas empreitadas.

Esse vício, sim! Se trata de um verdadeiro vício! É preciso ser cortado e transformado o quanto antes. Um exemplo bastante enfático e atual de falta de foco sabe qual é? A INTERNET, principalmente através das redes sociais! Tem gente que perde horas no facebook ou conversando com os amigos pelo whatsapp.

Nessa brincadeira, passam-se horas, depois dias, depois semanas e no fim, as pessoas fazem tudo “nas coxas”, como se diz!

Pense em você e nas suas atividades! Quanto tempo do seu dia você perde com coisas que atrapalham o bom andamento do que você pretende fazer? Responder a essa pergunta com bastante sinceridade vai ser fundamental para você acabar de vez com a procrastinação.

4. Falta de organização e disciplina

Esse ponto está completamente atrelado ao 3º, porque se falta foco na sua vida, é porque você está desorganizado, principalmente no que se trata do nosso bem mais precioso, que se chama TEMPO.

Nosso tempo é limitado! Todos nós temos 24h por dia! Ninguém tem tempo a mais ou a menos. Já reparou nisso? Tanto aqueles que não fazem quase nada quanto aqueles que têm inúmeros projetos têm o mesmo tempo. O que diferencia quem realiza muito de quem quase não realiza? O FOCO, a DETERMINAÇÃO, a DISCIPLINA e a ORGANIZAÇÃO.

Sabe algo bem simples que já vai ajudar em mais de 50%? Uma AGENDA! Escreva no papel o que você pretende realizar! Você não faz ideia do que é colocar o que se pretende fazer no papel! Estudos científicos já foram feitos sobre isso. Quando você escreve algo, aquilo mexe direto com seu subconsciente, e a probabilidade de você dar prosseguimento é muito maior! Nada de colocar o celular pra alarmar viu? Desenvolva esse hábito de escrever no papel! Em pouco tempo você vai perceber a diferença.

5. Insegurança e dependência das outras pessoas

Esse é outro ponto bem comum! As pessoas que deixam tudo pra depois são dependentes emocionalmente de alguém. E só fazem as coisas se houver essa aprovação dessa pessoa ou dessas pessoas.

Qual é a causa primária disso? Obviamente a INSEGURANÇA, que gera a baixa AUTOCONFIANÇA.

Veja só como é interessante! A pessoa é insegura e não confia muito em si mesma. Qual é a energia que ela vai transmitir às outras pessoas? MEDO. Então, o que ela vai receber em troca? Uma série de NÃOS. É simples assim?

Você precisa confiar em você e na sua capacidade e em determinados casos, bater de frente mesmo com as pessoas queridas que convivem com você e que discordam em alguma coisa.

Pense dessa maneira: “Fazer tal coisa vai contribuir com a minha felicidade e autorrealização?” Se sim! Perfeito! Siga em frente! Mesmo que todos ao redor queiram lhe desmotivar ou desencorajar.

Acredite! Isso é muito mais comum do que se pensa. E uma das relações mais comuns em que acontece isso são nos CASAMENTOS.

A esposa quer fazer um curso novo e está super empolgada. O marido desaprova e inventa mil e um motivos para ela não fazê-lo.

O marido quer abrir um negócio próprio! A esposa diz que é um risco muito grande! Se não der certo, como é que vão pagar a escola das crianças?…

Se fosse dar todos os exemplos possíveis, esse texto viraria um catálogo…

6. Perfeccionismo

Esse ponto é a “pedra no sapato” de milhares, milhões de pessoas! Exatamente porque elas têm um imenso medo das críticas. Elas querem fazer tudo de maneira impecável. E ficam pensando assim: “Só vou fazer tal coisa quando não tiver mais nenhum margem de erro…”.

Então quando é que a pessoa com esse perfil começa e realiza? NUNCA. Porque nunca vai existir nada que seja perfeito! Repito: NUNCA.

Esse texto, por exemplo. Se pensasse assim: “Eu só vou publicar esse texto quando perceber que ele não tem mais nenhum erro de gramática…”. Já pensou? Ele ficaria só no pensamento pra sempre! Se mandasse esse texto para um gramático, eu ia ser sabatinado por ele! kkkkkkkk

Esse é o mal do perfeccionismo!

Quer fazer algo? FAÇA. Hoje em dia tem até uma frase que virou cliquê, mas acho linda: VAI LÁ E FAZ.

Deseja algo? VÁ LÁ E FAÇA. Do jeito que der e com os recursos que você possui nesse momento. Com o passar o tempo você poderá aperfeiçoar aquilo que já começou.

Você já reparou que quase tudo que prospera começou pequeno? Pode observar as grandes empresas e grandes restaurantes! Nem preciso me aprofundar nisso porque você sabe que é verdade!

Sugestão de leitura => As pessoas mais racionais tem medo da crítica

************

Enfim! Eu apontei nesse texto os pontos que considero serem os principais que geram a procrastinação. Certamente existem outros, mas eles derivam desses que coloquei aqui.

Coloque todas essas dicas na sua vida e você se perceberá dando grandes saltos de qualidade!

Paz e luz…

 

6 Comentários

Arquivado em Uncategorized

Parentificação: “Você agora é o homenzinho da casa…”

Por Isaias Costa

foto-mae-dormindo

Existe um termo interessante em Psicologia para tratar de um tema extremamente complexo nos relacionamentos humanos, que é a PARENTIFICAÇÃO.

Falarei brevemente nesse texto sobre esse tema e a importância de se buscar o equilíbrio emocional, para que os filhos sejam poupados de sofrimentos psicológicos que podem perdurar por toda a vida.

A parentificação é uma espécie de desvio psicológico no qual os filhos assumem o papel dos pais, causando desequilíbrios muitas vezes graves e “queima” de etapas da vida (a famosa perda da infância por exemplo).

Psicologicamente, é como se os filhos fossem casados com os pais, mas deixando bem claro que não estou falando aqui de relações incestuosas. Nada disso! É uma questão voltada para o papel social e familiar.

Os processos mais comuns de parentificação ocorrem em mães com filhos pequenos e que se tornaram viúvas, ou aquelas que se separaram dos seus maridos e se desencantaram a tal ponto de nunca mais quererem se casar de novo!

E sendo ainda mais específico. De um modo geral, acontece mais entre mães e filhos homens, por outra questão psicológica relacionada com o senso de PROTEÇÃO inerente ao ser masculino.

O homem, ao casar-se, assume o papel de protetor ou também de provedor da casa. Ele dá a segurança da família e da esposa, tanto financeiramente quanto afetivamente.

Se por algum motivo ele vai embora (morte, separação, doença degenerativa etc), a mãe espera que essa proteção, essa segurança, venha de outro lugar, e muitas vezes é transferida inconscientemente para algum filho.

Digo inconscientemente, porque nenhum filho deseja conscientemente se casar com a própria mãe. Inclusive aqui existe toda uma teoria extremamente ampla e complexa desenvolvida pelo pai da Psicanálise “Sigmund Freud”, que é o COMPLEXO DE ÉDIPO, no qual a criança entre 3 a 5 anos aproximadamente, sente, inconscientemente um encantamento pelos pais. O menino pela mãe e a menina pelo pai!

Não vou entrar no mérito da questão por ser esse um tema extremamente amplo e complexo. Mas segundo o próprio Freud, normalmente é nessa fase, chamada por ele de FÁLICA (3 a 5 anos) que ocorre os maiores casos de parentificação!

A mãe chega constantemente ao seu filhinho lhe dizendo:

– Olha meu filho! Agora você é o homenzinho da casa…

Então ele vai internalizando isso e acaba crescendo antes da hora, acaba se tornando um adulto sem ser, entende? E isso gera conflitos internos que se estendem por toda a vida!

Muitas crianças se tornam tão dependentes afetivamente das mães que na vida adulta têm dificuldade de se relacionarem afetivamente! Muitas vezes acontece de a mãe se tornar extremamente ciumenta com o filho e não permite que ele seja livre para viver um relacionamento feliz com uma garota etc etc etc.

Em muitos casos o filho que se casa com a mãe (metaforicamente falando), passa a vida inteira sem se relacionar afetivamente. Não consegue se casar nem ter filhos e depois que a mãe morre entra em uma depressão intensa, como se a vida tivesse perdido o sentido!

É comum aparecer em consultórios psicológicos homens de meia idade, em torno dos 50 anos, que dizem ter se dedicado a vida inteira a cuidar da mãe e que agora perderam o sentido da vida! Não conseguem se relacionar afetivamente com ninguém! Têm medo de terem uma vida sexual com alguém etc. Tudo se deve a esses distúrbios psíquicos por não terem vivido a infância e a adolescência como deveriam, sem tantas pressões para se tornar um adulto!

Afinal! O que fazer para minimizar tudo isso Isaias?

Bem! Existem diversos caminhos. Mas o principal eu diria que se chama SOLITUDE. Em minha opinião nada supera a solitude! E o que é a solitude? É você estar bem e feliz por estar sozinho. Ou seja, não ficar numa carência sem fim porque não está se relacionando com alguém amorosamente.

Esse recado vai principalmente para as mães de crianças pequenas que estejam lendo esse texto! Caso aconteça de você que é mãe ter se separado ou o marido tenha falecido, é importantíssimo que busque algo que preencha o sentimento de solidão sem ter que colocar os filhos na jogada entende? Pode ser a espiritualidade (que considero o melhor caminho), pode ser umas saídas com amigas, pode ser o desenvolvimento de novas habilidades e aptidões, fazendo cursos e especializações etc. Tudo isso pode ajudar a lidar melhor com o sentimento de vazio que vem da solidão!

Lembre-se: é possível transformar a solidão em solitude! Só depende de você! Se quiser uma boa dica nesse sentido, recomendo o excelente livro do Osho chamado “Amor liberdade e solitude”, no qual ele fala amplamente sobre os relacionamentos felizes e equilibrados e a importância de amar a si mesmo em primeiro lugar!

Tudo isso que estou falando é extremamente profundo e principalmente as crianças vão agradecer, porque elas não tem culpa nenhuma de serem colocadas para se tornarem adultas antes da hora! Com uma boa orientação, as mães podem desenvolver essa maturidade para educarem seus filhos com muita sabedoria, contribuindo para crescerem como grandes cidadãos transformadores da sociedade em que vivemos!

Eu sei que esse é um tema que “dá pano pra manga” e o que coloquei aqui foi uma pequeníssima pincelada. Recomendo a você que gostou da temática que aprofunde em livros de desenvolvimento infantil, psicologia da adolescência entre outros!

E compartilho abaixo um dos textos que li e que me inspirou a escrever esse texto. Vale a pena dar uma lida nele…

Link: Quando os filhos casam com os pais

 

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

O que você deixou de ser quando cresceu?

Por Isaias Costa

13249714_571499299694129_749396194_n

Outro dia me deparei com essa frase que intitulou esse texto que você lê agora e fiquei bastante reflexivo sobre ela.

A vida inteira nós fomos ensinados e doutrinados a pensar de uma forma praticamente oposta a essa: O que você quer ser quando crescer?.

Mas a vida e o amadurecimento tem me levado a constatar que esse pensamento vigente está equivocado, ou no mínimo precisa ser reformulado.

Penso que essa pergunta estaria mais coerente se fosse feita da seguinte maneira: “O que você quer fazer em termos de emprego quando você se tornar adulto?”.

Preste atenção na mudança da pergunta e naquilo que foi alterado! Tanto o SER pelo FAZER quanto também o CRESCER pelo TORNAR-SE ADULTO.

=> Clique aqui para ler o texto completo

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Um olhar metafísico para a expressão “pisar na bola”

Por Isaias Costa

pisada

Recentemente estava conversando com um dos meus tios que se tornou avô há pouco tempo e está amando a experiência de voltar a educar de forma parecida como quando foi pai de primeira viagem, porém, com bem mais maturidade e sabedoria!

Ele me contou sobre a primeira vez que falou que seu neto “pisou na bola”. Eu fiquei muito feliz ao ver o quanto as crianças são inocentes e aprendem rápido quando são bem direcionadas.

Seu neto havia feito algo inadequado na escola ao brincar com os seus coleguinhas e então recebeu uma boa “bronca” dele com toda a amorosidade e didática infantil.

Então ele disse: “Vovô! O que é pisar na bola?”.

Aí ele respondeu: “É quando você faz algo que sabe que não é legal, que pode machucar um coleguinha, que pode magoá-lo, irritá-lo, deixá-lo triste etc”.

E o mais bacana de tudo é que depois da primeira bronca seu próprio neto passou a ter a sinceridade e franqueza de dizer por si só: “Vovô! Hoje eu pisei na bola na escola. Se o se senhor me colocar de castigo eu vou entender!…”.

Ao ouvir isso pensei: “Como é importante quando desde cedo um menino ou menina é educado quanto aos limites, a saber respeitar o espaço dos coleguinhas, as diferenças de personalidade e por aí vai…”.

Esse menino tem tudo para se tornar um adulto extremamente ético e amoroso.

Enfim! Contei essa história real apenas para dizer que foi ela que me inspirou a escrever esse texto que você lê agora.

Se você pensar com bastante atenção, a expressão “pisar na bola” faz todo o sentido e inclusive tem esse sentido metafísico que proponho aqui.

O que acontece quando alguém pisa na bola enquanto joga futebol? Provavelmente essa pessoa vai cair e dependendo da velocidade em que estava quando pisou na bola, a probabilidade de bater a cabeça é bem grande!

Podemos tirar pelo menos duas lições importantes daí.

1ª) Todos nós caímos (SEMPRE…)

Essa talvez seja a maior lição metafísica de “pisar na bola”. É uma forma de nos ensinar a sermos mais HUMILDES e reconhecermos nossos erros e falhas. As pessoas que acham que jamais pisam na bola são as mais orgulhosas e prepotentes, já observou como é assim?

Posso fazer até uma associação com o grande apóstolo de Cristo Paulo de Tarso. Ele (antes da conversão) era extremamente arrogante e se achava um homem justo e perfeito, mesmo assassinando pessoas. Porém, teve a experiência de cair do cavalo e ficar cego no caminho para a cidade de Damasco.

Em outras palavras, há muito tempo que ele vinha “pisando na bola” feio, mas não percebia isso, até que esse “pisar na bola” tomou a proporção colocada nas escrituras. Logicamente que estou simplificando tudo aqui. Essa passagem é riquíssima de conteúdo e há muito mais a ser abordado e refletido sobre ela.

Se quiser ler um pouco mais sobre essa lindíssima passagem bíblica e seus ensinamentos, compartilho abaixo um texto que escrevi com muito carinho para falar sobre a conversão de Paulo de um homem extremamente arrogante para talvez o maior discípulo que Jesus Cristo teve na época. Vale a pena sua leitura!

De arrogante à humilde

Em resumo: Pisar na bola metafisicamente falando é um exercício de humildade se assim você permitir que seja…

2ª) Você pode bater a cabeça

Pela Metafísica da Saúde, ciência que venho estudando há bastante tempo, sempre que batemos a cabeça, é um sinal de que nós estamos vivendo algum conflito diante de alguma autoridade e isso tem nos deixado com raiva.

Ou seja, se você “pisou na bola” existe sim essa possibilidade de estar vivendo conflitos com alguém que tem algum tipo de autoridade perante você e praticamente ninguém faz essa associação que é muito verdadeira e coerente.

Fiz um áudio no Soundcloud falando com mais detalhes sobre a “Metafísica dos acidentes de trabalho e no trânsito”, no qual aprofundo toda essa temática que estou citando agora! Deixo o link abaixo caso queira ouvir e aprender um pouco dessa ciência fabulosa!

Metafísica dos acidentes de trabalho e no trânsito

Enfim amigos! Foram esses os insights que tive a partir dessa conversa simples com o meu tio. Espero que tenha servido como uma reflexão interessante.

Caso você interprete essa expressão “pisar na bola” de outra forma diferente da minha, fique à vontade para comentar e compartilhar com os leitores!

Paz e luz.

 

 

 

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

O medo do abandono

Por Isaias Costa

aba4-1024x590

Estava ouvindo o excelente programa de rádio “Linguagem do corpo” da Rádio Mundial, com a querida professora e escritora Cristina Cairo e ela tratou de um tema interessantíssimo, alguns medos básicos de todos os seres humanos, mas deu ênfase ao “Medo do Abandono”, que farei uma breve reflexão a seguir!

Existe toda uma abordagem psicológica e psicanalítica por trás desse medo e tudo começa na mais tenra infância.

O medo do abandono já começa em nós no momento do nosso nascimento. Ao termos o cordão umbilical contado pelo médico e passamos a respirar pelos pulmões. Naquela primeira respiração já sentimos esse abandono, porque fomos retirados do contato direto com a mãe e sua proteção!

Claro que essa sensação é suprida depois pela cinestesia com a mãe e a mamada. Porém, todas as experiências vivenciadas pela criança ficam registradas no seu inconsciente, podendo gerar neuroses futuramente.

Ao longo do programa ela fala que a única forma de se eliminar totalmente esse medo do abandono é através da reconexão com o divino, com a espiritualidade, e concordo totalmente com essa visão, porque nós somos seres divinos e eternos. Se tivermos a falsa impressão de que a vida se resume apenas a essa existência humana de no máximo uns cento e poucos anos para quem consegue essa benção, certamente teremos uma vida pequena, na qual não realizaremos o propósito maior das nossas almas!

Esse medo do abandono tem uma forte ligação com a SOLIDÃO. E todos nós sabemos que o sentimento de solidão é um dos maiores causadores de DEPRESSÃO.

Eu posso estar enganado no que vou dizer agora, mas acredito que quase todas as pessoas que já tiveram uma crise de depressão na vida e conseguiram se reerguer conseguem compreender melhor que o sentimento de solidão pode ser curado na raiz a partir dessa conexão maior com Deus e com o seu amor infinito!

Falo isso porque eu tive uma depressão leve no ano de 2009, que já relatei em detalhes no meu e-book gratuito [link aqui].

Essa é uma experiência pessoal que estou compartilhando com você agora e muitos seres humanos sábios e iluminados já descreveram com perfeição em seus escritos. Porém, dou uma ênfase maior ao místico São João da Cruz, que provavelmente cunhou o termo tão conhecido “Noite escura da alma”.

Ou seja, todo aquele que vivencia essa “noite escura da alma” e consegue extrair todas as lições dessa experiência de deserto pessoal, consegue enxergar a vida e seus mistérios com olhos mais sábios.

Infelizmente, nós vivemos numa sociedade que cultua a felicidade à todo custo, que condena a tristeza, que nos exige que tenhamos sempre uma máxima produtividade… São esses desequilíbrios que tem feito com que tantas pessoas se sintam deprimidas, às vezes percam totalmente o sentido da vida, se sintam abandonadas por todos e cheguem mesmo ao caos de se sentirem abandonadas por elas mesmas!

Lembrei até de uma frase da Adriana Calcanhotto que ilustra bem o que é esse abandono de si mesmo. A frase: “Eu não moro mais em mim…”, da música “Metade”. Essa frase, apesar de muito triste, revela a realidade de um número gigantesco de pessoas.

É possível trabalhar tudo isso através dessa reconexão com Deus. E como fazer isso? Talvez você me pergunte! Existe muitos caminhos, mas como sempre, o que eu mais recomendo é o da MEDITAÇÃO, pois a meditação nos ajuda a encontrarmos o nosso centro, e centrados no nosso coração encontramos essa conexão com Deus e com o divino que existe dentro de nós.

Lembro até de um vídeo que assisti uma vez do coach Arly Cravo no qual ele falava o seguinte: “Não tem outra! Se você de coração se coloca disposto a meditar e transformar isso num hábito, você vai ter como resultado o amor próprio, você vai passar a se amar incondicionalmente”.

Esse é um ponto interessante. Você já viu uma pessoa que se ama profundamente sentir SOLIDÃO? Sentir medo de perder o amor das pessoas? NÃO. Porque o amor próprio espanta todo medo, ou como diria Jesus Cristo: “O amor afasta todo medo”. 

Enfim! Essa é a minha forma de ver e pensar sobre esse medo do abandono. Resumidamente é isso: você se conecta com o divino através de uma prática meditativa ou outra que prefira, com isso você se conecta com o divino que existe em você, dessa forma pouco a pouco o amor passa a crescer de dentro do seu coração e o medo vai sendo dissipado. Dissipando o medo, você nunca mais se sentirá abandonado, porque essa conexão com o divino estará sempre forte e brilhante.

Se quiser se aprofundar nesse tema, compartilho abaixo o vídeo da Cristina Cairo que me inspirou a escrever esse texto. Vale a pena reservar uns minutinhos para ouvi-lo! E também logo abaixo compartilho um áudio com a leitura de um artigo que traz aprofundamentos nesse tema!

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized