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Não queira convencer ninguém sobre nada

Por Isaias Costa

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Existe um verbo que eu acho muito bonito e que, infelizmente, pouquíssimas pessoas o abordam com a profundidade que ele merece, o verbo CONVENCER.

A maior parte das pessoas tenta convencer as outras da forma errada, com imposições, com arrogância, com ameaças e por aí vai!

Eu gosto muito de conhecer as raízes das palavras e a melhor forma de compreendermos esse verbo é indo para a sua raiz. Veja!

CONVENCER = CON + VENCER = VENCER JUNTO

Quando você tenta convencer alguém sobre algo está querendo vencer junto com ela a partir do seu ponto de vista, entende? E isso é maravilhoso! O JUNTO.

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A lição dos girassóis

Por Isaias Costa

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Há poucos dias assisti a uma palestra sobre motivação e liderança com o Dr. Jamiro Wanderley e em determinado momento ele falou uma coisa que não sabia e que vou compartilhar com você hoje.

Ele falou a respeito da natureza dos girassóis. Como o próprio nome diz, eles giram de acordo com a inclinação do sol, em outras palavras, eles “perseguem a luz”.

Provavelmente essa parte você sabia, mas tem outra que talvez não!

Você já se fez essa perguntinha? E nos dias nublados e chuvosos, quando o sol fica totalmente encoberto pelas nuvens, o que acontece?

Interessante essa pergunta, não é? Talvez você tenha pensado que a flor de girassol fica murchinha e olhando para baixo. Acertei? Pois é, está errado! Sabe o que acontece? Elas se voltam umas para as outras para dividirem entre si as suas energias.

Eu fiquei impressionado com a perfeição da natureza e levei essa reflexão para a nossa vida.

Todos nós queremos essa luz, buscamos essa luz de diversas maneiras: na família, nos amigos, na religião, no trabalho e por aí vai. Mas sempre acontecem os dias nublados, os dias de tristeza, não tem como fugir deles. Nessa hora, a maioria das pessoas fica acabrunhada, de cabeça baixa e as mais fragilizadas às vezes chegam até a ficarem deprimidas.

A natureza tem tanto a nos ensinar! Que tal fazer como os lindos girassóis? Na hora da dor, do desespero, da angústia, porque não olhar para dentro de si mesmo com total sinceridade e saber que lá dentro também existe uma luz, e essa luz pode ser compartilhada com quem amamos?

Sentimentos difíceis e dolorosos que são reprimidos acabam mais cedo ou mais tarde se transformando em uma doença, você quer esperar que um doença lhe acometa para só então se abrir para os outros? Não queira tornar as coisas mais difíceis! Veja os girassóis! Eles não ficam pensando: “O sol se escondeu, então eu vou ficar aqui triste, de cabeça baixa, esperando que ele volte…”. Nada disso! Na mesma hora eles acionam sua luz interna e compartilham com os outros…

Portanto! Que hoje você se encante com a beleza perfeita da natureza, que em sua simplicidade, nos dá uma verdadeira aula de como viver melhor e com mais harmonia.

Se quiser também assistir a esse vídeo do Dr. Jamiro, recomendo fortemente, é muito bacana o que ele fala ao longo da palestra.

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Princípios e valores

Por Isaias Costa

Lapide os seus valores para se tornarem princípios sólidos...

Lapide os seus valores para se tornarem princípios sólidos…

Compartilho hoje com você um texto inspirador e provocativo do empresário Alex Arcanjo falando sobre princípios e valores a partir de uma comparação com o carvão e o diamante. Isso foi muito bem colocado por ele e espero que lhe leve a uma boa reflexão. Que seus princípios e valores estejam alinhados e voltados para o bem…

A comparação entre diamante e carvão é muito comum, talvez você já tenha ouvido a respeito.  Em suma, o diamante nada mais é que carvão sobre alta pressão, durante um longo período de tempo. Em sua estrutura molecular são praticamente a mesma coisa, tudo é carbono. O que torna um mais resistente que o outro é sua estrutura, ou seja, como os carbonos estão relacionados entre si.

Princípios e valores podem ser comparados a diamante e carvão, respectivamente. Observe que princípios são rígidos como o diamante. São constantes e não podem ser quebrados. Ninguém quebra o princípio; é o indivíduo que se quebra em relação ao princípio.

O carvão, por outro lado, é uma tentativa de ser diamante, assim como o nossos valores são tentativas de alinhamento aos princípios. Valores são internos e subjetivos. Princípios são externos e objetivos. É a tentativa de convergir o universo interior ao exterior.

Quanto mais um indivíduo estreitar esses pontos, maior será sua sinergia com um todo, principalmente com a equipe que lidera, seja ela qual for: família, empresa, igreja etc.

Sabemos que o carvão se torna diamante por causa da pressão. Os valores têm sido bombardeados por pressão. Perceba que, dependendo do tipo de influência, o carvão não evolui para diamante, mas se quebra, deteriora e torna-se pó.

Valores não são atribuições rápidas de se conquistar, mas rápidas de se perder. Na tentativa de aumentar a velocidade, pode-se quebrá-los. Valores são frágeis neste aspecto, pois podem ser alterados ou até vendidos. Você pode ter um valor hoje e não tê-lo amanhã, por isso é subjetivo.

Imagine que um de seus valores seja a honestidade. De repente, seu gestor lhe pede para executar uma tarefa de forma duvidosa, que possa fragilizar esse seu valor. Esse tipo de pressão é mais comum do que se imagina. Não é uma pressão positiva rumo à evolução para diamante, mas uma mudança do valor que tenta transformá-lo em preço. O verdadeiro valor é tudo aquilo que para você não pode ser comprado.

O líder, quando busca o melhor, ou seja, pelos princípios, não enxerga sua vida como uma carreira, mas como uma missão. Essa visão lhe dá um senso de propósito que tenta se alinhar às leis universais.

A conversão de valores em princípios é como transformar carvão em diamante: lento, difícil, mas compensador. Valor é o que você está. Principio é o que é.

Para encerrar, pense que os princípios nada mais são do que valores sobre alta pressão, durante um longo período de tempo. Esse alinhamento é continuo e perdurará por toda nossa trajetória.

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O seu pedaço de carvão

Por Isaias Costa

FC37EHoje vou fazer uma pequena reflexão a respeito da amizade, da liderança e dos talentos individuais, a partir de uma belíssima história que li outro dia, de autoria desconhecida.

Um membro de determinado grupo, ao qual prestava serviços regularmente, deixou de participar de suas atividades, sem nenhum aviso.

Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo.Era uma noite muito fria.

O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor.

Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando.

O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada. No silêncio que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das achas de lenha, que ardiam.

Ao cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formavam e cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, e empurrou-a para o lado.

=> Você pode ler o texto completo clicando aqui.

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Os verdadeiros líderes são humanistas

Por Isaias Costa

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Outro dia li algumas palavras do grande educador Eugenio Mussak e me fez refletir sobre algo que cada vez mais quero desenvolver, a LIDERANÇA. Liderar é uma verdadeira arte e está relacionada muito mais ao nosso comportamento e caráter do que com qualquer outra coisa. Todos nós podemos nos tornar líderes, até mesmo os que se dizem tímidos. Para ser um líder você não precisa aparecer nas mídias e discursar bonito como os jornalistas, você precisa ter um sólido caráter para ensinar pelo exemplo bem mais que com as palavras.

Quem foi o maior líder da história da humanidade? Sem dúvida foi Jesus Cristo e ele era econômico com as palavras. Falava o mínimo possível e quando falava, tocava o âmago dos corações das pessoas. Jesus é e sempre será minha maior referência, é nele que me miro todos os dias.

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Aprendendo a ser um líder com o jogador David Luiz

Por Isaias Costa

Um grande jogador e grande ser humano também...

Um grande jogador e grande ser humano também…

Eu e todos os brasileiros realmente ficamos tristes com a derrota histórica do Brasil na Copa do Mundo por 7 x 1 contra a Alemanha. A pior derrota da seleção em toda a história do futebol brasileiro. Compartilho abaixo as palavras que publiquei no facebook sobre um aprendizado desta copa para a nossa vida. Em seguida farei uma breve reflexão sobre o David Luiz e sua lição de liderança para todos nós.

UMA LIÇÃO DA COPA DO MUNDO PARA A VIDA

Não sou de falar de futebol, mas a tristeza que senti com esse jogo me levou a isso. Essa derrota terrível da seleção brasileira na copa pode nos ensinar algo muito bom para a vida.

Eu observei com atenção o comportamento dos jogadores da Argélia no jogo contra a Alemanha e vi o quanto eles jogaram com raça, com garra, com vontade de vencer, com vontade de colocar o coração em campo.

O Brasil se confiou demais nas suas estrelas, principalmente o Neymar, que era o principal jogador, mas esqueceram que deveriam desenvolver seus talentos individuais. Um time se faz com 11 jogadores e não com um só.

Algo que não vi em lugar nenhum ninguém falar é que os jogadores não se miraram no Neymar para ser tão bom quanto ele. Acho que eles pensavam: “Temos Neymar! Estamos seguros…”. Isso é pensamento de gente fracassada.

Faltou atitude de campeões nesses jogadores. Levaram gols e ficaram logo abatidos, com cara de derrotados. Os jogadores da Argélia fizeram um gol na Alemanha nos últimos minutos da prorrogação, um gol muito bonito por sinal.

Falei para todos os meus amigos que o Brasil não precisava se mirar nos grandes, estudar o jogo dos grandes. O que o time precisava era se mirar na garra, na força e na determinação dos Argelianos.

Posso estar enganado, mas se o Brasil tentasse imitar o jogo dos Argelianos, poderiam até perder, mas não seria a derrota vergonhosa e histórica que acabamos de testemunhar.

Tirei essa grande lição da copa do mundo no Brasil. Nunca subestimar ninguém. Em minha opinião, a Argélia, principalmente, depois a Costa Rica, foram as grandes revelações. Times que nunca triunfaram, mas desta vez triunfaram em terras brasileiras.

Que em 2018 o Brasil queira tirar lições dos times considerados pequeninos e que se agigantaram através da raça, garra e determinação.

E que nós, em nossas vidas, aprendamos a nos tornar grandes e sábios através dos pequeninos…

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Eu fiquei emocionado com as palavras do jogador David Luiz após o jogo. Ele, sem dúvida alguma, é um verdadeiro líder. Suas palavras são pura liderança.

Na entrevista ele apenas se desculpa e diz que ficou triste por não ter conseguido dar essa alegria aos brasileiros. Prestei muita atenção quando ele disse que o Brasil poderia ter essa alegria pelo menos no futebol, PELO MENOS. Só com grande atenção às suas palavras para entender o que ele quis dizer. Ele veio de uma realidade dura, pobre, e deu a volta por cima, correu atrás dos seus sonhos e teve uma das melhores atuações não só do Brasil, mas da Copa do Mundo.

O que faz com que o David Luiz seja um jogador diferenciado é a sua HUMILDADE, aqueles que se colocam como pequenos são os que se tornam grandes, são os que triunfam.

Eu fiquei encantado ao ouvir sua entrevista ao perceber que em nenhum momento, absolutamente em nenhum momento, ele tentou JUSTIFICAR os erros do Brasil. Essa é a atitude de um líder verdadeiro, nunca, jamais inventa desculpa para os erros, o Brasil não jogou bem e ele admitiu isso com cabeça erguida.

Esse jogador incrível vai muito, muito mais longe mesmo. A sua humildade, sinceridade, transparência, vontade de dar o melhor de si, respeito com os colegas, desejo de honrar os jogadores que perderam (como o que aconteceu com a Colômbia, em que ele pediu para que a arquibancada aplaudisse o jogador destaque do time), seu carinho com os outros jogadores, sua fé e entrega da sua vida nas mãos de Deus, tudo, tudo leva a concluir que ele é um grande, um imenso líder. A sua energia pessoal é contagiante.

Veja só quais são as palavras de um líder de verdade.

“Hoje foi um dia de muita tristeza, mas também de muito APRENDIZADO. Na minha vida eu aprendi desde cedo a ser homem em todos os momentos. Eu assumo tudo.

Eles jogaram melhor, se prepararam melhor. O nosso sonho acabou, não da forma como a gente queria. Mas eu nunca, nunca vou desistir. E ainda vou dar alegria para os brasileiros.”

David Luiz– Entrevista para a rede Globo

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Ele tomou essa terrível derrota como um aprendizado. Esse aprendizado é para ser ainda melhor. Tenho certeza absoluta que ele vai treinar para se tornar ainda melhor. Isso é o que faz todo e qualquer líder. Fracassa e coloca seu fracasso como uma alavanca para o sucesso.

O fracasso como uma alavanca

Muito obrigado David Luiz, por ser um exemplo de jogador, de ser humano e de líder. Torço pelo seu brilho que é mais do que certo. Você é um ser humano que nasceu para brilhar e certamente vai realizar sim o seu desejo de alegrar os brasileiros com sua atuação pela seleção brasileira.

Em 2018, estarei torcendo por você com todas as energias. Força a você e a todos os outros jogadores da seleção…

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Michael Jordan: Mais leve que o ar

Por Isaias Costa

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Outro dia eu assisti a um documentário maravilhoso que conta a trajetória de sucessos e fracassos do maior jogador de basquete de todos os tempos. É claro que estou falando dele, MICHAEL JORDAN. O nome do documentário é “Mais leve que o ar”, e vou contar algumas ideias interessantes que pude absorver desse vídeo e de palavras proferidas por ele e por outras pessoas que tinham envolvimento direto com ele.

Michael Jeffrey Jordan nasceu em 17 de fevereiro de 1963 em Brooklyn, New York, USA. Era de uma família bem humilde e simples. Cresceu em uma atmosfera familiar de muito amor e companheirismo. Isso fez com que ele desenvolvesse um caráter e uma personalidade marcante e extremamente cativante. A sua presença mexia em todos os ambientes que adentrava. A sua humildade fez com que ele se tornasse muito mais do que o melhor jogador de basquete do mundo, fez com que se tornasse um mito, e seu nome será eternizado na história do basquete.

Acho muito interessantes as palavras do jogador da NBA Grant Hill contidas neste documentário: “O que ele faz é demais. É o maior jogador do mundo, acho. Se definissem jogador de basquete no dicionário, precisariam incluir uma foto de Michael Jordan”. Concordo plenamente com essas palavras. O nível técnico e profissional deste jogador são tão grandes, que mesmo quem nunca assistiu a uma única partida de basquete saberá ao olhar para as suas jogadas que ele é um jogador absolutamente diferenciado, sua forma de jogar encanta os olhos de qualquer pessoa.

É interessante destacar que ele sofreu grandes perdas e fracassos ao longo de sua carreira. É uma grande ilusão achar que este grande astro sempre teve o brilho e esplendor que mostram nos vídeos e filmes pelo mundo afora. Na época do colegial, ele foi cortado porque o seu treinador não o achava bom o suficiente para jogar no time. Você tem ideia do que é cortar um jogador como o Michael Jordan de um time? Essa noite ele teve muita dificuldade de dormir, chorou amargamente essa derrota e ficou profundamente triste. Mas o que foi que ele fez em seguida? Treinou absurdamente e no ano seguinte, dez centímetros mais alto, entrou para o time da escola e surpreendeu com o seu talento totalmente acima da média. Por causa do seu destaque nos esportes recebeu uma bolsa de estudos na Universidade da Carolina do Norte, onde se formou em Geografia Cultural.

JORDAN

Durante o seu período na Universidade seu nível foi só aumentando e ele foi se tornando o jogador mais conhecido da região. Em uma partida decisiva de fim de campeonato, no ano de 1982, ele fez a cesta da vitória e esta cesta fez nascer o novo astro na NBA, ele estava iniciando uma das carreiras esportivas mais incríveis da história. Foi nomeado para jogar pelo Chicago Bulls e se destacou desde o início, porém, ele era visto como um “talento individual”, o restante do time não acompanhava a sua performance, e por isso, seu time foi derrotado inúmeras vezes. Ele era o cestinha que não levava o time para a conquista do campeonato, muitas vezes o Chicago chegava no famoso “quase”, e esse “quase” deixava o Jordan irritadíssimo. Para ele só o que importava era a vitória absoluta, ser o melhor jogador e ganhar o campeonato.

Agora quero destacar as suas maiores virtudes: a humildade, a determinação, liderança e a ambição. Ele era extremamente humilde, não se achava melhor do que ninguém, treinava duro e levava os treinos com uma seriedade como se vê em pouquíssimos jogadores. Não se achava o melhor, mas dentro de quadra provava ser através de jogadas espetaculares.

A mais nobre de todas as virtudes

Para ele, tudo que importava era ganhar o campeonato. Desde sua entrada no Chicago Bulls em 1984 até 1991, seu time acumulou derrotas e mais derrotas. O título da NBA só foi conquistado em 1991, após sete anos de derrotas. A sua determinação por ser campeão e conquistar o título é incrível, extremamente inspiradora. Depois da primeira conquista do título, seu time o conquistou por mais dois anos seguidos, em 1992 e 1993.

A sua liderança era inquestionável. Seu desejo de vencer e dar o melhor de si contagiava a todos os jogadores do seu time. Ele não era apenas ouvido pelos seus amigos, ele era a maior referência de sucesso no basquete, todos se miravam nele e procuravam fazer o melhor possível para também se destacarem.

As grandes referências
Ser um líder

Sua ambição também era impressionante. Muitos pensam que ser ambicioso é ruim, o que discordo veementemente. O ruim é ser ganancioso, que é querer tudo para si. O Michael era ambicioso, ou seja, queria a conquista do título pelo esforço e dedicação pessoais e queria levar todos os seus amigos a fazer o mesmo, serem os melhores junto com ele, isso é ser ambicioso e foi justamente o que ele conseguiu, transformou o time do Chicago no time das estrelas da NBA enquanto estava presente. Se quiser ler mais sobre a diferença entre ambição e ganância, deixo o link de um texto que escrevi a respeito.

Ganância e ambição

Outra fala deste documentário que é importante de ser comentada é a do escritor Jack MacCallum: “Só pude pensar em algo como o fenômeno dos Beatles. Nunca vi nada igual, mas vou dizer uma coisa sobre Jordan, que o torna o maior dos atletas que já vi e talvez venha a ver é que ele sempre foi superior à publicidade. Agora, ganhou mais publicidade, mas melhorou. Está sempre melhorando, cada vez mais e mais… não importa o que faça. Nunca vi nada igual…”. Aqui é interessante destacar a relação que existe entre a qualidade de um trabalho e a fama. É comum ver pessoas que, depois que conquistam a fama, nunca mais têm a mesma criatividade e desempenho pessoal que antes. Isso é muito perigoso, porque tem uma relação direta com a prepotência, autossuficiência e vaidade. Muitos que conquistam a fama se tornam prepotentes, autossuficientes e vaidosos, e isso destrói a criatividade e excelência profissional. Graças a Deus a fama nunca subiu à cabeça do grande Michael Jordan.

Ele encerrou sua carreira no auge, ainda muito bem fisicamente e tecnicamente. Mais o fez com muita sabedoria, pois ele sabia e ainda sabe que nenhum reinado é eterno. Seu esplendor no basquete tinha que ter um ponto final, e nada melhor do que este acontecer no auge da carreira. Veja só algumas palavras ditas pelo próprio Jordan: “Escolhi sair de cena sabendo que ainda jogo bem. E sempre quis que minha carreira terminasse assim. Quis que ela realmente terminasse assim”. Eu também penso como ele, não há nada melhor do que você sempre ser lembrado como alguém que deu o melhor de si e fez uma revolução com aquilo que faz de melhor. O Jordan sempre será lembrado como um astro do basquete mundial, e esta sua decisão foi muito importante nesse processo.

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Quero concluir deixando uma frase do Jordan maravilhosa e inspiradora: “Errei mais de 9000 cestas e perdi quase 300 jogos. Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo… e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que sou um sucesso”. Faça como o Jordan! Use os seus fracassos como alavancas para a conquista do seu sucesso!

O fracasso como uma alavanca

E para você conhecer mais e se encantar com as jogadas espetaculares deste grande astro, deixo o link do documentário completo chamado “Mais leve que o ar” e um vídeo curtinho contando as suas conquistas como jogador de basquete…

NOTA: Infelizmente, o documentário em inglês com legendas foi retirado do ar, então substitui o vídeo original por outro totalmente legendado! Peço desculpas por essa mudança! (Texto reeditado em 17.02.16)

  • Para ouvir a leitura desse texto basta clicar [aqui]

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15 lições de sabedoria e liderança que Nelson Mandela nos deixou

Por Isaias Costa

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Ontem morreu um dos homens mais espetaculares que este mundo já teve a honra de conhecer. Eu falo e sempre falarei que ele ficará guardado no meu coração para sempre, o grande Nelson Mandela. Eu gosto até de filosofar dizendo que o Nelson tanto foi famoso como foi importante, porque o mundo inteiro o conhece e respeita e porque ele sempre será importado, carregado para dentro de nossos corações, o que é o significado de importante.

Ser famoso ou ser importante

compartilho uma excelente matéria da revista “M de Mulher” que mostra 15 lições de sabedoria e liderança que Nelson Mandela nos deixou.

Último herói

O jornalista Richard Stengel, autor do livro Os Caminhos de Mandela: Lições de Vida, Amor e Coragem (Editora Principium), de 2010, foi quem ajudou Nelson Mandela a escrever sua autobiografia (Longa Caminhada até a Liberdade, Editora Nossa Cultura) e produziu o documentário Mandela, indicado ao Oscar em 1996. Entre 1992 e 1994, alguns anos depois de Mandela ter saído da prisão, Stengel reuniu mais de setenta horas de entrevistas e um diário escrito pelo líder sul-africano. Quinze das lições de sabedoria e liderança presentes neste material e compiladas no livro você confere a seguir.

1 – Coragem não é ausência de medo

Nenhum de nós nasce corajoso, diz Mandela. Tudo está na maneira como reagimos a diferentes situações.

Embora possa surpreender as pessoas que o conhecem apenas como um ícone, Stengel diz que Mandela contou ter tido medo diversas vezes: durante o julgamento de Rivonia, que o sentenciou à prisão perpétua, quando os carcereiros na Ilha Robben ameaçaram espancá-lo, quando era um fugitivo conhecido na imprensa como “Pimpinela Negro”, quando secretamente começou a negociar com o governo. Coragem não é ausência de medo, ele dizia. É aprender a superá-lo. Finja que você é corajoso e você se torna corajoso.

2 – Seja ponderado

No meio de situações turbulentas, Mandela é calmo e procura a calma nos outros. Um homem que foi seu companheiro de prisão durante os quase 30 anos em que ele esteve preso diz que só o viu bravo duas vezes – e ambas envolviam carcereiros insultando sua mulher.

Pensamos em temperamento como algo com o qual nascemos. Mas, no caso de Mandela, foi algo formado. Quando jovem, ele era cabeça quente e facilmente incitável à raiva. O homem que saiu da prisão era o oposto disso – quase impossível exaspera-lo. Ele esperava antes de tomar decisões. “Não se apresse”, ele dizia, “pense, analise, então aja”.

3 – Lidere na frente

Mandela liderou a Liga Jovem do CNA, o Congresso Nacional Africano, coordenou a Campanha do Desafio, em 1952, comandou a decisão de abraçar a luta armada e desafiou o governo a enforcá-lo no Julgamento de Rivonia, em 1963-1964, que o condenou à prisão perpétua. Na prisão, na década de 1980, foi dele a iniciativa de negociar com o governo branco.

“É absolutamente necessário, às vezes, o líder agir independentemente, sem consultar ninguém, e apresentar o que fez à organização”, ele diz. O que significa também ser responsável e assumir as consequências. Sua concepção é a de que líderes devem não apenas liderar, devem ser visto liderando.

4 – Lidere na retaguarda

Mandela sabia que não há nada que faça outra pessoa gostar mais de você do que lhe pedir sua ajuda – quando você reconhece a opinião dos outros, aumenta a lealdade deles a você. Sabia que não podia estar sempre na frente e que seu objetivo poderia morrer, a menos que permitisse que outros liderassem.

Certa vez, usou uma parábola para explicar sua ideia de liderança: quando você está manejando um rebanho e quer que ele se mova para determinada direção, fica atrás com uma vara e deixa alguns dos animais mais inteligentes irem na frente, movendo-se na direção que você quer que eles se movam. O resto do rebanho segue os mais enérgicos que estão na frente, mas é você quem está realmente guiando lá de trás. É assim que um líder deve fazer o seu trabalho.

5 – Represente o papel

Quando Mandela era menino, seu pai cortou a própria calça de montaria e fez uma calça para que o filho tivesse o que vestir no primeito dia de aula. Ele estava determinado a fazer com que seu menino não parecesse um “nativo” incivilizado. Mandela aprendeu a lição. Ele sabia que, às vezes, a melhor forma de ajudar os outros a ver seu caráter é por meio da maneira como você se apresenta. As aparências importam e temos somente uma chance de causar a primeira impressão.

Assim como fingir que se é corajoso pode se tornar coragem real, podemos sentir que nos vestimos como a pessoa que queremos nos deixa mais próximos de nos tornarmos aquela pessoa.

E Mandela estava preocupado com as aparências em uma escala bem maior do que somente que tipo de terno estava vestindo. Ele conhecia o poder da imagem, muito antes da internet e das notícias 24 horas na TV a cabo. “As aparências constituem a realidade”, ele disse certa vez.

Em cada estágio da sua vida, Mandela decidiu quem ele queria ser e criou a aparência – e então a realidade – daquela pessoa. Tornou-se quem ele queria ser.

6 – Tenha um princípio essencial – todo o resto é tática

Nelson Mandela é um homem de princípios – exatamente um: direitos iguais para todos, independentemente de raça, classe ou gênero. Quase todo o resto é tática. Pragmatista, ele estava disposto a chegar a um acordo, mudar, adaptar e refinar sua estratégia, desde que isso levasse à derrocada do apartheid e a conquista de uma democracia não racial, com “uma pessoa, um voto”. Uma vez que tivesse atingido seu grande objetivo de trazer a democracia constitucional para a África do Sul, abraçaria seu corolário: conseguir a harmonia racial. Tudo o mais era subordinado a esses objetivos sobrepostos. Quando as condições mudam, você deve mudar sua estratégia e sua mente. Não é indecisão, é pragmatismo.

7 – Veja o que há de bom nos outros

É extraordinário que um homem que foi maltratado a maior parte da sua vida possa ver tanto o que há de bom nos outros. Mandela começa com a suposição de que você está lidando com ele de boa fé. Acredita nisso, assim como fingir ser corajoso pode levar a atos de coragem real -, julgando que o que há de bom nas outras pessoas melhora as chances de que revelarão o melhor de si. Certa vez, Stengel perguntou-lhe sobre John Vorster, o presidente da África do Sul, simpatizante do nazismo, que endureceu o apartheid e se arrependeu do fato de Mandela e seus companheiros não terem sido executados. “Ele era um sujeito bem decente”, Mandela disse, com total sinceridade. “Em primeiro lugar, era muito educado”. Não é que ele não veja o lado sombrio de alguém como John Vorster; é que ele não está disposto a ver apenas isso. Ele sabe que ninguém é puramente bom ou puramente mal.

8 – Conheça seu inimigo

Lutador amador de boxe, Mandela aprendeu com seu treinador, Skipper Molotsi, a importância de conhecer seu adversário e compreendeu que precisava fazer isso na arena política também. Quando estava na prisão, começou a estudar livros de gramática africâner e era caçoado pelos seus companheiros por aprender a língua do opressor, dos brancos. Stengel perguntou a Mandela que razões ele tinha para isso, e ele respondeu: “Bem, é óbvio, porque, como uma figura pública, vocês quer conhecer as duas línguas principais do país, e o africâner é uma língua importante, falada pela maioria da população branca do país e pela maioria das pessoas de cor, e é uma desvantagem não conhecê-la. Quando você fala africâner, entende, vai direto ao coração deles”. Para Mandela, conhecer o inimigo não era apenas uma tática, mas um ato de empatia.

E quando você conquista seu inimigo, ele disse, nunca se vanglorie disso. Não os humilhe sob nenhuma circunstância. Deixe-os, na verdade, salvar as aparências. E então você terá transformado seu inimigo em seu amigo.

9 – Mantenha seus rivais por perto

Você pode confiar nos seus amigos, no sentido se que sabe que eles, grosso modo, irão apoiá-lo, e pode confiar em seus inimigos, no sentido se que supõe que eles sempre se oporão a você. Mas seus rivais amistosos são aqueles que você precisa não perder de vista.

Meticuloso, Mandela traçava os movimentos de seus rivais e dizia que precisamos nos esforçar mais para esperar o esperado, que com frequência não nos preparamos para o que sabemos ser provável acontecer.

O líder sul-africano sabia que não havia método infalível de antecipar os ataques dos seus rivais, mas acreditava que, ao manter um rival debaixo das suas asas, faria com que ele ao menos pensassem duas vezes. E então ficaria perto o suficiente para vê-lo se aproximar.

10 – Saiba quando dizer não

Mesmo que tenha um instinto quase sobrenatural para agradar, mesmo que odeie desapontar as pessoas, Nelson Mandela é totalmente adepto do dizer “não”. Tendo passado tantos anos na prisão, onde tinha um poder limitado para influir nas situações, sabia que muitas delas se resolvem por si mesmas. Mas se você está demorando ou evitando dizer “não” porque é desagradável, melhor dizê-lo na hora e claramente. Você evitará problemas a longo prazo.

Mandela falou muitos grandes e resolutos “nãos” em sua vida política. Quando jovem, disse não à participação de comunistas na Liga da Juventude do CNA. Disse não para a ideia de esconder seus atos revolucionários, no Julgamento de Rivonia. Disse um gigantesco não ao presidente De Klerk quando julgou que ele estava tentando preservar a dominação branca no governo. Ao mesmo tempo, não dizia o “não” quando não tinha de dizer. Por que desperdiçar um “não” quando você não precisa dizê-lo? Por que ser rude quando não é preciso?

11 – É um jogo demorado

Quando jovem, Mandela era impaciente: queria a mudança para ontem. Vinte e sete anos na prisão o ensinaram a ir mais devagar e reforçaram seu sentimento de que a pressão com frequência leva ao erro e ao mau julgamento. Acima de tudo, aprendeu como adiar a gratificação.

Essa paciência com o longo prazo moldou até mesmo sua visão de felicidade. Certa vez, Stengel perguntou se ele era feliz. Após uma pausa, ele contou sobre a morte precoce do pai, sobre como a mãe morreu pensando que o filho era um prisioneiro e, quem sabe, um criminoso, sobre como suas filhas sofreram quando ele estava preso. E então citou uma resposta que um pensador grego deu a essa mesma pergunta: “Não considere nenhum homem feliz até que você conheça o fim dele”. Mandela concordava. Tudo pode mudar no último capítulo, e você precisa permanecer no caminho para evitar que algo desagradável aconteça.

12 – O amor faz a diferença

Durante grande parte da vida de Mandela, o amor foi algo distante, existindo mais em sua imaginação e em sua memória que na realidade. E, quando era uma realidade, muitas vezes era uma fonte de dor em vez de conforto. A natureza da era do apartheid na África do Sul o impossibilitou de ter uma vida pública e uma vida privada simultaneamente. No entanto, nunca desistiu da ideia de que o amor estaria em sua vida. Durante toda a sua vida, no cálculo entre o amor e o dever, o dever quase sempre venceu. Há pouco espaço para o amor na vida de um revolucionário e de um prisioneiro. Mas Mandela nunca desistiu do amor, nem mesmo quando ele foi adiado ou estava inacessível.

13 – Desistir também é liderar

Em vários aspectos, o maior ato de liderança de Mandela foi a renúncia. Quando se tornou o primeiro presidente democraticamente eleito de uma África do Sul livre, é provável que, se desejasse, pudesse ter permanecido presidente perpétuo. Mas, em 1995, depois de apenas um ano de mandato, ele anunciou que não concorreria a um segundo. Mandela estava determinado a mostrar não somente que os africanos podiam governar a si mesmos, mas que a África podia ser um continente de democracias constitucionais.

Mandela sempre foi teimoso. Quando estrutura suas ideias, é duro mudá-lo. Mas muda, particularmente quando confrontado com a evidência de que, se não o fizer, isso terá consequências negativas. No momento em que muda de ideia, você nunca imagina que ele já tenha pensado de maneira diferente. Ele passa para o outro lado e o abraça com o zelo do recém-convertido. Mandela sabe que ceder pode ser uma espécie de vitória também – significa que você está passando para o lado vencedor.

14 – Sempre ambos

Nelson Mandela sabe que a consistência, por si só, é uma falsa virtude e que a inconsistência não é automaticamente uma falha. Sabe que os humanos são criaturas complexas e que as pessoas têm uma miríade de razões.

Durante uma entrevista, Stengel perguntou a ele: você abraçou a luta armada porque julgou que a não violência nunca derrotaria o apartheid ou porque era a única maneira de evitar que o CNA se estilhaçasse? Mandela o encarou e disse: “Richard, por que não ambos?”. Para Mandela, a resposta quase sempre é “ambos”. Ele sabe que a razão por trás de qualquer ação raramente é clara. Não há explicações simples para as perguntas difíceis.

Gradações de cinza não são fáceis de articular. Preto e branco é mais sedutor porque é simples e absoluto. Por causa disso, muita pessoas escolhem um categórico “sim” ou “não” porque pensam que isso parece mais forte. Mas se cultivarmos o hábito de considerar ambos – ou mesmo vários – os lados de uma questão, como Mandela fazia, de manter o bom e o mau em nossas mentes, podemos ver soluções que de outra forma não nos ocorreriam

15 – Encontre sua própria horta

Mesmo na prisão, em uma remota ilha, Mandela precisava de um lugar à parte. Um lugar onde pudesse se perder para se encontrar. Então, no começo da década de 1970, em meio a angústias como a morte do seu filho mais velho num acidente de carro, Mandela decidiu plantar uma horta. Ele precisou passar por vários processos burocráticos, enviar diversos pedidos de autorização, enfrentar a desconfiança das autoridades, mas no fim, conseguiu cultivar sua horta. Na Ilha Robben, ela tinha se tornado sua ilha particular. Acalmava sua mente. Distraía-o das preocupações constantes sobre o mundo exterior, sua família e a luta pela liberdade. Não era um lugar de retiro, mas de renovação.

O escritor inglês Samuel Johnson disse certa vez que não há nada mais relaxante do que se concentrar em uma tarefa agradável que ocupe a mente, mas que não a sobrecarregue muito. Para Mandela, era a horta. Para o resto de nós pode ser algo inteiramente diferente. O principal é que cada um de nós precisa de algo alheio ao mundo que nos dê prazer e satisfação, um lugar à parte.

Site: http://mdemulher.abril.com.br/carreira-dinheiro/fotos/carreira/nelson-mandela-licoes-sabedoria-lideranca-747330.shtml?utm_source=redesabril_vidasimples&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_vidasimples#1

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As lições dos gansos selvagens

Por Isaias Costa

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Outro dia li um pequeno texto que me fez refletir bastante, primeiro pela novidade contida nele, que acredito ser do conhecimento de pouquíssimas pessoas, segundo pela perfeição que existe na natureza, onde os animais vivem em uma harmonia muito maior do que a nossa. O texto é de autoria do prof. Felipe Aquino, do seu livro “Sabedoria em Parábolas”.

AS LIÇÕES DOS GANSOS SELVAGENS

Os gansos selvagens viajam muitos quilômetros durante o ano, conforme a necessidade de suas vidas. Os estudiosos descobriram porque eles voam em formação “V”; isso tem vários motivos. À medida que cada um bate suas asas, cria uma sustentação para o ganso de trás. Assim, voando em formação “V”, o grupo inteiro consegue voar pelo menos 71% a mais do que se cada ganso voasse isoladamente. Eles gastam menos energia, pois diminui a resistência do ar no corpo do que vem atrás.

Sempre que um ganso sai da formação, ele logo sente a resistência do ar e retorna depressa à formação “V”. Quando o ganso líder se cansa, ele reveza com o seguinte, indo para a traseira do “V”. Os gansos de trás grasnam para encorajar os da frente a manterem o ritmo e a velocidade. Quando um ganso adoece ou se fere e deixa o grupo, dois outros gansos saem da formação e o seguem, para o ajudar e proteger, até a solução do problema, e então reiniciam a jornada somente os três ou juntando-se à outra formação, até encontrar o seu grupo original.

Quantas lições Deus nos dá por meio da natureza desses gansos!

1 – A solidariedade nas dificuldades faz com que tudo fique mais fácil e a solução mais rápida.

2 – Estar ao lado dos colegas nas horas difíceis.

3 – Compartilhar uma direção comum e cultivar o senso de equipe para chegar à meta mais depressa e facilmente, apoiando-se na confiança mútua.

4 – Descobrir a força, poder e segurança que existe em um grupo, com quem realizamos uma obra. A necessidade de estar junto com aqueles que trabalham conosco, dando e aceitando ajuda, sem orgulho, prepotência e arrogância.

5 – Descobrir a importância do revezamento na liderança, de modo sincero e desinteressado, quando se faz um trabalho difícil. Nós também, como os gansos, dependemos uns dos outros. Todos precisamos ser animados com apoio e encorajamento, e fazer com que o nosso comentário seja encorajador para a equipe, a fim de melhorar o desempenho do grupo. Isso tudo e muito mais!

Eu fico impressionado com a perfeição da natureza e sua beleza encantadora. Lembro que assistia os desenhos com os gansos em V durante a infância e não sabia por que eles voavam daquela forma. Eu me perguntava e perguntava a algumas pessoas, mas ninguém sabia me responder. Esse pequeno texto traz a resposta de forma magnífica e reflexiva.

O que achei mais incrível neste texto é a PARCERIA harmoniosa que existe entre os gansos. Nenhum deles se acha superior, aquele que está na frente tem a mesma importância do que está atrás. Isso acontece com frequência entre os seres humanos? Tudo para nós tem bases hierárquicas. Sempre alguém tem mais privilégios e outros menos. Sempre há aqueles que são reverenciados e aqueles que ficam no anonimato. Sabe de uma coisa? Eu amo as pessoas que estão no anonimato. Em todos os lugares que vou, sempre procuro conhecer os que trabalham em serviços mais humildes pelo nome. Chego desejando bom dia pelo nome. Meu amigo! Você não tem ideia do poder deste simples gesto! Eu não tenho palavras suficientes para descrever o que acontece na mente e no coração destes que estou me referindo. Quer fazer o teste? Pergunte o nome da moça da limpeza no seu trabalho, ou do rapaz que fica no almoxarifado, ou daquele vigia que passa a noite inteira acordado lá no fundão do estabelecimento. Cumprimente-os com carinho e atenção, olhando no fundo dos seus olhos, e você sentirá uma alegria indescritível, muito maior do que qualquer palavra poderia descrever.

E a força da amizade, que alivia os fardos da nossa vida. Quando estamos sozinhos muitas vezes nos sentimos desamparados, mas quando um amigo verdadeiro se aproxima de nós dando carinho, atenção, palavras de conforto, tudo muda e passamos a enxergar nossos problemas de forma bem mais leve e criamos muito mais coragem para solucioná-los. Os amigos servem para nos apoiar e nos fazer acreditar sempre que somos capazes, que vamos vencer e que, não importa o que aconteça, eles estarão do nosso lado para o que der e vier.

Que a beleza e perfeição da natureza lhe ajudem a refletir sobre a sua vida, suas escolhas, suas amizades, seu poder de liderança etc…

* Para ouvir a leitura desse texto basta clicar [aqui]

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Os líderes inspiram ação

Por Isaias Costa

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Os grandes líderes são aqueles que inspiram ação nas pessoas, e não aqueles que simplesmente estão à frente de um grupo. Um homem que considero um grande líder é o empresário Flávio Augusto. Todos os dias leio suas mensagens da página do “Geração de valor” no facebook e sinto o seu poder de liderança e o quanto ele inspira ação em seus leitores. É um cara que realmente vale a pena seguir, porque se trata de um visionário, ou seja, alguém com ideias originais e fora dos padrões impostos pela sociedade medíocre. Então, para falar sobre ser visionário, nada melhor do que um pequeno texto do próprio Flávio Augusto.

Sonhar com um futuro melhor não lhe garante nada, mas é a melhor vitamina pra ficar bem forte a fim de enfrentar as adversidades no dia a dia.

O realista, aquele que apenas vive do que é concreto, vivendo um dia de cada vez, a longo prazo vai cansar e não encontrará razões para ter a mesma garra do início. Vai faltar essa vitamina e por isso não terá forças para prosseguir, sucumbindo a mesmice e transformando-se em mais um burocrata no meio da multidão.

O mundo tá cheio de realistas. Mas precisamos de mais VISIONÁRIOS.

Todos os que mudaram o curso da história, primeiro sonharam, depois foram chamados de loucos e em seguida realizaram os seus projetos. Mais tarde, receberam um monte de tapinhas nas costas dos puxa-sacos de plantão.

Pense comigo. Os visionários, depois que fazem revolução, são sempre seguidos pela grande manada de realistas. Óbvio, depois que o visionário trouxe a existência e criou algo que se tornou um grande sucesso, os realistas passam a conseguir tocar e acreditar naquilo que está bem diante de seus olhos. Mas que mérito isso tem? Muito pouco…

O mérito está em “crer pra ver”, isso é privilégio dos visionários, ao invés de “ver pra crer”. Isso, até a criatura mais medíocre do planeta é capaz de fazer.

Então, tome muita vitamina.

Sonhe muito e meta a mão na massa com muita garra!

******************

Aqui ele está falando sobre algo muito sério e que quero frisar muito bem: Todos os que mudaram o curso da história, primeiro sonharam, depois foram chamados de loucos e em seguida realizaram os seus projetos. Mais tarde, receberam um monte de tapinhas nas costas dos puxa-sacos de plantão. Ele está bem diretamente criticando a MÍDIA, que é a primeira a exaltar alguém que fez uma revolução, mas também é a primeira a esculachar quando alguém que é bom fracassa. Um exemplo que acho perfeito é o do empresário Eike Batista. Quando ele era o 7º homem mais rico do mundo a mídia o endeusou, era Deus no céu e Eike na Terra, porém, quando suas ações despencaram por causa de suas metas não alcançadas a mídia foi a primeira a esculachar. Veja só a contradição! A mídia o endeusou e depois disse que ele se achava um Deus, criticando as suas tomadas de decisão. Eu fico muito puto com essa mídia maquiavélica! É por essas e outras que eu não me canso de dizer no blog que a mídia é a maior alienante das pessoas e a que mais faz com que se tornem MEDÍOCRES. Siga o que estou dizendo! Quer se tornar um visionário? Abandone definitivamente a TV! Ela só vai atrasar o seu sucesso! Ahh! E seja um louco! O mundo precisa de loucos! Eles estão entrando em extinção…

O cérebro preguiçoso

O mundo precisa de loucos

Para concluir, quero compartilhar um vídeo maravilhoso de um palestrante chamado Simon Sinek em que ele fala COMO UM LÍDER INSPIRA AÇÃO. No vídeo ele fala sobre a mídia que foi “puxa-saco” de um cara que tinha muitos recursos e estratégias para criar um avião controlado e mais pesado que o ar (Samuel Langley). Enquanto tinha os irmãos Wright trabalhando totalmente sem recursos, mas com ideias visionárias, acreditando no potencial interior e criativo. No fim os irmãos Wright saíram vitoriosos e a mídia “caiu em cima deles” dando tapinhas nas costas e desprezaram o Langley. Está vendo meu amigo! Essa é a nossa querida mídia, que só quer saber de exaltar os que fizeram revolução e derrubar os que tentaram e fracassaram. Assista a esse vídeo e tome cada vez mais consciência disso. Vamos seguir exemplos de pessoas de sucesso como o Flávio Augusto, que não se deixam levar por mídia nem fama…

* Para ouvir a leitura desse texto basta clicar [aqui]

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