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Os líderes inspiram ação

Por Isaias Costa

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Os grandes líderes são aqueles que inspiram ação nas pessoas, e não aqueles que simplesmente estão à frente de um grupo. Um homem que considero um grande líder é o empresário Flávio Augusto. Todos os dias leio suas mensagens da página do “Geração de valor” no facebook e sinto o seu poder de liderança e o quanto ele inspira ação em seus leitores. É um cara que realmente vale a pena seguir, porque se trata de um visionário, ou seja, alguém com ideias originais e fora dos padrões impostos pela sociedade medíocre. Então, para falar sobre ser visionário, nada melhor do que um pequeno texto do próprio Flávio Augusto.

Sonhar com um futuro melhor não lhe garante nada, mas é a melhor vitamina pra ficar bem forte a fim de enfrentar as adversidades no dia a dia.

O realista, aquele que apenas vive do que é concreto, vivendo um dia de cada vez, a longo prazo vai cansar e não encontrará razões para ter a mesma garra do início. Vai faltar essa vitamina e por isso não terá forças para prosseguir, sucumbindo a mesmice e transformando-se em mais um burocrata no meio da multidão.

O mundo tá cheio de realistas. Mas precisamos de mais VISIONÁRIOS.

Todos os que mudaram o curso da história, primeiro sonharam, depois foram chamados de loucos e em seguida realizaram os seus projetos. Mais tarde, receberam um monte de tapinhas nas costas dos puxa-sacos de plantão.

Pense comigo. Os visionários, depois que fazem revolução, são sempre seguidos pela grande manada de realistas. Óbvio, depois que o visionário trouxe a existência e criou algo que se tornou um grande sucesso, os realistas passam a conseguir tocar e acreditar naquilo que está bem diante de seus olhos. Mas que mérito isso tem? Muito pouco…

O mérito está em “crer pra ver”, isso é privilégio dos visionários, ao invés de “ver pra crer”. Isso, até a criatura mais medíocre do planeta é capaz de fazer.

Então, tome muita vitamina.

Sonhe muito e meta a mão na massa com muita garra!

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Aqui ele está falando sobre algo muito sério e que quero frisar muito bem: Todos os que mudaram o curso da história, primeiro sonharam, depois foram chamados de loucos e em seguida realizaram os seus projetos. Mais tarde, receberam um monte de tapinhas nas costas dos puxa-sacos de plantão. Ele está bem diretamente criticando a MÍDIA, que é a primeira a exaltar alguém que fez uma revolução, mas também é a primeira a esculachar quando alguém que é bom fracassa. Um exemplo que acho perfeito é o do empresário Eike Batista. Quando ele era o 7º homem mais rico do mundo a mídia o endeusou, era Deus no céu e Eike na Terra, porém, quando suas ações despencaram por causa de suas metas não alcançadas a mídia foi a primeira a esculachar. Veja só a contradição! A mídia o endeusou e depois disse que ele se achava um Deus, criticando as suas tomadas de decisão. Eu fico muito puto com essa mídia maquiavélica! É por essas e outras que eu não me canso de dizer no blog que a mídia é a maior alienante das pessoas e a que mais faz com que se tornem MEDÍOCRES. Siga o que estou dizendo! Quer se tornar um visionário? Abandone definitivamente a TV! Ela só vai atrasar o seu sucesso! Ahh! E seja um louco! O mundo precisa de loucos! Eles estão entrando em extinção…

O cérebro preguiçoso

O mundo precisa de loucos

Para concluir, quero compartilhar um vídeo maravilhoso de um palestrante chamado Simon Sinek em que ele fala COMO UM LÍDER INSPIRA AÇÃO. No vídeo ele fala sobre a mídia que foi “puxa-saco” de um cara que tinha muitos recursos e estratégias para criar um avião controlado e mais pesado que o ar (Samuel Langley). Enquanto tinha os irmãos Wright trabalhando totalmente sem recursos, mas com ideias visionárias, acreditando no potencial interior e criativo. No fim os irmãos Wright saíram vitoriosos e a mídia “caiu em cima deles” dando tapinhas nas costas e desprezaram o Langley. Está vendo meu amigo! Essa é a nossa querida mídia, que só quer saber de exaltar os que fizeram revolução e derrubar os que tentaram e fracassaram. Assista a esse vídeo e tome cada vez mais consciência disso. Vamos seguir exemplos de pessoas de sucesso como o Flávio Augusto, que não se deixam levar por mídia nem fama…

* Para ouvir a leitura desse texto basta clicar [aqui]

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Martin Luther King e seu sonho

Por Isaias Costa

Semana passada, publiquei um texto refletindo um pouco sobre a trajetória de vida de um homem extraordinário, o querido Mahatma Gandhi. Ele criou um princípio chamado Satyagraha, que é o princípio da não violência como forma de revolução. O dos grandes mártires da história que seguiu este princípio foi o grande Martin Luther King, e hoje quero compartilhar um artigo muito interessante publicado pela revista “Vida Simples” e que conta um pouco sobre a sua trajetória de vida e seu grande sonho de um mundo mais humano e sem preconceitos raciais. Se você ainda não leu o texto sobre o Gandhi, segue o link.

Gandhi e a comunicação não violenta

Ao final também vou deixar o vídeo com o seu discurso mais famoso, proferido há exatos 50 anos, no dia 28 de agosto de 1963. Eu me arrepio dos pés a cabeça a cada vez que assisto a esse discurso. Foi e sempre será um dos discursos mais emocionantes da história da humanidade. Uma grande viva a esse homem inesquecível!… martin-luther-king Martin Luther King Jr. tinha um sonho: que homens e mulheres fossem considerados iguais, sem levar em conta a cor da pele. Que todos pudessem frequentar as mesmas escolas, sentar-se lado a lado em ônibus, comer em mesas vizinhas no restaurante uma realidade distante para os negros norte-americanos há 40 anos.

Para realizá-lo, o líder negro usou os métodos de outro libertário. Assim como o indiano Mahatma Gandhi, ele mobilizou milhares de pessoas para mudar o mundo de forma pacífica. A luta contra a segregação racial acabou se transformando em um pesadelo pessoal para King, que foi preso 20 vezes, sofreu quatro atentados, teve a família ameaçada. Aquele que defendeu até o fim a resistência pacífica foi calado em 4 de abril de 1968 por um tiro de fuzil. Mas seu sonho de igualdade começou a se tornar realidade.

As palavras de Gandhi

A formação cristã e o brilho pessoal tiveram tudo a ver com o papel que o líder negro assumiu na luta pelos direitos civis, que mudou a cara dos Estados Unidos. King nasceu em 1929, em uma família em que o pai e o avô eram pastores protestantes na Geórgia. Desde cedo, percebeu que capacidade intelectual não era privilégio de nenhuma raça. Seu desempenho escolar fez com que os professores logo cedo o considerassem apto a ir para a faculdade. Aos 15 anos se matriculou na Morehouse College, uma universidade só de negros. Ao se formar em sociologia, aos 19 anos, King partiu para um novo desafio: estudar em uma instituição que aceitasse negros e brancos em pé de igualdade. Começava ali o caminho que iria transformá-lo em liderança mundial.

Naquela época, o jovem King só queria se tornar um pastor protestante. Foi para a Pensilvânia, estado um pouco mais ao norte, além da fronteira dos preconceitos raciais. O primeiro contato com a nova realidade não foi nenhum choque. Ao contrário, foi uma surpresa boa. King se tornou líder de uma classe de maioria branca. Outra vez a vida lhe mostrava que capacidade dessa vez para liderar não tinha cor.

A resposta definitiva viria em uma nova temporada de estudos, quando King se mudou para Boston, para concluir um doutorado em teologia. Lá conheceu Coretta, com quem se casou, e entrou em contato com o pensamento de Mahatma Gandhi (1869-1948).

Depois de uma palestra na universidade sobre o líder da independência indiana, King se apaixonou pelas ideias dele. E passou a adotar seus métodos na luta pelos direitos civis. O pacifista ajudou a libertar os indianos. O método, chamado de satyagraha (verdade e firmeza, em sânscrito), pregava a mobilização sem violência. King se convenceu de que ódio gera mais ódio, uma mensagem de Gandhi que caía como uma luva em seu pensamento cristão. Essa crença passou a ser pregada por King aos seus fiéis, no Alabama.

Marcha pela liberdade

King promoveu marchas e mais marchas pela igualdade no transporte público, sempre pacíficas, contrastando com os métodos violentos dos racistas. A casa dele sofreu um ataque a bomba, que não o feriu fisicamente, mas serviu para arranhar sua crença. A polícia, que fazia vista grossa aos ataques, tentou reprimir com violência quem se manifestava pela causa negra. Prevaleceu a justiça. A Suprema Corte reconheceu a inconstitucionalidade da lei de segregação do Alabama. Após 382 dias de mobilização,os moradores de Montgomery passaram a dividir igualmente assentos e portas dos ônibus da cidade. King virou celebridade nacional.

De fato, não foram poucas as derrotas que sofreu. Em Albany,King foi espancado pela polícia junto com outros participantes de uma marcha contra restrições a negros em locais públicos. Em outro protesto, em Birmingham, a repressão foi ainda mais violenta. King foi preso. Da cadeia, escreveu uma carta em resposta a religiosos cristãos e judeus que lhe pediam mais serenidade.

Depois veio a virada. A repercussão da violência empregada pela polícia de Birmingham, transmitida pela TV, e a carta escrita por King da prisão chamaram a atenção do norte do país. Ele aproveitou o momento para convocar uma marcha a Washington em favor dos direitos civis. Em 28 de agosto de 1963, 200 mil pessoas ouviram o discurso “I Have a Dream”. A mensagem era forte: “Eu tenho o sonho que meus quatro filhos um dia viverão em uma nação em que não serão julgados pela cor de sua pele, mas pela essência de seu caráter“.

A marcha de Washington provocou manifestações em várias localidades do sul. Várias vozes se juntaram contra a segregação. O debate sobre direitos civis avançou e chegou à esfera federal. O presidente da época era John Kennedy, o primeiro integrante do Partido Democrata eleito depois de muitos anos e o primeiro católico a ocupar a Casa Branca. O momento era ideal para o sonho começar a virar realidade.

Em 1964, Kennedy promulgou a Lei dos Direitos Civis, que proibia em todo o país a segregação em locais públicos e a discriminação em escolas e para postos de trabalho. Outra vitória aconteceu no ano seguinte, os negros receberam o direito de votar. King passou a ser conhecido em todo o mundo como uma espécie de seguidor negro de Gandhi. Aos 35 anos, foi o homem mais jovem a ganhar o Prêmio Nobel da Paz.

Contra o Vietnã

King alimentava seus seguidores com uma retórica com ares religiosos. Em outro discurso que ficou famoso, em 3 de abril de 1968, o líder negro disse: “Nós teremos dias difíceis pela frente. Mas isso realmente não importa para mim porque estive no topo da montanha.Vi a terra prometida. Posso não chegar lá com vocês, mas eu quero que vocês saibam que nós, como um povo, iremos chegar à terra prometida“.

Parte do discurso soou depois como premonição. No dia seguinte, King foi assassinado na varanda de um hotel em Memphis, no Tennessee. A autoria do disparo até hoje é um mistério. James Earl Ray, um segregacionista que foi preso pelo crime, chegou a confessar. Foi condenado a 99 anos e voltou atrás, dizendo que só havia assumido o assassinato atrás de uma pena menor. Histórias de conspiração envolvendo o FBI foram levantadas, mas nunca provadas. Em 1997, a família de King considerou Ray inocente e apoiou um novo julgamento, mas ele morreu um ano depois, antes que fosse realizado.

É verdade que a terra prometida ainda está longe. A desigualdade social entre negros e brancos persiste até hoje. Mas as mensagens de King mantêm seu poder, como convite às mudanças pessoais e sociais.

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As novas lideranças

Por Isaias Costa

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Quero compartilhar um texto que só vem reforçar o que já falei tempos atrás no blog e tenho constatado na minha vida. Liderança não é algo para um grupo seleto de pessoas com habilidades especiais. Não! Todos nós podemos ser líderes, e para ser líder tudo começa na mente, com a busca incessante pelo autoconhecimento.

https://paralemdoagora.wordpress.com/2013/05/27/ser-um-lider/

O texto é de autoria da conferencista especialista em desenvolvimento humano chamada Heloísa Capelas.

Líderes e liderados: qual é o seu papel?

Qualquer que seja a estrutura em que estão inseridos, os líderes desempenham papel indispensável e inquestionável. Não importa se ali chegaram por merecimento ou em obediência a uma ordem hierárquica construída com base em aspectos como idade ou poder aquisitivo. Seja como for, quando estão à frente de seus grupos, são eles os grandes responsáveis por analisar cada situação e encontrar as melhores soluções, aquelas capazes de beneficiar a todos ou a maioria.

Não à toa, o termo liderança, por si só, remete a outros conceitos, como respeito, inteligência, sabedoria e, muitas vezes, sucesso. No ambiente corporativo, essencialmente, a busca por postos de liderança tornou-se uma meta profissional quase obrigatória para colaboradores de todas os setores, afinal, quem não gostaria de agregar tantos atributos ao próprio currículo?

No entanto, basta observar de perto a maneira como essas relações se dão para compreender que há muito por trás do insaciável desejo de ‘crescer na empresa’. Na luta por cargos de destaque, inúmeros profissionais utilizam-se de recursos pouco positivos ou produtivos. Recusam-se a desempenhar tarefas, a assimilar feedbacks e passam por cima das instruções repassadas por seus superiores porque, de alguma maneira, consideram-se melhores que aqueles a quem estão subordinados. Incorrem em prepotência para provar que estão mais aptos e prontos para desempenhar aquela função.

De outro lado, profissionais excelentes e com grande potencial optam por abrir mão da proatividade, da capacidade de se impor e de apresentar inovações. Ficam acomodados em suas rotinas e, ainda que cansados de encará-las, preferem manter-se a parte de qualquer responsabilidade maior que eventualmente lhes seja repassada.

Em suma, enquanto uns buscam o reconhecimento a qualquer custo, outros optam pelo anonimato. Nenhum deles se dá conta de que esses comportamentos trarão, em curto ou longo prazo, resultados inesperados e invariavelmente negativos. Entre as principais consequências decorrentes de tais ações, está a sensação constante de insatisfação com a desvalorização profissional. Será possível evitar essa frustração?

O caminho até aqui

Consolidar a própria carreira exige, acima de tudo, Autoconhecimento. A partir dessa ferramenta, o profissional torna-se apto a enxergar quais são seus verdadeiros atributos e a identificar quais pontos precisam ser aprimorados. Ao assumir com honestidade tudo aquilo que é seu, qualidades e defeitos, ganha a oportunidade de mudar sua trajetória e caminhar em direção àquilo que realmente deseja alcançar.

Essa avaliação interna necessita de comprometimento e de mudança de paradigmas. Aqueles que assumem qualquer risco na busca por cargos mais altos devem, inicialmente, voltar os olhos para si e questionar-se: estou realmente pronto para desempenhar essas tarefas? Por que me considero mais apto para realizá-las que outros profissionais? Em quais pontos tenho deixado a desejar? Minhas ações visam a gerar resultados positivos para meus colegas de trabalho ou apenas para mim? Estou aberto a sugestões? Gosto de compartilhar ideias e iniciativas?

Essa reflexão deve ser exercitada continuadamente até que se possa identificar a origem desses comportamentos. E, com frequência, essa análise nos leva de volta à infância. Quando pequenos, não tivemos outra alternativa que não obedecer a familiares e adultos e sermos totalmente liderados. Magoados e ressentidos com a impossibilidade de decidirmos por nós mesmos, prometemos que nunca mais seríamos mandados. Chegamos à fase adulta comprometidos com esse ideal e incapazes de sermos subordinados.

Da mesma forma, os colaboradores que optam pelo ‘anonimato’ podem e devem realizar um processo interno semelhante: por que não exponho minhas ideias aos meus colegas de trabalho e superiores? Por que não tomo iniciativas em relação às funções que desempenho? Em que aspectos essas características me beneficiam? Em quais aspectos me prejudicam?

Novamente, a resposta e explicação para esses comportamentos podem estar na infância. Basta lembrar que, quando éramos pequenos, todas as decisões importantes eram tomadas por outras pessoas, como pais e familiares. Por isso, não precisávamos nos responsabilizar por essas decisões, ainda que tivessem resultados negativos. Sair dessa posição pode não ser fácil para algumas pessoas, que, na fase adulta, sentem-se inseguras para liderar, fazer afirmações ou apontar caminhos.

Ponto de mudança

Inúmeras pesquisas ligadas ao mercado de trabalho destacam as atitudes comportamentais como decisivas nas conquistas profissionais. Conhecimentos técnicos são pré-requisitos importantes, mas o que de fato permite a um profissional apresentar desempenho acima da média está muito mais relacionado às suas habilidades pessoais ou, mais especificamente, à sua capacidade de autoliderança e de gerenciamento interno de emoções e comportamentos.

Por isso mesmo, o autoconhecimento e a conquista da autoconsciência são tão importantes para que se possa alavancar a própria carreira. A partir dessas ferramentas, o profissional encontra o equilíbrio e descobre o que, de fato, espera de seu trabalho. Ele encontra sabedoria para liderar a si mesmo e, a partir daí, passa a colaborar efetivamente para a sustentabilidade do clima organizacional em que está inserido.

Por isso, cabe a cada profissional despertar o líder humano que já existe nele, isso é, o líder capacitado a reconhecer suas qualidades e suas fraquezas, seu potencial e suas deficiências. Para isso, é fundamental passar a vida a limpo desde o seu nascimento até o momento atual e descobrir, com clareza, como você se tornou a pessoa que se tornou. A partir daí, entra-se em um processo de transformação emocional.

O novo líder será aquele que voluntariamente se apropriar de todo o seu bem e de todo o seu mal, isso é, de sua humanidade. Em outras palavras, as novas lideranças surgirão naqueles que já se aprofundaram no autoconhecimento, naqueles que foram preparados, descobertos e escolhidos por eles mesmos, tornando-se capazes de mudar o mundo e enfrentar as adversidades com novas possibilidades. No entanto, esse conhecimento não virá do professor, do mercado, da mídia ou do outro, mas, sim, de você mesmo.

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Ser um líder

Por Isaias Costa

Uma característica que acredito que todas as pessoas devem desenvolver se chama LIDERANÇA. Antes de falar sobre isso quero relatar alguns pensamentos que tinha na infância e adolescência. Nessa época eu achava que apenas algumas poucas pessoas eram afortunadas com a capacidade de serem líderes. Eu me diminuía, me sabotava o tempo todo, não me achava capaz de ser um líder. A minha timidez excessiva me fazia pensar que jamais poderia me tornar um líder. Hoje penso muito diferente e dia após dia estou desenvolvendo mais a liderança, independente da timidez. Sou um pouco tímido, mas isso não me impede de ser um líder e espero que ao dizer eu encoraje você. Se você for alguém tímido saiba que pode ser um grande líder. O melhor líder do local onde trabalha.

Trabalhando a timidez

Mas o que é liderar? O que significa liderar? Muitos pensam que liderar é estar à frente de um grupo, empresa, partido político ou que seja, mas liderar vai muito mais além do que estar à frente. Um líder é aquela pessoa que coloca o seu coração naquilo que faz e não mede esforços para que o seu trabalho seja o melhor possível. Uma ótima definição que li foi descrita por James C. Hunter e diz que ser líder “É a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir objetivos comuns, inspirando confiança por meio da força do caráter”. Aqui eu quero diferenciar um líder de um chefe. Um chefe é um cara medíocre, que quer MANDAR e quer ser SERVIDO. Ele nunca coloca a mão na massa para nada e sempre espera que os outros façam tudo por ele. Um chefe não procura saber como seus funcionários estão se sentindo, se estão satisfeitos, se estão dando o melhor de si, não transmite seus saberes para eles (pior que isso, não se recicla, não busca o crescimento, não busca a cultura, não busca o autoconhecimento), não lança desafios, etc. Enfim, um chefe não AGREGA VALOR aos funcionários, apenas os utiliza como se fossem “burros de carga”, e como não poderia deixar de ser, não ocorre um crescimento generalizado entre as pessoas que compõem o grupo ou a empresa. Fica sempre aquela divisão entre o grupo dos patrões e o grupo dos empregados, vivendo em universos paralelos.

A mediocridade das pessoas

Já um líder não é assim. Ele é alguém OUSADO e ao mesmo tempo HUMILDE. Ele sabe que cada um dos seus funcionários são como “minas de ouro”, que podem ser explorados, não no sentido de trabalhar como “burros de carga”, mas no sentido de talentos individuais. Um líder conhece bem cada um dos seus subordinados e conhece os seus talentos individuais, com isso tem a perspicácia de explorar esse talento ao máximo, fazendo com que todo o grupo ou empresa cresça em níveis muito maiores do que as empresas com chefes. Ele conhece cada um pelo nome e encoraja a sempre DAR O MELHOR DE SI. E tem mais! Ele não fica como um espectador, não. Ele acompanha os seus subordinados em tudo, dá aquela força necessária para que cresçam junto com ele. Tem uma foto que vi uma vez que ilustra perfeitamente a diferença entre um chefe e um líder. Veja…

Um líder

Lendo bastante e conhecendo grandes líderes e suas histórias, cheguei a uma conclusão muito interessante. Os maiores líderes da sociedade vieram das classes mais pobres e foram galgando o seu crescimento profissional pouco a pouco, com muita ousadia e determinação, e isso faz toda a diferença. Sabe por quê? Muito simples. Esses grandes líderes usam todas as suas dificuldades, fracassos e pedras do caminho como alavancas para irem mais e mais longe. Eles olham para cada nova conquista e lembram do seu passado de dificuldades financeiras, mas não lembram com tristeza, lembram com uma enorme alegria, porque eles constataram que é possível você ser de classes pobres e crescer a níveis inimagináveis. Esses grandes líderes usam a sua própria vida como um exemplo para os outros. Eles dizem: “Se eu consegui, é claro que você pode conseguir também. Acredite no seu potencial…”.

O fracasso como uma alavanca

Eu me miro nesses grandes líderes e com isso estou cada vez mais desenvolvendo a verdadeira liderança. Eu quero crescer sempre, cada vez mais, mas não quero isso sozinho. Quero levar muitos junto comigo. Eu também venho de uma família muito humilde e sempre precisei lutar para conseguir as minhas vitórias, e só tenho a agradecer a Deus, porque isso fez de mim alguém mais forte, determinado, otimista, esperançoso, focado etc. Ahh! Pode ser que isso seja novidade para você que me lê agora. O fato de querer que muitos cresçam junto comigo é uma das coisas que mais me motiva a escrever e publicar no blog praticamente todos os dias, porque sei que a cada novo post que publico é um pouquinho de mim que está sendo levado para os meus leitores e isso me deixa muito feliz, porque é o meu melhor que quero compartilhar com você agora e saiba que o que eu quero é o seu crescimento. Que você seja o melhor no que faz e que sempre DÊ O MELHOR DE SI.

Para concluir quero deixar um vídeo com a cena mais bonita e emocionante de um dos melhores filmes que já assisti na vida, o filme “Desafiando gigantes”. Esse filme retrata de forma magnífica o que é um grande líder. O treinador Tylor é um exemplo perfeito de um grande líder. Assista a esse vídeo e preste atenção no seu comportamento. É dessa forma que um grande líder se comporta e faz com que cada um dos seus companheiros deem O MELHOR DE SI. Vamos ser líderes! Todos nós podemos ser grandes líderes!

* Para ouvir a leitura desse texto basta clicar [aqui]

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Líderes e Mestres espirituais

Por Isaias Costa

Recentemente escrevi um texto falando sobre a volta às origens da igreja católica. Falei sobre a igreja fundada por Jesus e sobre vários preceitos e mudanças institucionalizadas pelos homens. Aos que não leram segue o link.

A volta às origens da igreja: Parte 1

A volta às origens da igreja: Parte 2

Esse assunto da igreja é extremamente vasto e complexo. Há muito que falar sobre ele, mas hoje vou me focar em outra coisa, nas lideranças espirituais, a partir de um questionamento que me faço desde que era garoto: “Será mesmo necessário que exista um líder na igreja que seja o representante de Deus na terra? Que tenha um título de santo padre? E que esteja no topo da hierarquia da igreja?”. Eu acredito que não. Não sei se você já parou para pensar nisso, mas essa história de ter um papa para representar a liderança da igreja leva a grandes intrigas, brigas de poder, rixas, invejas, maus tratos, principalmente verbais, dentre uma série de outros fatores.

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Enfim, aquilo que deveria ser conduzido para levar a paz ao mundo e à igreja está sendo distorcido numa guerra interna, na qual ninguém fica sabendo dos pormenores. Na realidade, muitos do que estão lá dentro do Vaticano sonham com os privilégios e a fama que só um papa pode ter. Eu acho um grande engano pensar assim, e o que acho pior é que isso não tem nenhuma relação com a verdadeira missão de Jesus. Ele dizia: “o maior entre os homens é aquele que serve...”. Mas, o que vemos dentro do Vaticano são muitos homens que querem ostentar riquezas e ser servidos. O total oposto da missão de Jesus. A igreja de Jesus é uma igreja de servidores e de pessoas que pegam a sua cruz e o seguem. Acho que você lembra da passagem que Jesus fala com o homem rico e diz a ele: “para você alcançar o reino dos céus só te falta uma coisa. Vende tudo o que tem e dá aos pobres…”. Será que os grandes líderes da igreja estão vivendo esse preceito ensinado por Jesus? Pense sobre isso…

Agora vou falar a principal ideia. Eu acho que o nosso mundo está carecendo de verdadeiros mestres espirituais. Pessoas que causem um impacto profundo nos sentimentos e nos corações das pessoas. Quero falar de um homem que está ajudando a mudar toda a minha vida e as minhas perspectivas de mundo. Eu espero que você leia isso e tenha pelo menos um pouquinho de curiosidade de saber de quem estou tratando. Eu acredito que este homem que vou falar agora é um dos maiores mestres espirituais da atualidade. Seu nome é Eckhart Tolle. Meu Deus! A sua serenidade e paz de espírito é algo totalmente fora de qualquer padrão que si possa imaginar. O seu nível de consciência é estratosférico e eu tenho a mais profunda admiração por sua pessoa e sua integridade. Ele é autor de um grande Best-seller e inclusive quero deixar como sugestão de leitura, o livro “O poder do agora”. Um livro em que ele fala sobre a dimensão de viver o momento presente em toda sua plenitude. Ele também tem vídeos na internet e livros para download em pdf. Pois é amigos. O mundo precisa de mais pessoas como ele. Cabe a cada um de nós buscarmos conhecer um pouco desses grandes mestres e nos inspirarmos neles. Eu sempre terei o Eckhart Tolle como um grande exemplo de homem e de mestre espiritual. Eu estou aprendendo a viver a vida de forma muito mais intensa e feliz com os seus ensinamentos. Com ele estou aprendendo cada vez mais a viver o hoje, que é a maior maravilha que existe.

Um dos maiores mestres espirituais do nosso mundo...

Um dos maiores mestres espirituais do nosso mundo…

Por fim. Como eu sei que o que estou falando aqui pertence ainda ao mundo da fantasia, o que resta é esperar que o próximo papa veja os grandes problemas do mundo com olhos de amor, com os olhos de Jesus, com olhos de perdão, de humildade, de servidão, de misericórdia, de paz. Um papa realmente santo pode fazer grandes coisas pela humanidade, como foi o papa João Paulo II, o papa dos jovens. Ele foi o papa que mais arrastou jovens para a igreja até hoje. Espero que o próximo papa siga um pouco dos passos deste homem santo que foi o papa João Paulo II…

Que o próximo papa seja um pouquinho parecido com este santo homem...

Que o próximo papa seja um pouquinho parecido com este santo homem…

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O lado positivo da agressividade

Por Isaias Costa

A agressividade é um tema um tanto quanto difícil de ser exposto, porque é mal compreendido pela maioria das pessoas. Muita gente pensa que a agressividade é algo ruim, mas não é bem isso. Se ela for bem utilizada pode fazer o ser humano crescer na vida. Tudo está relacionado com o equilíbrio.

Um grande problema na agressividade é a repressão que muitas pessoas fazem com ela. Todo ser humano tem agressividade, é natural. Mas algumas pessoas se forçam a nunca demonstrar essa agressividade. Isso é horrível, porque quando ela vai se manifestar (e com certeza vai se manifestar), ela vem não como agressividade, mas como violência (verbal ou física), como insultos, como vingança, desejo de morte, entre outros aspectos. Todos diferentes da agressividade em si.

Essa palavra se for analisada em sua raiz, quer dizer, “seguir adiante”, e este é o objetivo dela. A agressividade serve para você ter determinação para fazer alguma coisa, serve para você ter disposição de fazer aquele trabalho ou relatório que tem prazo definido e você não pode ficar “dormindo no ponto”, serve para você se aproximar daquela garota que está flertando a semanas e ainda não criou coragem suficiente para falar com ela, serve para você quebrar os seus próprios recordes no esporte, serve para você estudar um pouco mais porque sabe que precisa tirar uma nota boa, etc.

Essa é a agressividade sendo canalizada para algo positivo, uma agressividade que se manifesta sem exageros e sem repressões. Vou dar alguns exemplos do lado positivo da agressividade. Madre Teresa de Calcutá. Ela precisou de muita agressividade para cuidar dos doentes na Índia, precisou de agressividade para mobilizar pessoas, líderes, governantes, a apoiá-la com recursos financeiros para ajudar os pobres e doentes. Ela teve que bater de frente com muitas autoridades que não a valorizavam, pelo contrário, escarneciam dela. Se não fosse a sua agressividade, será que ela teria chegado onde conseguiu?

Mahatma Gandhi foi outro que precisou de muita agressividade para fazer uma revolução pela paz. Ele foi muito respeitado, não porque era monge, mas porque tinha caráter, e uma determinação inabalável. Ele sabia exatamente o que queria, tinha plena consciência de seus atos e de seus objetivos. Seu testemunho de vida arrastou milhões de pessoas no mundo todo. Até hoje ele consegui atingir muitos corações com seu testemunho. Garanto que sem essa agressividade ele não teria conseguido ser quem foi.

Outra pessoa que admiro do fundo do meu coração chama-se Nick Vujicic. Um homem que tinha todos os motivos para ser alguém depressivo e sem vontade de viver, cheio de mágoas, raivas, rancores. Mas não! Ele é um dos maiores palestrantes motivacionais do mundo. Já deu palestras pelo mundo todo, seus vídeos estão entre os mais vistos no youtube, tem milhões de seguidores nas redes sociais, mexe com os sonhos e perspectivas de todos os que lhe escutam. Enfim, um homem extraordinário. Mesmo passando por tudo o que passou, consegui ter um enorme sorriso no rosto e um senso de humor digno de um grande humorista. Está vivendo uma vida muito feliz ao lado de sua esposa. Mais uma vez eu repito. O que seria dele se não fosse a agressividade canalizada de forma serena? Se ele não dissesse para si mesmo, “Eu não vou levar uma vida sem sentido. Não vou ser um peso para as outras pessoas. Eu posso muito mais do que as pessoas poderiam imaginar…”. Essa agressividade fez ele se tornar alguém tão grande. Para os que ainda não o conhecem, vou deixar um link com uma de suas palestras.

Quero concluir dizendo que a agressividade é sim uma coisa boa. Desde que seja bem utilizada.

* Para ouvir a leitura desse texto basta clicar [aqui]

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