Arquivo da tag: Parábolas

Nunca agrida ninguém quando estiver com raiva

Por Isaias Costa

Agressividade

Ouvindo o programa “Momento Zen” da Monja Coen na Radio Mundial, conheci uma belíssima estória oriental que acabou me inspirando a escrever o texto que você lê agora. Link [aqui].

Transcrevi essa estorinha que nos transmite um ensinamento precioso. Acompanhe!

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Um samurai era um cobrador de dívidas e certo dia se dirigiu a um pescador que estava devendo muito dinheiro e sacou sua espada para agredi-la e ele disse na mesma hora.

– Olha Sr. Samurai, eu estou estudando as artes marciais e ela diz que nós nunca podemos ferir alguém quando estamos bravos porque depois podemos nos arrepender e criar um karma ruim para si.

Daí ele respondeu: “Você tem razão”. Então guardou a espada.

=> Clique aqui para ler o texto completo

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A metáfora da faca e da pedra

Por Isaias Costa

Faca sendo amolada

Estava ouvindo uma excelente palestra com a professora de Filosofia da Nova Acrópole chamada Lúcia Helena Galvão sobre a temática da VONTADE, e um trecho me chamou bastante a atenção.

Ela contou uma metáfora muito didática para explicar a diferença entre as pessoas com grande força de vontade e as que têm pouca motivação no que fazem.

Ela comparou as pessoas com uma faca que está prestes a ser amolada numa pedra. Essa mesma pedra pode amolar muito bem uma faca, deixando-a afiadíssima e pronta para cortar muitas coisas, ou ela pode desgastar outra faca, deixando-a totalmente inutilizada.

Onde está a diferença entre as facas? Está no material que as compõe. A faca que se torna bem amolada tem um material forte, resistente e de qualidade. A que se desgasta e fica inutilizada tem um material frágil, maleável e de péssima qualidade.

=> Clique aqui para ler o texto completo

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A verdade é uma pedra preciosa

Por Isaias Costa

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Esses dias eu ouvi uma palestra maravilhosa com a filósofa e professora da Nova Acrópole Lúcia Helena Galvão, na qual ela falava sobre a importância da GENTILEZA na vida. Com ela nos tornamos seres humanos muito mais prósperos, felizes e realizados.

Num determinado trecho ela conta uma estorinha muito linda para ilustrar o que é ser gentil na hora de contar alguma verdade para alguém.

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Havia um rei que em determinada noite teve um sonho e acordou meio perturbado por causa dele. Daí chamou seus conselheiros para que o interpretassem.

Quando veio o 1º conselheiro e o rei contou o sonho ele disse.

– Nossa! Mas que sonho terrível majestade! Esse sonho diz que o senhor vai ver todos os seus parentes e entes queridos morrerem…

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Só seremos felizes quando todos nós formos como jardins

Por Isaias Costa

Keukenhof Gardens - Holanda

Jardim Keukenhof Gardens na Holanda

Eu amo ler as crônicas do mestre Rubem Alves e me encanto com a poesia contida nas suas palavras e reflexões. Muitos não sabem, mas ele era um excelente jardineiro, só não transformou isso em um ofício empregatício. Cultivava plantas diversas no jardim que havia em sua casa.

Na sua crônica “O jardim”, ele explora a beleza imensa contida nos jardins e farei uma reflexão bem existencialista a partir delas. Se prepare para uma bela viagem…

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Jardim é paraíso. E paraíso é felicidade. Plantar um jardim é afirmar a confiança de que estamos destinados à felicidade. Pois é isso que significa jardim, que nada mais é que uma tradução do paradisus latino e do paradeisos grego. Palavras que, por sua vez, se derivam do pérsico antigo pairadeiza, que quer dizer “espaço interno fechado”.

=> Clique aqui para ler o texto completo

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Breve estória Zen sobre honestidade e justiça

Por Isaias Costa

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Recentemente conheci uma estorinha Zen muito bonita e profunda em ensinamentos. Eu a conheci ouvindo as palestras incríveis da filósofa Lúcia Helena Galvão, professora da escola de Filosofia Nova Acrópole de Brasília.

A estória resumidamente diz mais ou menos assim…

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Havia um mosteiro com diversos discípulos e estava passando por grandes dificuldades financeiras. Ao ponto de a qualquer momento terem que fechar o mosteiro devido às dívidas.

O mestre parecia não estar preocupado com tudo isso e continuava sua rotina normalmente, com suas meditações e seu típico silêncio, o que de fato faz parte da tradição Zen.

Seus discípulos se reuniram com ele e disseram:

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A metáfora do barco vazio

Por Isaias Costa

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Estamos vivendo, não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro, tempos de uma INTOLERÂNCIA que beira o absurdo. Tem momentos que chego a duvidar que os seres humanos sejam de fato racionais e tenham esta como grande característica que diferencie dos outros animais.

Observo a forma harmoniosa que os animais vivem, sem os famosos três venenos que tão bem são trabalhados no Budismo: ganância, raiva e ignorância. E nessa hora, se eles pudessem entender a nossa fala, diria o seguinte: “Perdoem a nossa ganância, raiva e ignorância sem limites…”.

Essa é uma parte da chamada oração do arrependimento, que aprendi com a querida Monja Coen. Só ela, sendo colocada na prática da vida diária, já faria maravilhas por todos nós. Essa oração completa diz: Todo carma prejudicial alguma vez cometido por mim desde tempos imemoriáveis devido os três venenos: ganância, raiva e ignorância sem limites. Nascidos da minha boca, corpo e mente. De tudo eu me arrependo…”.

Quero com esse texto levar você a refletir junto comigo sobre a possibilidade de vencer principalmente o veneno terrível da RAIVA, a partir das lindas palavras do mestre Osho, extraídas do livro “O barco vazio”.

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A metáfora das Cisternas e Fontes

Por Isaias Costa

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Eu sou fã de carteirinha do mestre Rubem Alves e ler os seus livros tem me ajudado a ser um professor melhor e um ser humano melhor. A forma simples que ele conseguia transmitir grandes ensinamentos me encanta e faz perceber que a famosa frase do Leonardo da Vinci é a mais pura verdade: “A simplicidade é o último grau de sofisticação”.

Li um texto no qual ele falava sobre as pessoas cisternas e as pessoas fontes. Confira!

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William Blake foi um poeta inglês a quem aconteciam aforismos. Disse «aconteciam» porque aforismos são como relâmpagos. Acontecem. Iluminam repentinamente o céu vindos não se sabe donde. Como os relâmpagos, com um poder para rachar rochas. Hoje um dos seus relâmpagos aconteceu: «As cisternas contêm; as fontes transbordam.»

«Cisternas» são buracos que se fazem na terra para guardar a água da chuva. São muito úteis em regiões áridas onde a chuva é rara e os rios não correm.

A água que a cisterna contém não brota dela. É um outro que a põe lá.

=> Clique aqui para ler o texto completo

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Nós temos muito a oferecer

Por Isaias Costa

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Esses dias eu li um texto muito lindo e profundo de um escritor que admiro muito, que é o Gustavo Gitti! Sua forma simples e poética de escrever cativa quem tem sensibilidade logo nas primeiras linhas.

Era um texto falando sobre as infinitas possibilidades que temos de oferecer e não de simplesmente sugar dos outros!

Segue abaixo esse texto na íntegra, leia-o com bastante atenção.

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Oferecer – Gustavo Gitti

Quando você for para o trabalho, para a faculdade, para uma balada, não vá com uma postura de buscar algo, conseguir algo, sugar algo do local ou das pessoas. Vá para oferecer, vá para gentilmente entregar às pessoas as qualidades de sua simples presença. Ofereça qualquer coisa. Um olhar profundo já é muito hoje em dia. Vá para os lugares e apenas treine olhar tudo com um olhar de abismo. Muitas pessoas precisam só disso: serem olhadas, contempladas suave e lentamente, reconhecidas em sua manifestação mais sutil, tocadas de alguma forma e conectadas com um outro que as transcende e reacende o mistério que as faz viver. Continuar lendo

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A metáfora do gelo derretido

Por Isaias Costa

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Esses dias estava ouvindo um programa de rádio que gosto muito chamado “Momento Zen”, com a Monja Coen, pela Rádio Mundial, e no programa ela falou uma coisa muito interessante e que me inspirou a escrever o texto que você lê agora.

Ela falava que se nós levamos um calorzinho, por menor que seja, do nosso coração para as outras pessoas, poderemos derreter muitos corações que estão frios e tristes!

A partir dessas lindas palavras dela eu criei essa simples metáfora do gelo derretido. Veja só que legal!

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O velho, o menino e o burro

Por Isaias Costa

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Outro dia eu li uma estorinha muito interessante e engraçada que me fez refletir bastante sobre a questão de QUERER AGRADAR A TODOS e APRENDER A LIDAR COM AS CRÍTICAS. Segue a estorinha abaixo:

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Um velho resolveu vender seu burro na feira da cidade. Como iria retornar andando, chamou seu neto para acompanhá-lo. Montaram os dois no animal e seguiram viagem.

 Passando por umas barracas de escoteiros, escutaram os comentários críticos; ” Como é que pode, duas pessoas em cima deste pobre animal !”.

 Resolveram então que o menino desceria, e o velho permaneceria montado. Prosseguiram…

 Mais na frente tinha uma lagoa e algumas velhas estavam lavando roupa. Quando viram a cena, puseram-se a reclamar; “Que absurdo ! Explorando a pobre criança, podendo deixá-la em cima do animal.” 

Constrangidos com o ocorrido, trocaram as posições, ou seja, o menino montou e o velho desceu.

 Tinham caminhado alguns metros, quando algumas jovens sentadas na calçada externaram seu espanto com o que presenciaram; “Que menino preguiçoso ! Enquanto este velho senhor caminha, ele fica todo prazeroso em cima do animal. Tenha vergonha !”

 Diante disto, o menino desceu e desta vez o velho não subiu. Ambos resolveram caminhar, puxando o burro.

Já acreditavam ter encontrado a fórmula mais correta quando passaram em frente a um bar. Alguns homens que ali estavam começaram a dar gargalhadas, fazendo chacota da cena; ” São mesmo uns idiotas ! Ficam andando a pé, enquanto puxam um animal tão jovem e forte !”

 O avô e o neto olharam um para o outro, como que tentando encontrar a maneira correta de agir.

 Então ambos pegaram o burro e o carregaram nas costas !!!

 Além de divertida, esta fábula mostra que não podemos dedicar atenção irracional para as críticas, pois estas acontecerão sempre, independente da maneira em que procurarmos agir.

Link: o velho, o menino e o burro

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É sinal de maturidade aprender que ninguém em hipótese alguma conseguirá agradar a todos. É como diz a conhecida frase: “Nem Jesus Cristo agradou a todos…”. Já pensou? Um homem iluminado que só exalava amor por todos os seus poros não conseguia agradar a todos, quanto mais nós, seres tão imperfeitos e errantes…

Essa estorinha é muito significativa, porque por mais que você se esforce para ser bom, para ser justo, para ser honesto, sempre aparecerá alguém que vai lhe criticar. SEMPRE

O que fazer então Isaias? Pode parecer clichê o que vou dizer e admito que é mesmo! hehehe. Mas quem sabe com a repetição você compreenda mais facilmente não é?

Sempre siga aquilo que o seu coração disser.

Eu sempre repito isso nos meus textos porque sei que esse é o caminho. Pense comigo! Todos nós estamos num processo contínuo e ininterrupto de aprendizado e evolução. Se eu sigo o meu coração, mesmo que em algum momento eu erre (e certamente isso acontece e acontecerá muitas vezes…), eu tomarei esse erro como um APRENDIZADO, e dessa forma estarei ampliando o meu repertório de vida.

Gosto de dizer isso, grave bem essas palavras: um erro cometido através de uma atitude que veio do coração não é um erro grave, pois nos traz uma conscientização. Mas algum erro cometido apenas pela mente racional ou mesmo conscientemente, esse sim pode ser um erro grave, pois não eleva a nossa consciência.

Portanto, que esse inspiradora estória e essa breve reflexão lhe ajude a aprender que ninguém agrada todo mundo e que as críticas são uma constante na nossa vida e sempre seremos criticados por alguém, não importa o quão bons sejamos ou quão bem desempenhemos o nosso trabalho.

Para mais aprofundamentos nesse tema tão fascinante, compartilho dois importantes textos do blog, um que fala sobre o agradar a todos e outro que fala sobre aprender a lidar com as críticas, além de um áudio sobre o mesmo tema. Seguem os links abaixo. Paz e luz…

O risco de querer agradar a todos

Como aprender a lidar com as críticas?

Áudio: “Aprendendo a lidar com as críticas

 

 

 

 

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