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Ser mentalmente flexível – habilidade essencial no século XXI

Por Isaias Costa

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O historiador israelense Yuval Noah Harari é uma das mentes mais brilhantes da atualidade. Ele esteve no Brasil nesse mês de novembro de 2019 participando de congressos e diversas entrevistas. No programa da TV Cultura “Roda Viva”, sua participação foi brilhante e super inspiradora.

Quero convidar você a refletir comigo sobre a flexibilidade mental a partir de suas palavras nessa entrevista, que você pode assistir na íntegra clicando [nesse link].

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“Pela 1ª vez na História não fazemos ideia de como estará o mercado de trabalho daqui a 30 anos e de que habilidades as pessoas precisarão. Por toda a História, prever o futuro tem sido difícil, é claro – o que vai acontecer na política, e assim por diante – mas no tocante às habilidades básicas de que as pessoas precisam, a mudança era muito mais lenta, então você sabia o que ensinar à próxima geração.

Mas agora não fazemos ideia de que habilidades as pessoas vão precisar em 2040 ou 2050. A única coisa de que temos certeza é que elas vão precisar continuar aprendendo e continuar se reinventando por toda a vida. Não é uma questão de aprender uma profissão aos 20 e poucos anos e trabalhar naquela profissão pelo resto da vida. Não; você terá que mudar várias vezes.

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Ter interesse em várias áreas é falta de foco?

Por Isaias Costa

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O foco é um assunto que a cada dia é mais valorizado. No entanto, quero nesse texto lhe levar a refletir sobre um ponto no qual milhares de pessoas têm dúvidas, que são os múltiplos interesses. O que acontece se eu me interesso por áreas diferentes ao mesmo tempo e de alguma forma quero trabalhar nelas?

Respondo de imediato: você pode sim fazer isso, e saiba que essa atitude está longe de representar falta de foco.

A definição de foco vem da Física e, na realidade, é bastante compreensível essa dúvida, pois o foco é justamente direcionar raios de luz num único ponto, tipo o que acontece com uma lupa, que concentra a luz do sol num único ponto se você assim o fizer.

O que considero mais importante e que muitas vezes não é levado em consideração é o que chamo de estado de presença. O verdadeiro foco nada mais é do que o estado de presença. Significa eu estar 100% envolvido com o que estou fazendo no momento presente, no aqui e agora. Inclusive existe um termo que se popularizou e se refere a isso, chamado “Mindfulness”, termo do inglês que significa “atenção plena”.

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A arte de relevar

Por Isaias Costa

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“Com o passar dos anos aprendi que existem formas mais leves de seguir a vida. Não são todas as pessoas que convivo que gosto, não são todas as atitudes de pessoas que gosto que concordo, mas aprendi algo fundamental. Aprendi a respeitar a maneira de cada uma delas e ficou tão mais fácil. Porque conviver é uma arte que depende não só de respeito, mas de paciência também. Com esse aprendizado adotei um exercício valioso, o de relevar. E eu me convido diariamente a ser leve, a própria palavra faz o convite: re-le-ve. Volte a ser leve. Aposte suas fichas na paz. Respeite. E você vai perceber que o amor vai chegar facilmente.”

Ana Nunes

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A maioria de nós não faz esse exercício de conhecer as raízes das palavras ou mesmo de separá-las em sílabas e perceber que isso por si só já diz muita coisa.

Relevar é a arte de voltar a ser leve. E leveza é uma característica de quem vive na essência. Viver na essência quer dizer estar em paz consigo mesmo e com o mundo, com as pessoas, com a natureza.

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Uma interpretação da música “Paranoia” de Raul Seixas

Por Paulo Ricardo 

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Raul seixas é um dos cantores mais icônicos da música brasileira, fez sucesso à sua época e se foi deixando para trás milhões de fãs e amigos. Diferentemente das letras sem grande significação que costumamos ver/ouvir atualmente no quadro musical brasileiro, as obras do cantor e poeta de A Metamorfose Ambulante transcendeu o tempo e hoje é respeitada e lembrada pelos bons ouvintes do rock nacional.

A música Paranoia é de 1975, e pertence ao álbum Novo Aeon, que foi eleito por Nelson Mota como o álbum do ano em sua coluna no Jornal O Globo. Entre suas faixas, temos Tente Outra Vez, Rock do Diabo, Eu Sou Egoísta e A Maçã, que se tornaram clássicas do cantor e foram reproduzidas diversas vezes.

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O pensamento vê o mundo melhor que os olhos

Por Isaias Costa

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“O pensamento vê o mundo melhor que os olhos. O pensamento atravessa as cascas e alcança o miolo das coisas. Os olhos só acariciam as superfícies. Quem toca o bem dentro de nós é a imaginação”.

Bartolomeu Campos de Queirós

Essa linda passagem do livro “O olho de vidro do meu avô”, de autoria desse incrível escritor mineiro, traz diversas reflexões interessantes. Acredito que para as pessoas mais idosas talvez traga até certo saudosismo do tempo em que não existia televisão…

Antigamente, as novelas eram transmitidas por rádio e suas histórias se desenrolavam tais quais as novelas atuais, com essa preciosa diferença na qual todas as cenas eram imaginadas pelos ouvintes. Por exemplo, a personagem Teresa, que se casaria com o Marcos, era imaginada de um jeito diferente por cada pessoa, e isso fazia com que existisse uma forma muito peculiar e criativa de se acompanhar uma novela.

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Será que Raul Seixas morreu cedo demais?

Por Isaias Costa

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Raul Seixas morreu no dia 21/08/1989 aos 44 anos. Publico esse pequeno texto em homenagem a ele 30 anos depois, no dia 21/08/2019, levantando essa pergunta do título: Será que Raul Seixas morreu cedo demais? Muitos dirão que sim, outros que não, e outros simplesmente dirão, não sei!

Lendo o livro “Raul Seixas: Estudos Interdisciplinares”, que traz uma coletânea de artigos, no artigo da Mônica Buarque intitulado “Rebeldia e negociação na trajetória artística de Raul Seixas”, dois trechos me chamaram bastante atenção e me inspiraram na escrita desse texto.

Em um texto de 1971, o cantor se pergunta “onde está Raul” enumerando suas contradições e responde não estar “ali ou aqui, rótulos prontos para serem usados”: No intelectual? No menino família? No hippie, no político? No eterno hipocondríaco? No sensual? No estudante de filosofia? No compositor popular? Ou quem sabe no poeta modernista? No cínico? No produtor de discos? – Raul Seixas

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Rubem Alves: um pássaro encantado eternizado em muitos corações

Por Isaias Costa

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“Porque os anjos são homens nascidos sem asas, é o que há de mais bonito, nascer sem asas e fazê-las crescer”.

José Saramago

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Já li essa frase do Saramago inúmeras vezes, e como sempre gosto de repetir, esse autor estupendo tinha o poder de escrever textos e livros que permitem as mais diversas interpretações e aprendizados.

Na data em que publico esse texto me bate uma saudade grande de um dos senhores que mais me inspira, principalmente com relação à escrita, o querido Rubem Alves, que nos deixou no dia 19/07/2014.

Lendo um pouco sobre a biografia dele e as diversas fases que ele vivenciou, essa frase se encaixa perfeitamente. Aliás, vale destacar que o Saramago era um dos autores que ele amava. Não duvido que ele tenha lido quase a totalidade dos seus livros…

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Tudo que rejeitamos apodera-se de nós. Tudo o que respeitamos deixa-nos livres

Por Isaias Costa

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Essa frase do psicoterapeuta Bert Hellinger, apesar de curta, carrega uma série de teorias e reflexões psicológicas que abordarei nesse texto.

Essa rejeição que ele fala é vista na Psicologia e na Psicanálise como um mecanismo de defesa chamado negação. Aquilo que nego em mim é exatamente aquilo que precisa ser jogado luz para que não atravanque a minha vida.

Todos nós em maior ou menor grau negamos aspectos que precisam ser mudados, melhorados, curados, transcendidos. A tomada de consciência para esse processo nos torna cada vez mais livres. Eu vejo a liberdade como esse processo que Jung chamava de individuação, ou seja, eu me tornar cada vez mais um indivíduo (alguém que não se divide, que é uno).

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A bondade é como o sol

Por Isaias Costa

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Estava lendo algumas frases do filósofo da antiguidade Platão e fiquei encantado com uma que falava sobre o bem comparando com o sol. Farei uma breve reflexão a partir dessa frase!

“O Bem e o Sol são dois reis; um do mundo inteligível, outro do mundo sensível.”

A República, Livro VI, Platão

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Platão viveu há 2400 anos, porém, seus ensinamentos continuam extremamente atuais e impactantes. É muito linda essa comparação entre o bem e o sol. Quero lhe contar algo fascinante para você ter ideia do poder dessa frase. Já li em trabalhos científicos que a energia proveniente do sol é tão forte e tão gigantesca que em apenas 1h de irradiação, se 100% dessa energia pudesse ser convertida para a humanidade, teríamos energia elétrica para todo o planeta por 1 ano inteiro e ainda sobraria energia.

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E se nós fabricássemos bombas de amor? Como o mundo seria?

Por Isaias Costa

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Estava relendo um dos textos mais bonitos e profundos que já li na vida, de autoria do genial físico Albert Einstein. Se trata de uma pequena carta que ele escreveu para a sua filha lhe falando que o amor é o tecido do universo. Deixarei o link caso queira lê-la na íntegra. Farei uma breve reflexão a partir de um trecho que se encaixa perfeitamente no momento atual não só do Brasil, mas do mundo todo.

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Para dar visibilidade ao amor, eu fiz uma substituição simples na minha equação mais famosa. Se em vez de E = mc², aceitarmos que a energia para curar o mundo pode ser obtido através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado (energia de cura = amor x velocidade da luz ²), chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque não tem limites.

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