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Os três tipos de pessoas num caixa de supermercado

Por Isaias Costa

Eu tive contato com uma metáfora interessantíssima que falava sobre termos equilíbrio nos nossos caminhos e projetos. Essa metáfora foi escrita por Seth Godin no seu livro intitulado “O melhor do mundo: saiba quando insistir e quando desistir”, que ainda não li, mas pretendo ler em breve.

Nessa metáfora, ele diz que existem três tipos de pessoas que fazem compras num supermercado. As primeiras são as que vão para uma fila curta, mas nunca olham pras outras que muitas vezes podem até ser mais longas, mas estão fluindo com muito mais rapidez e ela poderia mudar de fila se quisesse.

O segundo tipo são aquelas impacientes, que não aguentam esperar nem dois minutos e já mudam pra outra fila, e se essa está demorando, vai pra outra e pra outra. Elas ficam como uma “barata tonta” como se diz popularmente.

Por último tem aquelas que entram numa fila e esperam com paciência, porém com atenção se ela não está demorando demais. Daí elas concluem que se a fila está demorando demais, só mudam uma vez para uma que esteja fluindo mais rápido.

Essa metáfora é simplesmente perfeita! As primeiras são as pessoas teimosas, turronas, que nunca dão o braço a torcer nos seus caminhos e projetos. Mesmo que todas as variáveis estejam indicando que esse caminho é inviável, a pessoa permanece nele indefinidamente. Muitas vezes essas pessoas só mudam o seu caminho depois de um grave adoecimento seja ele físico, ou mental e emocional.

Nesse ponto, vale frisar a diferença sutil, mas muito importante que existe entre teimosia e persistência. Teimosia é continuar mesmo sofrendo, mesmo sabendo que esse caminho não vai lhe levar ao sucesso e a plenitude como você tanto gostaria. Já a persistência é saber que muitas vezes o caminho é sofrido mesmo, tem muitos espinhos, mas você faz com todo amor, de coração, e sabe que ele está fazendo diferença na vida de outras pessoas, mesmo que não sejam muitas. Eu até escrevi um texto com mais detalhes sobre essa temática, se você quiser lê-lo, fique à vontade, segui o link [aqui].

O segundo tipo são as pessoas instáveis, volúveis, que começam um monte de projetos, mas não seguem perseverantes neles. São aquelas pessoas que eu costumo dizer que têm muita iniciativa, mas pouca acabativa. Pode ser algo extremamente frustrante você começar um monte de projetos e não dar prosseguimento a eles. Inclusive numa visão psicológica, existem muitas explicações interessantes sobre esse comportamento. Um deles, por exemplo, é o medo do sucesso sabia disso? A pessoa se sabota depois de um tempo, porque inconscientemente ela vai se dando conta de que aquele projeto pode dar tão certo de um jeito que a sua vida vai dar uma reviravolta. As responsabilidades vão aumentar imensamente e a pessoa, por medo, fica se achando incapaz de seguir em frente com aquele projeto, daí se sabota, ou encerrando, ou sendo negligente, ou procrastinando demais e por aí vai.

Existem zilhões de outras possibilidades e configurações para as pessoas desse segundo tipo. Talvez em textos futuros eu traga pra cá um pouco mais sobre isso!

Já a terceira possibilidade é a mais próxima do ideal possível. Ela traz o famoso “caminho do meio”, sem exageros de nenhuma natureza, sem os extremos da teimosia nem da volubilidade. São as pessoas que seguem nos seus projetos, mas que percebem que se estão quebrando a cabeça demais com eles, ou elas mudam o trajeto, ou fazem uma série de ajustes para que as coisas fluam e funcionem melhor.

Assim elas vão sempre se aprimorando, e o sentimento de realização, de alegria, de pertencimento, de reconhecimento etc. tudo isso está presente.

É maravilhoso quando você está vivendo nessa harmonia, sendo como a água, como nos dizia brilhantemente o Bruce Lee. Essas pessoas são as mais flexíveis, que diante das dificuldades, das pedras no caminho, fazem o contorno dessas pedras e seguem adiante.

Que tal a gente se esforçar para fazer parte desse grupo hein? Vale a pena demais! É como eu sempre digo e repito por aqui. O caminho do meio sempre é a melhor opção!

Espero que essas reflexões tenham agregado valor na sua vida tanto como gerou na minha quando eu conheci essa bela metáfora…

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P.S. Breve podcast com reflexões a partir desse texto. Nele trouxe alguns exemplos do dia a dia bem interessantes. Confira!

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Saber não é meio caminho andado, e sim o fazer

Por Isaias Costa

Nesses dias estava assistindo a uma live com o empresário Flavio Passos e a nutricionista Roberta Carbonari e uma fala dela me fez refletir imensamente. Ela sempre comenta com os seus clientes que o saber não é meio caminho andado, e sim o fazer. A outra metade do caminho está no perseverar, na manutenção daquilo que você sabe que faz bem e traz melhoria de vida.

Uau! Isso se aplica nas mais diversas áreas da vida. Vou nesse breve texto trazer apenas alguns exemplos. Quero começar com o que faz parte do meu dia a dia, o ensino. Se você apenas estuda um conteúdo, seja ele qual for, você não pode afirmar que já aprendeu aquele conteúdo até que o ensine pra outra pessoa de uma maneira simples e compreensível.

Detalhe! Com esse exemplo não estou querendo dizer que você precisa se tornar um professor ou professora ok? É simplesmente expressar o que se aprendeu com outra pessoa. Pode ser simplesmente uma conversa com um amigo ou um grupo de amigos. O exemplo da nutrição, que é a área da Roberta, é ótimo. Você passa a introduzir novos hábitos na vida e está sentindo os benefícios disso. Você de fato aprendeu esses novos hábitos se mesmo que ao seu redor outras pessoas queiram te “botar pra trás” como se diz popularmente, ainda assim, você se mantém firme e forte nos seus ideais. Dessa forma você pode inclusive se tornar um exemplo, uma pessoa que ensina pelo que faz e não pelo que fala, o que é absurdamente mais convincente…

Outro exemplo é a escolha por não se deixar levar pela negatividade ou pelo vitimismo, que infelizmente são extremamente comuns. Não adianta nada você saber o quanto isso é prejudicial em amplo sentido se no dia a dia não fizer um movimento consciente de agir de uma outra forma, com mais protagonismo e autorresponsabilidade. O ideal é sempre que se perceber entrando nessa vibe negativa dizer a isso mesmo: “Opa! Isaias! O que é isso hein? Está nessa vibe por quê? Vamos sair disso agora mesmo?”. E traz pra si algo que impulsione no sentido da positividade, da maturidade emocional. Caminhos para isso existem aos montes: meditação, boas leituras, fazer alguma atividade física, contemplar a natureza etc.

É muito fácil a gente compreender o quanto o mero saber não nos dá sustentação. Se você conversar com as pessoas você vai perceber elas dizendo: “Eu sei que preciso ser mais paciente, mais tolerante”, “Eu sei que preciso parar de me irritar a toda hora”, “Eu sei que preciso mudar de emprego”, “Eu sei que preciso me impor mais”, “Eu sei que preciso fazer alguma atividade física”, “Eu sei que preciso dormir um pouco mais cedo”, “Eu sei que preciso me desconectar mais do Instagram”, “Eu sei que preciso me alimentar de forma mais natural”

Se as pessoas sabem de tudo isso, então por que não colocam em prática? Exatamente porque o saber é uma fração muito pequena do todo. Depois de ouvir a Roberta, eu mudei minha perspectiva e penso que o saber seja algo em torno de um 10% apenas sabia? Os outros 40% é exatamente o poder de decisão, de vontade, que nos leva à ação. E os outros 50% está na perseverança, palavra que amo de paixão e não canso de repetir o seu significado, significa “por ser verdadeiro”.

Quando nós percebemos o quanto estamos melhores depois de mudar alguns hábitos, não queremos mais voltar atrás. Só pensamos no “pra frente”, ser melhor e melhor a cada dia. Aí pronto! Nessa hora já temos instalado um bom hábito.

Espero que esse insight compartilhado hoje ajude você a ser mais amoroso consigo mesmo e coloque o fazer num patamar bem acima do saber puramente racional. Sigamos juntos nesse caminho infinito rumo à plenitude do nosso ser…

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P.S. Breve podcast com reflexões a partir desse texto! Confira!

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A construção de um mundo melhor na visão de Carl Jung

Por Isaias Costa

“Os grandes eventos da história mundial são, no fundo, profundamente não importantes. Em última análise, a coisa essencial é a vida do indivíduo. Somente isto faz história, somente nela acontecem as grandes transformações; e todo o futuro, toda a história do mundo, em última análise, surge como uma invocação gigantesca dessas fontes escondidas nos indivíduos. Na nossa vida mais privada e mais subjetiva somos não somente testemunhas passivas de nossa época e seus sofredores, como também seus construtores.”

Carl Jung

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Nessas poucas palavras, o Jung está dando uma verdadeira aula sobre o autoconhecimento. Estou escrevendo e publicando esse texto numa época em que sua mensagem está mais viva e atual do que nunca. Acaba de estourar uma guerra entre a Rússia e a Ucrânia e todo o planeta está apreensivo olhando para tudo isso e orando para que esse conflito não se estenda demais no tempo!

Confesso pra você que me lê agora que optei por não ficar acompanhando as notícias sobre essa guerra, porque isso mexe comigo, me deixa mal, triste, por vezes até desesperançoso. E como sei que sempre que acompanho noticiários tristes como esse não consigo ser a minha melhor versão, então seleciono o que assisto, escuto, compartilho etc.

O Jung é muito claro e contundente ao dizer que apenas individualmente é que podemos fazer alguma coisa, realizar alguma transformação! Você talvez já esteja cansado de tanto ler ou ouvir a máxima atribuída ao Mahatma Gandhi: “Seja você a mudança que quer ver no mundo”. Ela é a mais pura verdade!

Agora essa mesma ideia sendo transmitida por um dos maiores e mais brilhantes psicoterapeutas que já passou por esse planeta, só reforça em nós esse desejo por se trabalhar, por mergulhar no autoconhecimento e assim, de fato, sermos agentes, sermos construtores de um mundo melhor!

Lendo essas palavras dele eu me sinto encorajado a cada vez mais dar o meu melhor em ser um construtor do bem, em levar dia após dia conteúdos edificantes através desse blog, ou do podcast e das redes sociais.

É lindo quando ele diz que seremos testemunhas vivas tanto dos sofrimentos vividos como também dessa construção de uma nova sociedade. Daqui a alguns anos eu falarei com alegria e firmeza interior: “Eu estou vivo! Eu consegui sobreviver a um período super desafiador de mais de 2 anos de pandemia, no qual passamos por gigantescas crises econômicas, sociais, de saúde, ambientais, políticas, mas estou aqui pra contar que superei! Que me fortaleci com tudo isso, e que pude espalhar boas sementes no coração das pessoas…”.

Talvez essa seja a principal mensagem tanto do Jung quanto minha. Não precisa ficarmos tão abalados com o que está acontecendo no mundo afora. Tudo é transitório. Aliás, nas suas primeiras palavras ele coloca a palavra EVENTOS. Uma das acepções da palavra evento vem da Física e da Estatística e significa: “algo observável”, “algo que acontece num intervalo de tempo definido”. Percebe como isso é interessante? O Jung não usou essa palavra à toa. Ele tinha uma sagacidade absurda e somente com uma leitura atenta podemos nos ater bem a detalhes como o que estou trazendo agora!

Tudo passa, como diria o grande Chico Xavier, tanto as coisas boas quanto as ruins são transitórias. Essa guerra terrível que estamos enfrentando  nesse primeiro trimestre de 2022 vai passar e certamente podemos crescer e aprender muito com ela. Só cabe a cada um de nós extrair as lições que existem aos montes no meio de tudo isso!

Sigamos juntos vencendo um dia de cada vez, e olhando para dentro de nós, trabalhando aquilo que pode ser mudado, transformado, aperfeiçoado dentro de nós!

É dessa forma que nos tornamos esses construtores de um mundo melhor…

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P.S. Breve podcast com reflexões a partir esse texto! Ficou bem bacana!

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Viver bem pode ser bem mais simples

Por Isaias Costa

“Quem se sente bem e tem conduta respeitosa em relação aos outros experimenta mais a sensação essencial para o viver bem: uma boa autoestima!

Vive bem quem conseguiu evoluir emocionalmente, é capaz de viver só e também ter elos sinceros com poucos e bons amigos e parceiros amorosos.

Vive bem quem tem ocupações agradáveis e tem no “fazer” uma importante fonte de satisfação; nesse caso, o tempo flui e isso é bem prazeroso.

Penso que viver bem não é muito complicado e nem exige glórias ou dinheiro a rodo: pede um cotidiano gostoso e algum projeto para ir atrás!”

Flávio Gikovate

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Eu concordo plenamente com a visão do grande Flávio Gikovate sobre uma vida boa. Nós fomos induzidos pelo sistema ultracapitalista no qual vivemos a querer sempre mais, a nunca nos contentarmos, a nos sentirmos fracassados se não temos uma gorda conta bancária e um belo carrão na garagem da nossa casa de frente pro mar!

Tudo isso são ilusões e mais ilusões. Logicamente que ter bens materiais valiosos e uma casa na praia é uma maravilha. Podemos sim trabalhar e conquistar isso, no entanto, não podemos depositar nossa felicidade aí, porque certamente iremos nos frustrar.

Uma das lições mais valiosas para a vida e que principalmente os mestres budistas nos ensinam é o DESAPEGO. É aprendermos a usufruir dos nossos bens tendo a certeza de que tudo é breve, tudo é passageiro. Daqui a pouco todos nós já não estaremos mais nesse mundo e o que vale de verdade é o que construímos dentro da gente, a evolução como seres humanos que conseguimos!

É maravilhosa a visão do Gikovate sobre QUANTIDADE e QUALIDADE. O ideal é termos alguns poucos e bons amigos, com quem possamos contar em todos os momentos, sejam bons ou ruins. Até brinco que ter um milhão de amigos é lindo quando se trata da música do Roberto Carlos, mas na prática ninguém consegue essa façanha. Até porque amizade pressupõe que nós tenhamos momentos para confraternizar, para desopilar, brincar, socializar… Como fazer isso com um milhão de pessoas? É humanamente impossível! A quantidade é outra ilusão. O importante é a qualidade. Termos amigos verdadeiros, que abrilhantam nossa vida e despertam o melhor que há em nós!

E claro! Ter um projeto para tocar. Algo para colocarmos nossos dons, nossos talentos. Isso nos dá o senso de PROPÓSITO. De sabermos que não estamos vivendo em vão e que a nossa vida e presença faz diferença na vida de outras pessoas, mesmo que sejam apenas algumas. Mais uma vez retomo o cuidado para não achar que você só será um sucesso se fizer algo mirabolante, gigantesco, um trabalho ou projeto que atinja milhões de pessoas! Saia dessa ilusão. Isso é uma furada!

Aqui mesmo! Com os meus textos eu não atinjo milhões de pessoas. Mas a satisfação que eu sinto por saber que eles podem contribuir com uma que seja, já me dá impulso, alegria e motivação para continuar firme e forte nesse projeto que até a título de curiosidade, em setembro de 2022 completará 10 anos! Uau! Eu mesmo me surpreendo com a minha perseverança aqui no blog!

Percebe como tudo pode ser bem mais simples? Leve essas dicas práticas do Gikovate para a sua vida e você vai logo perceber o quanto tudo vai ficar bem mais leve…

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O amor não é uma troca, é um compartilhamento

Por Isaias Costa

“Um dos erros mais crassos que escuto em todos os lugares é que ‘o amor é troca’. Fico imaginando o amor diante de um absurdo balcão de negócios, como algum personagem canastrão anotando em um improvável livro-caixa todo amor que deu entrada e saída, como se fosse possível, ou mesmo saudável, a contabilidade do amor.

Seria como transformar em números o incomensurável; como se fosse possível descrever o invisível; como tornar pesado o que, para existir, precisa ser leve; como desmanchar o todo para virar nada. Amor é compartilhamento. É oferecer sem tributos ou contrapartida o que se tem de melhor; ou não será amor.

Qualquer interesse fora da felicidade que se possa transmitir ao outro contamina o amor que, em reação, desaparecerá. A recíproca também se aplica e o faz surgir, como por magia, quando oferecido na sua forma mais pura. Sem entrega incondicional não haverá amor; na falta de amor, ainda que haja festa, nenhuma felicidade existirá”.

Yoskhaz

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Essas são palavras simples, mas que infelizmente a grande maioria das pessoas ainda não coloca na prática da vida. É perfeita a comparação que o Yoskhaz faz com balcões de negócios. Talvez seja por isso que vemos um número cada vez maior de pessoas infelizes nos seus relacionamentos amorosos, sejam namoros ou casamentos. Neles não está havendo um verdadeiro compartilhamento, mas apenas trocas. Chega uma hora que a nossa alma, o nosso coração se cansa de viver uma mentira e grita através das crises e mais crises que acabam surgindo!

Tenho comentado nos textos mais recentes que existe uma escala de frequências que corresponde ao nosso estado interno e nosso comportamento diante do mundo e das pessoas. Ficar na troca apenas como se a outra pessoa fosse um objeto, um negócio, é um comportamento de baixíssima vibração, que se for citar, seria a frequência da barganha. Na barganha está contida a insegurança, a desconfiança, o medo e por aí vai.

Nós precisamos, através do autoconhecimento, nos trabalhar internamente para elevar nossa vibração e frequência. O amor verdadeiro está numa frequência bem mais alta. Primeiro nós temos o amor mais egoísta, que é vivenciado de uma forma restrita (cônjuge, amigos, família…). Mas já é um sentimento delicioso! Porém, podemos ir muito mais além. O amor incondicional, que o mestre Jesus e tantos outros mestres nos ensinaram e vivenciaram enquanto estiveram aqui, essa deve ser a nossa meta. Nessa escala de frequências o amor incondicional está na faixa de 540 hz, é uma frequência absolutamente transformadora para si mesmo e impacta em todos os redor, impacta toda uma sociedade!

O amor incondicional se estende para a natureza e todas as suas formas de vida, o reino mineral, os relacionamentos com pessoas difíceis, às ajudas aos mais necessitados, que na imensa maioria das vezes não têm condições de retribuir, às pessoas que se colocam como adversárias na nossa vida etc. Se ficarmos nessa ideia pequena de troca, jamais iremos experimentar essa grandiosidade!

Eu almejo viver numa sociedade na qual mais e mais pessoas elevem a sua frequência e vibração e assim possamos todos ser muito mais felizes. Mas se trata de uma escolha individual. Ninguém pode aprender a amar de uma forma forçada. Aliás, isso nem faz sentido! Porque amor não combina com força, combina com suavidade, leveza, serenidade…

Por um mundo no qual o amor seja vivido intensamente como um compartilhamento e deixemos as trocas apenas para as coisas do campo puramente material…

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Só é possível o diálogo se houver compreensão

Por Isaias Costa

Li uma frase que desconheço a autoria e que traz uma verdade incrível, algo que infelizmente anda muito em falta nos últimos anos, a compreensão!

A frase diz o seguinte: “Eu achava que o diálogo era a chave de tudo, mas na verdade é a compreensão que é. Você pode falar tudo o que te incomoda, mas se a pessoa não entender, já era”.

Eu amo conhecer as raízes das palavras, e com a ajuda da etimologia, fica ainda mais interessante refletirmos sobre a profundidade dessa frase!

Diálogo vem do grego di + logos, que numa acepção mais simplificada quer dizer, duas mentes. Ou seja, só é possível um diálogo verdadeiro quando duas mentes estão se entendendo.

A palavra compreensão sua própria escrita já diz tudo com + preensão (prender junto). Em outras palavras, há compreensão quando algo que está sendo dito, abordado, discutido, encontra algum espaço dentro de mim! Percebe como isso é bonito?

Talvez nessa hora você me questione: “Mas se eu der espaço pra tudo o que os outros falam é como se eu estivesse concordando com tudo o que elas dizem não é não Isaias?”. Sabia que nessa pergunta já se encontra a resposta para esse equívoco super comum?

Eu não preciso concordar, eu só preciso compreender, são duas coisas absolutamente diferentes. Mais uma vez vou pras raízes das palavras. Concordar significa “junto do coração”, ou seja, é passar pelo coração a ideia, a informação que foi transmitida.

Concordar é algo que está no nível do sentimento, compreender é algo que está no nível da mente. O coração, o sentimento, está num patamar acima da compreensão entende?

Penso que compreender é uma das grandes virtudes que nós como seres humanos podemos desenvolver! Tenho exercitado o tempo todo essa virtude. Logicamente eu erro muitas vezes, mas faz parte da caminhada de evolução.

Quando escuto ou leio algo que é totalmente diferente do que acredito, do que vivo ou propago, respiro fundo e busco compreender. É lindo perceber que na imensa maioria das vezes se trata apenas de um ponto de vista diferente. As ideias da outra pessoa não vão me submeter, me ferir, me matar, nada disso! Então consigo seguir em frente e abrir mais espaço dentro de mim para tudo o que é diferente. Percebe como isso é bonito?

Agora preciso trazer um detalhe, e que inclusive tem sido pauta em muitas discussões, principalmente da época em que estou publicando esse texto (inicio de fevereiro de 2022). Tem acontecido verdadeiros escândalos relacionados ao racismo. Assassinatos brutais de negros que foram confundidos com bandidos por puro e total preconceito.

Além dessa barbaridade também está havendo toda uma discussão sobre a criação de um partido nazista. Uau! É triste imaginar que isso esteja acontecendo em pleno 2022…

Para posturas que precisam ser execradas da nossa sociedade a compreensão não funciona de jeito nenhum. Nesses casos ela se transforma em conivência, que é aceitar o mal, percebe?

Nesse caso é preciso sim a postura de intolerância! Nessa hora eu replico uma frase que ficou bem conhecida a partir do querido Prof. Mario Sergio Cortella, mas que foi escrita pelo grande filósofo Karl Popper que diz assim: “É preciso ser intolerante com os intolerantes”.

Essa frase é simplesmente perfeita, porque quando eu não tolero a intolerância, eu volto a estabelecer a tolerância na sociedade. A negação de uma negação é o retorno de algo afirmativo. É uma lógica pura e simples!

Enfim! Eu preciso compreender para que um diálogo possa acontecer, mas se alguém vem com racismo, preconceito, nazismo, exclusão dos mais pobres, fobia com a população LGBTQIA+, xenofobia etc. Aí a coisa muda de figura, para essas posturas é preciso a intolerância! Só assim para que a nossa sociedade dê verdadeiros passos de evolução!

Espero que com toda a clareza que procurei ter com esse texto, uma luzinha tenha se acendido dentro de você e que você exercite todos os dias a virtude da compreensão…

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A paz mundial começa dentro de cada um de nós

Por Isaias Costa

“Eu imagino como seria a vida se conseguíssemos a paz mundial. É a única coisa mencionada aqui que ninguém jamais experimentou. Exige um acordo entre todas as pessoas de que não irão se agredir. Cada um de nós pode tentar viver de forma pacífica no seu cotidiano. Ao nos relacionarmos intencionalmente de forma pacífica com os outros, podemos aumentar as possibilidades de paz. Sei por experiência que pessoas pacíficas criam um ambiente mais pacífico. É por isso que adoro atuar como palhaço, porque isso transforma o ambiente. Crianças bem pequenas têm o poder de causar o mesmo efeito.

A paz mundial começa dentro de cada um de nós. Possuir paz interior diminui sua pressão arterial e sua tensão. Também ajuda a diminuir os níveis de tensão e a pressão arterial das pessoas à sua volta.

Quando encontramos a paz, experimentamos um estacionamento mais criativo, cooperativo e dinâmico que irá melhorar a nossa saúde. Todos nós teremos que trabalhar em conjunto para alcançarmos a paz. Portanto, cada um pode participar e investir para atingir esse importante objetivo.”

Dr. Patch Adams

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Estava relendo essas belas palavras desse brilhante doutor e hoje consigo compreendê-las com ainda mais qualidade, pois venho aprendendo novos conteúdos que só reforçam o que ele diz!

Nós somos energia, vibração e frequência! E elas mudam a todo momento. Quando estamos em baixa frequência nós vibramos medo, tristeza, apatia, raiva, desconfiança, vergonha etc. E em alta frequência nós vibramos amor, alegria, gratidão, empatia, contentamento e paz!

A paz, segundo os estudos do brilhante autor David Hawkins, é uma das frequências de maior vibração, algo em torno de 600 hz, está acima até mesmo da frequência do amor incondicional, que é de 540 hz. Percebe que incrível?

Além disso, outra coisa fabulosa que aprendi nos últimos meses é que o nosso campo energético tem um potencial de expansão de aproximadamente 3m. Ou seja, as pessoas conseguem sentir nossa vibe quando se aproximam de nós!

Não é à toa que as pessoas costumam dizer: “Vixe! Fulano está numa bad viu?”. Ou o contrário: “Uau! Aquela pessoa é muito alto astral! É ótimo ficar perto dela”

Isso é exatamente a percepção desse nosso campo energético! E por que estou falando isso afinal? Porque todos gostam de estar perto de uma pessoa que emana paz, amor, alegria, contentamento! Nessa hora acabo lembrando de uma exemplo caricato, o mestre Dalai Lama. Ele tem uma energia de paz tão incrível, tão gigantesca, que já ouvi relatos de pessoas dizendo que passaram semanas inteiras vibrando na paz só por terem estado perto dele em algum evento!

Agora vou ao cerne desse texto. O mestre Dalai Lama dedicou toda a sua vida para se desenvolver como um mestre e sua paz reverbera pelos 4 cantos do mundo! Agora se cada um de nós se comprometer em ser mais pacificado, levaremos aos pouquinhos essa paz por onde formos percebe?

Não precisamos de nada extraordinário. A paz dentro do próprio núcleo familiar já é algo absolutamente transformador! É dessa forma simples que vamos pouco a pouco transformando o mundo ao nosso redor.

Eu sonho em viver nesse planeta mais pacificado e estou comprometido em fazer a minha parte! Vamos juntos seguir esse caminho?

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P.S. Gravei um breve podcast inspirado nesse texto! Segue o link abaixo pra você que queira expandir as reflexões…

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A única forma de mudar a realidade do mundo

Por Isaias Costa

Estamos há vários meses enfrentando uma pandemia bem grave na qual, até esse momento (final de setembro de 2020), já matou oficialmente mais de 1 milhão de seres humanos! O mundo deu um imenso chacoalhão e todos nós sofremos esse impacto, em maior ou menor grau.

Venho refletindo bastante sobre o que será de nós e do planeta após passar essa pandemia. Muita gente tem um olhar de desesperança, de achar que a humanidade não tem mais jeito, que estamos todos perdidos, que está vindo o apocalipse total. Discordo dessa visão que penso ser bem catastrofista.

O que me inspirou na escrita desse texto foi várias ideias interessantes que estou ouvindo de diversos terapeutas. Você observou que nunca se disseminou e se falou tanto sobre Psicologia, Psicanálise, terapias holísticas e medicinas naturais como agora?

=> Clique aqui para ler o texto completo

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A velhice é o verão de dentro e o inverno de fora

Por Isaias Costa

Group Of Senior Retirement Exercising Togetherness Concept

Ouvi essa frase lindíssima numa Live do Instagram com o João Vale Neto (@vale_joao) e a Leticia Garcia, da página “Silêncio e Movimento” (@silencioemovimento), e fiquei encantado com sua profundidade e poder de reflexão. Link [aqui].

Infelizmente, vivemos numa sociedade que demoniza a velhice como se ela fosse um erro, algo a ser evitado a todo custo. Nessa hora sempre lembro de uma frase que já virou clichê, mas é muito verdadeira: “agradeça por envelhecer, pois esse é um privilégio negado a muitos”. Sim! envelhecer é uma maravilha. Milhões e milhões de pessoas gostariam de ter vivido bem mais e acabaram partindo cedo por “n” motivos.

Inclusive posso até contextualizar com o momento atual, no qual centenas de milhares de pessoas já morreram pelo Covid-19. Garanto que todas elas, ou quase todas elas, gostariam de ainda estar vivas e saudáveis. Portanto, reforço pra você a importância da GRATIDÃO por estar vivo.

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Tudo que envolve concentração é antinatural

Por Isaias Costa

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“Tudo que envolve concentração é antinatural. A natureza é distribuída. Concentração de poder. Concentração de dinheiro. Concentração de gente na Faria Lima. É antinatural. Inclusive, quando concentra sangue é uma trombose e a pessoa pode até morrer. A natureza flui! Não é cálice, é canal…” – Murilo Gun

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Essa fala belíssima foi dita pelo palestrante e empreendedor Murilo Gun numa live que ele fez no Instagram junto com o empreendedor social Fabio Silva (@fabio_nj) no dia 03/07/20 e achei genial.

Nós como seres humanos nos desconectamos totalmente da natureza e do seu estado de fluidez e não concentração. Nenhum ser na natureza, com exceção do homem, tem o desejo de acumular coisas para si, e é exatamente por isso que estamos tão desequilibrados e atraindo respostas como o coronavírus para nossas ações perversas.

=> Clique aqui para ler o texto completo

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