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A Força do Professor

Por Isaias Costa

Professores

É com imensa alegria que escrevo esse texto em homenagem aos professores, que como eu, fazem uma diferença impressionante na vida de centenas, às vezes milhares de pessoas.

O que mais me inspirou foram as lindas palavras de um poeta conterrâneo meu, o querido Bráulio Bessa, cearense genial, que vem abrilhantando a TV brasileira todas as sextas-feiras no programa da Fátima Bernardes no quadro “Poesia com rapadura”. Vamos à sua poesia…

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Finlândia: modelo de Educação e Felicidade

Por Isaias Costa

Kirjasto 02

Biblioteca infantil na Finlândia

Muitas pessoas não sabem, mas a Finlândia é o país numero 1 no mundo quando se trata de EDUCAÇÃO e FELICIDADE. Em termos de felicidade o Brasil ocupava até 2013 a posição 22, hoje figura na posição 28, ou seja, caiu seis posições. Logo, a conclusão é óbvia. O Brasil se tornou um país mais triste.

Ouvi um quadro da Radio CBN com o brilhante jornalista e escritor Marcelo Tas chamado “Para onde vamos?”, e ele me inspirou a escrever esse texto, comentando um pouco do que ele disse e tentando levar essa inspiração como um sonho para a Educação Brasileira. Eu acredito piamente que nosso país pode sim se tornar de 1º mundo e não há outro caminho que não seja pela Educação. [Link do programa aqui]

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A beleza aumenta com a transitoriedade da vida

Por Isaias Costa

Estações do ano

Esses dias estava lendo um belíssimo ensaio escrito pelo pai da Psicanálise Sigmund Freud intitulado “Sobre a transitoriedade” e fiquei refletindo bastante sobre o quanto a beleza está relacionada com o tempo.

Nesse ensaio, Freud argumenta que o fato de o tempo ser algo limitado aumenta a beleza das coisas. Leia com bastante atenção esse pequeno recorte do ensaio citado.

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“Não deixei, porém, de discutir o ponto de vista pessimista do poeta de que a transitoriedade do que é belo implica uma perda de seu valor.

Pelo contrário, implica um aumento! O valor da transitoriedade é o valor da escassez no tempo. A limitação da possibilidade de uma fruição eleva o valor dessa fruição. Era incompreensível, declarei, que o pensamento sobre a transitoriedade da beleza interferisse na alegria que dela derivamos. Quanto à beleza da Natureza, cada vez que é destruída pelo inverno, retorna no ano seguinte, do modo que, em relação à duração de nossas vidas, ela pode de fato ser considerada eterna. A beleza da forma e da face humana desaparece para sempre no decorrer de nossas próprias vidas; sua evanescência, porém, apenas lhes empresta renovado encanto. Uma flor que dura apenas uma noite nem por isso nos parece menos bela.”

Sigmund Freud

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A gratidão pelos ciclos encerrados

Por Isaias Costa

Término de relacionamento

Esses dias li um artigo lindíssimo, daqueles que arranca lágrimas das pessoas mais sensíveis. Era um texto intitulado “Uma fábrica no deserto”, do site Yoskhaz. Entre as diversas reflexões e insights transmitidos nele, o que me tocou mais profundamente tem relação com os ciclos da nossa vida, que alternam entre alegrias, tristezas, depois novas alegrias e tristezas…

Leia com bastante atenção esses dois trechos que me inspiraram a escrever o texto que você lê agora!

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1º Trecho

Por que não esquecer os momentos tristes? Eu queria saber. O ancião seguiu a explicação: “Porque não o esquecemos nunca. Pode-se ficar um tempo sem lembrar, então, inesperadamente, eles nos tomam de assalto. Não é assim?” Balancei a cabeça concordando. Uma lágrima escorreu em minha face. Ele aprofundou: “Todas as situações complicadas que passamos na vida tem uma razão de existir. Claro que naquele momento temos uma enorme dificuldade em entender. Mas os dedos do universo são longos e somente mais à frente iremos compreender para, então, agradecer…

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Ter um firme propósito amplia nosso tempo de vida

Por Isaias Costa

Florais de Bach

Esses dias estava ouvindo um dos diversos podcasts que acompanho, que é o da Ordem Rosacruz AMORC, no qual o tema eram os “Florais de Bach”, que são essências naturais provenientes de diversas flores e tem um imenso potencial de cura de doenças e promoção de equilíbrio energético.

No podcast [link aqui], a moça que foi entrevistada contou um pouquinho da história dos Florais de Bach, que é fascinante. É tão bonita que me inspirou a escrever esse texto que você está lendo.

Ela conta que o Dr. Edward Bach, que era um médico britânico do final do século XIX, em determinado momento da sua vida, teve uma doença muito grave. Ele teve que passar por uma cirurgia delicada, na qual os cirurgiões lhe estimaram apenas um tempo de vida de 3 meses.

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Benditas coisas que eu não sei

Por Isaias Costa

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Lá no começo do século XX, o grande cientista Albert Einstein desenvolveu sua teoria da relatividade geral e restrita e com essa teoria revolucionou inúmeras antigas verdades, e talvez a maior delas seja essa aqui: o tempo e o espaço são absolutos. Ele provou que NÃO. Na realidade eles são relativos!

Nessa semana estava refletindo sobre isso a partir de uma lindíssima música da Zelia Duncan que ainda não conhecia, chamada “Benditas”. A sua letra é genial e nos leva a viajar nessa relatividade do tempo. Farei uma breve reflexão a partir dela. Confira abaixo a letra completa com o vídeo…

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Pra trás, nem pra pegar impulso

Por Isaias Costa

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No momento em que publico esse texto, estou lendo um livro excelente chamado “A vida que vale a pena ser vivida”, do professor e filósofo Clóvis de Barros Filho em parceria com o também filósofo Arthur Meucci.

Esse livro traz inúmeras provocações ao leitor sobre o que podemos considerar uma vida boa.

Farei uma breve reflexão a partir de um trecho super engraçado no qual o Clóvis fala da primeira vez em que teve um momento de êxtase que não queria que acabasse. Tinha 13 anos e estava apresentando um trabalho sobre o Petróleo. Tinha decorado bem o que estava nos livros, e devido sua empolgação, falou rápido demais, sobrando bastante tempo de apresentação ainda.

Bateu nele um medo danado e nessa hora ele conta assim em seu livro:

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Decidi, então, continuar. Neste momento, lembrei do meu pai. Sem nenhum estudo superior, sempre dizia coisas que, mais tarde, encontrei, com outras palavras, na mais refinada produção filosófica.

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O mundo onírico de Raul Seixas

Por Isaias Costa

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De tanto ouvir as música do grande Raul Seixas, de repente me veio um insight muito interessante. Eu me dei conta do quanto o mundo onírico era algo predominante na vida dele. Só a titulo de informação, onírico está relacionado com os SONHOS.

Eu não duvido de forma alguma que muitas das suas composições surgiram depois de sonhos nos quais ele acordou com a lembrança viva na memória!

Vou citar aqui algumas das músicas em que ele fala sobre sonhos direta ou indiretamente. E de antemão já deixo você livre para comentar caso eu tenha esquecido de citar alguma ok? Vamos lá!

  • O conto do sábio chinês

Nessa música temos a frase: “Era uma vez um sábio chinês, que um dia sonhou que era um borboleta voando nos campos, pousando nas flores, vivendo assim um lindo sonho…”.

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Cuidado para não “cair de amor” por alguém

Por Isaias Costa

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Já falei inúmeras vezes por aqui que sempre aprendo coisas novas com as palavras do místico oriental Osho. A sua imensa sabedoria e simplicidade na forma de falar atraiam multidões até ele.

Farei uma breve reflexão a partir de suas palavras sobre um termo muito comum utilizado pelas pessoas, mas que só denota o quanto elas estão afastadas de suas essências. E o mais interessante é que essa expressão é vista como algo romântico, ou no mínimo “bonitinho”, que é o tal do “cair de amor” por alguém! Vamos às suas palavras?…

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Caindo de amor você permanece criança; elevando-se no amor você amadurece. E aos poucos o amor vai se tornando não um relacionamento, mas um estado de ser. E assim, você não ama isso ou aquilo – simplesmente ama. Dá o seu amor a tudo o que está acontecendo. Toca uma pedra como se estivesse tocando a pessoa amada. Olha as arvores como se estivesse a olhar para a pessoa amada. Torna-se um estado de ser, não que esteja amando – agora, você é amor. Isto é elevar-se e não cair.
O amor é belo quando através dele você se eleva, e o amor torna-se sujo e feio quando através dele você cai. E mais cedo ou mais tarde acaba descobrindo que é um veneno, torna-se uma escravidão. Você foi apanhado nele, a sua liberdade foi massacrada, as suas asas foram cortadas, agora você não é mais livre. Cair no amor é tornar-se possessivo; você possui e permite que o outro o possua. Torna-se uma coisa e tenta transformar o outro por quem você se apaixonou numa coisa.
Amor é liberdade. O amor deixa a pessoa amada cada vez mais livre, o amor dá asas e abre um vasto céu – ele não pode tornar-se uma prisão, uma clausura. E esse amor só acontece quando se está alerta, essa qualidade de amor só vem quando há consciência.

Osho 

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Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, “cair de amor” é outra forma de dizer: “Eu sou um(a) carente afetiva! Eu sou um vampirinho ou uma vampirinha!…”.

De um modo geral, nós não fazemos ideia do que vem a ser amor. Quase sempre confundimos isso com PAIXÃO, o que obviamente não tem nada a ver. A paixão vem dos nossos instintos, vem da nossa energia sexual e libidinal. É algo orgânico e querendo ou não, SEMPRE acaba. Existem até mesmo estudos avançados sobre a paixão, dizendo que mesmo as mais fortes, só duram no máximo por uns 4 anos, e nunca passa disso. Aí as pessoas vêm dizer que “caíram de amor”?

Só a primeira frase dele já resume tudo: “Caindo de amor você permanece criança; elevando-se no amor você amadurece…”.

É interessante notar que o Osho não condena quem “cai de amor”, só diz que permanecerá criança para sempre e jamais amadurecerá. Eu só confirmo o que ele diz. Você é livre para ser quem quiser e agir do jeito que bem entender. Porém, se você está lendo esse texto e continua lendo até agora, então a probabilidade de você estar querendo amadurecer e elevar sua consciência é bem grande não é mesmo?

É simples! Elevamos nossa consciência ao internalizarmos que o outro é um INDIVÍDUO, que precisa ter seu espaço, que precisa ter seus próprios sonhos, seus próprios caminhos e eu não posso jamais interferir nisso.

Infelizmente, o que mais vemos na nossa sociedade é isso, as pessoas se casam e por causa do casamento enterram seus sonhos pessoais, enterram até mesmo parte da sua individualidade e por isso se tornam escravas de si mesmas.

E sendo escravas de si mesmas vivem infelizes, vivem achando que a vida não tem graça, que tudo é “preto no branco”, mas elas não percebem que se trata apenas de uma distorção da realidade proveniente delas mesmas…

É preciso que aprendamos o verdadeiro amor, que começa pelo amor próprio. Só depois de termos um verdadeiro caso de amor conosco é que teremos de fato os recursos para amarmos outra pessoa, ou mesmo a humanidade inteira.

Esse é o processo do amadurecimento que ele propõe. Primeiro ame a si mesmo em profundidade e depois ame outra pessoa, depois estenda esse amor pra humanidade inteira.

Dessa forma, seguindo por esse caminho, jamais você “cairá de amor”, mas se “elevará pelo amor”.

O amor é liberdade, o amor dá asas e faz despertar o que há de melhor em cada um de nós! Sejamos como pássaros livres que se permitem elevar até o mais alto dos céus e com essa liberdade façamos o amor se manifestar em sua plenitude…

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O que você deixou de ser quando cresceu?

Por Isaias Costa

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Outro dia me deparei com essa frase que intitulou esse texto que você lê agora e fiquei bastante reflexivo sobre ela.

A vida inteira nós fomos ensinados e doutrinados a pensar de uma forma praticamente oposta a essa: O que você quer ser quando crescer?.

Mas a vida e o amadurecimento tem me levado a constatar que esse pensamento vigente está equivocado, ou no mínimo precisa ser reformulado.

Penso que essa pergunta estaria mais coerente se fosse feita da seguinte maneira: “O que você quer fazer em termos de emprego quando você se tornar adulto?”.

Preste atenção na mudança da pergunta e naquilo que foi alterado! Tanto o SER pelo FAZER quanto também o CRESCER pelo TORNAR-SE ADULTO.

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