A associação entre o amor e o coração

Por Isaias Costa

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Na nossa vida existem uma série de perguntas que aparentemente são banais e bobas, mas se forem analisadas com cuidado são muito difíceis de responder. Nesse texto vou fazer uma breve reflexão a partir de uma dessas “perguntas de criança”, como costumo brincar! “Por que o amor está relacionado diretamente com o nosso coração?”.

Para responder a essa pergunta, pego carona nas palavras sábias do místico oriental Osho.

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O amor é sempre novo. Ele nunca envelhece porque é não-cumulativo, não-armazenador.

O amor não conhece nenhum passado; é sempre fresco, tão fresco como as gotas de orvalho. Ele vive momento a momento, é atômico. Não tem nenhuma continuidade, não conhece nenhuma tradição.

Cada momento ele morre e cada momento ele renasce novamente. É como a respiração: você inspira, você expira; de novo você inspira e expira. Você não o guarda dentro.

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Por que eu preciso da aprovação dos outros?

Por Isaias Costa

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Estava lendo o livro fantástico do pai da Psicanálise Sigmund Freud intitulado“Psicologia de grupo e análise do ego”, de 1921, e um trecho em especial me chamou bastante atenção e me inspirou a escrever o texto que você lê agora! O trecho diz o seguinte:

“Se um indivíduo abandona a sua distintividade num grupo e permite que seus membros o influenciem por sugestão, isso nos dá a impressão de que o faz por sentir necessidade de estar em harmonia com eles, de preferência a estar em oposição a eles, de maneira que, afinal de contas, talvez o faça ‘em consideração a eles’”.

Sigmund Freud

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Nestas poucas palavras ele faz uma dura crítica à falta de AUTENTICIDADE da grande maioria das pessoas, que tem medo de questionar, medo de duvidar, medo de bater de frente com ideias, posturas, dogmas, instituições e por aí vai…

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O processo evolutivo de arrancar máscaras e abandonar papéis

Por Isaias Costa

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Existe um livro que já falei diversas vezes por aqui que foi um divisor de águas na minha vida. Aprendi imensamente com ele e continuo aprendendo, por incrível que pareça! Algumas de suas mensagens continuam reverberando dentro de mim até hoje, uns 3 anos depois que o li. Trata-se do livro “Arrancar máscaras! Abandonar papéis!”, do John Powell.

Inclusive escrevi até uma série de textos todos inspirados em trechos desse livro e compartilho logo abaixo o link com você para que você aprenda um pouco sobre esse processo de arrancar máscaras e papéis…

Série de textos: Arrancar máscaras! Abandonar papéis!

É como eu disse no título desse texto, arrancar nossas máscaras e papéis trata-se de um processo evolutivo que acontece bem aos poucos, mas com resultados que duram por toda a eternidade!

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Um olhar metafísico para a expressão “pisar na bola”

Por Isaias Costa

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Recentemente estava conversando com um dos meus tios que se tornou avô há pouco tempo e está amando a experiência de voltar a educar de forma parecida como quando foi pai de primeira viagem, porém, com bem mais maturidade e sabedoria!

Ele me contou sobre a primeira vez que falou que seu neto “pisou na bola”. Eu fiquei muito feliz ao ver o quanto as crianças são inocentes e aprendem rápido quando são bem direcionadas.

Seu neto havia feito algo inadequado na escola ao brincar com os seus coleguinhas e então recebeu uma boa “bronca” dele com toda a amorosidade e didática infantil.

Então ele disse: “Vovô! O que é pisar na bola?”.

Aí ele respondeu: “É quando você faz algo que sabe que não é legal, que pode machucar um coleguinha, que pode magoá-lo, irritá-lo, deixá-lo triste etc”.

E o mais bacana de tudo é que depois da primeira bronca seu próprio neto passou a ter a sinceridade e franqueza de dizer por si só: “Vovô! Hoje eu pisei na bola na escola. Se o se senhor me colocar de castigo eu vou entender!…”.

Ao ouvir isso pensei: “Como é importante quando desde cedo um menino ou menina é educado quanto aos limites, a saber respeitar o espaço dos coleguinhas, as diferenças de personalidade e por aí vai…”.

Esse menino tem tudo para se tornar um adulto extremamente ético e amoroso.

Enfim! Contei essa história real apenas para dizer que foi ela que me inspirou a escrever esse texto que você lê agora.

Se você pensar com bastante atenção, a expressão “pisar na bola” faz todo o sentido e inclusive tem esse sentido metafísico que proponho aqui.

O que acontece quando alguém pisa na bola enquanto joga futebol? Provavelmente essa pessoa vai cair e dependendo da velocidade em que estava quando pisou na bola, a probabilidade de bater a cabeça é bem grande!

Podemos tirar pelo menos duas lições importantes daí.

1ª) Todos nós caímos (SEMPRE…)

Essa talvez seja a maior lição metafísica de “pisar na bola”. É uma forma de nos ensinar a sermos mais HUMILDES e reconhecermos nossos erros e falhas. As pessoas que acham que jamais pisam na bola são as mais orgulhosas e prepotentes, já observou como é assim?

Posso fazer até uma associação com o grande apóstolo de Cristo Paulo de Tarso. Ele (antes da conversão) era extremamente arrogante e se achava um homem justo e perfeito, mesmo assassinando pessoas. Porém, teve a experiência de cair do cavalo e ficar cego no caminho para a cidade de Damasco.

Em outras palavras, há muito tempo que ele vinha “pisando na bola” feio, mas não percebia isso, até que esse “pisar na bola” tomou a proporção colocada nas escrituras. Logicamente que estou simplificando tudo aqui. Essa passagem é riquíssima de conteúdo e há muito mais a ser abordado e refletido sobre ela.

Se quiser ler um pouco mais sobre essa lindíssima passagem bíblica e seus ensinamentos, compartilho abaixo um texto que escrevi com muito carinho para falar sobre a conversão de Paulo de um homem extremamente arrogante para talvez o maior discípulo que Jesus Cristo teve na época. Vale a pena sua leitura!

De arrogante à humilde

Em resumo: Pisar na bola metafisicamente falando é um exercício de humildade se assim você permitir que seja…

2ª) Você pode bater a cabeça

Pela Metafísica da Saúde, ciência que venho estudando há bastante tempo, sempre que batemos a cabeça, é um sinal de que nós estamos vivendo algum conflito diante de alguma autoridade e isso tem nos deixado com raiva.

Ou seja, se você “pisou na bola” existe sim essa possibilidade de estar vivendo conflitos com alguém que tem algum tipo de autoridade perante você e praticamente ninguém faz essa associação que é muito verdadeira e coerente.

Fiz um áudio no Soundcloud falando com mais detalhes sobre a “Metafísica dos acidentes de trabalho e no trânsito”, no qual aprofundo toda essa temática que estou citando agora! Deixo o link abaixo caso queira ouvir e aprender um pouco dessa ciência fabulosa!

Metafísica dos acidentes de trabalho e no trânsito

Enfim amigos! Foram esses os insights que tive a partir dessa conversa simples com o meu tio. Espero que tenha servido como uma reflexão interessante.

Caso você interprete essa expressão “pisar na bola” de outra forma diferente da minha, fique à vontade para comentar e compartilhar com os leitores!

Paz e luz.

 

 

 

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Não tenha vergonha de mudar de opinião

Por Isaias Costa

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Há poucos dias li uma frase muito bacana que desconheço a autoria, mas que me deixou bastante reflexivo e imediatamente me remeteu ao grande Raul Seixas e sua sabedoria. A frase dizia o seguinte:

“Vergonha não é mudar de opinião e sim não ter opinião para poder mudar”

O Raul entendia essa frase melhor do que ninguém. Ele se dizia ser uma “Metamorfose Ambulante” e uma das frases dessa música diz: “Eu vou desdizer aquilo tudo que eu lhe disse antes…”. Essa frase está dizendo praticamente a mesma coisa que a frase exposta mais acima.

Muitos não entendem o que o Raul quis dizer com essa frase, pensam que ele está se contradizendo ou não tem convicção do que diz. Essa concepção é completamente equivocada.

=> Clique aqui para ler o texto completo

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O medo do abandono

Por Isaias Costa

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Estava ouvindo o excelente programa de rádio “Linguagem do corpo” da Rádio Mundial, com a querida professora e escritora Cristina Cairo e ela tratou de um tema interessantíssimo, alguns medos básicos de todos os seres humanos, mas deu ênfase ao “Medo do Abandono”, que farei uma breve reflexão a seguir!

Existe toda uma abordagem psicológica e psicanalítica por trás desse medo e tudo começa na mais tenra infância.

O medo do abandono já começa em nós no momento do nosso nascimento. Ao termos o cordão umbilical contado pelo médico e passamos a respirar pelos pulmões. Naquela primeira respiração já sentimos esse abandono, porque fomos retirados do contato direto com a mãe e sua proteção!

Claro que essa sensação é suprida depois pela cinestesia com a mãe e a mamada. Porém, todas as experiências vivenciadas pela criança ficam registradas no seu inconsciente, podendo gerar neuroses futuramente.

Ao longo do programa ela fala que a única forma de se eliminar totalmente esse medo do abandono é através da reconexão com o divino, com a espiritualidade, e concordo totalmente com essa visão, porque nós somos seres divinos e eternos. Se tivermos a falsa impressão de que a vida se resume apenas a essa existência humana de no máximo uns cento e poucos anos para quem consegue essa benção, certamente teremos uma vida pequena, na qual não realizaremos o propósito maior das nossas almas!

Esse medo do abandono tem uma forte ligação com a SOLIDÃO. E todos nós sabemos que o sentimento de solidão é um dos maiores causadores de DEPRESSÃO.

Eu posso estar enganado no que vou dizer agora, mas acredito que quase todas as pessoas que já tiveram uma crise de depressão na vida e conseguiram se reerguer conseguem compreender melhor que o sentimento de solidão pode ser curado na raiz a partir dessa conexão maior com Deus e com o seu amor infinito!

Falo isso porque eu tive uma depressão leve no ano de 2009, que já relatei em detalhes no meu e-book gratuito [link aqui].

Essa é uma experiência pessoal que estou compartilhando com você agora e muitos seres humanos sábios e iluminados já descreveram com perfeição em seus escritos. Porém, dou uma ênfase maior ao místico São João da Cruz, que provavelmente cunhou o termo tão conhecido “Noite escura da alma”.

Ou seja, todo aquele que vivencia essa “noite escura da alma” e consegue extrair todas as lições dessa experiência de deserto pessoal, consegue enxergar a vida e seus mistérios com olhos mais sábios.

Infelizmente, nós vivemos numa sociedade que cultua a felicidade à todo custo, que condena a tristeza, que nos exige que tenhamos sempre uma máxima produtividade… São esses desequilíbrios que tem feito com que tantas pessoas se sintam deprimidas, às vezes percam totalmente o sentido da vida, se sintam abandonadas por todos e cheguem mesmo ao caos de se sentirem abandonadas por elas mesmas!

Lembrei até de uma frase da Adriana Calcanhotto que ilustra bem o que é esse abandono de si mesmo. A frase: “Eu não moro mais em mim…”, da música “Metade”. Essa frase, apesar de muito triste, revela a realidade de um número gigantesco de pessoas.

É possível trabalhar tudo isso através dessa reconexão com Deus. E como fazer isso? Talvez você me pergunte! Existe muitos caminhos, mas como sempre, o que eu mais recomendo é o da MEDITAÇÃO, pois a meditação nos ajuda a encontrarmos o nosso centro, e centrados no nosso coração encontramos essa conexão com Deus e com o divino que existe dentro de nós.

Lembro até de um vídeo que assisti uma vez do coach Arly Cravo no qual ele falava o seguinte: “Não tem outra! Se você de coração se coloca disposto a meditar e transformar isso num hábito, você vai ter como resultado o amor próprio, você vai passar a se amar incondicionalmente”.

Esse é um ponto interessante. Você já viu uma pessoa que se ama profundamente sentir SOLIDÃO? Sentir medo de perder o amor das pessoas? NÃO. Porque o amor próprio espanta todo medo, ou como diria Jesus Cristo: “O amor afasta todo medo”. 

Enfim! Essa é a minha forma de ver e pensar sobre esse medo do abandono. Resumidamente é isso: você se conecta com o divino através de uma prática meditativa ou outra que prefira, com isso você se conecta com o divino que existe em você, dessa forma pouco a pouco o amor passa a crescer de dentro do seu coração e o medo vai sendo dissipado. Dissipando o medo, você nunca mais se sentirá abandonado, porque essa conexão com o divino estará sempre forte e brilhante.

Se quiser se aprofundar nesse tema, compartilho abaixo o vídeo da Cristina Cairo que me inspirou a escrever esse texto. Vale a pena reservar uns minutinhos para ouvi-lo! E também logo abaixo compartilho um áudio com a leitura de um artigo que traz aprofundamentos nesse tema!

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As palavras em diminutivo falam muito sobre quem as profere

Por Isaias Costa

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Outro dia estava assistindo a uma aula do curso de formação em Psicanálise que estou fazendo nesse momento e o professor tocou num assunto que me deixou bastante reflexivo. As pessoas que falam muito no diminutivo, elas precisam ser observadas com muito cuidado e atenção!

Ele dizia que pessoas que falam demais no diminutivo têm neuroses que são disfarçadas pelas palavras aparentemente carinhosas e despretensiosas. Lembrando que em nenhum momento estou generalizando OK? Ele falou sobre uma tendência, e não sobre algo absoluto.

Quando ele falou isso me reportei a uma pessoa que fez parte da minha vida e tinha vício em falar tudo no diminutivo. Ela era comparada até com a “Miss simpatia” do filme americano, mas eu sempre desconfiei da sua aparente simpatia e afetividade.

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O homem religioso segundo Sigmund Freud

Por Isaias Costa

Sigmund Freud

Todos nós sabemos que o genial médico e psicanalista Sigmund Freud foi um dos homem que revolucionou muitas teorias no século XX. Ele recebe até hoje criticas das mais diversas possíveis, e uma das mais comuns é sobre o seu ATEÍSMO ferrenho!

Nesse texto vou falar brevemente sobre o seu pensamento de “homem religioso”. Eu fiquei absolutamente encantado com suas palavras quando as li no seu livro intitulado “O futuro de uma ilusão”, de 1927. Veja só!

“Os críticos insistem em descrever como ‘profundamente religioso’ qualquer um que admita uma sensação de insignificância ou impotência do homem diante do universo, embora o que constitua a essência da atitude religiosa não seja essa sensação, mas o passo seguinte, a reação que busca um remédio para ela. O homem que não vai além, mas humildemente concorda com o pequeno papel que os seres humanos desempenham no grande mundo, esse homem é, pelo contrário, irreligioso no sentido mais verdadeiro da palavra.”

Sigmund Freud

Com essas poucas palavras, ele nos traz grandes reflexões e também nos incentiva a sair do nosso marasmo para nos tornarmos de fato pessoas religiosas.

Em minha opinião, o Freud era SIM um homem  extremamente religioso, pois revelou para as pessoas da época centenas de ideias divinas que, se não fosse por todo seu esforço em estudar e se aprofundar, demorariam quem sabe décadas ou mesmo séculos para serem desenvolvidas.

Segundo Freud, as pessoas religiosas são aquelas que sabem o quanto são ignorantes em termos de conhecimento sobre a vida e o universo, e por saberem disso, não ficam apenas com orações a Deus, penitências, caridades etc. mas realmente se debruçam em estudar e tentar compreender os mistérios do universo…

Ele termina essa passagem falando sobre o verdadeiro sentido de religião, que vem do latim “religare”, ou seja, uma religação com o divino. E esse divino é essa força cósmica, essa energia absolutamente maravilhosa que nós, por não conseguirmos encontrar uma palavra ou teoria que explique, chamamos de DEUS.

D-E-U-S são apenas 4 letras que tentam reduzir o que é impossível ser reduzido, a dimensão infinita do que Deus representa.

Sei que você que me lê agora é uma pessoa inteligente, e uma pessoa inteligente quando questionada sobre “O que é Deus?”, “Como você concebe a existência de ‘Deus'”? A resposta mais coerente e sábia seria um sonoro NÃO SEI.

As pessoas que dizem saber de Deus, conhecerem o criador de todo o universo, infelizmente, ainda não despertaram para a sua grandeza, estão vivendo pela IGNORÂNCIA.

Olhando sob essa perspectiva mais ampla, fica mais fácil percebermos que o Freud de maneira nenhuma era um ateu. Pra falar a verdade eu penso sobre o ateísmo de maneira diferente das pessoas consideradas religiosas. Quem se diz ateu na realidade está querendo dizer que não acredita em um Deus que seja tão limitado ao ponto de ser definido ou até mesmo considerado uma imagem e semelhança do ser humano!

Eu sempre gostei de estudar e questionar o que as grandes massas costumam dizer que é verdade, porque muitas vezes trata-se de uma visão distorcida.

Eu acho interessante porque quando falam do Freud as pessoas até brincam dizendo que “LER O FREUD É FRÓIDE”. No sentido de que suas teorias são complexas e difíceis de serem assimiladas!

De fato, ele tem sim uma escrita rebuscada e científica. Portanto, ao saber disso, seria ainda mais sensato não ficar reproduzindo o que as grandes massas dizem, porque nós só podemos concluir algo a partir da nossa própria percepção a respeito.

Enfim meus amigos! O tema da religiosidade é fabuloso e multifacetado, mas deixarei aprofundamentos para textos futuros. O objetivo principal desse texto foi lhe levar a refletir sobre a visão de homem religioso de acordo com Freud!

Agora você sabe que a maneira dele de ser religioso era bem diferente do que costumam dizer. Ele era religioso no sentido de pesquisador dos mistérios da vida, da mente humana e do universo. O que a meu ver, é ser religioso no mais profundo do termo: “aquele que se religa com Deus”… 

 

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Fale mais a respeito

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Eu vou falar nesse texto sobre algo que você já sabe, mas talvez ainda não saiba em uma linguagem terapêutica. Já disse em outros textos que estou estudando para me tornar psicanalista e terapeuta muito em breve e a frase que intitulou esse texto é uma das mais proferidas por qualquer bom terapeuta e hoje você vai saber o porquê.

Todos nós temos sofrimentos e dores emocionais que só podem ser curadas através de uma palavrinha mágica chamada RESSIGNIFICAÇÃO, que dediquei um texto inteiro só para falar dela, e você pode lê-lo clicando [aqui].

Ressignificar é exatamente retirar o peso emocional das experiências negativas vivenciadas no passado e a única forma de trabalhar com esses sentimentos é FALANDO deles. Por isso essa frase: “Fale mais a respeito…”.

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Aprendendo a Observar e Absorver com Eduardo Marinho

Por Isaias Costa

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Um dos brasileiros da atualidade que eu mais admiro é o grande Eduardo Marinho, conhecido como “O filósofo das ruas”. Esse senhor tem uma sabedoria de vida imensa para nos passar e com muita simplicidade nos revela uma série de obviedades que de tão óbvias não conseguimos enxergar.

Esse será um texto mais curto porque ouvindo as sábias palavras dele, as palavras escritas se tornam até desnecessárias!

É com grande alegria que ao final desse texto compartilho com todos vocês um documentário falando com mais detalhes sobre sua vida, descobertas, jornada, alegrias, tristezas, perdas, ganhos etc.

Quero salientar apenas um trecho desse documentário que me inspirou e diz muito sobre como eu penso em relação a minha missão como professor e escritor.

Eu desempenho meu trabalho com muito amor sabendo que algo do que estou desempenhando eu sei que está lançando boas sementes, gerando bons frutos e multiplicando esses frutos por todas as partes desse planeta, afinal, existem brasileiros espalhados pelos quatro cantos do mundo!

Assim como ele diz no documentário, quero chegar à minha velhice olhando para trás com a certeza de que tive uma boa vida e que toquei o coração de pelo menos algumas pessoas ao longo desse tempo.

Nesse documentário você terá a oportunidade de refletir profundamente sobre muitos pontos da vida com a simplicidade e a objetividade que só um cara como o Eduardo Marinho consegue explanar!

Aprendamos com ele a observar com olhos mais amorosos a vida e absorvamos todos os bons fluidos e sentimentos para construirmos juntos uma sociedade mais consciente e repleta de pessoas felizes!

 

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