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Não dá mais para cultivar a mediocridade

Por Isaias Costa

 

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Vez ou outra falo um pouco sobre a temática da MEDIOCRIDADE nos meus textos, e retomarei hoje agregando aos leitores a visão fascinante e clara do grande filósofo brasileiro Huberto Rohden, extraída do seu magnífico livro intitulado “De alma para alma”, que recomendo fortemente a leitura a todos!

Vamos às suas palavras…

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CULTORES DA MEDIOCRIDADE – Por Huberto Rohden

Meu ignoto amigo. Se quiseres ser impenitente cultor da rotina e mediocridade, guia-te pelas normas seguintes:

Antes de pensar, informa-te sempre do que deve ser pensado, a fim de não introduzir no mundo o contrabando de ideias novas.

Não penses nunca com o próprio cérebro – mas sempre com a cabeça dos outros.

Dize sempre sim quando os outros dizem sim – e não quando os outros dizem não. Continuar lendo

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O que é ser santo?

Por Isaias Costa

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Desde criança eu sempre fui muito questionador e sempre tive o interesse de conhecer as melhores fontes possíveis de tudo o que buscasse estudar. E entre essas coisas estão as religiões. Eu sou apaixonado por conhecer mais as doutrinas e preceitos das diversas religiões presentes no mundo.

Como estamos no ocidente, por aqui predominam as religiões cristãs, e no Brasil a cristã católica. Nessa religião existem milhares de santos canonizados pelos inúmeros papas da História. Os santos canonizados são em número algo próximo dos 30 mil, é muita gente!

Venho através desse texto lhe questionar: “Afinal de contas, o que é ser santo?” Eu discordo em grande parte da visão católica e se você for um católico muito fervoroso aconselho que feche essa aba e leia outra coisa ok?

Para embasar essa reflexão, tomo emprestadas as sábias palavras do grande filósofo brasileiro Huberto Rohden, extraídas do seu magnífico livro intitulado “Metafísica do cristianismo – a alma de Jesus revelada no Pai-Nosso”.

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Você tem aproveitado as oportunidades que a vida lhe dá?

Por Isaias Costa

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Eu amo conhecer as raízes das palavras e esses dias conheci a raiz de uma palavra bastante utilizada no nosso dia a dia, mas que tenho certeza que poucos sabem a sua origem.

Trata-se da palavra OPORTUNIDADE.

Ela vem da antiguidade, na qual as pessoas tinham o costume de dar nomes aos ventos e cada vento e suas determinadas direções recebiam nomenclaturas diversas.

A palavra oportunidade tem origem no nome do vento “ob portus”, que significa “vento favorável que leva ao porto”.

E a própria palavra “porto” tem relação com a palavra “porta”, que por sua vez significa “passagem”.

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Nós não nascemos humanos, nós nos tornamos humanos

Por Isaias Costa

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Esses dias me deparei com uma frase genial de um dos maiores autores do século XX, o grande estudioso das religiões Joseph Campbell. Era uma frase de apenas 8 palavras, mas de uma riqueza profunda de reflexões. Veja!

“Nós não nascemos humanos, nós nos tornamos humanos.”

Talvez você se questione! Como assim? Não entendi! Em um primeiro momento essa frase parece mesmo confusa, mas ele estava absolutamente correto ao escrevê-la dessa maneira!

Eu gosto muito de conhecer as raízes das palavras, e por incrível que pareça, a palavra “humano” é conhecida por bem poucas pessoas! A sua etimologia vem do latim “humus”, que significa “terra fértil”. Esse termo é o mesmo que origina a palavra HUMILDADE. Ou seja, só pode ser humilde alguém verdadeiramente humano, e só pode ser humana a pessoa que faz de si uma terra fértil, capaz de gerar algo novo a partir de seus nutrientes cultivados.

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Eu quero aproveitar o meu tempo de forma que me humanize

Por Isaias Costa

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Antonio Candido

Estou escrevendo e publicando esse texto exatamente no dia da morte de um ser humano incrível e que nos deixou um imenso legado de sabedoria, o sociólogo Antonio Candido. Falecido no dia 12 de maio de 2017 aos 98 anos de idade.

Esse senhor foi professor de sociologia em uma das melhores universidades do Brasil, a USP, e resenhou livros de autores lendários como João Cabral de Melo Neto e a querida Clarice Lispector. Enfim, sua partida deixará muitas saudades.

Farei uma breve reflexão a partir de um pequeno recorte de palavras escritas por ele. Uma reflexão sobre a importância de utilizarmos nosso tempo com sabedoria, valorizando os afetos em detrimento das coisas materiais! Confira!…

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“Acho que uma das coisas mais sinistras da história da civilização ocidental é o famoso dito atribuído a Benjamim Franklin, ‘tempo é dinheiro’. Isso é uma monstruosidade. Tempo não é dinheiro. Tempo é o tecido da nossa vida, é esse minuto que está passando. Daqui a 10 minutos eu estou mais velho, daqui a 20 minutos eu estou mais próximo da morte. Portanto, eu tenho direito a esse tempo. Esse tempo pertence a meus afetos. É para amar a mulher que escolhi, para ser amado por ela. Para conviver com meus amigos, para ler Machado de Assis. Isso é o tempo. E justamente a luta pela instrução do trabalhador é a luta pela conquista do tempo como universo de realização própria.

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A lição dos degraus da escada

Por Isaias Costa

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Escadas são objetos muito interessantes e possuem diversas simbologias diferentes, até mesmo simbologias sexuais sabia disso? Pela teoria da interpretação de sonhos de Sigmund Freud ele comprovou por exemplos clínicos que quem sonha subindo e descendo escadas, em muitos casos o seu real desejo é de ter um ato sexual! Já pensou? Eu acho as teorias freudianas muito interessantes e aplicáveis na nossa vida.

Mas uma das melhores simbologias que vejo nas escadas é sobre o processo do CRESCIMENTO HUMANO. Para que a gente evolua, é preciso subir degrau a degrau essa escada da vida! Farei uma breve reflexão sobre isso a partir de uma inspiradora frase atribuída a Thomas Huxley, que foi um biólogo britânico do século XIX. Veja só…

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“O degrau de uma escada não serve simplesmente para que alguém permaneça em cima dele, destina-se a sustentar o pé de um homem pelo tempo suficiente para que ele coloque o outro um pouco mais alto.”
Thomas Huxley

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Alegre-se na companhia dos amigos

Por Isaias Costa

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Todos nós sabemos o quanto é importante termos amigos verdadeiros e o quanto estar na presença deles nos enriquece a vida e a existência.

Lendo algumas palavras do grande filósofo brasileiro Clóvis de Barros Filho refleti bastante sobre dividirmos nossos momentos de alegria com nossos amigos.

Inclusive, eu amo a etimologia da palavra COMPANHIA. Ela vem de COM (junto) + PANIS (pão), ou seja, companhia é você repartir o pão com alguém querido, é comer esse pão junto! Não é incrível?

E você? Tem muitos companheiros? Vamos refletir juntos a partir das palavras do Clóvis…

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Deseje demais o que te faz falta porque a vida nunca vai ser boa na derrota e na frustração. Mas perceba que o desejo não basta. Permita-se a alegria.

Consiga se alegrar com o que você já tem. Sobretudo, perceba que depois de uma conquista alegradora, se você não tiver com quem comemorar, a sua alegria durará muito pouco. Morrerá instantaneamente asfixiada pela solidão. Por isso preocupe-se também em proporcionar a alegria de quem está em volta pra que a sua própria possa durar um pouco mais.

Clóvis de Barros Filho

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Sem estímulo, ninguém anda pra frente

Por Isaias Costa

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Esses dias estava lendo uma entrevista maravilhosa concedida pelo grande professor de Filosofia Mario Sergio Cortella à revista ÉPOCA e ela me fez refletir bastante sobre o importante tema do RECONHECIMENTO pelo que se faz.

Todos nós, para que trabalhemos com afinco, com dedicação, com amor, com presteza, precisamos compreender que o que fazemos é mais do que algo puramente mecânico, algo não apenas funcional, mas que contribui para a alegria das pessoas e que, sem nossa colaboração, não seria do mesmo jeito!

Compartilho abaixo o trecho da entrevista que melhor resume o que estou querendo dizer. Confira!

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“A empresa precisa entender que necessita criar movimentos de estímulo em relação a essa atividade, promover formação continuada, reconhecimento, tudo aquilo que faz com que a pessoa ganhe energia e receba combustível. Ninguém motiva alguém, o que se pode é estimular. A motivação é movimento interno – mas uma pessoa se encontrará mais motivada se ela for estimulada a fazê-lo. Empresa inteligente faz isso, promove momentos de reconhecimento para que as pessoas se sintam autorais naquilo que fazem, nos quais as pessoas entendam que as empresas se interessam por elas e não somente as usam. Entendam que são um bem, não apenas uma propriedade no sentido maquinário do termo. E quem é cuidado por uma organização também vai querer cuidar dela.”

Mario Sergio Cortella

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É importantíssimo diferenciar MOTIVAÇÃO de ESTÍMULO.

Eu adoro conhecer as raízes das palavras, e motivação, o próprio nome diz, é MOTIVO PARA UMA AÇÃO. Ou seja, eu me sinto motivado quando sinto que o que faço pode ser bom tanto para mim quanto para os outros! Eu me sinto motivado internamente, pois ninguém pode agir por mim não é mesmo?

A ação é algo da própria pessoa! Eu ajo quando me movimento, quando faço algo!

Já estímulo é algo EXTERNO. A sua etimologia é incrível. Ela vem do latim STIMULUS, que significa “vara pontuda para tocar o gado”, e passou a ser usado em Medicina ao redor de 1680, com o significado de “algo que incita o funcionamento de um órgão”.

Não é interessante? O estímulo é como se fosse um cutucão, uma beliscada, ou de uma forma mais intensa, uma espécie de pequeno eletrochoque que outra pessoa lhe dá!

Nós somos energia, e energia é algo que movimenta, que se transmite de uma pessoa para outra. Por isso não podemos dissociar jamais a MOTIVAÇÃO do ESTÍMULO. Normalmente, pessoas motivadas estimulam as outras de alguma maneira, porque elas têm tanta energia positiva circulando dentro delas, que essa energia se espalha no que elas fazem, no que falam, ou mesmo no que escrevem, como é o meu caso agora ao escrever esse texto pra você! Eu amo escrever e isso me realiza de verdade! Acredito que quem me acompanha consegue sentir isso!

Essa é a principal reflexão desse texto. PRECISAMOS DE ESTÍMULO.

Sem estímulos, ficamos paralisados no mesmo lugar. Não conseguimos encontrar dentro de nós a motivação para fazer algo a mais, ir além do que já fazemos.

Perceba como isso é interessante! Alguém me estimula, me cutuca, me belisca, e isso me faz um espécie de “remelexo” no meu corpo, e então eu ANDO PRA FRENTE, eu me movimento! Não é bacana isso?

E nós podemos ter diversas formas de estímulo. Posso citar algumas aqui.

  • Um curso de aperfeiçoamento;
  • Conversas com amigos;
  • Livros;
  • Textos;
  • Áudios;
  • Vídeos;
  • Viagens (O que considero um dos maiores estímulos, pois nos coloca em contato com realidades diferentes da nossa rotina…);
  • Workshops; etc. etc.

Procure você, da sua maneira e com os recursos de que dispõe, encontrar as melhores formas de ser sempre estimulado, seja no trabalho, seja na família, seja nas amizades, seja nos relacionamentos!

Tudo parte desse reconhecimento de que fazemos algo que nos torne AUTORAIS, que carregue nossa marca registrada, nosso DNA, como gosto de dizer! Dessa maneira, você tem todas as ferramentas para trabalhar com muito afinco e dedicação, e terá a oportunidade de se tornar alguém diferenciado e importante, como o próprio Cortella nos ensina em seu livros e palestras.

Nós nos tornamos importantes sempre que alguém nos carrega no seu coração, quando, mesmo sem estar presentes fisicamente, estamos presentes na memória, com aquela gostosa sensação de saudade! Eu quero ser alguém importante e estou a partir desse texto estimulando você a também sê-lo! Vamos?

Enfim! Que na sua vida nunca faltem estímulos diversos para que eles ajudem você a se tornar uma pessoa cada vez melhor e mais motivada…

Link com a entrevista completa => Reconhecimento é a melhor forma de estimular alguém

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Eu não existo sem o outro

Por Isaias Costa

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Esses dias estava filosofando sobre uma um dos verbos mais instigantes da língua portuguesa: EXISTIR. E tive um insight muito bacana que compartilho com você agora.

O verbo existir vem do latim EX (fora) + STIRE (ser) = ter o direito de externar aquilo que é.

Se prestarmos bastante atenção à etimologia desse verbo incrível, muitas reflexões importantes podem surgir e a principal é a relação entre o existir e o outro.

É como diz o título desse texto: eu não existo sem o outro.

Para que haja a condição de existência, é preciso haver o outro, pois como eu poderei externalizar aquilo que sou estando sozinho? Estando isolado do mundo e de tudo? É impossível, concorda comigo?

Quando falamos em existir, quase todos nós lembramos logo de Descartes e sua célebre frase: “Penso, logo existo”.

Essa frase é magnífica e profunda, porém, a maior parte das pessoas nem faz ideia do que o Descartes quis dizer com pensar. Ele queria falar sobre o exercício intelectual de pensar e não simplesmente ficar copiando ou outros, ficar como robôs que só repetem ou como calanguinhos só balançando a cabeça para tudo e todos! NÃO. Isso não é pensar, isso é se robotizar, é se tornar um autômato.

Então segundo Descartes, eu só posso existir sendo um ser pensante, um ser que encontra a própria essência, a própria individualidade, o que requer bastante esforço pessoal e busca pelo autoconhecimento.

Estou fazendo essa viagem filosófica para lhe dizer que existem milhões e milhões de pessoas que não existem, mas que SUBSISTEM ou mesmo DESISTEM de suas vidas.

Subsistir significa “estar inferiorizado no ser”, ou seja, não existe nenhuma plenitude em você. As pessoas que subsistem são aquelas que praticamente só funcionam o corpo biológico: comem, dormem, fazem suas necessidades fisiológicas e repetem isso todos os dias.

As pessoas que vivem assim na realidade não vivem, elas estão como se fossem zumbis, perdidas nesse planeta, e certamente são muitas que se enquadram nessas características. Elas não vão além, elas não criam novos vínculos, não solidificam suas amizades, não se aperfeiçoam, não elevam suas consciências etc. etc.

Pior ainda são as pessoas que desistem da vida. Desistir significa “não existir” (não externar o ser). Essas são as que muitas vezes ou cometem suicídio, ou já tentaram alguma vez, ou mesmo são aquelas que só conseguem ter um mínimo de contato com as pessoas se estiverem sob o efeito de drogas pesadas.

Desistir da vida é jogar pelo ralo a preciosidade de estar nesse planeta maravilhoso que tanto nos dá a possibilidade de aprendermos e elevarmos nossa consciência.

Estou escrevendo esse texto próximo do fim do ano e uma reflexão que me veio muito forte foi sobre a CONSTRUÇÃO DE VÍNCULOS.

Responda as essa pergunta: “Quantos novos amigos eu fiz esse ano? Quantas pessoas eu conheci? Em quais vidas eu causei impacto?”.

Se as respostas foram positivas, se em sua mente vieram várias pessoas, vários rostinhos e várias experiências, parabéns! Você está existindo! Senão, é bom refletir com bastante carinho e se questionar sobre o porquê de tanto fechamento, o porquê de tanta desconfiança das pessoas, o porquê de tanto egoísmo…

Lembre-se: eu só existo com o outro, junto do outro, formando e solidificando os vínculos.

E tem outro ponto fundamental. O outro é um instrumento para o meu aperfeiçoamento.

A palavra PERFEIÇÃO tem um significado incrível também. Significa “aquilo que está completo, acabado, imutável”.

Então se aperfeiçoar quer dizer que eu não sou perfeito, eu estou constantemente em construção e que para isso eu preciso do outro, eu preciso aprender com ele, eu preciso absorver algo de alguém que sabe mais do que eu, que tem mais experiência do que eu. E assim vou crescendo, vou melhorando.

Da mesma forma que eu posso ensinar algo para alguém, eu posso através das minhas experiências e das minhas aptidões levar um pouco de mim para os outros e dessa forma de fato existir (externar o meu ser).

Percebe como é incrível? É como os grandes mestres da humanidade nos ensinaram: todos nós somos mestres e discípulos uns dos outros.

É ensinando e aprendendo que existimos, é criando vínculos que existimos, é nos aproximando dos outros que existimos!

Portanto, que a partir dessa breve reflexão instigante e provocativa, você se questione até que ponto você tem existido? Será que você não pode existir de uma forma mais bonita, mais marcante e mais edificante?

Pense com carinho sobre tudo isso e saiba que a fonte de toda sabedoria e de todo amor está no convívio, nos vínculos, no cultivo das amizades, no ser com o outro…

Paz e luz.

 

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Eu não tenho convicção de nada

Por Isaias Costa

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Tenho refletido bastante sobre o quanto todos nós não sabemos de quase nada e mesmo assim, muitas vezes fingimos que sabemos e temos a atitude arrogante de nos expressar como se soubéssemos…

Farei uma breve reflexão sobre a nossa ignorância a partir de uma palavra que pouco a pouco estou retirando do meu dicionário pessoal: CONVICÇÃO.

Acho interessante, porque até mesmo se você fizer uma pesquisa pelo blog, verá que escrevi essa palavra em vários textos, mas sabemos que a vida é mudança não é mesmo? A todo momento podemos aprender novas perspectivas, ver por novos ângulos etc.

Há alguns meses ouvi de um grande amigo uma frase que ficou entranhada em mim. Nem vou citar seu nome porque ele bem sabe que a autoria da frase não é dele, mas se trata de uma sabedoria milenar que ele soube sintetizar numa frase elegante e impactante.

“A única convicção que eu tenho é a de que eu não tenho convicção de nada”

=> Clique aqui para ler o texto completo

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