Arquivo do mês: maio 2013

Afetar com afeto

Por Isaias Costa

afeto

Eu sempre gostei de trocadilhos e outro dia eu estava refletindo sobre duas palavras muito parecidas, mas que são utilizadas em contextos diferentes. As palavras AFETAR e AFETO. Afeto significa amor, cuidado, atenção, empatia. E afetar significa fazer algo, agir sobre, manejar, impactar. Eu fiquei refletindo sobre o porquê de essas palavras serem tão parecidas. Elas são parecidas porque têm a mesma origem, facere, do latim, que significa fazer. Interessante não é?

A palavra chave é FAZER. Tanto para afetar alguém quanto para ter afeto por alguém é necessário uma AÇÃO. Se você ficar apenas parado igual a uma múmia jamais irá afetar alguém, assim como jamais receberá afeto de alguém. Se você prestar bastante atenção vai perceber que se trata de uma via de mão dupla, deve haver o DAR e o RECEBER. Sabendo deste fato e filosofando a respeito consegui entender porque este nosso mundo carece tanto de afeto. Sabe por quê? Porque as pessoas estão se tornando cada vez mais EGOÍSTAS e AUTOSSUFICIENTES. Duas características que espantam o afeto para milhares de quilômetros de distância. Você quer receber afeto não quer? Antes de você receber esse afeto deve OFERECÊ-LO aos outros, então o próprio universo se encarregará de lhe devolver esse afeto. É uma lei meus amigos! Tudo aquilo que a gente dá, recebe de volta, eu estou falando da maior lei que existe no universo, que se chama, LEI DA ATRAÇÃO. Se você ainda não conhece essa lei assista URGENTEMENTE a esse vídeo aqui. Ele pode literalmente mudar toda a sua vida e suas perspectivas. Recomendo fortemente. Já o assisti duas vezes e costumo assistir trechos dele constantemente!

Quero desmistificar o que a maior parte das pessoas pensa a respeito do AFETAR. Elas pensam no lado negativo do afetar. Dizem assim: “Fulano de tal me afetou muito. Vai ser difícil superar isso…” ou “Não posso deixar que essa dificuldade me afete, senão eu vou ficar é doente...”. Você percebe a lógica desse discurso? Só se foca no lado negativo das coisas! Sabe de uma coisa interessante? Você pode afetar as pessoas com afeto. Como assim? Exatamente. AFETAR COM AFETO. É você ter carinho com os seus amigos, falar “eu te amo” para alguém especial, ter um ato de gentileza nas ruas da cidade, desejar “bom dia” aos transeuntes, trabalhar com afinco, dando o melhor de si, procurar ter um alto astral na maior parte do tempo, etc. Isso se chama afetar com afeto. Sabe de outra coisa maravilhosa por trás de tudo isso que acabei de expor? Quanto mais você afeta com afeto, mais receberá afeto de outras pessoas. Isso não é incrível? Você terá um brilho todo especial em se viver. É muito bom receber afeto, mas veja, é a lei da atração acontecendo. Você ofereceu afeto e agora está recebendo. Simples assim! Eu não sei por que as pessoas complicam tanto algo tão simples…

OLHAR-~1

Quero concluir falando sobre o OLHAR. O olhar fixo nos olhos das pessoas é um exercício extremamente difícil que tenho me proposto há muitos anos e ainda estou longe de aperfeiçoar. Quando olhamos fixamente nos olhos de alguém nos mostramos como somos, sem máscaras, por isso que se trata de um exercício tão difícil. Eu tenho procurado arrancar as minhas máscaras e fazer esse exercício está se tornando mais fácil. Quer tentar? Garanto que quando você começar a se aperfeiçoar nisso vai sempre querer olhar para as pessoas fixamente em seus olhos. É muito bom meus amigos! Como já dizia o ditado: “os olhos são a janela da alma”, é bem verdade isso. Os olhos também são a nossa maior fonte de afeto. Para terminar essa viagem filosófica, vou deixar uma belíssima música do mestre Arnaldo Antunes, a música, “o seu olhar”. Espero que goste…

* Para ouvir a leitura desse texto basta clicar [aqui]

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Visão com ação pode mudar o mundo

Por Isaias Costa

Hoje vou fazer uma pequena reflexão a partir de um vídeo bem curtinho, mas que pode MUDAR O MUNDO. A parábola contada nele é conhecida por muita gente, porém, para a maioria entra por um ouvido e sai pelo outro. O vídeo é esse aqui embaixo (sugiro que assista antes de continuar a ler o post).

Nessa parábola, um rapaz joga estrelas ao mar incansavelmente e um homem lhe pergunta por que ele está fazendo aquilo. Ele diz que está fazendo para que elas não morram por causa do sol forte e da maré que está baixando. Nessa hora vem uma grande lição, o caminho da MEDIOCRIDADE. O homem diz que existe uma infinidade de mares e estrelas e o que ele estava fazendo não faria nenhuma diferença. O rapaz joga outra estrela e responde: “fez diferença para essa aí…”. A mediocridade é o caminho que não cria maiores esforços pessoais, é o caminho de quem se acomoda e que acha que “nada pode ser feito”. Errado! Pode-se ser feito muita coisa e estou, na medida do possível, procurando fazer essa “alguma coisa”. O que estou fazendo ao publicar um texto como esse pode até parecer pouco, mas eu sei que esse pouco pode fazer diferença para alguém, e sei que faz. E isso me inspira a continuar escrevendo e lhe encorajando a fazer o melhor possível, a DAR O MELHOR DE SI. É muito mais fácil se acomodar e pensar como o senhor dessa história, achar que “nada pode ser feito”. Siga por outro caminho, já, agora!

A mediocridade das pessoas

Eu quero compartilhar uma experiência que tive há mais ou menos uns dois meses e tem tudo a ver com essa parábola das estrelas no mar. Um amigo me perguntou: “Com tanta coisa sendo publicada na internet todos os dias tem alguém que lê os teus textos? Quantas pessoas o leem por dia?”. Assim que ele falou percebi de cara que era uma pergunta capciosa, então simplesmente respondi a ele: “Você acha que eu vou me importar com o número de pessoas que leem os meus textos? Eu não me importo com isso! A única coisa que eu quero é transmitir mensagens edificantes e sei que as pessoas que lerem serão pessoas que querem crescer de alguma forma! Eu escrevo porque amo escrever, não porque eu quero ter milhares de leitores…”. A conversa morreu aí e ele nunca mais tocou nesse assunto de novo. Você percebe que essa minha experiência tem tudo a ver com a estorinha das estrelas no mar? Esse meu amigo queria me desestimular a escrever, ele queria me dizer que o que estava fazendo não ia fazer diferença. Mas como eu sou muito vivo, saquei na hora a sua intenção e cortei o mal pela raiz. É uma coisa que estou aprendendo! Não dou ouvidos a pessoas que querem me desestimular, mesmo se for um amigo meu, como foi nesse caso.

Para concluir, quero falar sobre uma característica dos grandes empreendedores, eles não procuram o glamour, eles procuram fazer um trabalho bem feito, e isso faz toda a diferença. O meu objetivo com esse blog é fazer as pessoas pensarem e refletirem sobre as suas vidas, crescerem como seres humanos. A última coisa que eu penso é em quantas pessoas vão ler os meus textos, ou seja, eu não procuro o glamour. E exatamente por não procurar o glamour é que sei que estou fazendo um bom trabalho e estou atingindo os corações dos meus leitores.

Enfim! Ação! A ação pode mudar o mundo! Eu estou agindo a partir desse blog! Descubra a sua melhor forma de agir e FAÇA! Dê o melhor de si na sua especialidade e contribua para que esse mundo seja um pouquinho melhor. Esse é meu maior desejo para você hoje…

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A beleza de lavar pratos

Por Isaias Costa

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Talvez você tenha achado estranho o título deste post, mas foi de propósito. O meu objetivo com ele é falar sobre algo extremamente importante que está por trás da atividade de lavar pratos, o FOCO. A maior parte das pessoas não consegue viver o momento, o AGORA, ficam o tempo todo se projetando no futuro. Lavar pratos é apenas um exemplo, mas pode ser aplicado com precisão. Enquanto você lava os pratos fica pensando em mil e uma coisas. Depois vai fazer outra atividade e novamente fica com a mente divagando em outros pensamentos, e dessa forma, muitos passam a vida inteira sem experimentarem a beleza infinita que se chama VIVER O AGORA.

Quero compartilhar um pequeno texto do monge Thich Nhat Hanh em que ele fala sobre a beleza de lavar os pratos estando totalmente envolvidos com a experiência.

“Enquanto estiver lavando os pratos, deveríamos apenas lavar os pratos, o que quer dizer que enquanto lavamos os pratos deveríamos estar completamente conscientes do fato que estamos lavando os pratos. Parece meio bobo assim à primeira vista: porque dar tanta preocupação para uma coisa simples? Esse é exatamente o ponto. O fato que eu estou lá em pé lavando aqueles pratos é uma realidade incrível. Estou sendo completamente quem sou, seguindo minha respiração, consciente da minha presença, e consciente dos meus pensamentos e ações. Não há como ser lançado dali inconsciente como se fosse uma garrafa batendo nas ondas aqui e ali.

(…)

Se enquanto estivermos lavando os pratos pensarmos somente na xícara de chá que nos espera, assim apressando a lavação dos pratos que eu possa me livrar deles como se fossem um transtorno, então não estamos “lavando os pratos para lavar os pratos”. Mais que isso, não estamos nem vivos durante o tempo que estamos lavando os pratos. Na verdade, estamos completamente incapacitados de perceber o milagre da vida enquanto estamos ali na pia. Se não conseguimos lavar os pratos, há grandes chances de não conseguirmos tomar nossa xícara de chá também. Enquanto tivermos bebendo o chá, estamos pensando em outras coisas, dificilmente conscientes da xícara em nossas mãos. Assim somos sugados para o futuro — e incapazes de viver sequer um único minuto de vida.”

Esta mensagem é muito bonita e pode ser aplicada na nossa vida. Quando trabalhamos focados tudo tende a dar certo, e mesmo quando dá errado sentimos uma alegria e satisfação que faltam palavras para descrever. Aqui estou falando de uma grande característica dos empreendedores, os maiores empreendedores do mundo são pessoas muito focadas em tudo que fazem, porém, quando falham (e com certeza falham) a sensação que eles têm é de “missão cumprida”, de “eu fiz o melhor que pude”, entende?

Portanto. Reflita sobre esse pequeno texto e procure desenvolver cada vez mais o FOCO. Dessa forma você alcançará a EXCELÊNCIA em seus trabalhos, tudo conspirará a seu favor e no final do dia você terá uma alegria e satisfação como jamais sonhou que fosse possível. Pense sobre isso…

* Para ouvir a leitura desse texto basta clicar [aqui]

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Tolerância abaixo de zero

Por Isaias Costa

Eu soube através da minha mãe de um crime bárbaro ocorrido em São Paulo no último final de semana. Brigas entre vizinhos que resultou na morte de 3 pessoas. Eram dois casais que não toleravam o barulho em seus apartamentos, depois de muitas brigas e discussões um deles resolveu assassinar um dos casais e depois se matou, restando apenas a mulher do assassino. A reportagem que fala sobre esse ocorrido é essa aqui.

http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-sao-paulo/v/briga-entre-vizinhos-resulta-em-3-mortes-em-condominio-de-alphaville/2592881/

Os meus leitores já devem ter reparado que sou muito otimista e esperançoso. Sou assim porque nutro bons pensamentos todos os dias. Eu sou uma pessoa que busca “preencher a vida com amor”, como diria o grande escritor e palestrante motivacional Richard Carlson. Já coloquei uma frase dele em outro post, mas vou repeti-la nesse, porque quero fazê-lo refletir sobre essas lindas palavras.

“Quando sentir a morte se aproximando, sei que vou me perguntar: Quanto amor recebi na vida? Como reparti o meu amor? Quem me amou? A quem valorizei? Em que vidas eu causei impacto? A minha vida fez diferença para alguém? Que serviço prestei ao mundo? Tenho certeza de que minha única preocupação será: terei ou não preenchido minha vida com amor?”.

AMOR meus amigos! O mundo está muito carente de amor! As pessoas estão tão carentes de amor que atos bárbaros como esse da notícia se repetem dia após dia. A situação está tão séria que nem digo que a tolerância é zero, mas está abaixo de zero. As pessoas estão perdendo o valor pela vida. Para muitos a vida não vale muita coisa. A maior dádiva do nosso Deus criador sendo destruída por motivos banais. As pessoas estão perdendo a capacidade de DIALOGAR e ter uma comunicação mais efetiva, a busca por coisas e bens materiais está fazendo com que muitos deixem de valorizar o que é simples e belo. O convívio entre amigos e nas famílias está se tornando artigo de luxo. Para muitos a vida está se resumindo a acordar, passar 8 horas maçantes em um trabalho detestável e voltar pra casa resmungando e reclamando da vida, destratando o esposo ou esposa, filhos, irmãos, e passar as horas vagas na frente do facebook, quase sempre fofocando da vida alheia ou invejando as pessoas felizes e realizadas. Meu Deus! Chega! Esse não é o caminho para a alegria e a felicidade.

Mas é exatamente por ficar completamente comovido com essa situação que estou aqui hoje escrevendo o que penso sobre tudo isso. Você reparou que eu disse que fiquei sabendo dessa notícia através da minha mãe? Sabe por que eu fiquei sabendo através dela? Porque eu não perco um minuto sequer do meu dia diante da TV, a TV brasileira se alimenta de desgraças e ela faz isso com o objetivo de embrutecer a população e fazê-la perder a esperança na vida, e a mídia faz isso com fins comerciais, para que as pessoas sem esperança encham seus bolsos de dinheiro. As pessoas ficam frustradas e muitas delas vão afogar as suas frustrações fazendo compras, para tentarem preencher um vazio que nunca será preenchido. Esse vazio se chama DEUS, e saiba que estou falando de um Deus universal, a presença de Deus é algo que se sente no coração e se busca através do AUTOCONHECIMENTO, que pode acontecer de muitas formas: por oração, por livros, por meditação, por grupos em igrejas, por comunidades, por seitas, etc etc. A forma de se encontrar Deus é o que menos importa, o que importa é ter a presença de Deus no coração. Isso é o que pode nos fazer abrir o coração para o amor e assim preencher a vida com esse amor.

Vamos ter esperança meus amigos e vamos fazer o que estou propondo agora! Vamos ter conhecimento de ocorrências como essa e buscarmos seguir o caminho oposto ao sugerido pela mídia. Tudo bem assistir os noticiários, eles são importantes para estarmos atualizados, mas devemos sempre manter a esperança diante de tudo isso. Ao invés de ficar reclamando da vida eu estou aqui, levando você a refletir um pouco. Sabe outra coisa que pensei quando vi essa reportagem? Lembrei-me do seriado Chaves! O meu sonho é que a nossa sociedade tenha uma vizinhança como a vizinhança do Chaves. Você percebe a harmonia e o companheirismo que existe entre eles? Eles têm um respeito mútuo e um carinho que parece mágico. A nossa sociedade pode ser assim meus amigos, mas isso depende da escolha pessoal de cada indivíduo pelo bem.

Essa vizinhança mágica pode se transformar em realidade...

Essa vizinhança mágica pode se transformar em realidade…

Tem uma frase do Renato Russo que repito todos os dias: “Não vou me deixar embrutecer, eu acredito nos meus ideais! Podem até maltratar meu coração, e meu espírito ninguém vai conseguir quebrar…”. É assim que eu penso e ajo! Estou escrevendo com o meu coração despedaçado, mas com o meu espírito forte como um touro. É o meu espírito que me leva a escrever diante de uma tragédia de tal magnitude. Reflita sobre tudo o que coloquei, procure o AUTOCONHECIMENTO, fique menos tempo diante da TV, nutra pensamentos positivos, sonhe, sonhe muito com um mundo melhor, afinal, sonhar não custa nada não é mesmo? E principalmente, preencha a sua vida com amor, só o amor pode mudar o nosso mundo para melhor…

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Ser um líder

Por Isaias Costa

Uma característica que acredito que todas as pessoas devem desenvolver se chama LIDERANÇA. Antes de falar sobre isso quero relatar alguns pensamentos que tinha na infância e adolescência. Nessa época eu achava que apenas algumas poucas pessoas eram afortunadas com a capacidade de serem líderes. Eu me diminuía, me sabotava o tempo todo, não me achava capaz de ser um líder. A minha timidez excessiva me fazia pensar que jamais poderia me tornar um líder. Hoje penso muito diferente e dia após dia estou desenvolvendo mais a liderança, independente da timidez. Sou um pouco tímido, mas isso não me impede de ser um líder e espero que ao dizer eu encoraje você. Se você for alguém tímido saiba que pode ser um grande líder. O melhor líder do local onde trabalha.

Trabalhando a timidez

Mas o que é liderar? O que significa liderar? Muitos pensam que liderar é estar à frente de um grupo, empresa, partido político ou que seja, mas liderar vai muito mais além do que estar à frente. Um líder é aquela pessoa que coloca o seu coração naquilo que faz e não mede esforços para que o seu trabalho seja o melhor possível. Uma ótima definição que li foi descrita por James C. Hunter e diz que ser líder “É a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir objetivos comuns, inspirando confiança por meio da força do caráter”. Aqui eu quero diferenciar um líder de um chefe. Um chefe é um cara medíocre, que quer MANDAR e quer ser SERVIDO. Ele nunca coloca a mão na massa para nada e sempre espera que os outros façam tudo por ele. Um chefe não procura saber como seus funcionários estão se sentindo, se estão satisfeitos, se estão dando o melhor de si, não transmite seus saberes para eles (pior que isso, não se recicla, não busca o crescimento, não busca a cultura, não busca o autoconhecimento), não lança desafios, etc. Enfim, um chefe não AGREGA VALOR aos funcionários, apenas os utiliza como se fossem “burros de carga”, e como não poderia deixar de ser, não ocorre um crescimento generalizado entre as pessoas que compõem o grupo ou a empresa. Fica sempre aquela divisão entre o grupo dos patrões e o grupo dos empregados, vivendo em universos paralelos.

A mediocridade das pessoas

Já um líder não é assim. Ele é alguém OUSADO e ao mesmo tempo HUMILDE. Ele sabe que cada um dos seus funcionários são como “minas de ouro”, que podem ser explorados, não no sentido de trabalhar como “burros de carga”, mas no sentido de talentos individuais. Um líder conhece bem cada um dos seus subordinados e conhece os seus talentos individuais, com isso tem a perspicácia de explorar esse talento ao máximo, fazendo com que todo o grupo ou empresa cresça em níveis muito maiores do que as empresas com chefes. Ele conhece cada um pelo nome e encoraja a sempre DAR O MELHOR DE SI. E tem mais! Ele não fica como um espectador, não. Ele acompanha os seus subordinados em tudo, dá aquela força necessária para que cresçam junto com ele. Tem uma foto que vi uma vez que ilustra perfeitamente a diferença entre um chefe e um líder. Veja…

Um líder

Lendo bastante e conhecendo grandes líderes e suas histórias, cheguei a uma conclusão muito interessante. Os maiores líderes da sociedade vieram das classes mais pobres e foram galgando o seu crescimento profissional pouco a pouco, com muita ousadia e determinação, e isso faz toda a diferença. Sabe por quê? Muito simples. Esses grandes líderes usam todas as suas dificuldades, fracassos e pedras do caminho como alavancas para irem mais e mais longe. Eles olham para cada nova conquista e lembram do seu passado de dificuldades financeiras, mas não lembram com tristeza, lembram com uma enorme alegria, porque eles constataram que é possível você ser de classes pobres e crescer a níveis inimagináveis. Esses grandes líderes usam a sua própria vida como um exemplo para os outros. Eles dizem: “Se eu consegui, é claro que você pode conseguir também. Acredite no seu potencial…”.

O fracasso como uma alavanca

Eu me miro nesses grandes líderes e com isso estou cada vez mais desenvolvendo a verdadeira liderança. Eu quero crescer sempre, cada vez mais, mas não quero isso sozinho. Quero levar muitos junto comigo. Eu também venho de uma família muito humilde e sempre precisei lutar para conseguir as minhas vitórias, e só tenho a agradecer a Deus, porque isso fez de mim alguém mais forte, determinado, otimista, esperançoso, focado etc. Ahh! Pode ser que isso seja novidade para você que me lê agora. O fato de querer que muitos cresçam junto comigo é uma das coisas que mais me motiva a escrever e publicar no blog praticamente todos os dias, porque sei que a cada novo post que publico é um pouquinho de mim que está sendo levado para os meus leitores e isso me deixa muito feliz, porque é o meu melhor que quero compartilhar com você agora e saiba que o que eu quero é o seu crescimento. Que você seja o melhor no que faz e que sempre DÊ O MELHOR DE SI.

Para concluir quero deixar um vídeo com a cena mais bonita e emocionante de um dos melhores filmes que já assisti na vida, o filme “Desafiando gigantes”. Esse filme retrata de forma magnífica o que é um grande líder. O treinador Tylor é um exemplo perfeito de um grande líder. Assista a esse vídeo e preste atenção no seu comportamento. É dessa forma que um grande líder se comporta e faz com que cada um dos seus companheiros deem O MELHOR DE SI. Vamos ser líderes! Todos nós podemos ser grandes líderes!

* Para ouvir a leitura desse texto basta clicar [aqui]

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Se…

Por Isaias Costa

devolta

Eu li um belo poema de Rudyard Kipling que achei incrível e quero compartilhar aqui! Ele fala sobre várias coisas: calma, esperança, sonhos, coragem, futuro, honestidade, ideais, correr riscos, etc. É um poema riquíssimo! Leia-o com atenção. Quero deixar as reflexões para você… Boa leitura!

Se

Se és capaz de manter a tua calma quando
Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa;
De crer em ti quando estão todos duvidando,
E para esses no entanto achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
E não parecer bom demais, nem pretensioso;

Se és capaz de pensar –sem que a isso só te atires,
De sonhar –sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste,
E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,
E refazê-las com o bem pouco que te reste;

Se és capaz de arriscar numa única parada
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado, tornar ao ponto de partida;
De forçar coração, nervos, músculos, tudo
A dar seja o que for que neles ainda existe,
E a persistir assim quando, exaustos, contudo
Resta a vontade em ti que ainda ordena: “Persiste!”;

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes
E, entre reis, não perder a naturalidade,
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
Se a todos podes ser de alguma utilidade,
E se és capaz de dar, segundo por segundo,
Ao minuto fatal todo o valor e brilho,
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
E o que mais –tu serás um homem, ó meu filho!

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A corrente do bem

Por Isaias Costa

A gente muda o mundo na mudança da mente...

A gente muda o mundo na mudança da mente…

Há poucos dias eu assisti a uma conferência do grande Dalai Lama, em minha opinião, um dos homens mais sábios que habita esse nosso planeta. Eu transcrevi uma parte essencial da sua conferência e vou fazer uma pequena reflexão a partir dela.

“Só há um caminho de transformar a humanidade! Mudando a sua forma de pensar. Dessa forma o seu estilo de vida irá mudar, então este século poderá ser um século extraordinário comparado ao meu século.

O século passado foi de derramamento de sangue, de violência. O nosso brilhante cérebro pode ser usado para a destruição. Os físicos nucleares, com cérebros maravilhosos, mas seu conhecimento ficou à disposição do ódio, da raiva.

Acho que esse século não deve ser dessa forma. Todos temos a mesma responsabilidade e o mesmo potencial. Não devemos pensar: “Ahh! Eu sou apenas um. O problema é enorme, não posso fazer muita coisa…”. Você não deve pensar assim.

A iniciativa precisa partir de cada indivíduo. Por exemplo, a paz precisa começar da paz interior individual, e dessa forma, uma família pacífica e uma sociedade pacífica. E quando realmente tivermos desenvolvido uma sociedade pacífica. As novas lideranças, vindas desse tipo de sociedade serão mais sensatas.

Esta sociedade está repleta de competição, cheia de ganância, cheia de desconfiança. E então liderar também é difícil. Nós falhamos em criar uma sociedade saudável. Então, é nossa responsabilidade mudar isso!”.

Eu adoro a simplicidade da sua fala em assuntos tão profundos. O que o Dalai Lama está propondo é uma mudança da humanidade a partir da mudança da mente. É como também diz o Gabriel, o Pensador: “A gente muda o mundo na mudança da mente…”. Porém, a mudança da mente é algo individual, e esse é meu maior desejo para você hoje. Reflita sobre essas sábias palavras do Dalai Lama e mude a sua mente!

Ele fala do potencial do ser humano, que é incrível, mas muitos estão utilizando esse potencial para fazer o mal, por isso estou propondo a você fazer o que o próprio Dalai Lama sugeriu nesta conferência, fazer uma CORRENTE DO BEM. Uma das frases ditas por ele merece muito destaque, essa aqui: “Ahh! Eu sou apenas um. O problema é enorme, não posso fazer muita coisa…”. Errado! Você pode sim fazer muita coisa! Sabe uma coisa que você pode fazer e não vai lhe custar nem 10 segundos para fazer? Compartilhar este post no seu próprio facebook, dessa forma simples você estará criando uma corrente do bem, é algo simples e lógico. Se você lê e compartilha com os amigos, no mínimo mais 3 pessoas lerão, e cada uma dessas três pessoas vai compartilhar para mais 3 pessoas e seguindo dessa forma, em pouco tempo a mensagem terá se espalhado para, quem sabe, milhares de pessoas. Posso contar com você?

O que acabei de dizer foi a essência de um dos melhores filmes que assisti em toda a minha vida, o filme “A corrente do bem”, que acho que assisti no mínimo umas 5 vezes. A ideia central desse filme é o “Passe adiante”, que significa você ajudar de alguma forma 3 pessoas, dizendo para cada uma delas que também ajude mais 3 pessoas, dessa forma criando a corrente do bem.

Eu posso contar com você para, juntos, criarmos a corrente do bem?

Eu posso contar com você para, juntos, criarmos a corrente do bem?

Que tal? Gostou dessa ideia? Não tem nada de difícil nela! Basta compartilhar no seu facebook e levar essa bela mensagem para os seus amigos. Assim a corrente do bem será criada e mudaremos o mundo pouco a pouco a partir da mudança da mente. Uma das cenas principais do filme mostra o professor do Trevor lhe dizendo que a sua ideia da corrente do bem é utópica. A sua resposta é a mesma que digo a você agora: “E daí?”. É assim que nós devemos pensar meus amigos! Essa ideia pode parecer maluca e utópica, mas eu não me importo, foi como eu disse há poucos dias, eu quero ser chamado de louco, pois sendo chamado de louco sei que estou no caminho certo. Se você não leu, o link é esse.

As pessoas que mudam o mundo

Para concluir, vou deixar um pequeno trecho do filme “A corrente do bem” que cita o que falei sobre o mundo utópico. Lembre-se sempre: “A gente muda o mundo na mudança da mente…”.

* Para ouvir a leitura desse texto basta clicar [aqui]

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Um mundo repleto de zumbis

Por Isaias Costa

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Hoje compartilho um texto fantástico do escritor Victor Lee que li esses dias e mostra de forma nua e crua a realidade da nossa sociedade atual. Já vou logo avisando que esse texto tem uma linguagem um pouco pesada e é um verdadeiro tapa na cara de qualquer pessoa que ler. Eu terminei de ler esse texto me sentindo nocauteado, porque também sofro dessa mal da sociedade, UM MUNDO REPLETO DE ZUMBIS, mas, graças a Deus, pouco a pouco estou me libertando dessas amarras. Estamos vivendo num corre-corre, num frenesi, numa pressa sem fim, como se não tivéssemos tempo para nada. Além disso, as pessoas estão nesse corre-corre pela busca da estabilidade, procurando empregos que deem segurança financeira e pouca dor de cabeça, porém, quase sempre trabalham com o que não amam e vivem como zumbis em um mar de frustração, procurando fazer um trabalho bem executado, mas sem antes procurar a felicidade e a realização pessoal. Muitas vezes eu mesmo ajo como um zumbi e não tenho vergonha de dizer, e esse texto veio para mostrar isso de forma direta e brilhante. Quero convidá-lo a descobrir QUAL TIPO DE ZUMBI VOCÊ É, e ao mesmo tempo quero lhe testar, para saber se não está agindo como um zumbi ao visualizar esse texto e achá-lo grande. Espero que você leia sem ficar olhando para o relógio achando que “não tem tempo de ler”, ou tem que responder um e-mail “urgente”… Boa leitura!

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“Todo calouro é burro” é uma das primeiras frases que a gente aprende na faculdade. A burrice do calouro lembra um zumbi andando sem destino.

Para onde você está conduzindo sua vida? Que tipo de zumbi você é? Faça o teste.

TESTE (escolha apenas A ou B e veja o resultado abaixo)

A. “Adoro games, seja X-Box, PS3, computador ou a velharia que ainda tenho em casa… Posso ficar o dia inteiro jogando de boa, só fazendo pausa pra pedir a pizza.”
B. “Quando eu era mais novo eu passava horas jogando, mas hoje em dia não tenho tempo.”

A. “No fim de semana é foda quando meus amigos ficam todos enrolando. E no final a gente acaba fazendo quase nada…”
B. “Trouxe trabalho pra casa nesse fim de semana e cancelei o churras com a galera. Fica pra outra hora.”

A. “Tou matando tempo aqui… curioso pra ver no que esse teste do zumbi vai dar, ahaha… zumbi é da hora…”
B. “Não devia estar lendo esse artigo agora no meio de tanta correria, mas o PdH sempre tem coisa legal. Ok, vou ler rapidinho e na sequência responder os duzentos emails acumulados que tenho aqui.”

Já deu pra sacar a diferença né? Se você tem mais respostas A, seu tipo de zumbi é o clássico, daquele que anda com paletó apodrecido e braços esticados para frente, caminhando devagar e sem destino certo. Quem se identificou mais com as respostas do tipo B é o novo zumbi, do filme Extermínio, que corre loucamente. É o zumbi de resultados.

A explicação dos dois tipos de zumbi fica para o final do texto que segue.

A época do calouro burro

Recebi um email bacana de um leitor curioso sobre o meu estilo de vida, minha carreira, e sobre como eu acumulei experiências internacionais. Decidi então contar um pouco da minha história e algumas passagens que me ajudaram a ter um lifestyle PdH.

Quando tinha meus 18 anos, estava na faculdade de Direito e ainda naquela fase de não pensar com seriedade o que se quer da vida. Com certeza deve haver um termo técnico ou psiquiátrico para essa fase, que eu chamarei aqui de infância universitária, ou “calouro burro”, como queiram.
Numa noite de verão, vendo filme na república de três grandes brothers, que ficava estrategicamente localizada nas imediações da Rua Augusta, em meio a criativos devaneios sobre a vida, o assunto aleatoriamente chegou em carreira profissional.

Nós, como bons calouros burros (ou melhor, infantes universitários), começamos a compartilhar o nosso ideal de carreira. Um sujeito queria ser diplomata. Outros três queriam ser advogados. Quando chegou minha vez, disse que queria ser juiz, o que gerou comoção geral.

“Juiz??”, me perguntou uma nobre amiga de Ribeirão Preto, sem acreditar no que tinha ouvido. Quando respondi que sim, descobri que eu não tinha grande convicção muito menos sabia justificar a resposta. Acho que a minha mãe devia ter um dia comentado que era uma carreira boa, com estabilidade, algo assim.

A grande verdade é que eu não sabia patavina do que queria.

Na época de colégio, minha principal ocupação era ler gibi da Marvel, aprender a calcular o Log (conceito que até hoje não assimilei) e assistir um cineminha na quarta feira (50% de redução acumulada com a carteirinha, pelo preço final de 25%). Era um projetinho de gente, curtindo meus últimos momentos de mimo.

Só um esclarecimento: sou muito grato pelo suporte de minha família, de modo que não precisei trabalhar enquanto adolescente, o que é a realidade da maior parte das famílias brasileiras. A vantagem de não precisar trabalhar é que podia me concentrar totalmente nos estudos. O outro lado da moeda é que isso postergou o meu contato com a realidade da vida, contribuindo para minha inocente infância universitária.

Voltando à minha história. Para aliviar o desconforto de toda a atenção da sala de colegas me julgando, eu devolvi a pergunta aos amigos que com tanto entusiasmo desejavam ser advogados. Qual era o motivo da escolha?

Eles deram suas respostas e me convenceram. Em poucos meses comecei meu estágio num prestigioso e tradicional escritório carioca. Foi divertido e aprendi muita coisa importante, que ajudou a definir os próximos passos. Mas falar dos detalhes dessa carreira não é o objetivo aqui.

O que eu quero compartilhar com vocês é o que percebo quando lembro dessa história:

1. Muitas vezes nós temos objetivos ou sonhos que não são claros
No meu caso, era a ilusão de que seguiria a carreira de juiz. Como nunca tinha pensado seriamente no assunto, era uma meta mal formulada e cedo ou tarde eu notaria que não era a minha praia.

Além disso, como era um objetivo obscuro, eu dificilmente encontraria a motivação e disciplina para estudar e me preparar para o difícil exame adiante. O fracasso era garantido. Eu dificilmente conseguiria. E, se conseguisse, não era isso o que queria!

2. Amigos de qualidade ajudam a questionar esses objetivos incertos
A turma da facu era nota dez. E esse círculo social de qualidade ajudou como um catalisador para que eu encontrasse o caminho mais alinhado com minha personalidade e propósito. Eu me identificava muito com essa turma, e admirava a paixão que eles tinham pelos seus projetos de carreira. Eles me inspiraram e me criticaram quando viam que eu estava deixando de usar meu potencial máximo.

Mas eu sempre fui muito eclético e tive amigos de círculos bastante diferentes. Alguns dos caras mais engraçados que eu conheço eram (e ainda são) boêmios que não querem de modo algum se render ao capitalismo e estampar sua foto em um crachá corporativo.

Se essa galera rebelde fosse a minha única turma, o que aconteceria?

Certamente não seria impulsionado a buscar o meu melhor potencial. E, se em momento de ousadia, eu tentasse compartilhar meus projetos maiores, seria tomado como louco sonhador ou simplesmente ignorado. E isso não aconteceria por maldade intencional de nenhum desses amigos mais zoeiros.

Porém, quando existe um grupinho de gente com poucas ambições e um dos membros começa a buscar agitar as coisas, todos os demais ficam em desconforto. É normal, uma forma de proteção do ego, geralmente sem malícia.

E, enfim, chego aos zumbis!

3. Essa incerteza nos faz levar a vida como zumbis

Se “todo calouro é burro”, eu diria que ser calouro não é privilégio de quem está no primeiro ano da faculdade. Eu mesmo me encontro, incontáveis vezes na minha vida adulta, realizando atividades ligadas a objetivos nada a ver. Comprando coisas que não preciso, com dinheiro que não tenho, para agradar pessoas que não gosto, sem chegar a lugar algum. Manja?

Uma hora parei e dei uma filtrada, eliminando tudo o que não tinha serventia para minha vida e parei de tocar as rotinas inúteis que me atrasavam. Ver televisão é um exemplo.

Essa é a vida reativa, de ir tocando com a barriga durante anos e anos, sem sair do lugar ou caminhando na direção errada. De viver como um zumbi.

Os meio-mortos do clássico Night of Living Dead inspiraram todos os remixes, mashups e cópias descaradas que se seguiram. Uma coisa era comum: zumbi sempre foi lerdo.

Lerdo como quando eu respondi para a turma que queria ser juiz, em minha inocente e vagarosa época de calouro burro.

Eu achava que só nessa época da infância universitária é que tinha gente como eu, zumbis lerdos murmurando objetivos incertos, sem saber o que querer da vida. É fácil entender a referência aos comedores de miolos no caso de gente lerda que não sabe o que quer e não faz nada de útil. Nada de novo aqui.

Mas o que me surpreende é ver tanta gente hoje entre 25 a 35 anos, em seu pleno potencial profissional, correndo como louca e super ocupada… fazendo coisas que não querem! São os novos zumbis, o Tipo B do teste acima.

Depois de tantos filmes de zumbis molengas gritando “miolos” e tropeçando no caminho, o filme Extermínio (28 Days Later) inovou e trouxe zumbis que correm. Igual os apressados corporativos que não têm horário de almoço, respondendo emails pelo “crackberry” durante o fim de semana, correndo de um lugar a outro como galinha sem cabeça.

Você convida um desses para algo que realmente vale a pena. Tipo um reencontro de amigos. Um show de graça no parque. Uma festinha, ou até um almoço ou um café. Curtir alguns momentos de qualidade de vida. E a resposta é “Putz, queria muito ir, mas to numa correria aqui!”.

Correria pra que, meus queridos? Pra inutilmente tentar terminar algo que nunca devia ter começado? Na era da Internet, tweets de 140 letras, produtividade máxima e multitarefa, zumbi tem é de correr mesmo.

“Não gostei de ser chamado de zumbi. Quero ter direcionamento na vida.”

Assumir responsabilidade sobre seu destino não é moleza. Se você falhar e tiver uma vida miserável, a culpa é toda sua. Não adianta querer colocar a culpa no presidente, na falta de castidade da Juliana Paes, no Windows que deu pau, na sua mãe controladora ou no seu pai ausente.

Se resolver tomar a pílula vermelha e acordar para a vida, a recompensa é grande ao escolher o futuro que traz mais alegria. Quem é que não quer montar o próprio estilo de vida, ao invés de ter que engolir o que os outros oferecem?

Vou compartilhar algo que funcionou para mim e que talvez tenha serventia para quem não conhece o conceito de inevitabilidade.

Inevitabilidade: modo de uso

Se eu almoçar todos os dias no McDonald’s, o resultado inevitável será distúrbios de humor, disfunção sexual, problemas de fígado e aumento significativo de peso.

O que a inevitabilidade ensina é que, sabendo alterar as condições ambientais e comportamentais de modo ideal, o resultado desejado é inevitável.

Pense no que você fez durante o dia de ontem, desde o momento que acordou até a hora de dormir. Repita a visualização para analisar sua semana anterior e, se possível, o mês. Isso dá uma noção das rotinas que se repetem na sua vida. Qual é o resultado inevitável de continuar nesse caminho? Seria parecido com o estilo de vida do seu chefe? Você gostaria de ter um futuro assim?

Outra história minha. Eu trabalhei durante um mês como escrevente concursado. Não precisei de duas semanas para perceber que o resultado inevitável de continuar naquele ambiente era ficar acomodado e parar de crescer. Pedi exoneração rapidinho – se tivesse mais maturidade eu nem mesmo teria prestado o concurso para começo de conversa!

Se você identificou situações semelhantes na sua rotina que têm como resultado inevitável algo que está fora dos objetivos maiores de vida, crie imediatamente uma data limite para se libertar dessa condição.

No lugar, desenvolva uma rotina que inevitavelmente o leve para onde deseja chegar.

Site: http://papodehomem.com.br/teste-qual-tipo-de-zumbi-voce-e/

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Solidão e Solitude

Por Isaias Costa

É muito bom ter momentos assim de vez em quando...

É muito bom ter momentos assim de vez em quando…

Hoje eu quero falar sobre uma palavra que a maior parte das pessoas desconhece ou não vê com bons olhos, a SOLITUDE. O que é solitude? É uma coisa que busco demais e também por muito tempo não sabia que tinha um nome específico, que é ter momentos sozinho, com o objetivo de refletir, pensar, se aliviar de algum peso, etc. Antes de prosseguir quero compartilhar a melhor explicação que li para essa palavra, feita pelo jornalista e cartunista Luciano Pires.

Solitude em geral é uma escolha, é a decisão de ficar só, longe de todos, com seus pensamentos. É uma decisão consciente, que busca dar prazer, trazer alívio emocional, fazer com que mergulhemos em nós mesmos num exercício necessário de auto avaliação. Eu, por exemplo, me sinto muito bem quando estou acompanhado de mim mesmo. Mas o grande lance da solitude é o fato de ela ser uma escolha consciente do indivíduo.

Já a solidão não é…

Solidão tem a ver com separação. Somos separados por qualquer motivo que seja, de gente que amamos. Aliás, quando nascemos esse exercício é levado ao extremo: somos separados de uma mãe, saímos de dentro de outra pessoa! E começamos um processo lento de adquirir independência. E conforme crescemos, esses períodos de solidão vão se mostrando cada vez mais comuns. Nos separamos de nossos pais para ir à escola e depois para tocar nossas vidas. Quando esse processo significa uma separação profunda, há o risco de sentir-se abandonado, rejeitado, ansioso, inseguro… Em alguns casos desembocando num processo de depressão, quando nos sentimos inúteis, ressentidos.

A palavra central para solitude é ESCOLHA, eu escolho ter um momento sozinho e não fico sozinho por ser solitário, entende? Essa é a grande diferença. Eu faço muito isso. Às vezes eu preciso de momentos sozinhos para organizar meus pensamentos e principalmente para não fazer uma coisa por impulso. Eu paro e penso no que vou fazer, como fazer, quais serão as possíveis consequências, etc.

A principal mensagem que quero deixar é essa, a solitude não é ruim, o ruim é a solidão, ou seja, você pode buscar a solitude e não ser solitário.

A outra mensagem que quero deixar é que não necessariamente uma pessoa que tenha contatos com muita gente não seja solitária. Tem muita gente que conhece ou conheceu milhares de pessoas ou mesmo são ou foram famosas enquanto vivas e são muito solitárias, isso é bem comum entre músicos e atores, posso citar vários exemplos (Kurt Cobain, Janes Joplin, Renato Russo, Raul Seixas, Cazuza, Chorão, Heath Ledger, Marilyn Monroe, Hugh Grant, Ben Stiller, e por aí vai) e também tem outras que possuem uns dois ou três amigos sinceros e não tem um pingo de solidão. Ou seja, não importa a QUANTIDADE de amigos, mas a QUALIDADE. Eu até já falei nesse blog que não tenho tantos amigos assim, mas os que tenho eu posso contar sempre, em qualquer ocasião, e isso é que é o importante, é isso que nos completa e nos deixa felizes.

Entendendo a solidão

Portanto. Eu quero deixar como sugestão que você busque de vez em quando a solitude, porque ela é uma grande amiga do AUTOCONHECIMENTO. Já a solidão anda de mãos dadas com a DEPRESSÃO. Se você sente que está começando a se sentir sozinho e com sintomas de depressão é hora de buscar ajuda, de livros, amigos, parentes, ou mesmo a ajuda de um profissional da psicologia, porque depressão é uma coisa muito séria e pode trazer grandes malefícios. Pense sobre isso…

* Para ouvir a leitura desse texto basta clicar [aqui]

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O Medo de amar- Parte 2

Por Isaias Costa

No post passado eu falei um pouco sobre o medo de amar e expliquei algumas ideias básicas que estão por trás desse sentimento. Hoje eu vou falar da parte mais complexa, o lado psicológico.

O medo de amar – Parte 1

Muitas vezes o medo de amar não é algo que aparece do nada. Ele tem raízes nas experiências da infância. Acho que todos devem saber que o cérebro de uma criança da primeira infância até em torno dos sete ou oito anos de idade é igual a uma esponja, absorve tudo do mundo exterior com muita facilidade e muitas das experiências vividas ficam registradas no maior cofre do ser humano, o INCONSCIENTE. Este é um cofre que não tem um código para abrir, muito menos se pode entrar e sair ao bel prazer. Até hoje os estudos do inconsciente humano são cheios de lacunas. Trata-se de um estudo extremamente complexo. Mas o que estou querendo dizer é que experiências ruins ou traumáticas da infância são carregadas por toda a vida junto com a pessoa, no campo dos relacionamentos não é diferente. Existem vários aspectos que podem ser abordados, mas vou citar apenas dois.

Os pais superprotetores criam os filhos dentro de uma bolha...

Os pais superprotetores criam os filhos dentro de uma bolha…

Um aspecto relativamente simples de ser contornado é quando os pais são pessimistas quanto ao amor. Eles vivem juntos, mas passam a vida ensinando para os filhos que amar é algo que se deve ter muito cuidado e tem que ser “pé atrás”. Neste quadro estão aqueles PAIS SUPERPROTETORES, que querem decidir tudo pelos filhos. Eles crescem sendo dominados pelo medo e quando conhecem alguém morrem de medo de que esse alguém não seja aprovado pelos pais ou que não vai ser querido por eles. Eu digo que esse caso é relativamente simples porque pode ser resolvido com OUSADIA. Bater de frente com os pais e mostrar para eles que você vive a sua vida independente deles e que eles não têm o direito de tomar todas as decisões por você. Eu acho muito importante desenvolvermos a ousadia em nós. Vou deixar alguns posts que falam sobre ousadia…

A ousadia e o agora

Trabalhando a timidez

Como dizia o poeta

Casal-brigando-e-filha-tapando-os-ouvidos

Agora um caso mais complexo. Os filhos de pais separados. Quanto mais nova a criança mais as experiências da separação dos pais ficam arquivadas na mente e principalmente no inconsciente. Não sei denominar com precisão, mas eu chamo esses casos de “TRANSFERÊNCIA DE SOFRIMENTO”. É mais ou menos assim, o medo de amar que a pessoa sente é quase como um reflexo do sofrimento vivido pelos pais na separação. O inconsciente delas dispara falando assim: “Eu não posso sofrer como a minha mãe sofreu!”, “Vai acontecer comigo o mesmo que aconteceu com a minha mãe”. “Eu estou fadado ou fadada a me separar também!”, “Uma separação é algo muito dolorido. Eu não vou conseguir me estabilizar com isso!”. Esses são mecanismos sabotadores da felicidade e tem muito a ver com as escolhas da vida. Se os seus pais se separaram isso não é problema seu, é problema deles, só deles, e só depende de você seguir o seu caminho e conquistar a sua felicidade. Sabe uma coisa que está por trás dessas afirmações? O PODER DO NÃO! Observe! Essas frases são muito pessimistas e não falam a realidade dos fatos. Outra coisa que também está incutida nessas frases é o SOFRER POR ANTECIPAÇÃO. A pessoa não viveu nada ainda e pensa que vai ser tudo um desastre. Calma! Não é bem assim! Vou deixar dois posts que explicam melhor o que falei aqui.

O poder do não

Holofotes imaginários

Esse segundo caso é mais complexo. Para lidar de forma clara e saudável com essas experiências negativas o que sugiro é uma busca diária e incessante pelo AUTOCONHECIMENTO ou o auxílio de um psicólogo. Quero aproveitar para dizer que psicólogo não é coisa de gente doida como muitos infelizmente ainda pensam, eu tenho uma psicóloga sem um título acadêmico na minha casa, a minha mãe, ela não tem diploma, mas é uma psicóloga de mão cheia e me ajuda demais a harmonizar meus pensamentos, atitudes e experiências.

Vou concluir falando de uma coisa simples, mas pode ajudar demais a perder esse medo de amar, que é tão forte nas pessoas. A vivência da SINCERIDADE e TRANSPARÊNCIA. Cada vez mais eu me convenço de que viver sem máscaras e subterfúgios é o verdadeiro caminho para a felicidade completa. Eu sou uma pessoa muito sincera e percebo que dessa forma consigo ter relacionamentos muito mais saudáveis e frutuosos. Quero deixar a sugestão de um livro extraordinário que mudou muito as minhas perspectivas sobre a vida e sobre os sentimentos. O livro “Arrancar máscaras! Abandonar papéis”, de John Powell. Esse livro vale a pena ser comprado e passar pelas mãos do maior número de pessoas possível. Eu cresci como ser humano ao ler esse livro e desejo o mesmo a todos que leem esse texto agora. Vamos viver sem máscaras! Vamos ser transparentes! Esse é o caminho para uma felicidade completa e duradoura, inclusive nos relacionamentos amorosos…

* Para ouvir a leitura desse texto basta clicar [aqui]

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