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Os dois lados da liberdade

Por Isaias Costa

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Já falei em diversos textos anteriores que uma das coisas mais essenciais entre as minhas buscas é a LIBERDADE. Eu sou absolutamente encantado por essa palavra.

Lendo as palavras do místico oriental Osho, que era inspiradíssimo para falar sobre essa temática, refleti bastante sobre os dois lados que estão intrínsecos nela e nem paramos para refletir. Farei uma breve reflexão a partir delas. Confira…

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A liberdade tem dois lados e se você tem somente um lado dela, um único lado, você sentirá liberdade misturada com tristeza. Então você tem que entender toda a psicologia da liberdade.

O primeiro lado é liberdade de: nacionalidade, de uma certa igreja, de uma certa raça, de uma certa ideologia política. Esta é a primeira parte da liberdade, a base da liberdade. Sempre é de algo. Uma vez que você tenha alcançado esta liberdade, você se sentirá muito leve, muito bem e muito feliz. E pela primeira vez você começará regozijar-se em sua própria individualidade, porque sua individualidade estava coberta de todas aquelas coisas das quais você se tornou livre.

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Como lidar com a dor?

Por Isaias Costa

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Eu gosto muito dos textos provocativos e mega inteligentes do escritor Alex Castro. Com sua série de artigos chamada de “As Prisões”, que foram publicadas no site “Papo de homem”, ampliei minha consciência e visão de mundo de forma impressionante. Só tenho a agradecer a ele por dividir com milhares de pessoas a sua sabedoria.

Esses dias ele publicou um texto bem curtinho mas interessantíssimo, sobre como lidar com a dor! Leia com bastante atenção…

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Pergunta: “Alex, como você lida com a dor?”

As pessoas me fazem essa pergunta e eu não sei o que responder. Na verdade, não sei nem que tipo de resposta possível estão buscando.

Seria como me perguntar:

“Alex, quando você é pego, de repente, no meio de um temporal, sem sombrinha, sem sobretudo, sem marquise… como você lida com a chuva?”

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Não adianta lutar contra a morte

Por Isaias Costa

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Esse é o tipo de texto que muitos só de olhar o título já se espantam e nem sequer clicam para saber do que se trata. É impressionante como em pleno século XXI, falar sobre o tema da morte seja ainda um tabu tão grande.

A você que embarcou na leitura desse texto, dou meus sinceros parabéns, você faz parte um grupo seleto de leitores que se diferenciam dos demais, parafraseando um professor muito querido de Matemática que me ensinava na época da escola, o mestre Pedro Evaristo.

O que me inspirou a escrever esse texto foram as sábias palavras do místico oriental Osho extraídas do belíssimo livro chamado “O livro do viver e do morrer”, que recomendo fortemente a todos. Vamos às suas palavras…

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Todas as dores são trazidas do lado de fora

Por Isaias Costa

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Nós vivemos em um mundo onde, infelizmente, ou talvez seja até felizmente, o SOFRIMENTO está presente na vida de todas as pessoas, em maior ou menor grau. Porém, muitos parece que optam por permanecerem no sofrimento a vida inteira, alimentando-o como se fosse um animalzinho de estimação!

Farei uma breve reflexão inspirado nas sábias palavras do místico oriental Osho. Leia-as com bastante atenção…

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Se você puxar para fora da terra as raízes de uma árvore, elas morrerão. Elas necessitam da escuridão, elas vivem na escuridão, na escuridão está a vida delas. Assim como as raízes, o sofrimento também vive na escuridão.
Exponha os seus sofrimentos e você descobrirá que eles morreram. A infelicidade tem de ser expressada. Compreenda uma coisa mais: foi de fora que você pegou as dores e as trouxe para dentro de si. Por favor, volte com elas para o lado de fora. A dor não é interna; todas as dores são trazidas do lado de fora. Na medida em que você joga fora a dor, que a envia de volta para fora, de onde ela veio, a alegria começa a brotar dentro de você. A alegria está dentro. Ninguém a traz de fora. Ela não vem de fora, ela é a sua natureza, ela é você. Ela é a sua alma.

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Sempre decida pelo desconhecido

Por Isaias Costa

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Eu sou fã de carteirinha do místico oriental Osho e sempre aprendo coisas novas com a leitura de seus livros e textos soltos pela internet.

Um pequeno texto me fez refletir bastante sobre a importância de sermos mais OUSADOS e CRIATIVOS, pois a vida é muito passageira para perdermos tempo fazendo sempre as mesmas coisas e sempre do mesmo jeito! Segue abaixo suas sábias palavras…

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Somente o desconhecido deve ter uma atração para você porque você ainda não o viveu; você ainda não andou por esse território. Mova-se! Algo de novo pode acontecer por lá. 
Sempre decida pelo desconhecido, seja qual for o risco e você irá crescer continuamente.

Mas continue decidindo pelo conhecido e você fica se movendo repetidamente num círculo com o passado. Você prossegue repetindo-o; você se torna como um gravador gramofone. 
E decida. Quanto mais cedo você o fizer, melhor. Adiamento é simplesmente estupidez.

Amanhã você terá que decidir também, então porque não hoje? E você pensa que amanhã você será mais sábio do que hoje? Você acha que amanhã você estará mais vivo que hoje? Você acha que amanhã você estará mais jovem que hoje, mais renovado que hoje? 

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O privilégio de toda uma vida é Ser aquilo que nascemos para Ser

Por Isaias Costa

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Um dos homens mais inteligentes e influentes do século XX foi o grande Joseph Campbell. Sua vasta obra é utilizada pelas universidades do mundo todo e ele possui uma legião de fãs. Mas tudo isso se deu porque ele amava o que fazia. Estudar a História, a Mitologia e as religiões era um imenso prazer para ele.

Ele uma vez escreveu algumas palavras que vão em cheio no que estou dizendo agora, e farei uma breve reflexão a partir delas.

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“O privilégio de toda uma vida é Ser aquele que nascemos para Ser. Siga sua bem-aventurança, lá onde há um profundo sentido do seu Ser, lá onde seu corpo e sua alma querem ir.

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O cristianismo deveria se chamar crucianismo

Por Isaias Costa

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Lendo o excelente livro do místico oriental Osho chamado “Palavras de fogo – Reflexões sobre Jesus de Nazaré”, li um trecho que me fez lembrar de uma das mais críticas canções do mestre Raul Seixas, a música “Judas”, que até hoje ainda consegue causar muitas polêmicas, principalmente nos meios mais religiosos!

Farei uma breve reflexão a partir das suas palavras e linkando com a música do Raul. Leia abaixo…

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“Judas e Jesus eram amigos. Na verdade, sem Judas, Jesus não poderia existir. Algo na história fica faltando, algo muito especial está faltando. Pense em Jesus sem Judas. O cristianismo não seria possível. Não haveria nenhum registro de Jesus sem Judas. Em virtude da traição de Judas, Jesus foi crucificado; e como Jesus foi crucificado, o evento tocou no fundo do coração a humanidade.

O cristianismo nasce não devido a Cristo, mas devido à cruz. Assim, eu preferiria que o cristianismo fosse chamado de crucianismo. Ele não deveria ser relacionado a Cristo, mas à cruz.

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Parentificação: “Você agora é o homenzinho da casa…”

Por Isaias Costa

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Existe um termo interessante em Psicologia para tratar de um tema extremamente complexo nos relacionamentos humanos, que é a PARENTIFICAÇÃO.

Falarei brevemente nesse texto sobre esse tema e a importância de se buscar o equilíbrio emocional, para que os filhos sejam poupados de sofrimentos psicológicos que podem perdurar por toda a vida.

A parentificação é uma espécie de desvio psicológico no qual os filhos assumem o papel dos pais, causando desequilíbrios muitas vezes graves e “queima” de etapas da vida (a famosa perda da infância por exemplo).

Psicologicamente, é como se os filhos fossem casados com os pais, mas deixando bem claro que não estou falando aqui de relações incestuosas. Nada disso! É uma questão voltada para o papel social e familiar.

Os processos mais comuns de parentificação ocorrem em mães com filhos pequenos e que se tornaram viúvas, ou aquelas que se separaram dos seus maridos e se desencantaram a tal ponto de nunca mais quererem se casar de novo!

E sendo ainda mais específico. De um modo geral, acontece mais entre mães e filhos homens, por outra questão psicológica relacionada com o senso de PROTEÇÃO inerente ao ser masculino.

O homem, ao casar-se, assume o papel de protetor ou também de provedor da casa. Ele dá a segurança da família e da esposa, tanto financeiramente quanto afetivamente.

Se por algum motivo ele vai embora (morte, separação, doença degenerativa etc), a mãe espera que essa proteção, essa segurança, venha de outro lugar, e muitas vezes é transferida inconscientemente para algum filho.

Digo inconscientemente, porque nenhum filho deseja conscientemente se casar com a própria mãe. Inclusive aqui existe toda uma teoria extremamente ampla e complexa desenvolvida pelo pai da Psicanálise “Sigmund Freud”, que é o COMPLEXO DE ÉDIPO, no qual a criança entre 3 a 5 anos aproximadamente, sente, inconscientemente um encantamento pelos pais. O menino pela mãe e a menina pelo pai!

Não vou entrar no mérito da questão por ser esse um tema extremamente amplo e complexo. Mas segundo o próprio Freud, normalmente é nessa fase, chamada por ele de FÁLICA (3 a 5 anos) que ocorre os maiores casos de parentificação!

A mãe chega constantemente ao seu filhinho lhe dizendo:

– Olha meu filho! Agora você é o homenzinho da casa…

Então ele vai internalizando isso e acaba crescendo antes da hora, acaba se tornando um adulto sem ser, entende? E isso gera conflitos internos que se estendem por toda a vida!

Muitas crianças se tornam tão dependentes afetivamente das mães que na vida adulta têm dificuldade de se relacionarem afetivamente! Muitas vezes acontece de a mãe se tornar extremamente ciumenta com o filho e não permite que ele seja livre para viver um relacionamento feliz com uma garota etc etc etc.

Em muitos casos o filho que se casa com a mãe (metaforicamente falando), passa a vida inteira sem se relacionar afetivamente. Não consegue se casar nem ter filhos e depois que a mãe morre entra em uma depressão intensa, como se a vida tivesse perdido o sentido!

É comum aparecer em consultórios psicológicos homens de meia idade, em torno dos 50 anos, que dizem ter se dedicado a vida inteira a cuidar da mãe e que agora perderam o sentido da vida! Não conseguem se relacionar afetivamente com ninguém! Têm medo de terem uma vida sexual com alguém etc. Tudo se deve a esses distúrbios psíquicos por não terem vivido a infância e a adolescência como deveriam, sem tantas pressões para se tornar um adulto!

Afinal! O que fazer para minimizar tudo isso Isaias?

Bem! Existem diversos caminhos. Mas o principal eu diria que se chama SOLITUDE. Em minha opinião nada supera a solitude! E o que é a solitude? É você estar bem e feliz por estar sozinho. Ou seja, não ficar numa carência sem fim porque não está se relacionando com alguém amorosamente.

Esse recado vai principalmente para as mães de crianças pequenas que estejam lendo esse texto! Caso aconteça de você que é mãe ter se separado ou o marido tenha falecido, é importantíssimo que busque algo que preencha o sentimento de solidão sem ter que colocar os filhos na jogada entende? Pode ser a espiritualidade (que considero o melhor caminho), pode ser umas saídas com amigas, pode ser o desenvolvimento de novas habilidades e aptidões, fazendo cursos e especializações etc. Tudo isso pode ajudar a lidar melhor com o sentimento de vazio que vem da solidão!

Lembre-se: é possível transformar a solidão em solitude! Só depende de você! Se quiser uma boa dica nesse sentido, recomendo o excelente livro do Osho chamado “Amor liberdade e solitude”, no qual ele fala amplamente sobre os relacionamentos felizes e equilibrados e a importância de amar a si mesmo em primeiro lugar!

Tudo isso que estou falando é extremamente profundo e principalmente as crianças vão agradecer, porque elas não tem culpa nenhuma de serem colocadas para se tornarem adultas antes da hora! Com uma boa orientação, as mães podem desenvolver essa maturidade para educarem seus filhos com muita sabedoria, contribuindo para crescerem como grandes cidadãos transformadores da sociedade em que vivemos!

Eu sei que esse é um tema que “dá pano pra manga” e o que coloquei aqui foi uma pequeníssima pincelada. Recomendo a você que gostou da temática que aprofunde em livros de desenvolvimento infantil, psicologia da adolescência entre outros!

E compartilho abaixo um dos textos que li e que me inspirou a escrever esse texto. Vale a pena dar uma lida nele…

Link: Quando os filhos casam com os pais

 

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Um tolo não pode ser curado

Por Isaias Costa

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Lendo um dos diversos livros do Osho, chamado “Palavras de fogo – reflexões sobre Jesus de Nazaré”, eu me deparei com um trecho que me chamou bastante atenção e me fez refletir sobre o importante tema da e da CONFIANÇA tanto em Deus como na gente mesmo!

Abaixo está a transcrição desse trecho do livro no qual o Osho conta uma historinha muito interessante!

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Eu estive lendo uma história.

Um dia Jesus estava fugindo de uma cidade. Um camponês o viu correndo e lhe perguntou:

– O que houve? Para onde o senhor está indo?

Mas Jesus estava com tanta pressa que foi adiante sem responder. Então o camponês o seguiu, conseguiu pará-lo por um instante e disse:

– Por favor, me diga, pois fiquei muito curioso. Se não me disser, vou segui-lo sem parar. Por que está correndo? Para onde? De quem o senhor está fugindo?

Jesus respondeu-lhe:

– De um tolo.

O camponês começou a rir e disse:

– O que o senhor está dizendo!? Eu sei que o senhor já curou gente cega, já curou gente estava morrendo. Já ouvi até dizer que o senhor curou gente que estava morta! O senhor não pode curar um tolo?

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Cuidado para não “cair de amor” por alguém

Por Isaias Costa

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Já falei inúmeras vezes por aqui que sempre aprendo coisas novas com as palavras do místico oriental Osho. A sua imensa sabedoria e simplicidade na forma de falar atraiam multidões até ele.

Farei uma breve reflexão a partir de suas palavras sobre um termo muito comum utilizado pelas pessoas, mas que só denota o quanto elas estão afastadas de suas essências. E o mais interessante é que essa expressão é vista como algo romântico, ou no mínimo “bonitinho”, que é o tal do “cair de amor” por alguém! Vamos às suas palavras?…

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Caindo de amor você permanece criança; elevando-se no amor você amadurece. E aos poucos o amor vai se tornando não um relacionamento, mas um estado de ser. E assim, você não ama isso ou aquilo – simplesmente ama. Dá o seu amor a tudo o que está acontecendo. Toca uma pedra como se estivesse tocando a pessoa amada. Olha as arvores como se estivesse a olhar para a pessoa amada. Torna-se um estado de ser, não que esteja amando – agora, você é amor. Isto é elevar-se e não cair.
O amor é belo quando através dele você se eleva, e o amor torna-se sujo e feio quando através dele você cai. E mais cedo ou mais tarde acaba descobrindo que é um veneno, torna-se uma escravidão. Você foi apanhado nele, a sua liberdade foi massacrada, as suas asas foram cortadas, agora você não é mais livre. Cair no amor é tornar-se possessivo; você possui e permite que o outro o possua. Torna-se uma coisa e tenta transformar o outro por quem você se apaixonou numa coisa.
Amor é liberdade. O amor deixa a pessoa amada cada vez mais livre, o amor dá asas e abre um vasto céu – ele não pode tornar-se uma prisão, uma clausura. E esse amor só acontece quando se está alerta, essa qualidade de amor só vem quando há consciência.

Osho 

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Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, “cair de amor” é outra forma de dizer: “Eu sou um(a) carente afetiva! Eu sou um vampirinho ou uma vampirinha!…”.

De um modo geral, nós não fazemos ideia do que vem a ser amor. Quase sempre confundimos isso com PAIXÃO, o que obviamente não tem nada a ver. A paixão vem dos nossos instintos, vem da nossa energia sexual e libidinal. É algo orgânico e querendo ou não, SEMPRE acaba. Existem até mesmo estudos avançados sobre a paixão, dizendo que mesmo as mais fortes, só duram no máximo por uns 4 anos, e nunca passa disso. Aí as pessoas vêm dizer que “caíram de amor”?

Só a primeira frase dele já resume tudo: “Caindo de amor você permanece criança; elevando-se no amor você amadurece…”.

É interessante notar que o Osho não condena quem “cai de amor”, só diz que permanecerá criança para sempre e jamais amadurecerá. Eu só confirmo o que ele diz. Você é livre para ser quem quiser e agir do jeito que bem entender. Porém, se você está lendo esse texto e continua lendo até agora, então a probabilidade de você estar querendo amadurecer e elevar sua consciência é bem grande não é mesmo?

É simples! Elevamos nossa consciência ao internalizarmos que o outro é um INDIVÍDUO, que precisa ter seu espaço, que precisa ter seus próprios sonhos, seus próprios caminhos e eu não posso jamais interferir nisso.

Infelizmente, o que mais vemos na nossa sociedade é isso, as pessoas se casam e por causa do casamento enterram seus sonhos pessoais, enterram até mesmo parte da sua individualidade e por isso se tornam escravas de si mesmas.

E sendo escravas de si mesmas vivem infelizes, vivem achando que a vida não tem graça, que tudo é “preto no branco”, mas elas não percebem que se trata apenas de uma distorção da realidade proveniente delas mesmas…

É preciso que aprendamos o verdadeiro amor, que começa pelo amor próprio. Só depois de termos um verdadeiro caso de amor conosco é que teremos de fato os recursos para amarmos outra pessoa, ou mesmo a humanidade inteira.

Esse é o processo do amadurecimento que ele propõe. Primeiro ame a si mesmo em profundidade e depois ame outra pessoa, depois estenda esse amor pra humanidade inteira.

Dessa forma, seguindo por esse caminho, jamais você “cairá de amor”, mas se “elevará pelo amor”.

O amor é liberdade, o amor dá asas e faz despertar o que há de melhor em cada um de nós! Sejamos passamos livres que se permitem elevar até o mais alto dos céus através da força transformadora do amor…

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