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Onde está a minha esperança?

Por Isaias Costa

“Se eu souber onde mora a minha esperança, terei razões para viver e razões para morrer. E a vida ficará bela mesmo no meio das lutas.

Sei muito bem onde minha esperança não está. Não está também nas elites, sejam ricos ou doutores, intelectuais ou empresários. Não está em partido político algum, de direita ou de esquerda. E nem nos poderes legislativo, executivo, ou judiciário. Também não está nas igrejas nem nos movimentos religiosos.

Não coloco minha esperança em coisa alguma que seja definida por categorias sociais. Olho para todas elas com profundo desinteresse. Jamais comprometeria a minha vida com qualquer delas.

Onde está a minha esperança? A minha esperança está numa multidão de indivíduos, independentemente do seu lugar social ou econômico, que vivem possuídos pelo sonho da vida, da beleza e da bondade. A esperança de Camus estava no mesmo lugar que a minha:

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Antes de a morte chegar, ainda vamos abrir muitas portas

Por Isaias Costa

Esses dias li um texto no facebook do meu amigo João Vale Neto, tutor do CEBB (Centro de Estudo Budistas Bodisatva) que considero necessário pra esses tempos tão sombrios e de tantas incertezas quanto ao futuro. Leiam com toda a atenção!

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Todos passamos por algum momento da vida onde achamos que as coisas não vão ter jeito. Geralmente acontece na infância, quando percebemos que por mais fortes ou poderosos sejam nossos pais, eles não sabem de tudo. Olhamos para isso e vemos que não vamos ter condições de resolver “o que não tem jeito” justamente porque somos pequenos, sem muita capacidade ou recursos. Então, a impotência surge e, com ela, a falta de energia do corpo. Uma sensação de porta trancada e não sabemos onde está a chave. É assim que vão surgindo outras partes de nós: impotentes, depreciadas, melancólicas. Todas elas vem nos socorrer diante daquilo que “não tem jeito”. Quanto mais eu não tiver necessidades, menos vou precisar dar um jeito. Por isso, melhor ser incapaz, sem valor, logo, já que nada tem jeito. E assim a impotência se torna uma constância na nossa vida.

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Uma visão espiritual do cultivo de hábitos

Por Isaias Costa

O mestre Yogananda era um verdadeiro bálsamo de sabedoria. Sempre aprendo coisas novas com ele e adoro compartilhá-las com vocês amigos leitores. Quero nesse breve texto trazer uma interessante reflexão sobre o cultivo de bons hábitos a partir de uma visão mais espiritual. Leia com bastante atenção as palavras abaixo!

“Porque àquele que tem, se dará, e terá em abundância; mas aquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado. Esta verdade aplica-se particularmente aos hábitos. O homem de boas ações fortalece a vontade de praticar outras boas ações e, desse modo, cresce em virtudes com pouco esforço. Mas um escravo dos maus hábitos corrompe a vontade e a razão, de modo que acaba não só impossibilitando de criar novos bons hábitos, mas também enfraquece seu poder sobre quaisquer bons hábitos que houvesse tido no começo.”

Paramahansa Yogananda, do livro “A eterna busca do homem”

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Não há poupança mais valiosa do que nosso progresso constante

Por Isaias Costa

“Qual será a poupança mais valiosa deste mundo? Não há poupança mais valiosa do que o nosso progresso constante. O desenvolvimento de nossa capacidade, em si, já nos proporciona alegria. Mas, quando conseguimos contribuir para a humanidade com essa capacidade desenvolvida, sentimos uma alegria indescritível. O esforço para o aprimoramento de si mesmo, o anseio de se tornar cada vez melhor, a admiração por aqueles que são mais elevados – tudo isso torna a vida bela, proporciona motivação nesta vida, ilumina a vida com a luz da esperança, faz com que esta vida valha a pena.

Quando perdemos o ardoroso desejo de progredir, começamos a trilhar o caminho do retrocesso e da decadência, tornando-nos fracos e pusilânimes. A água, quando para de fluir, acaba apodrecendo. As plantas que crescem continuamente, tais como a sequoia e a canforeira, vivem mais de mil anos; mas as plantas que, após crescerem até certo ponto, cessam de se desenvolver, logo começam a envelhecer e enfraquecer. Também no tocante ao ser humano, se vemos alguém que não se desenvolve rapidamente, não devemos considerar isso um defeito. Não continuar se desenvolvendo com perseverança – isto sim, é um defeito.

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Comece 2021 com suavidade para poder florescer ao longo do ano

Por Isaias Costa

Estou escrevendo esse texto nos últimos dias de 2020, um ano extremamente desafiador para todos nós, devido à pandemia do coronavírus. Quero compartilhar nesse texto de fechamento do ano uma linda reflexão que li num livro chamado “O retorno à origem” de Lex Hixon, na qual ele compartilha as sabedorias das mais diversas culturas e religiões de forma simples e objetiva. Trata-se da sabedoria do taoísmo extraídas do livro “I Ching”. Confira!

“A saúde que retorna após uma doença, o entendimento que ressurge após uma discórdia, enfim, tudo o que está recomeçando deve ser tratado com suavidade e cuidado, para que o retorno leve ao florescimento.”

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Para você, 2020 foi um ano “ufa” ou um ano “oba”?

Lendo o genial livro “O velho e o menino” de Roberto Tranjan, achei maravilhosa a reflexão levantada por ele em relação às interjeições “ufa” e “oba”. Ambas tem 3 letras, 2 vogais e 1 consoante, além de sons parecidos, porém representam contextos completamente diferentes. O “ufa” está ligado a alívio, término de um suplício. Já o “oba” está legado a alegria da conquista, a gratidão por ter conseguido, o triunfo merecido.

Então inevitavelmente pensei nesse ano de 2020 que está chegando ao fim (lembrando que estou escrevendo esse texto em meados de dezembro). Para muitas pessoas que insistem em ser pessimistas, catastrofistas, esse foi um ano perdido, um ano pra jogar pra debaixo do tapete, um ano de trevas. Essa é a galera do “ufa”! Já um grupo absurdamente menor vê a chegada do fim do ano como uma glória, uma bênção, uma dádiva. Estamos vivos! Se você está lendo esse texto é porque está vivo! Sobreviveu a todos os percalços desse ano. No mundo inteiro, mais de 1,6 milhão de pessoas morreram pela Covid (até a data de 14/12/20). É muita, muita gente!

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A vida é fruição, e não mera utilidade

Por Isaias Costa

“A vida não é para ser útil. Isso é uma besteira. A vida é tão maravilhosa que a nossa mente tenta dar uma utilidade para ela. A vida é fruição. A vida é uma dança. Só que ela é uma dança cósmica. E queremos reduzi-la a uma coreografia ridícula e utilitária. Queremos reduzi-la a uma biografia: alguém nasceu, fez isso, fez aquilo, fundou uma cidade, inventou o fordismo, fez a revolução, fez um foguete, foi para o espaço. Tudo isso, gente, é uma historinha tão ridícula… A vida é mais do que tudo isso. Nós temos de ter coragem de ser radicalmente vivos. E não negociar uma sobrevivência.”

Ailton Krenak

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Essas lindas palavras do grande Ailton Krenak me trouxeram diversas reflexões que quero compartilhar com vocês nesse texto. Estamos vivenciando uma pandemia e no momento em que publico esse texto estamos nos aproximando do fim do ano. Foram muitos desafios, dores, sofrimentos, crises, dificuldades a serem superadas etc. Só de estarmos vivos é motivo mais do que suficiente para agradecermos! Centenas de milhares de pessoas não conseguiram sobreviver ao Covid-19 aqui no Brasil.

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A raiva nada mais é do que a nossa perda de controle nas situações

Por Isaias Costa

Lendo o interessante livro “Psicologia da alma” do autor Joshua David Stone, fiquei encantado com uma perspectiva sobre o sentimento de raiva que até esse momento ainda não tinha parado pra pensar e venho compartilhar com todos vocês nesse texto. Ele diz no livro que toda raiva nada mais é do que a perda de controle nas situações do dia a dia e a tentativa de recuperar esse controle! Uau! É muito verdadeiro isso! Fiquei pensando em muitas situações nas quais eu me deixei dominar pela raiva e percebi que em 100% dos casos se verificou que foi uma perda do controle da situação!

Trarei aqui alguns exemplos genéricos e um que aconteceu comigo na mesma semana na qual escrevi esse texto! Pense num pai ou numa mãe que fica com raiva do filho ou filha após eles terem feito alguma danação! O que essa raiva representa? Que eles perderam o controle da situação e queriam que os filhos se comportassem de outra forma. A tentativa de recuperar o controle pode ser das mais diversas, pode ser uma simples conversa com eles, ou um sermão mais ríspido, ou mesmo colocá-los de castigo por um tempo.

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Sejamos transformadores de nós mesmos e do mundo

Por Isaias Costa

Esses dias me peguei refletindo sobre um aparelho eletrônico de extrema importância nas mais diversas áreas, os transformadores, cuja função é alterar a voltagem e/ou a corrente elétrica que vai alimentar um determinado aparelho. Sem eles, pode acontecer duas coisas, ou alguns aparelhos literalmente queimarem suas placas internas ou funcionarem de forma fraquinha, bem aquém do que o normal.

Se pararmos pra analisar mais detidamente esses aparelhos e a nossa própria vida nesse período de tantas crises mundiais, que foram agravadas pela pandemia do coronavírus, há muita semelhança.

Muita gente está entrando em estafa mental, emocional ou física por não estarem conseguindo ter um bom equilíbrio. Já outras estão muito desmotivadas, deprimidas, desesperançosas, porque também estão fora do seu eixo, ou seja, estão vivendo bem aquém de suas possibilidades.

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Uma mensagem profunda deixada por Marilyn Monroe nos seus últimos momentos de vida

O autor John Powell, na sua belíssima obra “Arrancar máscaras! Abandonar papéis!” conta um pouco da triste história de suicídio da famosa atriz Marilyn Monroe, o que me trouxe algumas reflexões que venho compartilhar com vocês.

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 “Em um domingo de manhã, 5 de agosto de 1962, Marilyn Monroe foi encontrada morta. Mais tarde o legista declararia que fora “suicídio”. Quando a empregada de Marilyn descobriu seu corpo sem vida naquela manhã de domingo, notou que o telefone ao lado da cama estava fora do gancho. Obviamente Marilyn fizera uma última tentativa de se comunicar com alguém. Quando sua última tentativa fracassou, ela desistiu e morreu sozinha”.

John Powell

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