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As palavras só tem sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor

Por Isaias Costa

“As palavras só tem sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor. Aprendemos palavras para melhorar os olhos. Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem… O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo e o mundo aparece refletido dentro da gente. São as crianças que, sem falar, nos ensinam as razões para viver. Elas não têm saberes a transmitir. No entanto, elas sabem o essencial da vida. Quem não muda sua maneira adulta de ver e sentir e não se torna como criança, jamais será sábio.”

Rubem Alves

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Tornar-se sábio, esse é o movimento de entrar no reino dos céus, como já dizia o mestre Jesus Cristo: “Aquele que não for como uma criança não entrará no reino dos céus”. Lembrando que não se trata de um lugar físico, mas sim de um estado de consciência interior, no qual vemos a imensa beleza contida no momento presente, no aqui e agora!

É muito interessante quando ele comenta sobre a visão física. Muitas pessoas enxergam perfeitamente, mas têm dificuldade de ver as belezas simples do cotidiano. Não conseguem desenvolver esses “olhos de ver” que as crianças têm!

Inclusive, relendo essas belas palavras do Rubem Alves eu me lembrei de uma frase famosa do grande pintor Pablo Picasso na qual ele diz: “Há pessoas que transformam o sol numa simples mancha amarela, mas há aquelas que fazem de uma simples mancha amarela o próprio sol”.

Percebe como tudo é uma questão de perspectiva? Eu quero cada vez mais desenvolver em mim essa arte de transformar um rabisco amarelo redondo no próprio sol! Isso é sabedoria. Isso é saborear o melhor da vida!

Muita gente não sabe, mas a raiz da palavra sabedoria é a mesma de sabor. Ou seja, as pessoas sábias são aquelas que saboreiam a vida. E detalhe! Só é possível saborear a vida no momento presente. Como seria possível saborear algo que só virá na semana que vem, no mês que vem ou no ano que vem? Percebe como não faz o menor sentido?

E sabe de outra coisa legal? Quando estamos saboreando uma comida, seja ela qual for, normalmente fechamos os olhos para nos integrarmos ainda mais à sensação deliciosa da comida nas papilas gustativas. E além disso, vem o ponto principal que quero comentar com você. Nós ficamos em silêncio! Porque nessa hora as palavras só iriam atrapalhar a experiência de saborear o alimento.

Voltando ao Rubem Alves… as palavras só têm sentido se forem para ver o mundo melhor. E as crianças têm esse poder de ver um mundo melhor! Quando perguntamos a qualquer criança como elas veem a vida ou o que gostariam que melhorasse no mundo, elas são praticamente unânimes em dizer que a vida é para nos divertirmos e para estarmos perto das pessoas que amamos. E a resposta para o desejo de um mundo melhor quase sempre está relacionado com os adultos trabalharem menos, serem mais presentes nas suas vidas, que brinquem mais, que sorriam mais, que tirem tanto o peso autoimposto nas costas…

Será que você ainda duvida da sabedoria inerente que existe nas crianças? Nessas poucas palavras eu trouxe verdades que nós como adultos e com o nosso cabeção extremamente intelectualizado, transformamos em livros de 400 págs ou em teses de doutorado. Pra quê hein? Será que precisa de tudo isso? Fica a reflexão…

Que a gente desenvolva cada vez mais esse olhar de criança para nos conectarmos com o que há de mais belo na vida, o momento presente…

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Só podemos amar as pessoas que se parecem com o céu

Por Isaias Costa

“É isto que amamos nos outros: o lugar vazio que eles abrem para que ali cresçam as nossas fantasias. Buscamos, no outro, não a sabedoria do conselho, mas o silêncio da escuta; não a solidez do músculo, mas o colo que acolhe.

Como seria bom se as outras pessoas fossem vazias como o céu, e não tão cheias de palavras, de ordens, de certezas. Só podemos amar as pessoas que se parecem com o céu, onde podemos fazer voar nossas fantasias como se fossem pipas”.

Rubem Alves

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O Rubem Alves era perfeito em suas metáforas! Ao reler essas belíssimas palavras, eu lembrei de uma brincadeira que toda criança adora (e claro que alguns adultos que não deixaram sua criança interior morrer também adoram), que é ver desenhos nas nuvens.

Lembro que eu brincava junto com meus irmãos e primos quando crianças. Nós deitávamos na grama onde tinha sombra e ficávamos um tempão olhando as nuvens e dizendo o que cada um achava dos desenhos formados…

O Rubem dizia: “Só podemos amar as pessoas que se parecem com o céu”. O céu permite que as nossas fantasias ganhem voz e não fica nos recriminando, muito menos dizendo o que é o certo e o que é o errado!

Já pensou como perderia toda a graça se ao brincar de ver desenhos em nuvens, alguém na brincadeira dissesse: “Tá louco! Não existe isso que você está vendo. A única coisa que tem nessa nuvem é o que eu vejo…”. Pronto! Com essa atitude arrogante acabou qualquer tentativa de curtir o momento.

Na vida, infelizmente vemos aos milhares pessoas com essa postura arrogante, cheias de certezas, e por isso mesmo, infelizes! Quanto mais o tempo passa, mais eu percebo a felicidade gigantesca que se encontra na dúvida, no não saber! Lembra a máxima do mestre Sócrates? “Só sei que nada sei”. Na sua época, as pessoas eram unânimes em dizer que ele era uma pessoa feliz, uma pessoa realizada e sábia! Muitas podiam até mesmo não gostar dele, mas não conseguiam abrir a boca pra dizer que ele era infeliz!

Que tal aprendermos com as sabedorias do Rubem Alves e do filósofo da antiguidade Sócrates?

Antes de escrever esse texto eu até pesquisei a etimologia da palavra FANTASIA, que é maravilhosa. Ela vem do grego phos (luz) e do verbo phainein (fazer aparecer). Ou seja, é a nossa luz que se faz aparecer a partir da nossa alegria, nossa verdade, nossa transparência.

Vamos deixar a nossa luz aparecer? Isso é ser simples e sábio. A nossa luz aparece a partir da abertura do nosso ser. E a abertura para a vida vem dessa postura silenciosa, acolhedora, receptiva. Quanto menos falarmos e mais ouvirmos, aí sim estaremos realmente sendo acolhedores e receptivos, e assim daremos abertura para fazer brotar, fazer aparecer a nossa luz, nossa fantasia! Não é incrível tudo isso?

Que essas poucas palavras tenham lhe trazido boas reflexões! Sigamos juntos sempre deixando viva em nós essa dimensão da fantasia…

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Precisamos aprender a ser filtros e não esponjas

Por Isaias Costa

“Você não precisa absorver a negatividade das pessoas ao seu redor. Você não precisa participar das confusões alheias. As pessoas são como são e as escolhas delas são delas. Aprenda a ser filtro e não esponja.”

Juliana Nishiyama

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Estamos vivendo tempos muito difíceis. Uma pandemia que já se estende por mais de 2 anos, que finalmente está começando a ser controlada com eficiência. Porém, devido à guerra entre a Rússia e a Ucrânia, o mundo todo vem sofrendo os impactos terríveis, acima de tudo na economia. Há décadas o Brasil não vive uma inflação tão exorbitante e a cada dia os preços de tudo estão cada vez maiores.

Uma consequência natural de tudo isso é a diminuição do poder de compra da população, aumento da pobreza e miséria, aumento do desemprego, diminuição da esperança, aumento de doenças, de transtornos físicos, mentais, emocionais, espirituais etc. etc.

Tudo isso e muito mais está acontecendo e não podemos simplesmente fechar os olhos e fingir que não está. Isso não resolve nada, pelo contrário, só agrava o problema!

Nesse texto eu quero voltar a insistir na busca incessante pelo autoconhecimento e na busca acima de tudo por escolhas melhores em amplo sentido. Escolher melhor o que vamos comer e beber, para que dessa forma evitemos adoecer e enriquecer ainda mais a criminosa indústria farmacêutica. Escolher melhor o que assistimos, para assim não perdermos a esperança de dias melhores. A mídia aberta é toda programada para despertar o pior em nós, ela só alimenta o medo, para assim lucrar com isso! Se tem algo profundamente lucrativo é encher as pessoas de medo…

Precisamos escolher melhor o que ouvir. Existem tantos podcasts maravilhosos e tantos canais excelentes no Youtube. Só não os acessa quem realmente não tem essa abertura para fazer boas pesquisas. A cada dia eu aprendo mais e mais conteúdos edificantes e transformadores porque eu faço questão de só ouvir o que me faz bem e me engrandece. Busque fazer o mesmo!

Também podemos escolher melhor o vamos ler. Milhões de pessoas perdem um tempão lendo fofocas sobre os famosos, sobre o Big Brother, qual o horóscopo para essa semana e por aí vai. Uma pergunta que sempre precisamos ter em mente é: “Essa leitura vai agregar valor na minha vida?” ou no mínimo: “Essa leitura vai me levar a pensar diferente, ou vai estimular a minha criatividade?”. Fiz esse segundo questionamento porque existem zilhões de livros de literatura que nos ajudam a ser mais criativos através das suas estórias mega instigantes! A leitura tem um poder gigantesco de fazer a nossa vida ter um brilho maior. Pode ter certeza disso!…

Precisamos escolher melhor como utilizar o nosso tempo livre. Que tal fazer alguma atividade física? Que tal tomar um banho de sol de pelo menos uns 15 min? Que tal passar um tempo em contato com a natureza, abraçar uma árvore, pisar a grama, sentir a terra nos pés? Que tal conversar com os amigos queridos e se divertir um pouco?

Sabia que fazer isso é ser um filtro? Sim! Porque ao fazermos melhores escolhas, estamos jogando fora um montão de outras escolhas que seriam somente tranqueiras nas nossas vidas!

Esse breve texto é só um lembrete daquilo que compartilho praticamente todas as semanas! Escolhas melhores podem pouco a pouco nos transformar em seres humanos melhores. Busque lembrar disso todos os dias ok?…

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Todas as nossas ações geram impacto

Por Isaias Costa

“Estamos todos ligados. Seja em que dimensão for, somos todos responsáveis uns pelos outros e essa é a primeira premissa para se descobrir a divindade que há em nós. Temos todos o mesmo dever, ser felizes e inspirar através dessa felicidade. Temos todos a mesma capacidade, mudar. Temos todos o mesmo poder, amar. E todas as nossas ações, independentemente da energia com que são feitas, vão gerar tomadas de consciência, vão semear a mudança e vão seguramente brotar de muitos corações autênticas centelhas de compaixão e amor. Nada do que possamos fazer é indiferente e tudo o que temos feito até hoje, queiramos ou não, tem tido um enorme impacto em nós, naqueles que nos rodeiam e no todo onde todos habitamos. Sejamos responsáveis. Sejamos divinos.”

Gustavo Santos

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Achei maravilhosas as palavras do Gustavo Santos e resolvi compartilhá-las com você que me lê agora, principalmente como uma forma de lhe motivar a tomar ações mais conscientes e que gerem o bem para o maior número de seres, e quando falo seres, saiba que vai muito além dos seres humanos, estão incluídos os animais, as plantas, as florestas, os mares, os minerais etc. etc.

Todas as nossas ações geram impacto. Essa é uma verdade incontestável, ela inclusive carrega uma compreensão espiritual gigantesca. Nosso planeta e o universo inteiro são regidos por leis, e uma das leis mais implacáveis é a lei da atração. Nós atraímos aquilo que vibramos no nosso interior. Se carregamos uma série de medos, de inseguranças, de raivas, de melancolias, de apatias e por aí vai… nosso mundo externo vai só reverberar essa baixa vibração.

Da mesma forma, se internamente vibração amor, compaixão, empatia, compreensão, tolerância, serenidade etc. Nosso mundo também se refletirá de acordo com essa alta vibração. Tudo são escolhas e caminhos.

Agora de todo jeito, seja com sentimentos e ações elevadas, seja com sentimentos e ações mais grosseiras, sempre causamos impacto na vida das outras pessoas e vice versa, também somos impactados pelo que as outras pessoas emanam para nós. Mas lembra que eu comentei sobre a lei da atração? Tudo vai acontecendo como uma bola de neve que pode se transformar numa avalanche, que pode ser de ódio, rancor, mágoas, ressentimentos, tristezas, como também pode ser uma avalanche de amor, alegria, empatia, paz, contentamento.

Para um número gigantesco de pessoas parece tão fantasioso que podemos ter uma avalanche de alegria e amor que elas pensam que essa é a síndrome da “Alice no país das maravilhas”. Eu entendo demais quem pensa assim, porque eu mesmo já estive nesse lugar. Quando nossa vida está um caos, seja pelo marasmo, seja por causa das reviravoltas, das crises e tudo mais… nós ficamos meio cegos para as possibilidades infinitas que a vida nos proporciona para sermos felizes. E se não tomamos cuidado, vamos nos enfiando num buraco sem fundo até chegar no famoso “fundo do poço”.

Mas sabe de uma coisa legal? Até mesmo o “fundo do poço” é recheado de oportunidades de crescimento, de evolução, melhoria, aperfeiçoamento. Eu também já estive nesse lugar chamado “fundo do poço” e ele foi crucial para que eu mudasse o rumo da minha vida e fizesse o que faço hoje. Você jamais estaria lendo esse texto agora se eu não tivesse vivenciado esse caos imenso.

É muito bonito quando a gente percebe que ao se abrir pro novo, para compreender as coisas de uma outra maneira, simplesmente muitos “mestres” começam a surgir e nos mostrar esse novo universo de possiblidades. É mais uma vez desse impacto que estou falando! O que lemos, o que ouvimos, os lugares para onde vamos, as pessoas que vão surgindo, as oportunidades que vão aparecendo, tudo gera impacto, tudo! Que tal a gente escolher o que gere cada vez mais impacto positivo? Assim nossa vida será uma escalada sem fim para cada vez mais amor, alegria, compaixão, paz, contentamento etc.

Com esse breve texto não estou trazendo nenhuma novidade, estou apenas lhe relembrando que você tem poder, e esse poder está dentro de você. Tendo discernimento, buscando se conectar com a espiritualidade, seja de que vertente for, você será direcionado para cada vez vivenciar coisas maiores e melhores, assim podendo impactar positivamente muitas outras pessoas. Isso é o que mais desejo a cada um que entre em contato comigo de alguma maneira, até mesmo por aqui, virtualmente pelos textos do blog!

Sigamos juntos, escolhendo o amor e a felicidade sempre e cada vez mais…

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A vontade divina e a vontade carnal

Por Isaias Costa

“Eu desejo desejar menos. Para encontrar a paz e a realização no que é essencial. Para apreciar a beleza das cores que me envolvem. Nosso espírito está constantemente a nos proteger de alcançar coisas que não são úteis ao nosso progresso e que obscurecem a essência. Um grande desafio desta experiência terrena é despertar a Vontade e, ao mesmo tempo, acalmar o ímpeto dos desejos. A Vontade emana da nossa centelha divina, da luz que clareia os passos. Ela purifica os desejos incessantes até que eles se harmonizem com a nossa busca pelo que é Eterno.

A Vontade é a força enérgica da alma e nos conduz à libertação. Os desejos, quando não são inspirados pela Vontade, nos aprisionam. Nos acostumamos a caminhar movidos pelos desejos, mas cada vez mais distantes das aspirações da alma. Às vezes, é preciso parar de procurar para encontrar o que realmente buscamos. É quando a divina Vontade prevalece e nos leva montanha acima, nutrindo-nos com paciência, sabedoria e constância. Abrimos espaço para criar inspirados pela luz radiante da consciência.”

Felipe Rocha

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Essas palavras do Felipe Rocha trazem de forma simples e didática a diferença entre as duas vontades, a divina e a carnal. Todos nós temos as duas, porém, infelizmente, a maioria de nós se deixa dominar pela vontade carnal, e assim não consegue sentir a plenitude que só pode ser alcançada através da vontade que vem da nossa alma, a vontade divina!

A mola propulsora da vontade carnal são os desejos materiais, que são os mais diversos, sejam por coisas, ou por prazeres efêmeros. Até que nos frustremos bastante e nos questionemos no mais profundo da nossa alma sobre as nossas escolhas, seguiremos achando que é só quando tiver “x” reais na conta bancária é que seremos plenamente felizes, ou depois de ter viajado pelo mundo afora, ou depois de ter atingido o máximo de status possível por conta do trabalho etc. etc.

Tudo isso são ilusões que só nos aprisionam na frequência do desejo puramente material. Mas o desejo não é algo de todo ruim, de forma alguma! Existe o desejo por buscar a si mesmo, o desejo pela espiritualidade, pela transcendência, que inevitavelmente nos conduz ao amor, a alegria, a paz, ao amor incondicional e por fim, depois de muita, muita caminhada, às altas frequências da iluminação, atingida pelas grandes seres de luz que se eternizaram como Jesus, Buda, Krishna, Lao Tse, Confúcio, Sócrates e por aí vai.

A mola propulsora da vontade divina é o amor, que faz com que vençamos todos os medos e saiamos de forma consciente da frequência do desejo puramente carnal. Mas ao escrever tudo isso, é bem possível que você que esteja lendo se pergunte: “Mas será que eu consigo acessar essas altas frequências? Me conectar com esse amor?”.

Sim! É claro que consegue, e o Felipe deu uma linda dica de como se consegue isso, são três os “ingredientes”: paciência, sabedoria e constância.

É muito verdade isso! Tomo por mim. Venho há muitos anos numa busca constante pelo autoconhecimento e a cada dia vejo em mim novas camadas que precisam ser trabalhadas, lapidadas, aprimoradas… Sempre haverá algo mais a ser visto e iluminado pela consciência! Sempre!

Aproveito até para replicar uma frase que muito me motiva diariamente e ouvi diversas vezes da querida Profa. Lucia Helena Galvão: “Sem pressa e sem pausa”.

Essa frase é perfeita, porque nós temos a eternidade pela frente num processo constante de evolução, porém, se ficarmos só “dormindo no ponto” como se diz popularmente, podemos desperdiçar toda uma encarnação. E essa é uma perda irreparável…

Mas se você caiu nesse texto e leu até aqui, fique tranquilo! Você certamente está caminhando. Ninguém cai nesse blog sem ter essa fagulha acesa dentro de si mesmo.

Portanto, espero que com essas palavras tenha ficado um pouco mais claro pra você a diferença entre as duas vontades, a divina e a carnal. E que a gente conscientemente se mova dia após dia cada vez mais pela vontade divina…

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P.S. Breve podcast com reflexões a partir desse texto. Nele eu li o texto do Felipe Rocha na íntegra! Ficou bem bacana. Segue o link abaixo…

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Os desafios na vida são oportunidades para desenvolvermos inteligência emocional e espiritual

Por Isaias Costa

“A felicidade genuína é o sintoma de uma mente saudável e equilibrada, assim como o bem-estar físico é o resultado de um corpo saudável. Entre as pessoas do mundo moderno, predomina a noção de que o sofrimento faz parte da vida, que é simplesmente normal experienciar frustração, depressão e ansiedade. Nosso sofrimento mental, porém, em muitas ocasiões não tem razão alguma de ser. Ele representa uma aflição sem benefício algum para nós. É somente o sintoma de uma mente desequilibrada.

Em nossa busca constante pela felicidade, é importante que reconheçamos como algumas coisas no mundo estão fora do nosso controle. As outras pessoas – família, amigos, colegas de trabalho e estranhos – se comportam como querem, de acordo com suas próprias ideias e objetivos de vida. Da mesma forma, não há muita coisa que possamos fazer para controlar a economia, as relações internacionais ou o ambiente natural.

Portanto, se basearmos nossa busca da felicidade na nossa habilidade de influenciar outras pessoas e o mundo de um modo geral, é quase certo que o fracasso será total. Então, o que podemos controlar? Que tipo de liberdade temos aqui e agora? Nosso primeiro ato de liberdade deve ser o de estabelecer claramente nossas prioridades.”

Alan Wallace

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Achei maravilhosas essas palavras do escritor Alan Wallace, são de uma lucidez gigantesca. Estamos vivendo tempos bem desafiadores, e a impressão que quase todos têm é de que parece que a cada dia fica mais desafiador!

Estou escrevendo e publicando esse texto enquanto estão havendo conflitos terríveis entre a Rússia e a Ucrânia. Guerra esta que está se refletindo negativamente no mundo todo. Uma das consequências diretas foi uma disparada no preço do barril de petróleo, que imediatamente foi revestido em aumento no preço dos combustíveis. Aqui no Brasil houve de uma vez um aumento de mais de R$ 1,00 na imensa maioria dos postos. É simplesmente estarrecedor!

Mas por que estou trazendo tudo isso pra esse texto afinal de contas? Porque essas coisas externas nós temos bem pouco poder para mudar e está acontecendo tudo numa escala global entende? Nessa hora não vai adiantar nada ficar se descabelando, xingando Deus e o mundo, mandando todos os políticos pra aquele canto… Simplesmente isso só vai baixar a nossa vibração e nos deixar mais e mais infelizes.

Essa é a hora que mais devemos testar a nós mesmos se de fato estamos num movimento de elevação de consciência. São nas grandes provações que conseguimos ter essa melhor noção! Este é um momento super propício para ampliarmos duas inteligências em nós, a emocional e a espiritual.

Com a inteligência espiritual principalmente, nós aprendemos que só cabe a nós como lidar com tudo o que nos acontece. Vou dar um exemplo meu bem no contexto atual para ficar mais compreensível.

Eu já adorava andar de bicicleta, pra mim sempre foi uma alegria! Com essa disparada do preço dos combustíveis, eu estou absolutamente decidido a me deslocar bem mais de bicicleta do que de moto, que é o meu veículo de transporte diário.

Com isso não estarei alimentando em excesso esse sistema perverso que lucra em cima da desgraça alheia, que não se contentam com os já exorbitantes lucros que tem e querem ainda mais.

Com essa simples atitude, consigo economizar e ainda, de quebra, estou melhorando ainda mais a minha saúde e condicionamento físico.

Isso é um exemplo simples de estratégia para lidar com as adversidades que não tenho poder para mudar!

O mesmo se aplica ao querer mudar a vida dos outros. Ninguém tem poder para fazer isso e se você já me acompanha a mais tempo, já me leu inúmeras vezes falando sobre isso. Nem vou tratar de novo nesse texto porque você já sabe…

Que tal a gente ver tudo o que está acontecendo como uma grande oportunidade de melhorar quem nós somos como humanos? Aliás! Esse questionamento é outra forma de desenvolvermos essas duas inteligências, a emocional e a espiritual.

Pense com carinho sobre tudo isso ok? Sigamos juntos…

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O seu trabalho é o seu amor transformado em visível

Por Isaias Costa

“No livro O Profeta, o autor Khalil Gibran escreveu que “o seu trabalho é o seu amor transformado em visível”.

Um dos meus mentores me perguntou estes dias “como o seu trabalho pode ser um pouco mais do seu amor transformado em visível essa semana?”

O universo não tem braços, a não ser os nossos. Quando a gente consegue encontrar formas de tornar o nosso amor visível por meio do nosso trabalho, a gente também está tornando o amor do universo visível. A gente está se colocando a serviço. E outras pessoas percebem e sentem esse amor. E se inspiram para também tornarem o amor delas visível por meio do trabalho delas.

Todos nós temos listas imensas de coisas por fazer. Ideias de projetos novos que queremos botar no mundo. E, muitas vezes, não temos ferramentas adequadas para decidir por onde começar, ou como realizar tudo o que queremos.

O resultado é que passamos o dia todo ocupados fazendo coisas, mas no final do dia, estamos frustrados e deprimidos porque descobrimos que não evoluímos nem um tiquinho na direção que o nosso coração aponta.

Como o seu trabalho pode ser um pouco mais do seu amor transformado em visível?

Deixe que essa pergunta guie você essa semana quando for determinar quais projetos devem ir pra frente, ou como você deve tocar esses projetos ou executar as suas tarefas.”

Paula Abreu

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Quanto mais o tempo passa, mais eu me certifico da verdade das palavras do Khalil Gibran a respeito do trabalho. E aproveito até para complementar com o que brilhantemente o Mario Sergio Cortella costuma falar em suas palestras e livros: “Emprego é fonte de renda, trabalho é fonte de vida”.

Ele complementa essa fala dizendo que normalmente as pessoas mais felizes são aquelas que fazem do seu emprego verdadeiramente um trabalho, pois surge daí o que chamamos de REALIZAÇÃO, que quebrando a palavra vira ação + real, ou seja, estamos agindo conforme a nossa própria verdade interior. Não é bacana tudo isso?

Infelizmente, na nossa sociedade ainda temos um número infinitamente maior de pessoas que estão apenas em um emprego ou buscando um emprego. E pensando como premissa fundamental o dinheiro. Se o salário for alto, pouco importa se vou gostar ou não do emprego, eu continuo nele indefinidamente, mas triste, infeliz, carrancudo etc. Vale a pena isso hein?

Eu venho estudando nos últimos meses um conteúdo super profundo que só ratifica o que já sinto há anos e tem tudo a ver com as palavras do Gibran e da Paula Abreu. É a chamada escala de frequências de “David Hawkins”. Esse grande autor explica que nós todos vibramos numa determinada frequência e que ela está completamente associada com nosso nível de saúde, de harmonia, de paz, de felicidade etc.

Ele explica em suas obras que as pessoas desempregadas, quase sempre estão nas faixas de frequência abaixo da coragem, que é de 200 hz. Muitas estão na faixa do medo, que é de 100 hz, ou mesmo abaixo dessa frequência.

A maior parte dos problemas financeiros, amorosos, conjugais, de saúde etc. está completamente associado a essas baixas frequências. Porém, o oposto também se verifica. Ele escreve que as pessoas que vibram em altas frequências como a do amor, ou do amor incondicional ou da paz, que são 500 hz, 540 hz e 600 hz respectivamente, não existe desemprego, escassez de recursos, infelicidade, doenças graves etc. é simplesmente impossível, porque uma coisa não condiz com a outra!

Saber disso pode ser um mega estímulo para que busquemos amar mais e melhor! Se verdadeiramente desenvolvemos o amor verdadeiro em nós, vamos nos tornando pessoas com um excelente magnetismo e vamos atraindo pessoas incríveis e também excelentes oportunidades de trabalho entende?

Quem não quer estar perto de uma pessoa que vibre amor em tudo o que faz não é mesmo? Eu sei que ainda preciso caminhar bastante até atingir essas frequências tão elevadas, mas eu sinto que já estou no caminho para isso, porque eu amo o que faço, que é ensinar. E quem é ou foi meu aluno sabe disso e confirma! Eu perco a noção do tempo quando estou dando aulas e vibro com uma alegria imensa! Saio das aulas energizado e volto pra casa sempre com aquela sensação gostosa de “dever cumprido”!

Torço para que você que leu esse breve texto na íntegra internalize essa verdade e seja inteligente para seguir pelo caminho certo, que sempre é o caminho do amor! Com o amor, todas as outras portas se abrem com naturalidade…

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P.S. Breve podcast com reflexões a partir desse texto! Nele eu li uma parte do capítulo sobre o trabalho, do livro “O profeta”. Não deixem de ouvir!

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A confiança mútua é a base estrutural dos relacionamentos

Por Isaias Costa

“A confiança mútua é a base estrutural dos relacionamentos. Qualquer pessoa que encontremos em nossas vidas merece ser tratada com respeito e consideração. Mesmo a verdade que vai magoar em um dado instante é melhor do que a mentira usada com o pretexto de não fazer o outro sofrer… e que vai causar um resultado muito pior para o relacionamento. O amor e o afeto verdadeiros são capazes de perdoar um erro, mas a desconfiança tira a condição mínima do relacionamento ter um futuro feliz.

Conhecerás a Verdade e ela vos libertará, já dizia o Mestre Jesus há tantos séculos atrás e fingimos não ter ouvido… continuamos a viver falsidades e a fazer trapaças, tirando das pessoas a confiança na própria vida.”

Maria Cristina Tanajura

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A mensagem do mestre Jesus é sempre viva e transformadora! Essa mensagem de que é preferível dizer uma verdade que pode magoar a uma mentira para que a outra pessoa não sofra é perfeita!

Veja só o quanto nós nos enganamos e com isso acabamos também enganando que mais a gente ama! Será mesmo que a outra pessoa fugindo da sua verdade não vai sofrer? É óbvio que ela vai sofrer de todo jeito! Se duvidar, ela vai sofrer ainda mais com a sua mentira!

Eu adoro uma metáfora que o querido Rubem Alves sempre contava em suas crônicas e palestras e cabe muito bem aqui. Ele falava que seu papel ao questionar as dores das pessoas que o procuravam como psicanalista era ser um “espremedor de furúnculos”. Eles são feios, doloridos, às vezes até fedidos, e se a gente não os espreme, eles passam dias e dias nos incomodando com uma dor constante. Porém, se o esprememos, dá uma dor aguda na hora de espremer, mas depois, uau! Dá um alívio gigantesco porque a dor desaparece completamente…

Essa dor que desaparece é o sentimento de liberdade que provém do contato com a verdade interior, a verdade do ser! Não é incrível isso?

Por isso que a Maria Cristina fala sobre a importância da confiança. Ela de fato é uma base nos relacionamentos. Essa palavra na sua origem etimológica significa “fio”, ou seja, é uma conexão real e forte entre duas ou mais pessoas! Já a desconfiança é a quebra desse fio, a quebra da conexão entre as pessoas! Sem essa conexão o relacionamento fica frio e vai perdendo todo o vigor, todo o viço.

O grande problema deriva do nosso medo sabia? Nós temos medo de que as nossas falhas, nossos defeitos, acabem interferindo no relacionamento. Mas por acaso existe alguém perfeito e que nunca erre nesse mundo? Se a gente fosse perfeito não estaríamos encarnados no planeta Terra. Já seríamos seres da mais alta grandeza. Mas não! Temos muitas falhas e muito a aprender, a curar dentro de nós.

E o barato da vida está exatamente aí, em saber que temos muito o que melhorar e que é exatamente no convívio com as pessoas que amamos que teremos as vivências perfeitas para irmos transformando nossos defeitos e virtudes.

Portanto! Vamos conhecer e acessar essa verdade interna, que dessa forma vamos alcançar essa liberdade que tão bem o mestre Jesus nos ensinou…

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P.S. Breve podcast com reflexões a partir desse texto. No podcast eu li o texto da Maria Cristina na íntegra. Ficou bem bacana!

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O amor verdadeiro exige de nós maturidade e desapego

Por Isaias Costa

Quem ama trata de poupar ao máximo o amado de todo o tipo de fardo ou ônus. Tenta fazer sua vida a mais agradável e gratificante possível.

Quem ama tenta resolver seus problemas sozinho com o intuito de preocupar o mínimo possível o amado: conversam sobre tudo, mas sem cobranças.

Quem ama tenta minimizar seus problemas e suas dores para preocupar menos o amado: não os esconde, mas os trata de uma forma nada dramática.

Poupar o amado significa tentar resolver os próprios problemas antes de envolvê-lo: não é sinal de superproteção e sim de autossuficiência.

Ser uma pessoa capaz de carregar sozinha sua cruz a torna mais leve, companhia mais agradável e presença querida em qualquer ambiente social.

Flávio Gikovate

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Com esse breve texto, o Gikovate está trazendo duas das maiores lições que todos nós devemos aprender nos relacionamentos, não apenas amorosos, mas nos relacionamentos como um todo, com amigos, família, parceiros de trabalho etc. Que são o desenvolvimento da maturidade e do desapego.

Somente com essas duas virtudes podemos passar para um nível elevado de alegria e satisfação na vida, o que corresponde ao amor verdadeiro.

Quem é verdadeiramente maduro não fica despejando suas insatisfações na pessoa amada como se ela fosse um depósito de lixo, porque sabe o quanto isso pode ser desgastante. Os momentos de silêncio e introspecção são fundamentais para adquirir essa consciência. Em vez de ficar numa pilha para falar sobre seus tormentos interiores com a pessoa amada, nós nos recolhemos para o que muitos até brincam ao chamar de “cantinho do pensamento”, aí com mais serenidade vamos percebendo que temos SIM a capacidade de resolver sozinhos os nossos perrengues.

Nessa hora muita gente pensa que essa atitude é egoísta. Não é verdade! Existem as resoluções que são resolvidas pelo casal ou pela parceria quando se trata de amigos ou vínculos de trabalho. Ok! Mas aqui estou falando das questões pessoais mais íntimas, como por exemplo: Eu estou em dúvidas se devo continuar trabalhando no mesmo emprego que já venho há muitos anos e estou perdendo o brilho em continuar naquela empresa. Esse tipo de decisão é como uma bomba se jogada nas mãos da outra pessoa entende?

O ideal é resolver com maturidade tudo isso, tomar uma decisão e só depois que a escolha estiver esclarecida, aí sim você compartilha com a outra pessoa!

No momento de dúvidas o máximo que devemos dizer é: “Amor! Eu estou questionando algumas coisas internamente em relação ao meu trabalho e tal. Mas fique tranquilo(a) que assim que tudo estiver mais claro você será a primeira pessoa a saber quais foram minhas decisões…”.

Percebe como que se age de uma forma mais madura? É simples, mas esse tipo de coisa só pode ser aprendida se vivenciarmos na prática do dia a dia o que estou dizendo aqui!

E como relação ao desapego o Gikovate está trazendo o lado da individualidade. Todos nós viemos ao mundo sozinhos e depois que morrermos vamos embora sozinhos também! Temos que ter a consciência de que a pessoa que se junta a nós está lá para compartilhar experiências e vivências conosco, e não para ser uma bengala, um muleta para nos apoiarmos e querer que ela resolva nossos pepinos!

O desapego é exatamente estar ao lado, mas apenas como um incentivo, sabendo que a outra pessoa tem todo o potencial necessário para resolver seus problemas.

Com essas duas questões bem resolvidas dentro de si, uau! O relacionamento certamente irá para outro nível de satisfação. Que talvez a palavra que melhor designa seja AMOR.

Vamos nos trabalhar para vivenciarmos o amor em toda a sua integridade?…

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A experiência da beleza tem de vir antes

Por Isaias Costa

“Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes”.

Rubem Alves

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Nessas poucas palavras, o mestre Rubem Alves está nos contando um dos maiores segredos para uma Educação eficaz e de qualidade.

Ele mesmo vivia questionando em textos e entrevistas o porquê de a garotada ter que estudar dígrafos, palavras proparoxítonas, ou orações subordinadas substantivas subjetivas, se para escrever ninguém precisa disso de verdade! Ele até brincava que escrevia bem, mas nunca aprendeu essas coisas!

O mesmo pode ser levado para outras áreas e conhecimentos. Em Química, por exemplo, se você ficar estudando todas aquelas abstrações sobre reações, ou cadeias carbônicas, ou eletrólise, sem dar nenhum contexto, sem tornar tudo aquilo mais divertido e palatável, pouquíssimos serão os alunos que vão se interessar em aprender!

Eu mesmo, hoje em dia aprendi a gostar de Química porque passei a ler e conhecer muitas aplicações bem interessantes dos conhecimentos que adquirimos no ensino médio.

Na época da escola eu detestava Química, e hoje eu tenho noção de que parte disso tem a ver com as exigências de estudar pra fazer uma prova e tirar nota boa. Esse modelo de provas ainda precisa de tantos ajustes, de tantas melhorias, que nem trarei com mais detalhes nesse texto para que ele não fique gigantesco…

Quero me focar na palavra chave que o Rubem usou. BELEZA! Pouca gente conhece uma das raízes etimológicas mais incríveis dessa palavra, que diz: “beleza é o lugar onde Deus brilha”.

Percebe a profundidade desse significado? Deus brilha numa bela pintura, num nascer ou por do sol, nos pássaros que cantam e que fazem seus ninhos nos galhos das árvores, no sorriso de uma criança pequena, numa brincadeira de criança etc.

A beleza é o que pode nos instigar a ir além, a expandir nossos limites, a querer conhecer mais e melhor! Ele traz esse exemplo da música que considero formidável. É muito difícil se dedicar a aprender um instrumento se você antes não aprecia algum músico simplesmente perdendo a noção do tempo ao se integrar com o instrumento, entoando belos sons!

Quando estamos numa experiência como essa, nosso coração pode vibrar diferente, aí pode surgir o pensamento: “Uau! Um dia eu vou tocar no mínimo de um jeito parecido com essa pessoa”.

E o mais divertido é que existem belezas infinitas, levando pra música isso está ligado aos estilos musicais e também aos trocentos instrumentos diferentes que existem e podemos nos interessar!

Que esse breve texto lhe motive a buscar a beleza e encontrar tudo aquilo que reflete esse brilho de Deus! Dessa perspectiva, a vida se torna absolutamente encantadora…

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