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O que é ser santo?

Por Isaias Costa

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Desde criança eu sempre fui muito questionador e sempre tive o interesse de conhecer as melhores fontes possíveis de tudo o que buscasse estudar. E entre essas coisas estão as religiões. Eu sou apaixonado por conhecer mais as doutrinas e preceitos das diversas religiões presentes no mundo.

Como estamos no ocidente, por aqui predominam as religiões cristãs, e no Brasil a cristã católica. Nessa religião existem milhares de santos canonizados pelos inúmeros papas da História. Os santos canonizados são em número algo próximo dos 30 mil, é muita gente!

Venho através desse texto lhe questionar: “Afinal de contas, o que é ser santo?” Eu discordo em grande parte da visão católica e se você for um católico muito fervoroso aconselho que feche essa aba e leia outra coisa ok?

Para embasar essa reflexão, tomo emprestadas as sábias palavras do grande filósofo brasileiro Huberto Rohden, extraídas do seu magnífico livro intitulado “Metafísica do cristianismo – a alma de Jesus revelada no Pai-Nosso”.

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Enquanto formos repetitivos não seremos receptivos

Por Isaias Costa

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Essa semana eu assisti a uma palestra muito interessante na cidade onde moro (Fortaleza) pela Ordem Rosacruz Áurea e nela o palestrante falou uma frase que me deixou bastante reflexivo e que acabou por me inspirar a escrever o texto que você lê agora!

A frase era a seguinte: “Enquanto formos repetitivos não seremos receptivos”.

Essas duas palavras são escritas de forma quase idêntica, mas possuem significados completamente diferentes e opostos!

Quem é receptivo está sempre aberto para receber o novo, para aprender, para quem sabe até mesmo mudar de ideias e opiniões!

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Navegue pela internet, não naufrague nela

Por Isaias Costa

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Esses dias estava assistindo no youtube a uma palestra do filósofo e escritor Mario Sergio Cortella, na qual ele falava sobre uma série de temas, mas foi dado um enfoque maior à era digital em que vivemos mergulhados hoje!

Ele falou a seguinte frase e que me deixou bastante reflexivo: “Tem gente que não navega pela internet, naufraga nela. Porque quando você navega pelo menos você está sabendo para onde está indo…”.

Essa frase, apesar de curtinha, traz uma verdade incontestável para o momento atual. A internet de fato pode ser comparada com um mar. Ela tem uma verdadeira tsunami de informações! Aproveito até esse gancho para completar com outra frase dita pelo Cortella: “Não podemos confundir informação com conhecimento. A internet tem muita informação, mas o conhecimento é uma seleção dessas informações. As informações são as ferramentas para o conhecimento”.

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Vós sois o sal da terra

Por Isaias Costa

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Jesus Cristo foi provavelmente o ser humano mais sábio e iluminado que temos conhecimento até hoje. Sua maneira peculiar de falar por meio de parábolas nos encanta até hoje e revela novas mensagens e formas de enxergar a vida!

Farei uma breve reflexão sobre uma importante passagem do evangelho de Mateus, capítulo 5, versículo 13, que diz assim.

“Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.” (Mateus 5.13)

Como praticamente tudo que Jesus falou e que foi documentado, esse é um versículo bíblico repleto de simbolismo e que poucas pessoas compreendem em profundidade! O que me inspirou a escrever esse texto foram as palavras dessa passagem bíblica juntamente com as palavras de um grande psicólogo francês chamado Jean-Yves Leloup, extraídas do maravilhoso livro intitulado “Normose: a patologia da normalidade”, escrito em parceria com Roberto Crema e Pierre Weil.

Abaixo transcrevo o trecho do livro no qual ele fala sobre essa passagem.

=> Clique aqui para ler o texto completo

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Por que ser ciumento?

Por Isaias Costa

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Eu fico impressionado de saber que milhões e milhões de pessoas ainda hoje tem a falta impressão de que o ciúme é algo positivo, é como se fosse uma forma de dizer que a pessoa é muito importante pra você ou que é super especial.

Esse texto, de certa forma, é uma continuação do último texto que eu escrevi, também inspirado nas palavras do grande mestre Yogananda. Se você ainda não leu esse texto, segue o link [aqui].

No livro “Jornada para a autorrealização”, o Yogananda dá uma verdadeira aula sobre a inutilidade do ciúme. Farei uma breve reflexão a partir das suas palavras. Leia com bastante atenção!

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Aprenda a conquistar corações

Por Isaias Costa

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Talvez você tenha lido o título desse texto e pensado que se trata de um manual para aprender a conquistar uma mulher, com cantadas e xavecos. Errou! Esse é um texto absolutamente diferente. Falarei sobre conquistar os corações de um enorme número de pessoas através da energia de amor emanada e da harmonia do ser.

Para embasar essa reflexão, nada melhor do que as palavras do mestre Yogananda, que ensinou isso com maestria para milhares e milhares de pessoas em suas palestras. Abaixo está um pequeno trecho do seu livro intitulado “Jornada para a autorrealização”, no qual ele ensina como conquistar corações. Leia com bastante atenção…

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O verdadeiro amor é quando você está sempre observando o progresso da alma. Quando você serve aos desejos físicos e aos maus hábitos de alguém, não está mais amando aquela alma. Só está agradando-a para evitar sua má vontade. Por mais desagradável que seja dizer a um amigo que ele está errado, se você falar com amor no coração e se mantiver firme, um dia aquela pessoa o respeitará se você estiver certo. Se estiver errado, mesmo assim, a pessoa saberá que você fez tudo com sinceridade, por amor. Nunca concorde com alguém que está errado, mesmo que seja a pessoa que lhe é mais próxima e querida. Concordar com o mal é subornar a alma para que o transgressor tenha uma opinião favorável de você, e cedo ou tarde isso trará resultados desastrosos…

=> Clique aqui para ler o texto completo

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Três tipos de egoísmo – mau, bom e sagrado

Por Isaias Costa

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Eu já falei aqui no blog em vários textos sobre o tema do EGOÍSMO, que sempre tem algo a ser acrescentado e aprofundado. Entre eles está até mesmo um que traz uma bela interpretação de uma das melhores músicas do grande Raul Seixas chamada “Eu sou egoísta”. Se você ainda não leu deixo o link logo abaixo.

O que é egoísmo?

Quero nesse texto compartilhar com você a belíssima visão do mestre indiano Paramahansa Yogananda, extraída do seu livro intitulado “Jornada para a Autorrealização”. Confira!

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Devemos, contudo, distinguir claramente os três tipos de egoísmo: mau, bom e sagrado. O egoísmo mau faz a pessoa buscar o próprio conforto destruindo o conforto alheio. Ser rico à custa do prejuízo alheio é um pecado e vai contra os interesses do Eu superior de quem pratica esse tipo de egoísmo. Ter prazer em ferir os sentimentos alheios com ácidas críticas também é egoísmo mau; é um prazer maligno que não conduz a nenhum bem duradouro. O egoísmo bom e verdadeiro motiva um ser humano a buscar o seu próprio conforto, sua prosperidade e felicidade, mas também trazendo mais felicidade e prosperidade aos outros. O egoísmo mau oculta seus muitos dentes destrutivos de sofrimento inevitável por trás da aparência inocente de confortos temporários. O egoísmo mau encerra a pessoa num pequeno círculo, excluindo o resto da humanidade. O egoísmo bom abrange a todos, junto com o seu próprio eu, no circulo da fraternidade. O egoísmo bom traz muitas colheitas – retorno de serviços de outros, autoexpansão, empatia divina, felicidade duradoura e Autorrealização.

O egoísmo bom deveria ser praticado pelo homem de negócios, que assim, com ações e trabalhos sinceros, honestos, saudáveis e construtivos, se capacita a cuidar das necessidades de sua família e de si mesmo e presta um serviço útil aos outros. Tal pessoa é muito superior a quem pensa e age só para si, sem considerações pelos entes a quem serve nem pelos que dele dependem para sustento. O último esta agindo contra seus melhores interesses próprios; pois segundo a lei de causa e efeito, com o tempo ele atrairá sofrimento. A riqueza de muitos avarentos é deixada aos seus parentes, que na maioria das vezes a dissipam em prazeres errôneos. Este tipo de egoísmo, no fim das contas, não ajuda nem a quem dá nem a quem recebe.

Para evitar as armadilhas do egoísmo mau devemos primeiro seguir e estabelecer  padrão do egoísmo bom, no qual pensamos na família e nas pessoas a quem servimos como sendo parte de nós. A partir disso podemos avançar para a prática do egoísmo sagrado (ou altruísmo, como diria o entendimento comum), no qual vemos o universo inteiro como parte de nós.

Sentir as dores dos outros e estender a mão para libertá-los de mais sofrimento; buscar felicidade na alegria alheia; tentar constantemente aliviar as necessidades de um número cada vez maior de pessoas – isto é ser sagradamente egoísta. O egoísta sagrado considera todas as suas consequentes perdas terrenas como sacrifícios que ele mesmo acarreta deliberada e propositalmente, pelo bem dos outros e para o seu próprio ganho grandioso e supremo. Ele vive para amar seus irmãos, pois sabe que são todos filhos do Deus único. Todo o seu egoísmo é sagrado, pois sempre que pensa em si mesmo, ele pensa não no pequeno corpo e na mente de entendimento ordinário, mas nas necessidades de todos os corpos e mentes dentro de seu âmbito de conhecimento ou influencia. Seu “eu” se torna o eu de todos. Ele se torna a mente e o sentimento de todas as criaturas. Então, quando faz alguma coisa para si mesmo, ele só consegue fazer o que é bom para todos. Aquele que se considera alguém cujo corpo e membros consistem da humanidade inteira e de todas as criaturas certamente vê o Espirito Universal Onipresente como a si próprio.

Esta pessoa não age esperando algo em troca; mas, com o melhor de seu discernimento e intuição, continua a ajudar a si mesmo em todos, com saúde, alimento, trabalho, sucesso e emancipação pessoal.

Trabalhar com o egoísmo bom e o egoísmo sagrado nos coloca em contato com Deus, que descansa no altar da bondade que expande a todos. Quem percebe isso trabalha conscienciosamente, só para agradar ao Deus da paz interior, que sempre o orienta.

Paramahansa Yogananda

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Não vou me estender porque suas palavras são tão profundas que nem me atrevo a explicar mais do que ele já deixou explicado nessas palavras!

Quero apenas lhe levar a perceber que esses três egoísmos é como se fosse uma escadinha. 1º o egoísmo mau, que prejudica a nós mesmos e aos outros. 2º o egoísmo bom, que nos leva a estender o bem e as boas ações para os mais próximos como os familiares e as pessoas do trabalho. 3º vem o egoísmo sagrado que é a finalidade de todos os seres que almejam a iluminação do ser. Somente os grandes mestres conseguem desenvolver em suas atitudes esse altruísmo que leva o amor e o bem querer a todos os seres, sem exceção!

Eu desejo essa evolução para um dia conseguir alcançar esse egoísmo divino, que me coloca como um com tudo e com todos, e desejo o mesmo para você que me lê, que se aprofunde cada vez mais nesse autoconhecimento e nessa busca pela unidade do ser.

Concluo essa breve reflexão também compartilhando um áudio que gravei a partir dessas lindas palavras do Yogananda. Gravei para que você tenha a oportunidade de ampliar essa reflexão e levá-la também para outras pessoas! Vale a pena reservar uns minutinhos para ouvi-lo…

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O cristianismo deveria se chamar crucianismo

Por Isaias Costa

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Lendo o excelente livro do místico oriental Osho chamado “Palavras de fogo – Reflexões sobre Jesus de Nazaré”, li um trecho que me fez lembrar de uma das mais críticas canções do mestre Raul Seixas, a música “Judas”, que até hoje ainda consegue causar muitas polêmicas, principalmente nos meios mais religiosos!

Farei uma breve reflexão a partir das suas palavras e linkando com a música do Raul. Leia abaixo…

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“Judas e Jesus eram amigos. Na verdade, sem Judas, Jesus não poderia existir. Algo na história fica faltando, algo muito especial está faltando. Pense em Jesus sem Judas. O cristianismo não seria possível. Não haveria nenhum registro de Jesus sem Judas. Em virtude da traição de Judas, Jesus foi crucificado; e como Jesus foi crucificado, o evento tocou no fundo do coração a humanidade.

O cristianismo nasce não devido a Cristo, mas devido à cruz. Assim, eu preferiria que o cristianismo fosse chamado de crucianismo. Ele não deveria ser relacionado a Cristo, mas à cruz.

=> Clique aqui para ler o texto completo

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A glória de Deus é uma pessoa que vive em plenitude

Por Isaias Costa

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Lendo o livro “felicidade: um trabalho interior”, do escritor John Powell, eu me deparei com uma citação lindíssima que me levou a refletir bastante sobre nossos POTENCIAIS INTERNOS, que muitas vezes passam a vida inteira adormecidos.

Era uma citação de Santo Irineu, que foi um teólogo e escritor cristão do século II. Abaixo está uma pequena transcrição do livro no qual tem essa frase dele.

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Naturalmente, a vontade de Deus é quase sempre misteriosa. Mas, uma coisa é certa: Deus quer que usemos, em sua totalidade, as dádivas que nos oferece. No século II, Santo Irineu escreveu que “a glória de Deus é uma pessoa que vive em plenitude”. Você já deu um presente a alguém que nunca quis usá-lo? Você não teve vontade de lhe perguntar: “Por que você não usa o presente que lhe dei? Será que não gostou?”. Talvez Deus queira no perguntar sobre as dádivas que nos deu. Quando dizemos no Pai Nosso “Seja feita a sua vontade”, estou certo que parte dessa vontade de Deus é que eu desenvolva meus sentidos, emoções, mente, vontade e coração tanto quanto possível. “A glória de Deus é uma pessoa que vive em plenitude”.

John Powell

=> Clique aqui para ler o texto completo

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Parentificação: “Você agora é o homenzinho da casa…”

Por Isaias Costa

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Existe um termo interessante em Psicologia para tratar de um tema extremamente complexo nos relacionamentos humanos, que é a PARENTIFICAÇÃO.

Falarei brevemente nesse texto sobre esse tema e a importância de se buscar o equilíbrio emocional, para que os filhos sejam poupados de sofrimentos psicológicos que podem perdurar por toda a vida.

A parentificação é uma espécie de desvio psicológico no qual os filhos assumem o papel dos pais, causando desequilíbrios muitas vezes graves e “queima” de etapas da vida (a famosa perda da infância por exemplo).

Psicologicamente, é como se os filhos fossem casados com os pais, mas deixando bem claro que não estou falando aqui de relações incestuosas. Nada disso! É uma questão voltada para o papel social e familiar.

Os processos mais comuns de parentificação ocorrem em mães com filhos pequenos e que se tornaram viúvas, ou aquelas que se separaram dos seus maridos e se desencantaram a tal ponto de nunca mais quererem se casar de novo!

E sendo ainda mais específico. De um modo geral, acontece mais entre mães e filhos homens, por outra questão psicológica relacionada com o senso de PROTEÇÃO inerente ao ser masculino.

O homem, ao casar-se, assume o papel de protetor ou também de provedor da casa. Ele dá a segurança da família e da esposa, tanto financeiramente quanto afetivamente.

Se por algum motivo ele vai embora (morte, separação, doença degenerativa etc), a mãe espera que essa proteção, essa segurança, venha de outro lugar, e muitas vezes é transferida inconscientemente para algum filho.

Digo inconscientemente, porque nenhum filho deseja conscientemente se casar com a própria mãe. Inclusive aqui existe toda uma teoria extremamente ampla e complexa desenvolvida pelo pai da Psicanálise “Sigmund Freud”, que é o COMPLEXO DE ÉDIPO, no qual a criança entre 3 a 5 anos aproximadamente, sente, inconscientemente um encantamento pelos pais. O menino pela mãe e a menina pelo pai!

Não vou entrar no mérito da questão por ser esse um tema extremamente amplo e complexo. Mas segundo o próprio Freud, normalmente é nessa fase, chamada por ele de FÁLICA (3 a 5 anos) que ocorre os maiores casos de parentificação!

A mãe chega constantemente ao seu filhinho lhe dizendo:

– Olha meu filho! Agora você é o homenzinho da casa…

Então ele vai internalizando isso e acaba crescendo antes da hora, acaba se tornando um adulto sem ser, entende? E isso gera conflitos internos que se estendem por toda a vida!

Muitas crianças se tornam tão dependentes afetivamente das mães que na vida adulta têm dificuldade de se relacionarem afetivamente! Muitas vezes acontece de a mãe se tornar extremamente ciumenta com o filho e não permite que ele seja livre para viver um relacionamento feliz com uma garota etc etc etc.

Em muitos casos o filho que se casa com a mãe (metaforicamente falando), passa a vida inteira sem se relacionar afetivamente. Não consegue se casar nem ter filhos e depois que a mãe morre entra em uma depressão intensa, como se a vida tivesse perdido o sentido!

É comum aparecer em consultórios psicológicos homens de meia idade, em torno dos 50 anos, que dizem ter se dedicado a vida inteira a cuidar da mãe e que agora perderam o sentido da vida! Não conseguem se relacionar afetivamente com ninguém! Têm medo de terem uma vida sexual com alguém etc. Tudo se deve a esses distúrbios psíquicos por não terem vivido a infância e a adolescência como deveriam, sem tantas pressões para se tornar um adulto!

Afinal! O que fazer para minimizar tudo isso Isaias?

Bem! Existem diversos caminhos. Mas o principal eu diria que se chama SOLITUDE. Em minha opinião nada supera a solitude! E o que é a solitude? É você estar bem e feliz por estar sozinho. Ou seja, não ficar numa carência sem fim porque não está se relacionando com alguém amorosamente.

Esse recado vai principalmente para as mães de crianças pequenas que estejam lendo esse texto! Caso aconteça de você que é mãe ter se separado ou o marido tenha falecido, é importantíssimo que busque algo que preencha o sentimento de solidão sem ter que colocar os filhos na jogada entende? Pode ser a espiritualidade (que considero o melhor caminho), pode ser umas saídas com amigas, pode ser o desenvolvimento de novas habilidades e aptidões, fazendo cursos e especializações etc. Tudo isso pode ajudar a lidar melhor com o sentimento de vazio que vem da solidão!

Lembre-se: é possível transformar a solidão em solitude! Só depende de você! Se quiser uma boa dica nesse sentido, recomendo o excelente livro do Osho chamado “Amor liberdade e solitude”, no qual ele fala amplamente sobre os relacionamentos felizes e equilibrados e a importância de amar a si mesmo em primeiro lugar!

Tudo isso que estou falando é extremamente profundo e principalmente as crianças vão agradecer, porque elas não tem culpa nenhuma de serem colocadas para se tornarem adultas antes da hora! Com uma boa orientação, as mães podem desenvolver essa maturidade para educarem seus filhos com muita sabedoria, contribuindo para crescerem como grandes cidadãos transformadores da sociedade em que vivemos!

Eu sei que esse é um tema que “dá pano pra manga” e o que coloquei aqui foi uma pequeníssima pincelada. Recomendo a você que gostou da temática que aprofunde em livros de desenvolvimento infantil, psicologia da adolescência entre outros!

E compartilho abaixo um dos textos que li e que me inspirou a escrever esse texto. Vale a pena dar uma lida nele…

Link: Quando os filhos casam com os pais

 

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