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Por que ser ciumento?

Por Isaias Costa

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Eu fico impressionado de saber que milhões e milhões de pessoas ainda hoje tem a falta impressão de que o ciúme é algo positivo, é como se fosse uma forma de dizer que a pessoa é muito importante pra você ou que é super especial.

Esse texto, de certa forma, é uma continuação do último texto que eu escrevi, também inspirado nas palavras do grande mestre Yogananda. Se você ainda não leu esse texto, segue o link [aqui].

No livro “Jornada para a autorrealização”, o Yogananda dá uma verdadeira aula sobre a inutilidade do ciúme. Farei uma breve reflexão a partir das suas palavras. Leia com bastante atenção!

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Aprenda a conquistar corações

Por Isaias Costa

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Talvez você tenha lido o título desse texto e pensado que se trata de um manual para aprender a conquistar uma mulher, com cantadas e xavecos. Errou! Esse é um texto absolutamente diferente. Falarei sobre conquistar os corações de um enorme número de pessoas através da energia de amor emanada e da harmonia do ser.

Para embasar essa reflexão, nada melhor do que as palavras do mestre Yogananda, que ensinou isso com maestria para milhares e milhares de pessoas em suas palestras. Abaixo está um pequeno trecho do seu livro intitulado “Jornada para a autorrealização”, no qual ele ensina como conquistar corações. Leia com bastante atenção…

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O verdadeiro amor é quando você está sempre observando o progresso da alma. Quando você serve aos desejos físicos e aos maus hábitos de alguém, não está mais amando aquela alma. Só está agradando-a para evitar sua má vontade. Por mais desagradável que seja dizer a um amigo que ele está errado, se você falar com amor no coração e se mantiver firme, um dia aquela pessoa o respeitará se você estiver certo. Se estiver errado, mesmo assim, a pessoa saberá que você fez tudo com sinceridade, por amor. Nunca concorde com alguém que está errado, mesmo que seja a pessoa que lhe é mais próxima e querida. Concordar com o mal é subornar a alma para que o transgressor tenha uma opinião favorável de você, e cedo ou tarde isso trará resultados desastrosos…

=> Clique aqui para ler o texto completo

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Três tipos de egoísmo – mau, bom e sagrado

Por Isaias Costa

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Eu já falei aqui no blog em vários textos sobre o tema do EGOÍSMO, que sempre tem algo a ser acrescentado e aprofundado. Entre eles está até mesmo um que traz uma bela interpretação de uma das melhores músicas do grande Raul Seixas chamada “Eu sou egoísta”. Se você ainda não leu deixo o link logo abaixo.

O que é egoísmo?

Quero nesse texto compartilhar com você a belíssima visão do mestre indiano Paramahansa Yogananda, extraída do seu livro intitulado “Jornada para a Autorrealização”. Confira!

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Devemos, contudo, distinguir claramente os três tipos de egoísmo: mau, bom e sagrado. O egoísmo mau faz a pessoa buscar o próprio conforto destruindo o conforto alheio. Ser rico à custa do prejuízo alheio é um pecado e vai contra os interesses do Eu superior de quem pratica esse tipo de egoísmo. Ter prazer em ferir os sentimentos alheios com ácidas críticas também é egoísmo mau; é um prazer maligno que não conduz a nenhum bem duradouro. O egoísmo bom e verdadeiro motiva um ser humano a buscar o seu próprio conforto, sua prosperidade e felicidade, mas também trazendo mais felicidade e prosperidade aos outros. O egoísmo mau oculta seus muitos dentes destrutivos de sofrimento inevitável por trás da aparência inocente de confortos temporários. O egoísmo mau encerra a pessoa num pequeno círculo, excluindo o resto da humanidade. O egoísmo bom abrange a todos, junto com o seu próprio eu, no circulo da fraternidade. O egoísmo bom traz muitas colheitas – retorno de serviços de outros, autoexpansão, empatia divina, felicidade duradoura e Autorrealização.

O egoísmo bom deveria ser praticado pelo homem de negócios, que assim, com ações e trabalhos sinceros, honestos, saudáveis e construtivos, se capacita a cuidar das necessidades de sua família e de si mesmo e presta um serviço útil aos outros. Tal pessoa é muito superior a quem pensa e age só para si, sem considerações pelos entes a quem serve nem pelos que dele dependem para sustento. O último esta agindo contra seus melhores interesses próprios; pois segundo a lei de causa e efeito, com o tempo ele atrairá sofrimento. A riqueza de muitos avarentos é deixada aos seus parentes, que na maioria das vezes a dissipam em prazeres errôneos. Este tipo de egoísmo, no fim das contas, não ajuda nem a quem dá nem a quem recebe.

Para evitar as armadilhas do egoísmo mau devemos primeiro seguir e estabelecer  padrão do egoísmo bom, no qual pensamos na família e nas pessoas a quem servimos como sendo parte de nós. A partir disso podemos avançar para a prática do egoísmo sagrado (ou altruísmo, como diria o entendimento comum), no qual vemos o universo inteiro como parte de nós.

Sentir as dores dos outros e estender a mão para libertá-los de mais sofrimento; buscar felicidade na alegria alheia; tentar constantemente aliviar as necessidades de um número cada vez maior de pessoas – isto é ser sagradamente egoísta. O egoísta sagrado considera todas as suas consequentes perdas terrenas como sacrifícios que ele mesmo acarreta deliberada e propositalmente, pelo bem dos outros e para o seu próprio ganho grandioso e supremo. Ele vive para amar seus irmãos, pois sabe que são todos filhos do Deus único. Todo o seu egoísmo é sagrado, pois sempre que pensa em si mesmo, ele pensa não no pequeno corpo e na mente de entendimento ordinário, mas nas necessidades de todos os corpos e mentes dentro de seu âmbito de conhecimento ou influencia. Seu “eu” se torna o eu de todos. Ele se torna a mente e o sentimento de todas as criaturas. Então, quando faz alguma coisa para si mesmo, ele só consegue fazer o que é bom para todos. Aquele que se considera alguém cujo corpo e membros consistem da humanidade inteira e de todas as criaturas certamente vê o Espirito Universal Onipresente como a si próprio.

Esta pessoa não age esperando algo em troca; mas, com o melhor de seu discernimento e intuição, continua a ajudar a si mesmo em todos, com saúde, alimento, trabalho, sucesso e emancipação pessoal.

Trabalhar com o egoísmo bom e o egoísmo sagrado nos coloca em contato com Deus, que descansa no altar da bondade que expande a todos. Quem percebe isso trabalha conscienciosamente, só para agradar ao Deus da paz interior, que sempre o orienta.

Paramahansa Yogananda

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Não vou me estender porque suas palavras são tão profundas que nem me atrevo a explicar mais do que ele já deixou explicado nessas palavras!

Quero apenas lhe levar a perceber que esses três egoísmos é como se fosse uma escadinha. 1º o egoísmo mau, que prejudica a nós mesmos e aos outros. 2º o egoísmo bom, que nos leva a estender o bem e as boas ações para os mais próximos como os familiares e as pessoas do trabalho. 3º vem o egoísmo sagrado que é a finalidade de todos os seres que almejam a iluminação do ser. Somente os grandes mestres conseguem desenvolver em suas atitudes esse altruísmo que leva o amor e o bem querer a todos os seres, sem exceção!

Eu desejo essa evolução para um dia conseguir alcançar esse egoísmo divino, que me coloca como um com tudo e com todos, e desejo o mesmo para você que me lê, que se aprofunde cada vez mais nesse autoconhecimento e nessa busca pela unidade do ser.

Concluo essa breve reflexão também compartilhando um áudio que gravei a partir dessas lindas palavras do Yogananda. Gravei para que você tenha a oportunidade de ampliar essa reflexão e levá-la também para outras pessoas! Vale a pena reservar uns minutinhos para ouvi-lo…

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O cristianismo deveria se chamar crucianismo

Por Isaias Costa

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Lendo o excelente livro do místico oriental Osho chamado “Palavras de fogo – Reflexões sobre Jesus de Nazaré”, li um trecho que me fez lembrar de uma das mais críticas canções do mestre Raul Seixas, a música “Judas”, que até hoje ainda consegue causar muitas polêmicas, principalmente nos meios mais religiosos!

Farei uma breve reflexão a partir das suas palavras e linkando com a música do Raul. Leia abaixo…

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“Judas e Jesus eram amigos. Na verdade, sem Judas, Jesus não poderia existir. Algo na história fica faltando, algo muito especial está faltando. Pense em Jesus sem Judas. O cristianismo não seria possível. Não haveria nenhum registro de Jesus sem Judas. Em virtude da traição de Judas, Jesus foi crucificado; e como Jesus foi crucificado, o evento tocou no fundo do coração a humanidade.

O cristianismo nasce não devido a Cristo, mas devido à cruz. Assim, eu preferiria que o cristianismo fosse chamado de crucianismo. Ele não deveria ser relacionado a Cristo, mas à cruz.

=> Clique aqui para ler o texto completo

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A glória de Deus é uma pessoa que vive em plenitude

Por Isaias Costa

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Lendo o livro “felicidade: um trabalho interior”, do escritor John Powell, eu me deparei com uma citação lindíssima que me levou a refletir bastante sobre nossos POTENCIAIS INTERNOS, que muitas vezes passam a vida inteira adormecidos.

Era uma citação de Santo Irineu, que foi um teólogo e escritor cristão do século II. Abaixo está uma pequena transcrição do livro no qual tem essa frase dele.

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Naturalmente, a vontade de Deus é quase sempre misteriosa. Mas, uma coisa é certa: Deus quer que usemos, em sua totalidade, as dádivas que nos oferece. No século II, Santo Irineu escreveu que “a glória de Deus é uma pessoa que vive em plenitude”. Você já deu um presente a alguém que nunca quis usá-lo? Você não teve vontade de lhe perguntar: “Por que você não usa o presente que lhe dei? Será que não gostou?”. Talvez Deus queira no perguntar sobre as dádivas que nos deu. Quando dizemos no Pai Nosso “Seja feita a sua vontade”, estou certo que parte dessa vontade de Deus é que eu desenvolva meus sentidos, emoções, mente, vontade e coração tanto quanto possível. “A glória de Deus é uma pessoa que vive em plenitude”.

John Powell

=> Clique aqui para ler o texto completo

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Parentificação: “Você agora é o homenzinho da casa…”

Por Isaias Costa

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Existe um termo interessante em Psicologia para tratar de um tema extremamente complexo nos relacionamentos humanos, que é a PARENTIFICAÇÃO.

Falarei brevemente nesse texto sobre esse tema e a importância de se buscar o equilíbrio emocional, para que os filhos sejam poupados de sofrimentos psicológicos que podem perdurar por toda a vida.

A parentificação é uma espécie de desvio psicológico no qual os filhos assumem o papel dos pais, causando desequilíbrios muitas vezes graves e “queima” de etapas da vida (a famosa perda da infância por exemplo).

Psicologicamente, é como se os filhos fossem casados com os pais, mas deixando bem claro que não estou falando aqui de relações incestuosas. Nada disso! É uma questão voltada para o papel social e familiar.

Os processos mais comuns de parentificação ocorrem em mães com filhos pequenos e que se tornaram viúvas, ou aquelas que se separaram dos seus maridos e se desencantaram a tal ponto de nunca mais quererem se casar de novo!

E sendo ainda mais específico. De um modo geral, acontece mais entre mães e filhos homens, por outra questão psicológica relacionada com o senso de PROTEÇÃO inerente ao ser masculino.

O homem, ao casar-se, assume o papel de protetor ou também de provedor da casa. Ele dá a segurança da família e da esposa, tanto financeiramente quanto afetivamente.

Se por algum motivo ele vai embora (morte, separação, doença degenerativa etc), a mãe espera que essa proteção, essa segurança, venha de outro lugar, e muitas vezes é transferida inconscientemente para algum filho.

Digo inconscientemente, porque nenhum filho deseja conscientemente se casar com a própria mãe. Inclusive aqui existe toda uma teoria extremamente ampla e complexa desenvolvida pelo pai da Psicanálise “Sigmund Freud”, que é o COMPLEXO DE ÉDIPO, no qual a criança entre 3 a 5 anos aproximadamente, sente, inconscientemente um encantamento pelos pais. O menino pela mãe e a menina pelo pai!

Não vou entrar no mérito da questão por ser esse um tema extremamente amplo e complexo. Mas segundo o próprio Freud, normalmente é nessa fase, chamada por ele de FÁLICA (3 a 5 anos) que ocorre os maiores casos de parentificação!

A mãe chega constantemente ao seu filhinho lhe dizendo:

– Olha meu filho! Agora você é o homenzinho da casa…

Então ele vai internalizando isso e acaba crescendo antes da hora, acaba se tornando um adulto sem ser, entende? E isso gera conflitos internos que se estendem por toda a vida!

Muitas crianças se tornam tão dependentes afetivamente das mães que na vida adulta têm dificuldade de se relacionarem afetivamente! Muitas vezes acontece de a mãe se tornar extremamente ciumenta com o filho e não permite que ele seja livre para viver um relacionamento feliz com uma garota etc etc etc.

Em muitos casos o filho que se casa com a mãe (metaforicamente falando), passa a vida inteira sem se relacionar afetivamente. Não consegue se casar nem ter filhos e depois que a mãe morre entra em uma depressão intensa, como se a vida tivesse perdido o sentido!

É comum aparecer em consultórios psicológicos homens de meia idade, em torno dos 50 anos, que dizem ter se dedicado a vida inteira a cuidar da mãe e que agora perderam o sentido da vida! Não conseguem se relacionar afetivamente com ninguém! Têm medo de terem uma vida sexual com alguém etc. Tudo se deve a esses distúrbios psíquicos por não terem vivido a infância e a adolescência como deveriam, sem tantas pressões para se tornar um adulto!

Afinal! O que fazer para minimizar tudo isso Isaias?

Bem! Existem diversos caminhos. Mas o principal eu diria que se chama SOLITUDE. Em minha opinião nada supera a solitude! E o que é a solitude? É você estar bem e feliz por estar sozinho. Ou seja, não ficar numa carência sem fim porque não está se relacionando com alguém amorosamente.

Esse recado vai principalmente para as mães de crianças pequenas que estejam lendo esse texto! Caso aconteça de você que é mãe ter se separado ou o marido tenha falecido, é importantíssimo que busque algo que preencha o sentimento de solidão sem ter que colocar os filhos na jogada entende? Pode ser a espiritualidade (que considero o melhor caminho), pode ser umas saídas com amigas, pode ser o desenvolvimento de novas habilidades e aptidões, fazendo cursos e especializações etc. Tudo isso pode ajudar a lidar melhor com o sentimento de vazio que vem da solidão!

Lembre-se: é possível transformar a solidão em solitude! Só depende de você! Se quiser uma boa dica nesse sentido, recomendo o excelente livro do Osho chamado “Amor liberdade e solitude”, no qual ele fala amplamente sobre os relacionamentos felizes e equilibrados e a importância de amar a si mesmo em primeiro lugar!

Tudo isso que estou falando é extremamente profundo e principalmente as crianças vão agradecer, porque elas não tem culpa nenhuma de serem colocadas para se tornarem adultas antes da hora! Com uma boa orientação, as mães podem desenvolver essa maturidade para educarem seus filhos com muita sabedoria, contribuindo para crescerem como grandes cidadãos transformadores da sociedade em que vivemos!

Eu sei que esse é um tema que “dá pano pra manga” e o que coloquei aqui foi uma pequeníssima pincelada. Recomendo a você que gostou da temática que aprofunde em livros de desenvolvimento infantil, psicologia da adolescência entre outros!

E compartilho abaixo um dos textos que li e que me inspirou a escrever esse texto. Vale a pena dar uma lida nele…

Link: Quando os filhos casam com os pais

 

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Um tolo não pode ser curado

Por Isaias Costa

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Lendo um dos diversos livros do Osho, chamado “Palavras de fogo – reflexões sobre Jesus de Nazaré”, eu me deparei com um trecho que me chamou bastante atenção e me fez refletir sobre o importante tema da e da CONFIANÇA tanto em Deus como na gente mesmo!

Abaixo está a transcrição desse trecho do livro no qual o Osho conta uma historinha muito interessante!

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Eu estive lendo uma história.

Um dia Jesus estava fugindo de uma cidade. Um camponês o viu correndo e lhe perguntou:

– O que houve? Para onde o senhor está indo?

Mas Jesus estava com tanta pressa que foi adiante sem responder. Então o camponês o seguiu, conseguiu pará-lo por um instante e disse:

– Por favor, me diga, pois fiquei muito curioso. Se não me disser, vou segui-lo sem parar. Por que está correndo? Para onde? De quem o senhor está fugindo?

Jesus respondeu-lhe:

– De um tolo.

O camponês começou a rir e disse:

– O que o senhor está dizendo!? Eu sei que o senhor já curou gente cega, já curou gente estava morrendo. Já ouvi até dizer que o senhor curou gente que estava morta! O senhor não pode curar um tolo?

=> Clique aqui para ler o texto completo

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Entre na sintonia do universo

Por Isaias Costa

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Eu estava lendo na internet e me deparei com um pequeno livro muito bonito e reflexivo de autoria de Julio Golin intitulado “Quem sou eu?”. Farei uma breve reflexão a partir de um trecho desse livro que me chamou muita atenção e também deixarei o link para que você faça o download dele, caso queira ler.

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“O ser em sintonia com o universo se aceita física, emocional e intelectualmente. Ele sabe que aquilo que conhece a seu respeito é bom. Sabe também que seu potencial é ainda maior e que irá desenvolvê-lo.

É, no entanto, realista quanto às suas limitações, não fica sonhando com a pessoa que quer ser; não passa o resto de sua vida se convencendo de que é essa pessoa. Ele se escuta, se explora e ama o que realmente é. E a cada novo dia, sua experiência de si mesmo, será tão nova quanto o próprio dia, ele está sempre evoluindo; sua personalidade é nova a cada manhã e sabe que estará mudando constantemente. Ele confia em suas próprias habilidades e recursos. Acredita que pode se adaptar e lidar com todos os desafios que a vida possa lhe apresentar, pois se sente em plena sintonia com Deus.

Os acomodados preferem ler sobre a vida, ao invés de procurar vive-la. As pessoas em sintonia com o universo, vivem e procuram ajudar para que tenhamos um mundo melhor para se viver.”

Julio J. Golin

Link do livro: Quem sou eu?

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Essas são palavras simples, mas ao mesmo tempo impactantes. O ser em sintonia com o universo primeiramente ACEITA que é limitado, que ainda tem muito o que aprender e adquirir em termos de recursos internos e externos, mas ao mesmo tempo se movimenta, não fica “sentado no trono de um apartamento com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar…”, como diria o grande Raul Seixas.

Se eu me aceito nas minhas limitações, mas a cada novo dia busco me melhorar, busco aprender coisas novas, busco minimizar os meus erros etc. Desta forma, é certo de que a cada novo dia estarei um pouquinho melhor do que no dia anterior concorda comigo? Essa é uma lógica bastante simples.

Se você quiser ter algum vislumbre de como será o seu futuro, basta prestar bastante atenção às sementes que tem jogado e plantado no seu jardim pessoal nesse exato momento. Que tal plantar sementes de amor, de humildade, de alegria, de paz, de companheirismo etc?

Outro ponto fundamental para entrar na sintonia do universo é ter uma consciência profunda das MUDANÇAS ininterruptas que nos acontecem e se estendem por todo o universo.

Se tudo muda o tempo todo, não adianta eu me prender ao passado e às experiências que foram ruins ou traumáticas, porque isso não só pode, como vai me paralisar.

É preciso deixar o passado no passado. Inclusive aproveito para compartilhar uma frase que considero extremamente terapêutica e que aprendi principalmente com o meu amigo João Vale Neto: “Eu não sabia fazer diferente”.

São apenas 5 palavras, mas com um poder transformador incrível.

“Eu não sabia fazer diferente”.

Mas hoje eu já não sou mais aquela pessoa que fez aqueles planos, que tomou aquelas decisões, que disse aquelas palavras, que agiu daquele jeito… NÃO. Eu cresci! Eu adquiri novos recursos e estou fluindo com a sintonia das mudanças do universo.

Hoje eu posso e farei tudo diferente, tudo com mais consciência! É desse jeito que a gente vai aprendendo a fluir com a sintonia do universo.

E para que você continue refletindo junto comigo sobre essa temática incrível, compartilho abaixo um breve áudio que gravei a partir desse trecho do livro do Julio Golin. Nele, falei sobre tudo que foi abordado aqui e mais algumas coisas. Vale a pena conferir …

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Reparta com outra pessoa

Por Isaias Costa

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Estava lendo algumas palavras sábias do mestre Yogananda que me fizeram refletir sobre a importância do DESAPEGO e do quanto é bom REPARTIR.

Só lembrando a você que me lê o quanto essa palavra é rica. Repartir significa partir de novo, ou seja, eu pego algo que seria só para um ou dois e divido para bem mais pessoas!

Por incrível que possa parecer, a matemática do repartir não é lógica, ela é absolutamente ilógica.

Quanto mais a gente divide, mais a gente multiplica…

SEMPRE!

Infelizmente, por vivermos numa sociedade capitalista, é implantada na nossa mente a ideia de que não há recursos para todos, de que devemos “guardar nosso quinhão” etc etc. Mas tudo isso não passa de um mecanismo perverso para que as pessoas cultivem a miséria e vivam infelizes!

Estou nesse breve texto lhe incentivando a transformar sua vida numa abundância infinita. E só conseguimos isso à medida que repartimos não só o que temos, mas acima de tudo, quem somos.

Vamos às palavras do Yogananda?…

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Quando me dava um alimento ou guloseima especial, minha mãe costumava dizer: “Reparta com outra pessoa”. No início achei que ela estava tentando me dar menos. Mas imediatamente comecei a pensar: “Bem, se gosto tanto disto, talvez outra pessoa também o aprecie”. Então decidi que devia compartilhar. Mas daí me veio o pensamento: “Se eu dividir com todos, não sobrará nada para mim”. Isso começou a me intrigar. No entanto, o que passou a ocorrer quando eu repartia com osoutros é que eu desfrutava mais ainda da minha parte – a alegria que recebia por compartilhar era muito maior do que a alegria de ter a coisa em si. Por isso sempre abri mão de coisas que amava. Sempre que outra pessoa queria ou precisava de um objeto meu, minha mente dizia:

“Bem, ela está ‘doente’ com este desejo e você está curado de desejar as coisas; então vamos lhe conceder este benefício”. Objeto por objeto, dei tudo o que me veio ter às mãos – e minha alegria foi multiplicada.

Quando eu queria uma coisa e a conseguia, desfrutava dela; e quando a dava a outra pessoa, desfrutava de novo. Jamais permiti que qualquer desejo se apossasse de minha alma; isso seria contrário ao ideal de egoísmo espiritual, que visa ao bem-estar do meu verdadeiro Eu. Nunca ame nada a tal ponto que aquilo tome posse de você.

Paramahansa Yogananda

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Essa é a palavra chave: REPARTIR. Reparta com os outros e você será o maior beneficiado.

Eu sou prova viva disso até mesmo aqui no blog. Reparto meus conhecimentos adquiridos ao longo dos anos e sempre recebo muito mais do que dou. E recebo muitas vezes através do que chamamos de INTANGÍVEL, como saúde do corpo, paz de espírito, o calor de amizades sinceras, as experiências compartilhadas dos leitores que me enriquecem etc.

Esse é o multiplicar que vem com o repartir!

Outra experiência que aos pouquinhos estou transformando em um hábito e já estou vendo os frutos positivos é o simples ato de DOAR meus livros que já foram lidos e sei que não precisarei mais deles!

Tenho feito isso constantemente, adoro comprar livros e devoro pelo menos uns 2 por mês, então depois que leio ou mesmo releio, sei que não precisarei mais deles, então escolho alguém dentro do meu universo de pessoas conhecidas e simplesmente dou algum livro que sei que fará bem…

A partir desse repartir tenho recebido feedbacks maravilhosos destes que doei livros.

Agora imagine esse simples ato sendo feito por mais e mais pessoas? De que adianta ficar com um montão de livros pegando poeira na estante? Muitos se orgulham de ter uma estante cheia de livros! Por quê? Em  Minha opinião isso não passa de VAIDADE!

Nessa hora tomo emprestado as palavras do meu amigo Alex Castro, que escreve textos maravilhosos na internet.

Uma vez um amigo lhe visitou em sua casa e viu sua estante de livros e disse:

– Nossa Alex! Quantos livros! Você leu todos eles?

– Não! Esses são os que não li. Os que li já dei todos para os amigos!

Não é incrível? Minha estante está aos pouquinhos ficando parecida com a do Alex! Que tal você aderir a essa proposta dele e na qual estou pegando carona? Tenho certeza que você fará um bem enorme a muita gente, mas principalmente a você mesmo, porque estará se tornando mais DESAPEGADO, e consequentemente, mais sábio!

Há muito mais a ser falado sobre o desapego e sobre essas palavras do Yogananda, mas deixo as reflexões com você agora!

Lembre sempre: reparta com os outros…

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As pessoas refletem nossas sombras e nossa luz

Por Isaias Costa

espelho

Existe um livro maravilhoso chamado “O lado sombrio dos buscadores da luz”, da escritora norte americana Debbie Ford, que fala sobre as nossas sombras e como trabalhá-las jogando a luz da consciência sobre elas.

Esse é um livro que recomendo fortemente a leitura a todos, pois pode nos ajudar a enxergar nossas sombras e tomarmos consciência delas! E assim mudando posturas, comportamentos, pensamentos e sentimentos.

Farei uma breve reflexão a partir de um trecho desse livro que me chamou muita atenção e explica porque determinadas situações se repetem na nossa vida indefinidamente. Confira!

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Hank achava que era uma pessoa cuidadosa e responsável, mas ele precisava atrair um tipo específico de mulher para mostrar-lhe aspectos escondidos de si mesmo. As outras pessoas espelham o que está dentro de nós porque, subconscientemente, estamos provocando isso nelas. É por isso que certo tipo de pessoas e de situações aparecem e reaparecem vezes sem conta em nossa vida. O milagre acontece quando você se apropria de um aspecto seu e o assimila. Nesse ponto, a pessoa que está lhe servindo de espelho também deixará de ter aquele comportamento, ou você será capaz de decidir afastá-la de sua vida. Quando você quebra a conexão, não precisa mais de uma outra pessoa para espelhar a sua sombra, e, como você estará mais inteiro, atrairá de forma natural aqueles que refletem a sua totalidade. Se o nosso propósito, do fundo da alma, é nos tornarmos completos, suscitaremos continuamente aquilo que precisamos enxergar para ser inteiros. À medida que nos apropriarmos de mais partes de nós mesmos, pessoas mais saudáveis aparecerão em nossa vida.

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O Hank citado nessas palavras era um rapaz que sempre se atrasava em um curso ministrado pela Debbie, porém ele sempre se queixava que sua namorada se atrasava cerca de 2h nos seus compromissos, o que o deixava com muita raiva.

Então a Debbie explica que o atraso dela era para lhe mostrar que ele próprio se atrasava nos compromissos e isso incomodava e chateava muita gente!

É assim que as nossas sombras atuam, através de processos inconscientes. A gente não faz a menor ideia de que aquilo que nos incomoda no outro existe dentro de nós!

Somente mergulhando fundo no autoconhecimento podemos abrir mão de tanto orgulho e tanta prepotência e admitirmos que realmente aquilo que nos incomoda no outro é parte de nós mesmos!

Até já comentei em outro texto que sempre que ficamos com muita raiva ou indignados com alguém, a pergunta mais sábia a se fazer é essa: “O que em mim em relação a esse sentimento (_______________) precisa ser mudado? Precisa ser trabalhado?”.

Assim, trabalhamos em nós exatamente o mesmo sentimento que abominamos no outro. Dessa maneira, acredite! Você se tornará um ser humano cada vez melhor e com mais recursos.

O interessante é que nosso mundo externo sempre é um reflexo do nosso mundo interno, e as pessoas que surgem na nossa vida vêm para nos ensinar algo, e nesse algo está tanto o positivo quanto o negativo.

É mais ou menos assim.

Aquilo que achamos admirável, louvável e maravilhoso nos outros também existe dentro de nós, só que está encubado, talvez até mesmo encrostado por medos, por traumas, por condutas errôneas ensinadas pelos pais etc.

Aquilo que você admira nos outros está em você e pode se manifestar a qualquer momento, basta que você se esforce nesse sentido.

Da mesma forma aquilo que reclamamos, que achamos ruim, negativo, danoso, pesaroso ou mesmo cruel nos outros, também existe em nós, mas camuflado pelos nossos moralismos, pelas nossas rédeas ensinadas de “n” formas diferentes!

Vou citar um exemplo de sombra que trabalhei em mim e que contribuio para o meu melhoramento humano.

Na época da adolescência e começo da vida adulta, quando cursei Bacharelado em Física, eu era extremamente tímido, reservado, isolado, não queria muita conversa com quase ninguém, era aquele “bicho do mato”, e por tudo isso me comportava como um egoísta, mas nem me dava conta disso.

Só na faculdade, convivendo com outros rapazes que eram muito, mas muito mais isolados, calados, fechados e egoístas que eu, foi que me dei conta do quanto EU ERA ASSIM.

Eu atraí pessoas semelhantes a mim para me ensinarem a não ter um comportamento que era tão negativo e tão autodestrutivo.

Comecei a compreender que não eram meus colegas que tinham que mudar, mas EU. Foi daí que passei a mergulhar profundamente no autoconhecimento e fui me apaixonando pela Psicologia e também pelo Ensino, que é a maior das minhas vocações!

Hoje já consegui dissipar muitas das minhas sombras jogando essa luz da consciência sobre elas e convido você nessa breve reflexão a fazer o mesmo! Comece a compreender com mais precisão como se dão esses processos de PROJEÇÃO DE PERSONALIDADE, tão amplamente estudados pela Psicologia e é um conhecimento que todos nós deveríamos conhecer mais e nos interessar.

Para que você reflita um pouco mais sobre esse tema tão amplo, compartilho um breve áudio que eu gravei a partir dessa passagem do livro da Debbie Ford. Vale a pena reservar uns minutinhos para ouvi-lo…

 

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